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ℂ𝔸ℙÍ𝕋𝕌𝕃𝕆 𝟡

**✿❀ ❀✿**

-Entre pular de um penhasco, ser atacada por várias borboletas, ou ter que me aturar pelo resto da vida. Qual você escolhe? - O garoto me pergunta

-Bem... - Penso um pouco - Pular de um penhasco teria uma vantagem de morrer, mas nesse momento eu não quero, então esse eu passo. Ser atacada por borboletas, eu provavelmente teria um ataque de panico, e entre outras coisas, é horrível! Te aturar pelo resto da vida eu já estou fazendo isso agora, pois a chance de morrermos logo querendo ou não é grande!

-Então você prefere passar o resto da vida comigo? Mesmo se vivermos por muitos anos? Me sinto importante! Pode falar, Jiwoo, você me ama!

-Nishimura, não se iluda! Pensando bem, prefiro as borboletas!

-Nem vem! A primeira resposta que conta

-Não, é para o seu bem! Ou então eu acabaria com a sua cara, só ainda não quebrei porque estou sendo muito boazinha

-Mentira! Assume, Jiwoo diga que eu sou irresistível! - Começo a rir descontroladamente

-Garoto de onde veio esse amor próprio? Eu em! Ta se iludindo sozinho, já vou avisando para quebrar suas expectativas antes que eu as quebre

-Você é muito orgulhosa para assumir!

-Garoto, se enxerga!

-Se enxerga você! Como você consegue enxergar com esse cabelo na frente do olho? Toda hora que olho para você está com o cabelo na frente dos olhos - Passo a mão tirando os rios de cabelo de frente de meu rosto

-Você ta reclamando mas é igual! Seu cabelo ta toda hora na frente dos olhos, e eu não reclamo

-Mentira! Não fica não

-Eu que estou te vendo, então posso afirmar que sempre está sim! - Ele passa a mão no rosto afastando os rios de seus olhos. Fico o encarando por alguns segundos, ele então olha para mim

-O que foi? Ta vendo como sou irresistível? - Tive que inverter a situação, ou então o garoto ficaria falando mais sobre isso por um bom tempo!

-Estava vendo com os duas mãos são gigantes caramba imagina o tamanho dos seus pés! - Olho para os pés do garoto - Caramba! - Falo impressionada - Por que você tem duas lanchas no lugar dos seus pés?

-Engraçadinha! Sua mão não é tão menor que a minha, - Ele pega na minha mão e compara a minha bom a sua - Viu - Olha para mim, seu olhar vai para nossas mãos e logo as soltam - Seus pés são pequenos para ser proporcional com seu tamanho

-Olha! Bem começa a falar sobre meu tamanho! Ou então eu vou surtar aqui!

-Quando você não surta? - Dou um tapa em seu braço - Ai!

-A cada dia que passa você parece mais insuportável, por que não fica quieto?

-Lembra que esse insuportável ta salvou né?

-Lembro não! Agora tenho amnésia! - Digo irônica

-Acho que se existisse um prêmio de ignorância, você ganharia com certeza!

-Pelo menos eu teria ganhado algo, e no mínimo você ganharia o prêmio de garoto insuportável!

-Eu sou um garoto de muitos talentos Jiwoo, você apenas não conhece eles!

-Ah é? Tipo quais? - Cruzo os braços esperando a resposta

-Apenas veja - Ele tira a mochila de duas costas, a colocando no chão. Paro também para observar o que o garoto iria fazer - "She was more like a beauty queen from a movie scene" - Ele começa a cantar enquanto dançava -"I said don't mind, but what do you mean, I am the one"

-"She said I am the one, who will dance on the floor in the round " - Completo surpreendendo o garoto que dá um sorriso

O garoto continua dando o show dele, no meio daquela estrada aonde havia apenas nós dois. Ele se mexia de um jeito envolvente, parecia gostar muito de fazer aquilo, e fazia isso muito bem! Mas nunca ideia admitir isso a ele.

