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Meu medo era como vidro


-Nem agora e nem mais tarde! Abaixa essa arma McCann - Scooter surgiu sacando sua arma também.

-Abaixa você! -retruquei com o olhar fixo no Connor.

-Ótimo eu sempre quis brincar de quem morre primeiro -Connor mantinha um sorriso sínico no rosto.

-Os dois, abaixem as armas imediatamente. -Scooter entrou no meio de nós dois. -Será que eu vou ter que chamar o Bishop pra resolver isso? -Em segundos o borra-botas do Connor abaixou a arma. -Você também McCann! -Guardei a arma na cintura.

-Você não vai querer que nós dois nos abracemos agora né? -Connor gargalhou passando por mim. Quando eu pensei em me virar e dar o fora dali, Scooter me puxou pelo braço.

-O que foi porra? -perguntei soltando o meu braço da mão dele. Minha cabeça estava fervendo em raiva.

-O que você acha que você ta fazendo garoto? Você quer morrer aqui dentro, por que se for isso eu mesmo posso fazer o serviço.

-Ah cala a boca Scooter, você não sabe de porra nenhuma de mim.

-Mais um bom motivo pra você prestar atenção nas merdas que faz aqui dentro, a sua sorte é que quem veio separar vocês dois fui eu, por que se fosse outro nem teria se importado em deixar o Connor te matar.

-Quem iria matar aqui seria eu e não o Connor.

-Não seja estúpido -levei um empurrão e me segurei pra não revidar com um soco. Tão conseguindo tirar pouco de paciência que eu tenho. -Mesmo que você matasse o Connor, você não sairia vivo por esses portões. Você é só um novato aqui dentro, então se você quiser alguma coisa comece tendo o respeito das pessoas e não mirando na cabeça de um e de outro.

-O Connor disse que não mataria aquele cara.

-I daí? Eu disse pra você ir embora à primeira oportunidade que tivesse e, no entanto, você ficou.

Ele saiu me deixando parado, irritado e tão perigoso quanto uma granada a ponto de explodir. Nunca senti o sangue correr tão rápido pelas minhas veias, minhas veias pareciam pular, meu corpo gelava e sentia cada pedaço de mim suando. Eu precisava socar algo ou alguém.Entrei no quarto derrubando tudo que tava na minha frente.

Filho da puta do Connor! Eu mato esse desgraçado, ele vai se arrepender de ter entrado no meu caminho, vai se arrepender de ter nascido.

Depois de ter metade do quarto posto abaixo eu tirei a carteira de cigarros no bolso, por mais que eu desconta-se a minha raiva no que aparecia na minha frente. Fumei um, dois, três e nada acalmava meus nervosos. Uma coisa louca me passou pela cabeça, a nicotina já fazia festa dentro do meu corpo e de certa forma me aliciou a fazer. Saí da casa, dei a volta, tomei distancia do muro e pulei escalando entre as plantas que cresciam na parede. Pulei na varanda e abri as cortinas, o quarto estava escuro. Caminhei sem fazer muito barulho até a cama.

Melody's P.O.V.

Eu já estava no meu quinto sono quando senti algo tocar a minha pele por cima do cobertor, ainda sonhando, pensei. Depois de alguns minutos eu senti como se alguém tivesse deitando ao meu lado, achei que ainda estivesse sonhando até que senti alguma coisa tocar a dobra do meu pescoço. A sensação era boa mas, o fato de ter um estranho na minha cama não era nada bom. Poderia ser o Scooter, não o scooter jamais faria isso.

Sem pensar duas vezes eu empurrei esse ser no chão e levantei correndo até o interruptor. E quando a luz acendeu me deparei com o tal Romeu jogado no chão com uma cara nada boa.

-Eu não acredito que você ta aqui de novo -reclamei observando ele, roupas pretas e óculos, mesmo sendo noite.

-Aqui e pronto pra receber tudo o que você quiser dar. -Eu gargalhei alto ignorando a cara de tarado dele.

-Não seja tão idiota ...Romeu!

Ele ficou sério por alguns segundos e levantou abrindo um sorriso que eu poderia descrever como diabólico no rosto. Caminhou até mim sem pressa alguma.

-Não se aproxima -o adverti, mas ele não deu a mínima.

As suas mãos fortes seguraram meus ombros e me prensando na parede, eu não conseguia me mover, estava paralisada de medo.

-Vamos lá gatinha, eu só preciso dar uma desestressada. -ele sussurrou beijando o meu pescoço, o fato de estar prensada numa parede por um desconhecido me impedia de sentir qualquer outra coisa que não fosse medo.

-Me solta -implorei tentando ficar o mais séria possível.

-Vai se fazer de difícil? Eu sei que você é o brinquedinho da casa, então não custa nada eu brincar um pouco com você.

Aquelas palavras foram como um tiro no vidro, e no caso o meu medo era o vidro e tinha sido destruído naquele momento.

