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Iceberg

Entrei no carro acompanhando Braun, ele demonstrava bastante animação com o servicinho que íamos fazer. Demos a volta na fachada de entrada e ele saiu cantando pneu estrada a fora. O único barulho dentro do carro era do som, tocando um rap qualquer. Braun estava calmo e não disse uma palavra sequer até estacionarmos na frente de um galpão abandonado. Foi instintivo lembrar de tudo o que havia acontecido na última vez que tivesse em um galpão como este.

-Anda logo McCann, quanto mais rápido terminarmos mais rápido saímos daqui. -fechei a porta acompanhando ele até dentro daquele galpão. Dois armários estavam parados na porta de entrada.

-Ta armado McCann? -Braun perguntou enquanto nos aproximávamos.

-Sempre! -ele riu.

-Bom saber.

Scooter trocou algumas palavras com os caras e nós entramos. Caminhamos até um escritório que tinha no final do galpão e ele abriu a porta. Um homem estava sentado em uma cadeira com um cigarro de maconha na mão, eu podia sentir o cheiro daquilo a quilômetros.

-Bom dia meu querido Althy ! -Braun sentou na cadeira em frente a ele, encostei-me à parede ao lado da porta e lá fiquei observando o que acontecia.

-Pena que eu não possa dizer o mesmo Braun -o homem tirou alguns papéis de uma gaveta e os jogou na direção do Scooter.

-O carregamento dessa semana esta ótimo ...-Braun parecia uma criança lendo aqueles papéis.

-Além de um bom carregamento eu ainda tenho uma ótima pra você Braun.

-O que?

-Silvester ta na cidade, e esta com um bom carregamento. -Silvester, eu já tinha ouvido Will falar tanta vezes desse cara. Ele não passa de um ladrão meia boca, Will já roubou tantas cargas dele, afinal ladrão que rouba ladrão, tem cem anos de perdão.

-Drogas ou armas? -Scooter guardou os papéis que havia pegado no bolso interno do paletó que usava.

-E faz alguma diferença?

-Sinceramente não -ele riu e levantando -Vai ser uma honra roubar mais uma carga do trouxa do Silvester. -eles riram dando um aperto de mão.

Minutos depois nós estávamos de novo dentro do carro voando no asfalto.

-Vocês vão mesmo roubar a carga desse tal de Silvester?

-Por que não roubaríamos, apesar dele ser um belo saco de merda os armamentos e as drogas são de primeira qualidade.

-E depois ele não vai querer reagir?

-Ele nem vai saber quem foi. -gargalhou fazendo a manobra na frente da mansão.

Assim que coloquei os pés pra fora, ouvi a voz irritante de Connor gritar meu nome.

-Querido McCann! -ele veio na minha direção com um sorriso sínico no rosto.

-O que quer você quer agora Connor?

-Calma ai -levantou os braços em defesa.

-Eu só vim me desculpar pela noite passada, eu não devia ter discutido com você, afinal nós somos parceiros agora -esticou a mão pra que eu aperta-se -Não é mesmo?

-Se você diz -Ignorei o eu aperto de mãos e segui para o quarto.

Peguei a maleta embaixo da cama tirando o computador e os fones que estavam junto a ele, conectei as câmeras e escutas que deixei no escritório de Bishop. Por sorte ele estava na sala, aumentei o volume escutando o que ele dizia.

-Scooter disse que Silvester esta na cidade, com bons carregamentos.

-Vamos pegar certo -Haviier andava de um lado para outro da sala.

-Claro que vamos, quero Connor e McCann lá. Essa vai ser a prova de fogo deles.

-E se eles falharem?

-Ai eles vão estar literalmente fudidos. -ele se sentou e abriu um notebook digitando a senha, não consegui acompanhar, mas a câmera estava gravando tudo. Eles passaram um bom tempo conversando e me dando bastante informações, como o dia em que realizariam o roubo da carga, como tudo ia funcionar e para onde iria o dinheiro que eles ganhariam revendendo tudo. Desliguei tudo assim que eles saíram da sala, eu precisa levar aquelas gravações pro Nolan, só ele conseguiria pegar aquela senha de acesso ao computador. Passei tudo para um pen drive e guardei no bolso. Saí da casa dando a volta e encontrando Connor no caminho.

-Eu to saindo -disse passando por ele.

-Espero que não volte -gritou numa gargalhada.

Passei pela janela vendo algo me chamar atenção e logo voltei pra prestar mais atenção.

Melody's P.O.V.

Segui a minha professora atravessando aqueles enormes e escuros corredores, até chegarmos à parte habitável da casa. Ela abriu a porta da biblioteca e eu corri me sentando em uma mesa em frente e lousa que antes mesmo de eu piscar os olhos ela havia começado a escrever. Puxei o caderno e comecei a escrever. De forma alguma eu entendia o por que de ter que estudar nessa casa, seria pedir demais sair daqui e conhecer algo além dos portões, no meu caso parece que seria demais.

-Melody preste atenção! -senhorita Carmen chamou minha atenção, num tom de voz rígido.

-Desculpe-me! -Comecei a copiar o que dizia na lousa sem conseguir me concentrar em uma palavra sequer. Desde a noite passado a única coisa que passada na minha cabeça era o tal Romeu, ele ainda me dava calafrios ao lembrar o que havia acontecido, mas ainda sim ele não saia da minha cabeça.