Ele termina a performance dele e eu bato palmas, ele joga o cabelo para o lado obviamente se achando.

-Eai, viu meu talento?

-Inglês de milhões! - Digo irônica - Até que dançou bem

-Bem?? Eu me esforcei muito! E eu sei que meu inglês não é bom! Mas você tem que admitir, eu dancei muito bem!

-Nishimura, não se iluda! - Começo a andar no meio da estrada

-É sério! Você tem que admitir vai! Eu danço bem - Não o respondo o que parece o incomodar - Ei! É sério, me fala eu dancei bem? Me respondeeeee - Ele para de fazer birra quando um barulho de folhas veio do meio das árvores, paramos na hora é observamod o lugar que veio o barulho

-Vieram te buscar Nishimura

-Quem veio me buscar?

-Michael Jackson

-Espero que seja ele mesmo... Não pera!

Ouvimos mais barulhos de folhas, juntos de passos. Nos entre olhamos e já tínhamos opções do que poderia ser, mas assim que o primeiro aparece ficamo em alerta, mas era apenas o primeiro de vários.

Começamos a correr com aqueles zumbis vindo atrás de nós, mas diferente de Nishimura após um tempinho correndo começo a me cansar, e como consequência meus passos se tornaram mais lentos.

-Jiwoo, rápido! - Ele diz depois de perceber que eu corria mais de vagar

-Tô cansada!

Ele que já estava mais a frente, virou e veio até mim, pegando na minha mão e passando a correr junto me puxando. Após corrermos mais naquela estrada meio deserta nos aproximamos de uma cidadezinha, e conseguimos nos esconder em uma casa.

A casa estava vazia, apenas com um zumbi no quintal, na qual nos livramos rapidamente. Passamos a noite lá, e tive que aturar Nishimura me perguntando se ele havia dançado bem até cansar e ir dormir.

-Nishimura, que merda é essa? - Pergunto olhando para a roupa do mesmo

-O que foi? - Pergunta olhando para sua roupa - O que tem de errado?

-O que tem de errado? Garoto você ta parecendo um guardinha de trânsito, um marca texto, um sinalizador. Se vacilar alguém que estiver na lua consegue te ver por conta dessa roupa!

-Ué, é um moletom normal!

-Garoto isso deve brilhar no escuro! Aonde você arrumou isso?

-Em um dos quartos, e sim ele brilha no escuro, mas apenas com luz negra, então não vai brilhar quando anoitecer

-Você sabe o que é ser discreto? É isso que precisamos ser, um zumbi consegue te enxergar com mais de um kilómetro de distância! Quem dirá uma pessoa

-Ai, ta tão incomodada com a minha roupa

-Quer saber deixa! Deixa você ta parecendo um marca texto, mas se eu te chamar assim depois não reclame!

A merda de um moletom verde neon! Juro que ele deve fazer de propósito porque, não é possível! Se essa roupa chamar a atenção de zumbis eu acabo com a cara desse garoto!

Ele coloca uma jaqueta por cima do moletom, e então saímos. Passamos dias andando para lá e para cá, seguindo o caminho marcado pelo mapa, mas para essa viagem se tornar mais divertida nós tentamos fazer alguns Jogos durante o caminho.

-Eu ganhei!

-Ganhou nada, fica quieta!

-Não, papel cobre a pedra, idota!

-Então por que na outra rodada eu perdi? Eu fiz papel

-Porque foi burro, e não notou

-Você trapaceou e eu fui burro?

-O mundo é dos espertos! - Pisco pra ele, e vejo ele ri

Continuamos andando, mas acabou que começou a chover, então ficamos abrigados em uma loja de meio de estrada. Nossos planos era passarmos a noite ali, mas enquanto nos preparamos para dormir, ouço um barulho vindo do lado de fora. Aproximo um pouco da janela e vejo o que havia lá fora.

Pego minha mochila que estava em um canto, saio correndo e puxando Nishimura que me olha assustado.

-O que foi?