-Você ta achando que eu sou o que? -esbravejei tentando me soltar, mas ele segurou meus braços contra a parede.

-Uma vadia, não é obvio. Um bela vadia que vai me satisfazer. -ele aproximou o rosto do meu quase roçando nossos narizes.

-Vadia é a flha da puta da sua mãe que te botou no mundo seu nojento -gritei e senti uma das mãos dele apertar o meu pescoço.

-Nunca fale da minha mãe! -rosnou engolindo em seco. E mais uma vez o meu medo volto, vendo aquele maluco transtornado quase apertando meu pescoço.

-Você ta me machucando -sussurrei deixando uma lágrima escorrer. Ele me soltou e virou de costas caminhando até a varanda.

Deixei meu corpo descer pela parede até o chão e me sentei secando as lágrimas que escorriam pelo meu rosto.

Ele sentou na porta da varanda fumando um cigarro, mesmo de longe eu podia ver todos os seus movimentos, ele dava uma tragada forte e soltava formando um arco de fumaça acima da sua cabeça. Ele terminava um e acendia o outro, e de certa forma parecia mais calmo, calmo a ponto de eu ter coragem de falar alguma coisa.

-Você sabia que cigarro faz mal a saúde! -minha voz falhou, mas saiu.

Ele me olhou e ignorou o que eu dizia.

-Você vai acabar morrendo de tanto fumar -disse me levantando e sentando na cama.

-Você também se continuar me enchendo a paciência. -falou com o olhar fixo no céu.

-Vem cá, qual é o seu problema? -levantei o tom de voz logo me arrependendo ao lembrar o que ele havia feito há meia hora.

Ele não respondeu e o silêncio pairou. Depois de longos minutos em silêncio ele parou de olhar a lua e fixou o olhar em mim, me deixando completamente envergonhado ao perceber que eu estava apenas de pijamas na frente dele.

-Eu não te machuquei pra valer ou machuquei? -ele havia apagado o último cigarro e seu tom de voz saiu...doce?

-Como se você se importa-se. -respondi puxando o edredom e me cobrindo até a altura do pescoço.

-Me desculpa às vezes as coisas saem do meu controle. Eu não queria fazer nada do que eu fiz, pelo menos não desse jeito. -ele parecia sincero naquele momento, o que por incrível que pareça me assustou.

-Ta tudo bem -disse, afinal parecia estar tudo bem.

-Eu não sou assim sempre, mas eles me tiraram do sério...

-O que aconteceu? -perguntei tendo a certeza de que ele não me responderia, mas fui surpreendida.

-Connor matou um cara esse noite, o cara era meu conhecido.

-Achei que vocês não se importassem com isso.

-Eu não sou como eles, além do mais eu conhecia aquele cara desde que eu sou pequeno. -ele fez uma pausa mexendo no bolso, deveria estar procurando mais cigarros, mas depois de ter fumado tantos com certeza não teria mais nenhum. -Quero dizer, conheço a família dele e não sei como vou chegar lá e dizer que ele morreu por minha causa, não da pra dizer isso.

-Se você não tentar nunca vai saber -ele abaixou a cabeça e eu senti vontade de me aproximar e entender o que realmente estava acontecendo, mas talvez fosse ma idéia.

-Eu nem deveria ter dito isso pra você -resmungou levantando -é melhor eu ir, já fiz merda demais por hoje.

Justin's P.O.V.

Levantei ainda a observando e me perguntando mentalmente que diabos aquela garota tinha que me deixava tão preso ao olhar dela.

-Até mais -antes que desse as costas e entrasse na varanda ela pulou da cama e veio na minha direção.

-Melhoras -ela sorriu me deixando confuso, passei a varanda e ela fechou a porta da mesma me olhando pelo vidro. Merda invés de conquistar a confiança dela eu acabei a deixando em pânico. Definitivamente eu sou o maior otário do mundo.

[...]

Enchi uma xícara de café, depois de passar a noite inteira pensando e chegando a conclusão de que Scooter estava certo, eu precisava ficar acordado agora. E foi pensando no diabo que ele entrou na sala.

-Pronto pra recomeçar McCann?

-prontíssimo -respondi calmo fazendo um toque na mão dele.

-Ótimo, você me acompanha hoje.

-Em que? -dei um gole no meu café, amargo.

-Vou visitar uns fornecedores.

-Fornecedores de armas, drogas, mulheres. Renovar o contrato, coisa de praxê, mas nesses lugares nunca é bom ir sozinho. -pegou alguma coisa em cima da mesa -Te vejo em meia hora lá fora. -deu meia volta e saiu.

A noite passada ainda me atormentava, Connor iria se arrepender do que fez, e eu iria fazer isso no melhor estilo Justin Bieber.


[ Hey, desculpem a demora na postagem, por isso atualizei com dois novos capítulos ;). Espero que tenham gostado]

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