ℂ𝔸ℙÍ𝕋𝕌𝕃𝕆 𝟚𝟝
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-Então o eu-lírico do poema citou que ele está quase?
-Surtando... - Sussurro e Jake segura risada ao meu lado - Ah não, isso é o que eu estou quase fazendo
A senhora está falando sobre esse poema a quase uma hora, por mesmo que ninguém esteja interessado a não ser Jake. Ao observar os rostos presentes naquela biblioteca dava para perceber o animo te todos por estar aprendendo literatura. Jungwon está a mais de dez minutos olhando para o nada, enquanto Sunoo se encontra dormindo deitado no chão ao nosso lado. Jake está rabiscando uma folha enquanto a presta a atenção em algumas coisas que a senhoria falava. O restante das pessoas faziam de tudo menos aprestar a atenção, uma garota pintava até a unha, e fico surpresa por essa pessoa não ser He-yon.
Frustrada com as horas que não passavam pego a HQ que achei em uma das estantes, a abro para iniciar minha leitura.
-Sabe que ela vai brigar se ver né? - Me alerta Jake
-Ninguém está a prestando atenção, Sunoo ta durmindo a aula toda e ela não fala nada, não pode simplesmente implicar apenas por conta da minha HQ
-Você sabe que ela vai, não é a primeira vez que você tenta fazer algo durante a aula
-Parece que ela tem marcação comigo, é só eu fazer qualquer coisa que ela chama a atenção
-Jiwoo, silêncio por favor! - A senhora Rhin chama a minha atenção
-Eu disse! - Susssurro
Abro a HQ ignorando o alerta do garoto, estou prestes a começar a ler, mas ai observo um dos personagens e o reconheço. Aquela HQ que eu nem nem mesmo havia observado a capa era a última coisa que gostaria de ver agora. Era a mesma que eu lia com Niki na base Militar, aquela na qual nós brigamos por conta do final e da página ter sido arrancada, nunca descobrimos quem era o pai de Haru. Dou uma breve olhada na última folha e vejo que ela estava lá, não estava arrancada e o final provavelmente estava ali. Penso se deveria ler o final, finalmente descobrir quem era o pai de Haru e ler as outras edições.
Mas não consigo, travo quando tento virar as páginas para ver o final, aquilo me lembrava tanto dele que eu não consigo, não consigo fazer isso sem pensar que ele não conseguiu ver o final. Fecho a HQ e a deixo de lado.
-Desistiu de ler?
-Sim, já li essa... - Vejo do outro lado da janela o vento soprar, junto do vento algumas folhas secas e sobre o chão a camada de neve.
Horas, dias e semanas, foi tudo isso que se passou, estou nesse lugar em média a umas três semanas, o inverno logo está chegando ao fim, em breve a primavera chegará e não teremos mais a presença da neve e as flores voltarão a florescer.
A realidade é que os dias tem sido cada vez mais longos, afinal o que estou fazendo? Estou dentro desses muros e minha única preocupação é não faltar nessas aulas e não acabar dormindo nelas, apenas isso. Mas é não é só por isso, as horas parecem não passar, tenho me sentido tão sozinha ultimamente mesmo com várias pessoas ao meu redor, quando estou parada perdida em meus pensamentos sinto um aperto no peito, uma aflição que parece nunca passar. Não vou mentir, e falar que não sei o motivo disso tudo, já passei da fase de negar o motivo e tentar enganar a mim mesma.
Após ser trazida de volta para cá me tranquei no quarto, meus pensamentos estavam uma tremenda confusão, meus sentimentos também. Ter visto aquilo, ter chego a conclusão que Nishimura Riki havia partido, que ele tinha sido engolido por esse lugar e que não havia conseguido sobreviver foi demais para mim. Pensei na possibilidade de que eu poderia ter o ajudado, se tivesse continuado ao lado dele, ou se tivesse olhado para trás para ver se ele estava junto comigo, talvez as coisas fossem diferente, ele poderia estar ao meu lado nesse momento, ele estaria bem e estaríamos aqui juntos.