-Pega suas coisas, tem pessoas lá fora - Ele pega sua mochila. Assim que estamos indo sair pelos fundos, eles começam tentar a abrir a porta, que havíamos fechado dando um nó com uma corda.

Conseguimos abrir a porta dos fundos, então saindo por lá. A chuva era forte e quase não dava para enxergar lá fora, mas não podíamos arriscar, essas pessoas podiam ser perigosas, e não tinha como saber se fariam algo com a agente ou não.

Tivemos que continuar a viagem durante a noite e na chuva, além de cansados não estava me sentindo nada bem algumas partes do meu corpo doiam sem parar, eu só queria dormir.

Passar essa noite não foi nada fácil, a chuva só foi parar depois de horas que amanheceu, foi quando decidimos parar um pouco para descansar. Tirei o moletom que eu usava, pois estava completamente encharcado, assim como todas as outras roupas, mas ele demoraria provavelmente muito para secar. Nishimura tira a jaqueta e tira finalmente aquele moletom verde neon, que ainda bem não teve seu momento de brilhar!

Assim que ele tira o moletom noto um colar que estava em seu pescoço, que até então nunca havia dado muita atenção para esse detalhe. Ela uma correntinha com uma plaquinha de aço pendurada.

-E esse colar ai?

-O que tem meu colar?

-Aonde conseguiu? Achou em algum lugar?

-Não, tenho antes de tudo isso. Minha irmã mais velha me deu... - Ele não parece falar mais sobre isso, então não insisto nesse assunto

Entendo que todos que estão vivos no atual lugar em que vivemos, tem uma história. Acredito que a de todos seja triste, todos que estão vivos tiveram algumas perdas, e talvez seja o caso dele, mas talvez não seja algo da minha conta...

Sabe o lixo? Então, tem algo a baixo dele, no caso é o estado que eu é Nishimura nos encontrámos. Andar para lá e para cá, na chuva, com pouca comida, tendo que fugir dos mortos, e estando no interior, o que dificulta mais ainda, porque não tem quase nada aqui. Cara nós estamos em uma situação desumana

Para piorar nós dois decidimos tentar pegar um atalho, até uma outra estrada que está no mapa. Resultado, estamos perdidos! Só sei que encontramos uma trilha que quase não existe mais, que inclusive não está no mapa, e estamos deixando ela nos guiar.

Nossa trilha que entramos depois de um tempo andando nela, passamos a andar ao lado de uma cerca, ficamos curiosos poderia ser uma fazenda, algo do tipo. Vimos algumas umas pegaram fogo, outras estão infestadas, nada fora do comum. Mas quando nos aproximamos mais, conseguimos então ver a casa. Não era um casa grande, era uma casa com um só andar, mas um pouco mais elevada ao chão. Aparentava ser bem simples, mas o que diferenciava um pouco ela era sua cor, as paredes dela eram de cor amarela, e era bem fofa.

Não colocamos uma expectativa para essa casa, mas planejamos pelo menos passar a noite ai, pegar outras roupas, ou até mesmo achar alguma comida. Chegamos na entrada do lugar, um portãozinho de madeira, da cor azul entre as cercas. Um caminho de pedras e o lugar havia algumas flores. Era estranho, pois essa casa estava em quase que um perfeito estado, o que era estranho, pois a maioria dos lugares estão sujos, com manchas de sangue ou qualquer coisa que mostre que alguém morreu ali.

-Será que tem alguém ai? Ta tudo muito organizado - Nishimura diz

-Realmente, vamos tomar cuidado, se caso tiver alguém sairemos sem causar problemas!

Andamos calmamente até a entrada da casa, damos umas olhadas pelas janelas mas não se via ninguém lá dentro.

-Beleza, até agora está tudo limpo. Eu entro e você me encoberta - Me preparo para abrir a porta se não fosse pelo garoto me interromper

-Por que você tem que entrar e eu ir depois? Eu posso ir primeiro e você me encobertar! - Ele estava querendo testar a minha paciência, eu estou sentindo isso!

