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Mentes doentias

Puxei Britney pelo braço até o bar da boate, implorando aos céus que Scooter não a tivesse ouvido.

-O que você ta fazendo aqui? –perguntei irritado olhando pros lados e me certificando que ninguém prestava atenção em nós.

-Bom te ver também, e respondendo a sua pergunta eu trabalho aqui. –disse sínica cruzando os braços. Mesmo depois de tanto tempo eu ainda me lembrava do jeito de patricinha arrogante da minha..bem...minha meio que madrasta.

-Pensei que tivesse dado o fora do país depois da morte do meu pai.

-Eu até fui, mas superei a morte do Will e resolvi voltar.

-Por que você não me procurou, ou o Lil?

-Por que eu quero distância dessas coisas de vocês Justin.

-Não fala o meu nome. –sussurrei tentando manter a calma.

-Por que não? De quem você...eu não acredito –ela pulou no meu pescoço me abraçando. –Você o encontrou? –sussurrou apreensiva no meu ouvido.

-Encontrei! –respondi.

-E como você ainda ta vivo? –ela se soltou e me observou, ela estava chorando.

-Sua falta de confiança em mim é ofensiva. –baixei a guarda a vendo daquele jeito, ela não havia deixado de ser quem era.

-Me desculpa, mas você sabe que eu nunca achei a melhor opção sair por ai querendo destruir a vida de alguém.

-Ele destruiu a minha, ele merece o mesmo.

-Você não é como ele –suas mãozinhas pequenas e delicadas tocaram o meu rosto o acariciando. –Lembre-se sempre disso. –beijou a minha bochecha e se virou pegando dois copos na bancada. –Agora vá, outra dia nós conversamos, você tem um filho da puta pra matar –ela riu me entregando os copos.

Bipolar, louca, histérica, temperamental, e uma das melhores mulheres no mundo, essa era a minha madrasta postiça.

Voltei pra mesa com os dois copos, Scooter ainda estava ali, entreguei um copo a ele e deixei o outro em cima beber agora não me ajudaria em nada. Ele ficou me olhando como quem gritava "fala logo porra" e não me deixava outra opção além de iniciar uma conversa que eu não saberia que rumo iria tomar.

-O que você tem?

-Por que ela te chamou de Justin? –por incrível que pareça eu não fiquei nervoso ou apreensivo, eu já sabia o que dizer.

-Quando eu a conheci eu usava um nome de fachada.

-Por que usava um nome de fachada?

-Não é da sua conta.

-E o que seria da minha conta? –ele riu dando um gole na sua bebida.

-Manter a Melody viva.

-Isso é uma ameaça? –um dos seguranças caminhou até nós.

-Entenda como quiser. –Scooter cumprimentou o segurança e se levantou.

-Vamos McCann, enquanto eu pego o dinheiro você escolhe as mulheres.

Seguimos pela boate até o segundo andar, enquanto Braun entrava em um corredor que daria no escritório da boate eu ia em direção à área vip, me acomodei em uma delas enquanto as mulheres começavam a desfilar na minha frente. Aquelas mulheres poderia deixar qualquer um louco, mas a única que brincava com os pensamente e começava a me deixar louco era ela, Melody. Quanto mais errado e perigoso ficar perto dela parecia, mas eu queria.

Dias depois.

Melody P.O.V.

Tudo a minha volta parecia girar, esse havia sido o efeito colateral de passar o dia andando de um lado para o outro. Minha cabeça parecia ir pelos ares a qualquer momento. Apesar de ter ficado assustada, eu sentia de alguma forma, por mais que fosse louca que ele estava vivo. Já se passará quatro dias depois daquela confusão, Scooter não dizia uma palavra sobre o que estava acontecendo e eu só me sentia mais preocupada. Liguei a televisão colocando em um canal qualquer, tentei me sentar e prestar atenção, mas não adiantava. Juro que se soubesse como, eu saia porta a fora e procuraria ele, não só ele, mas tudo pelo qual fui privada desde sempre. Nunca ter visto nada além das arvores do jardim, nunca ter falado com ninguém além do Scooter e dos empregados do Isaac, ou nunca ter visto lugar nenhum a não ser a cozinha da mansão mexia com os meus pensamentos todos os dias. Depois de provar algo diferente como ter um Romeu na sua vida, é difícil sentar e apenas aceitar tudo a sua volta. Não é justo ficar aqui, não é justo ficar longe dele.

Meu coração disparou no mesmo segundo que ouvi um grito agudo tão alto que chegou a ecoar pela casa. Aquele grito indicava que hoje seria mais uma noite de matadouro. Um pesadelo que se torna realidade.

Levantei da cama, peguei uma cadeira e escorei embaixo da maçaneta da porta, a última coisa que eu queria, era um dos homens, que provavelmente começavam a ficar drogados e bêbados tentando entrar no meu quarto.

Os gritos começavam a aumentar e vir de diferentes direções da casa, aquele era só o começo da noite.

Justin's P.O.V.

Saí da casa e fui dar uma volta na cidade, parei perto de posto de gasolina qualquer e saltei caminhando até o orelhão mais próximo, disquei o número da policia e esperei até atenderem.

-Boa noite, deseja fazer uma denuncia?