Me levantei pra observar a janela com a desculpa de iria apontar o lápis, fiquei observando o que acontecia lá fora. O vento que soprava no meu rosto, parecia tão puro e me dava vontade de pular aquelas janelas e correr em direção a saída.

-Oi -abri os olhos e dei um pulo pra trás vendo quem estava parado do outro lado da janela. Era ele, com suas roupas pretas e seus óculos escuros.

-O que você faz aqui? -sussurrei tentando não chamar a atenção da professora sentada de costas para a lousa escrevendo algo em seu caderno de anotações.

-Nada. -respondeu sem dar muita atenção a minha pergunta. -O que você ta fazendo ai?

-Assistindo aula. -olhei pra trás me certificando que a professora continuava escrevendo.

-Isso é um saco -fez uma careta fofa e tive que me controlar pra não rir -Quer dar uma volta? Eu to saindo.

Contei até três e respondi. Porra ele tava me chamando pra sair?

-Não, eu não posso sair.

-A gente da um perdido na sua professora.

-Não é a professora o meu problema, além do mais até onde eu me lembro, o nosso último encontro não foi dos melhores. -ele coçou a nuca em confusão.

-Eu já disse que não queria...-antes dele terminar a frase Carmen se levantou.

-Melody, venha até aqui agora. -olhei para ela e para Romeu parado na janela.

-Melody? -ele perguntou mas eu virei de costas antes que a professora me puxa-se pelos cabelos.

Voltei ao meu lugar tentando prestar atenção no que ela dizia.

Aonde o deixei ele ficou, parado me observando na janela. Tentei fixar o meu olhar a lousa, mas era quase impossível com o olhar dele sobre mim.

A figura dele parada na janela me proporcionava um misto de estranhos sentimentos. Eu não conseguia enxergar os olhos dele por causa daqueles enormes óculos pretos, mas eu podia sentir o quão intenso era. Meu coração acelerado, e as minhas mãos suando diziam bastando o que eu sentia. Era incrível a sensação de telo me observando, no entanto, eu nunca senti tanto medo.

Quem diabos era esse Romeu, e o por que ele tinha senso suicida de querer me conhecer.

-Melody! -Carmen gritou me fazendo olhar o quadro, quando voltei meu olhar à janela ele já não estava mais lá.

Justin's P.O.V.

Manobrei o carro na frente de casa e desci caminhando até o interior da mesma. Me joguei no sofá olhando pro teto.

Eu tinha certeza que agora estava fazendo tudo certo, mas ainda sim me faltava alguma coisa. Um buraco dentro de mim permanecia intacto. Essa era uma das poucas coisas que me assustava.

-Biebs! -Nolan pulou no outro sofá, me chamando atenção.

-E ai cara -ele sorriu -Eu trouxe uns vídeos pra você ver, tem umas coisas pra você pegar lá.

-Ótimo -joguei o pen drive pra ele -Ta tudo bem com você cara?

-To sim, só to meio saturado daquela casa. -respirei fundo me preparando pra dar a noticia -Mataram o Rômulo!

-O que? -levantou assustado.-O Rômulo?

-Ele tava rondando a casa e o filho da puta do Connor pegou ele. -Me sentei apoiando a cabeça entre as pernas.

-E o corpo?

-Eu não sei, ficaria muito na cara se eu tenta-se encontrar ou coisa do tipo.

-Vai contar pra esposa dele?

-Tenho outra opção?

-Ela ta na cozinha. -ele apontou na direção da cozinha.

Respirei fundo e me levantei, mas antes de sair resolvi perguntar uma coisa que já estava martelando na minha cabeça.

-Como eu faço pra pedir desculpas de uma forma convincente pra uma mulher?

-Bieber me pedindo conselhos.

-Responde logo.

-Depende de que tipo de mulher é, mas no geral flores.

-Tem certeza?

-Absoluta, mas afinal Justin Bieber ta tentando se desculpar com quem?

-Eu perdi o controle e dei um susto na garota, e agora ela ta com medo até do meu oi.

-Você é um perfeito otário.

-Não precisa me lembrar disso.

Depois de alguns minutos em silêncio me movi em direção a cozinha, Dakota, a empregada e esposa do Rômulo, estava de costas mexendo em algumas panelas.

-Dakota! -ele se virou pra mim.

-Sr. Bieber deseja algo? -ele se moveu até uma bandeja -Eu queria saber de o senhor vai precisar do meu marido hoje a noite de novo, pois ontem ele não voltou pra casa e nossos filhos...

-Ele não vai voltar essa noite -ela parou segurando a bandeja com alguns copos na minha frente. -E nem amanhã, e nem semana que vem.

-Ele viajou? -perguntou preocupada.

-Me desculpa, mas eu não pude evitar. -ela abriu a boca num perfeito "o".

Não brinque comigo senhor Bieber -choramingou em choque.

-Ele foi executado na minha frente, eu sinto muito.

-Sente muito? A culpa é sua, ele estava lá pra te proteger -gritou -Como eu vou contar isso aos meus três filhos? Como eu vou viver sem ele.-derrubou a bandeja se jogando no chão. -A culpa é toda sua, você e a sua vingança infernal mataram o meu marido. -ela esbravejava durante um choro doloroso até de ouvir.

Eu sabia que aquilo era culpa minha e eu estava envergonhado de te-los colocado naquela situaç

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