-Nishimura, não começa! Vamos entrar logo!

-Não! Eu quero entrar primeiro!

-GAROTO! - Já estava perdendo o 1% de paciência que me restava. Giro a maçaneta e abro a porta de uma vez só, ignorando ele e apenas entrando na casa

Era normal entrar em casa organizadas, mas limpas desse jeito? Não se via uma camada de poeira encima dos móveis, as janelas dava para ver perfeitamente lá fora, sem ter sujeira atrapalhando.

-Por que você sempre faz isso? - Pergunto fazendo o garoto parar antes de apertar o interruptor - Não vai ascender nada, nunca acende

Até mesmo um simples ato dele está me irritando hoje, talvez seja por conta de suas implicâncias contra mim que me deixou assim. Mas juro que se ele tentar mais alguma coisa eu perco minha paciência real e pulo encima dele!

Ele deixa de apertar aquilo então voltamos a andar pela casa. A sala junto da cozinha, o corredor dava para quarto portas. Abro a primeira dando para um quarto de casal, a segunda para um banheiro, e a terceira para um quarto de cor azul, mas por conta de algumas coisas dava para notar que era um quarto de uma garota.

-Acho que está vazia mesmo, nenhum sinal de alguma pessoa, nem mesmo zumbi

- Será que foram embora, ou apenas saíram atrás de suprimentos? - Me questiono

-Não sei, mas vamos tentar achar algo para comer e algumas roupas, nos prepararmos para se caso alguém ainda more aqui s tivermos que ir embora

Andamos novamente para a sala junto da cozinha, me vejo presa olhando para quadros nas paredes. Aparentemente de uma família, a família que morava aqui. Um homem, uma mulher, uma garotinha e um cachorro grande. Eles sorriam para foto e pareciam mesmo muito felizes, enquanto se abraçavam. Essa felicidade Se mostrava também em outras fotos, e havia ulguns desenhos que deve ter sido desenhados pela garotinha, estavam colados na parede.

-Jiwoo...

-Hum? - Mormuro ainda olhando para os desenhos

-Olha aqui

-Estou ocupada agora

-É sério olha - Bufo revirando os olhos, e começando a olhar para o garoto que estava na cozinha

-O que você quer? - Pergunto. Mas ele apenas aponta em direção a geladeira, assim que olho não consigo entender o que tinha na geladeira, mas depois de alguns segundos olhando noto uma coisa nela. Além de ser uma geladeira normal, havia algo que hoje em dia não è normal se ver, uma luz

Vou até a geladeira ficando realmente de frente com ela, vendo aquilo mais de perto, pois não conseguia acreditar. O painel de botões da geladeira estava acesa. Eu a abro e vejo o que não esperava, a geladeira estava ligada, estava realmente gelada lá dentro. A luz de todo o ambiente então de acendeu, vejo que foi Nishimura que apertou o interruptor.

Ele sorria vitorioso, enquanto eu me questiono como que nessa casa tem energia.

-Eu disse que algum dia poderia acender!

-A energia funciona, mas será que a agu- Não deu tempo de terminar de falar, pois o garoto então saiu correndo e eu fui loco atrás. Brigamos para ver quem entraria primeiro no banheiro, mas consigo entrar primeiro e então abrir a torneira. Que para nossa surpresa saiu água.

-Como será quando aqui tem água e energia?

-Não sei, mas eu vou tomar um banho! Então me dê licença - Diz ele começando a me empurrar para fora do banheiro

-Por que você vai tomar banho primeiro?

-Porque eu disse primeiro! - Então ele fecha a porta

-Vê se não demora! Ou então eu arranco seus cabelos

Deixo o garoto tomar o seu banho, enquanto fico mais curiosa sobre como havia energia nessa casa. Tento ver algo que responderia as minhas dúvidas, mas foi em vão. Fico então andando pela casa observando todo o lugar, mas atenta para saber se não iria voltar alguém pra cá.