-Sim, um grupo de mulheres traficadas do Brasil esta chegando e ficarão em um galpão em Livonia.

-Endereço do local por favor.

-É um galpão próximo a fronteira de Livonia, ao oeste.

-Com quem eu falo?

-As mulheres chegam em duas horas, fiquem atentos.

-Senhor..senhor! –desliguei e voltei ao orelhão, era bom eu voltar logo pra mansão, é seria incrível ver a cara do Bishop ao descobrir que o galpão dele foi pro pau e ele nem poderia culpar alguém por isso.

Entrei no carro dando meia volta e voltando pra casa. Deixei o carro em um lugar qualquer no gramado e ao dar dois passos em direção a casa eu me assustei, gritos e uma música levemente alta, completavam um ao outro. Corri em direção a porta e a abri dando de cara com cenas que provavelmente nunca sairiam da minha cabeça. A casa estava infestada de mulheres nuas, algumas delas, amarradas, amordaçadas nas poltronas, sofás. Os caras comiam as mulheres um na frente do outro enquanto conversavam.

-Bem vindo a sua iniciação rapaz –Haviier surgiu na minha frente acompanhado por duas loiras nuas. –Pegue uma garrafa, uma vadia e vamos festejar.

-Claro! –forcei um sorriso passando por ele assim que uma das mulheres se ajoelhou na frente dele e bem , não preciso dizer o que acontecia. Entrei em um corredor ouvindo os gritos ficarem mais altos e desesperados. As portas das salas estavam abertas, minha curiosidade foi maior do que a minha racionalidade, olhei em uma das salas e vi um homem, não conseguia reconhecer quem era, violentava uma garota, ela gritava desesperada enquanto ele a machucava. Olhando em volta, eu podia ver outros homens assistindo, um deles era Bishop. Eu simplesmente não conseguia entender aquela mente doentia. Saí dali arrependido de ser tão curioso, passando pelas outras salas eu não via nada diferente. Uns bebiam, outros fumavam, mas todos usavam e abusavam das mulheres. Não que eu fosse um santo puritano, mas aquilo era demais pra qualquer ser humano normal.

Subi às escadas tentando ficar o mais longe do que acontecia por ali, no segundo andar as coisas não mudavam muito.

-Hey McCann! –olhei pra trás vendo um dos seguranças.

-O que você quer?

-Você viu o Ajax?

-Quem?

-O segurança que fica na sala das câmeras, ele disse que ia numa das torres e não voltou até agora, ele ta muito chapado, espero que ele não tenha caído de uma das janelas. –O segurança não esperou, apenas saiu rindo sozinho. O que será que esse Ajax deve ter ido fazer em uma ... ah não puta que pariu. Corri que nem um louco por aquelas escadas e corredores até chegar no corredor do quarto da Melody, eu só havia vindo aqui uma vez e ainda sim eu sabia ande era o lugar. Antes de chegar a porta eu podia ouvir as batidas na porta. Andei mais rápido e encontrei o cara esmurrando a porta.

-Saí daí! –gritei e ele se virou me encarando.

-O que você disse?

-Saí de perto dessa porta.

-A qual é cara, vamos lá –ele riu se escorando em uma das paredes –Se você quiser eu te deixo foder aquela ninfetinha também, sei que todos querem aquela vadiazinha. –Saquei minha arma e mirei a cabeça dele.

-Nunca se dirija a ela assim. –Podia sentir os nervos do meu corpo se enrijecerem e o sangue nas minhas veias começar a ferver. Se ele pretendia me tirar do controle ele estava conseguindo.

-Não é por que você é o queridinho do Bishop que pode ditar as regras agora rapaz, e eu não tenho medo de armas. –ele bobeou vindo na minha direção. –Sabe eu to louco pra foder essa garota desde que ela tinhas uns 10 aninhos, sempre foi gostosinha. –Levantei o braço dando uma coronhada no seu rosto, ele caiu meio tonto. Chutei suas partes baixai até ele começar a agoniar e me pedir pra parar. Ele se contorcia de dor no chão.

-Qual é a sua cara –ele murmurou cuspindo sangue.

-Que o diabo esteja com você –apertei o gatilho três vezes pra ter certeza que aquele pedaço merda nunca mais se levantaria. Guardei a arma e me distanciei da porta tentando arromba-la, eu precisava saber se ela estava bem. Na quarta tentativa a porta cedeu e entrei com tudo.

Melody's P.O.V.

As lágrimas pelo meu rosto enquanto eu me mantinha escondida atrás da porta do banheiro, a cada segundo que se passava eu apenas rezava e implorava que aquele inferno acabe-se logo. Depois de alguns minutos sem batidas a porta foi arrombada e o meu medo ao aumentou. Permaneci quieta até descobrir quem estava ali.

-Melody? Mel, cadê você? –meu coração parou no mesmo segundo que ouvi a voz dele, levantei e abri a porta vendo ele de costas pra mim.

-Romeu? –sussurrei querendo que aquilo não fosse uma peça pregada pela minha cabeça.

Ele se virou me olhando com um ar aliviado. Pulei em seus braços sendo presa pelo abraço mais acolhedor que eu já recebi em toda minha vida. Ele estava ali, ele estava vivo e melhor ainda ele estava comigo.


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