Foram dias sem querer sair do quarto, até mesmo sem comer pois não sentia apetite, recebi visitas dos meninos e de He-yon, principalmente dela que estava todo dia batendo na minha porta ou na janela do meu quarto. Mas demorou para que eu saisse de lá, e sai apenas pois estava realmente passando mau e tive que ir para a enfermaria, por falta de me alimentar e de beber água.
Minha mãe me proibiu de passar o dia no quarto, e agora tenho que frequentar as aulas todos os dias na biblioteca do casarão. O casarão é aonde fica a maioria dos idosos da Comunidade, e é aonde tem a biblioteca que usamos como sala de aula. Isso me fez conhecer outros adolescentes, um deles foi Sunoo que esteve na base Militar no início disso tudo, mas conseguiu fugir muito antes de que eu chegasse. Também conheci outros adolescentes, cada um com um jeito diferente, mas tem uma garota aqui que testa todas as leis da minha paciência, ela realmente é insuportável, quando está de boca fechada é a maior paz.
Mas tudo começou a se tornar mais chato, antes eu conhecia mais do lugar, pessoas novas e tinha com o que me distrair. Mas agora voltei para o Fundo do poço, meus pensamentos voltaram a virar em torno dele, não tenho muitas tarefas, nem algo que me distraia de verdade, apenas estou aqui.
Me sinto em um carrossel, no início é legal é divertido, mas Conforme as voltas ele vai perdendo a graça e tornando monótono e chato. Acho que estou a mais de cem voltas.
-Ficaram sabendo do que aconteceu com o Jun-hee? - Jungwon enfim se pronuncia voltando a realidade. Vejo Sunoo abrir os olhos e olhar para seu amigo, esperando que ele continuasse a falar
-O que? - Pergunta Jake
-Ele estava em uma ronda pela região até que andava por cima de um lago sem perceber, o gelo se quebrou e ele caiu na água. Mas conseguiu sair porque estava na beirada, mas foi por pouco
-Calma, fiquei sabendo que alguém entrou com roupa de Militar aqui - Encaro Jake querendo saber essa história
-Foi ele mesmo, encontrou um dos militares estrangeiros como zumbi, ele precisava trocar de roupa para se esquentar, então teve que pegar o uniforme do Militar. O pessoal do portão levou um susto, mas agora ele está bem.
-Espero que tenham colocado fogo naquele uniforme - Mormuro
-Também - Sunoo diz. Ouvimos um som vindo da senhora Rhin, ela estava com o dedo na frente da boca e pedindo para fazermos silêncio.
Reviro os olhos e fico olhando para senhora, fingindo que estou ouvindo no que ela está dizendo. Mas olho para o outro lado da Biblioteca e vejo He-yon entrar por uma janela, e depois se esconder atrás de algumas estantes.
-Quero que vocês escolham uma poesia e escrevam as informações sobre ela, para amanhã - Me levanto para ir encontrar com He-yon, senhora Rhain me encara - Aonde está indo
-Vou fazer o que você mandou, ir atrás de uma poesia - Não deixo ela falar mais nada, apenas ando até He-yon
-Você vai estragar o meu disfarce! - Ela sussurra assim que me aproximo dela - Eu ia sentar ali como se estivesse a aula toda lá
-Não ia dar certo, ela perguntou de você mais cedo - Ela dá um suspiro
-Minha vó vai me matar
-Estava aonde dessa vez? Estava lá fora?
-Sim, dei uma passeada na floresta
-Com essa roupa? - Analiso a mesma vestindo um vestido rosa florido, uma bota branca, um casaquinho branco de pelinhos e uma meia calça branca com brilhinho, além da maquiagem com desenhos de florzinhas nas bochechas.