-Nishimura! - Falo batendo na porta - Vai acabar com toda a água do mundo desse jeito!

Tento chamar ele, mas sou ignorado pelo mesmo que tomava seu banho. Acabo por escutando um barulho vindo do final do corredor, vinha da porta que não entrei para ver o que era. Ando calmamente pensando na possibilidade de ter alguém lá, preparo segurando minha arma em mãos.

Antes que pudesse entrar o barulho de uma porta se abrindo me assunto, fazendo eu olhar para trás vendo Nishimura.

-Nossa que saudade eu sentia de tomar um banho quente! - Diz enquanto secava seus cabelos - que foi? - Faço o sinal de que tinha algo do outro lado da porta

Mas se fosse alguém a minha intenção de ser discreta, e surpreender a pessoa foi direto pro bueiro, pois todo o barulho que o garoto fez já estragou com tudo. Ele se aproxima parecendo não se importar se havia algo só outro lado, pois apenas passava a toalha por seus cabelos.

Inclusive consegui ver pela primeira vez, o garoto realmente limpo. Seus fios de cabelo caiam sobre seu rosto, e ele usava uma roupa limpa. Afasto meus pensamentos e foco no que estava fazendo.

Giro a maçaneta de vagar e abro a porta, assim que olho para o lugar não havia nada de "errado".sw tratava de uma garagem, havia muitas coisas como ferramentas, pneus, e algumas coisa que pareciam ser de jardinagem. Mas estão ouvimos um barulho, vindo do canto da garagem.

Nos aproximamos então vimos, era apenas um zumbi. Ele estava preso com uma corda em um cano que havia na parede. Olhava para nós enquanto fechava e anemia a boca, tendo o objetivo de nos morder, tentava vir até nós mas não conseguia graças a corda.

-Viu, não é nada demais, apenas um zumbi. Vamos logo mas livrar dele!

-Espera - Digo impedindo ele de ir até ele

Logo ao lado de aonde havia o zumbi, tinha uma cadeira, que encima dela havia uma câmera. Me aproximo mantendo uma certa distância do zumbi e pego a câmera.

Quando a ligo consigo ver a galeria, aonde havia diversas fotos e vídeos, mas o que me chamou a atenção foi o último vídeo da galeria, então clico para poder assistir.

O vídeo carrega e então consigo ver a imagem de um homem, o homem estava sentado no chão, seu rosto estava pálido, e era possível perceber que estava doente. Olho para o zumbi e percebo que aquele zumbiera aquele homem, o cabelo, os detalhes do rosto, era ele.

-Pois é... Pelo visto eles venceram... -O homem dizia com sua voz fraca, e os olhos marejados - Quando o contato com tudo e todos foi cortado, pensamos que iria logo dar tudo certo, mas estávamos muito enganados! Não nos preocupamos de imediato, pois vivíamos isolados e a cidade mais próxima é a kilómetros daqui, não queríamos problemas com a doença - Ele para de falar para tossir - Estávamos enganados... Depois de alguns dias não encontrava mais meu amigo Chae em sua loja, sempre ia no horário de trabalho, mas ele nunca mais apareceu lá. Não percebemos quando desligaram a energia nem a água, pois já tínhamos nossas fontes de água e energia, fui descobrir que cortaram um bom tempo depois... Não fomos atrás da doença, mas ela veio até nos... Eles vieram! - Em seus olhos escorriam lágrimas sem parar, ele estava destruído, dava para ver como aquilo doia -  Elas se foram... E é tudo culpa minha! Havíamos visto alguns deles, mas sempre ficamos longe, eles começaram a andar perto de nós, mas não sabiam que estávamos aqui. Eun minha esposa me avisou que uma parte da cerca estava quebrada, eu disse que iria concertar depois, e eu concertei mas já era tarde... A minha pequena Ame foi pega por eles, e é tudo culpa minha! Minha esposa não aguentou é Ame a mordeu. Minha família morreu, isso é tudo culpa minha! Eu acreditava que poderia haver esperança ainda, eu dizia isso a elas, mas a minha esperança foi enterrada junto de seus corpos. Não conseguiria permanecer vivo depois de as perder, por isso me entreguei. Espero que se alguém ver esse gravação, possa me deixar junto de minha família, é fique a vontade com a casa, eu perdi minhas esperanças, mas isso não significa que você deve perder também - Sua mão se estende de volta a câmera, e então o vídeo se encerra

Olho então para o zumbi após ouvir suas últimas palavras de vida registradas nessa câmera, vejo Nishimura se afastar de mim sem falar nada, ele apenas sai do cômodo e some. Dou um fim naquele homem pois era isso que ele queria, depois de andar um pouco fora da casa vejo na parte de trás dois túmulos fechados, e um ao lado aberto. Ele já havia deixado tudo pronto, e o mínimo que posso fazer para dar valor a essa vida, é enterrar ele.

Tento achar o garoto para me ajudar, mas não o acho, então afasto aquele corpo até o lado de fora e consigo o enterrar. Pego então um dos quadros que havia na casa e deixo ao meio dos três túmulos.

Volto para a casa e procuro alguma roupa que poderia servir em mim, vou então para o banheiro e sinto uma sensação incrível. Um banho quente! Naquele tempo que minha pele esteve em contato com a água quente que caia, parecia que todos os problemas do mundo haviam sumido, eu não pensei em lá fora aonde havia pessoas mortas que andavam atrás de comida, não pensei mas pessoas que estão fazendo tudo que tem de pior, nem mesmo pensei no resto da viagem. Apenas pensei em como era bom tomar um banho quente, lavar o cabelo, me sentir limpa de verdade.

Após terminar o banho desfrutei de tudo que teria direito naquele banheiro, hidratante, perfume, creme para o rosto. E nossa! A quanto tempo que eu não me vai assim, diferente da última vez que me olhei no espelho agora estava limpa, e por alguns momentos consegui ver a Jiwoo de meses atrás, aonde vivia minha vida normal, com meus pais, escola e tudo!

Saio do banheiro e vou até a sala, encontro o garoto que estava sentado no sofá e olhava fixo para a lareira. Mas seu olhar vem até mim quando percebe que eu estava ali.

-Nossa!- Diz ao me olhar - Jiwoo, é você mesmo?

-Nishimura, não começa!

-Então são sardas mesmo? Ainda tinha meus questionamentos que na verdade isso no seu rosto era sujeira, vou te falar, você limpinha até que é arrumadinha

-Se minha mãe ouvisse você me chamar de "arrumadinha" ela diria umonte, inclusive iria listar todas as minhas características que ela achava perfeitas, ela já fez isso

-Uma pergunta, você que cortou esse cabelo né?

-Sim, por que?

-Deu pra perceber, ta bem torto

-Hey! - Grito batendo nele - Não está tão torto!

-Olha se eu disser que não está só para te agradar, estarei mentindo muito!

-Já disse que não está torto!

-Está sim! - Pego uma almofada que estava encima do sofá e começo a bater no garoto

Encontrar essa casa com energia, água e comida foi nossa salvação. Não vou mentir, acreditava que eu e Riki não aguentariamos por muito tempo lá fora, tem sido bem difícil esses últimos dias. Poder descansar um pouco pode ser bom para nós, quem sabe o que pode acontecer.

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Oii, perfeições!

Dessa vez a atualização foi mais rápida, e prometo que a próxima também será, pois tenho muitos planos.

Espero que tenham notado a capa nova, pois se não notou olhe agora!

MUITO PERFEITA CARA!

Não não fui eu que fiz, quem derá se eu tivesse essa habilidade, foi o perfeito do babehopes. Só faz capas maravilhosas! É é cheio de talento. Muito obrigado mesmo pela capa 💓

Antes de me despedir vou dar um leve spoiler do próximo cap, Como seria os pensamentos do Niki?

É isso! Beijos amores!

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