-O que foi? Não sei quando vou morrer então tenho que estar pelo menos bonita, e eu sei que você ia perguntar, mas não eu não tenho dificuldade de correr nem subir em árvores com essa roupa, estou bem acostumada!
-Não ia perguntar nada, mas encontrou algo de interessante hoje?
-Apenas um zumbi preso uma gaiola de animais, me pergunto como ele foi parar lá, mas fora isso tudo normal. Inclusive por que nunca quer sair comigo? Depois daquele dia você não insistiu mais em sair
-Não é nada assim, eu apenas não estou com vontade, apenas isso - Ela arquea uma de suas sombrancelhas, mas dá de ombros
-Ta bom, que tal fazermos algo agora, como brincar?
-Brincar? Brincar do que?
-Não sei, mas podemos chamar os meninos, eles provavelmente vão aceitar pois não tem nada melhor para fazer.
-Na verdade eles vão para a casa de Jake, estão instalando hoje a nova fonte de energia e eles querem jogar video game
-Ah, então você vai lá para casa, vou te maquiar. Consegui algumas maquiagens novas, então vou te arrumar- Cruzo os braços
-Quando que eu concordei com isso? E eu não estou muito no clima
-Poxa, temos que fazer algo, você sabe que sua mãe não vai deixar você ficar no quarto por agora, ela está te proibindo
-Ela não está em casa, e eu posso muito bem ficar na sala de boa, ela me proibiu de ficar trancada no quarto, mas não disse nada sobre a sala
-Que tal jogarmos algum jogo de tabuleiro?
-Por que não ficamos com os meninos, vi alguns jogos na casa de Jake que eu sou boa, vai ser legal ganhar deles.
-Espera, não posso simplesmente sair daqui com você, a senhora Rhain vai acabar comigo por ter faltado
-Ela já vai reclamar com sua vó não vai? Pelo menos você vai poder dizer que veio, porque não será uma mentira - Ela parece convencida - Vamos logo
Saímos de trás das estantes, vemos a maioria agora conversando e a senhora Rhain não estava mais aqui.
-Para onde ela foi?
-Ela disse que não estava se sentindo muito bem, foi para a enfermaria - Jungwon diz - Ah, oi He - Ela comprimenta os meninos
-Então quer dizer que a aula acabou?
-Acho que sim
-Ótimo! Não quero ficar aqui com esse povo, vou para o trailer
-Mas já? - diz Sunoo - tem algo para fazer por querer voltar para casa?
-Não, apenas não quero continuar no mesmo ambiente que esse povo irritante - Olho para o grupinho de adolescentes do outro lado da sala, a garota que estava no centro de todos era Sulin, a garota mais insuportável daqui, que se acha porque era uma sub-celebridade antes dos mortos voltarem a vida.
-Ta bom, é melhor ou então você vai discutir com ela de novo - Jake se pronuncia
-Nos vemos mais tarde!
Me despeço e saio da Biblioteca, ando pelo corredor do casarão até a porta, visto meu casaco que estava pendurado e ponho minhas botas. Estou prestes a abrir a porta e sair, mas ouço alguém me chamar, olho para trás e vejo senhora Kang, avó de He-yon.
-Ah, oi - Digo me virando para ela e a comprimentando
-Como tem estado querida?
-Bem...
-É uma pergunta difícil de responder não é? - Assinto - Estive conversando com sua mãe ultimamente, ela me disse como tem sido difícil para você após perder seu amigo, todos nós perdemos alguém muito importante, é ele parece ter sido muito importante para você
Não consigo responder, apenas me mantenho calada, pois tenho certeza que se eu for dizer alguma coisa minha voz irá falhar.
-Sempre achei importante os funerais e homenagens para as pessoas importantes que se foram, fico muito sentida quando alguém se vai e não conseguimos as homenagear da maneira certa, ou pelo menos nos despedir. Então tenho feito coisas para aqueles que de foram e eram importantes para as pessoas daqui, tanto para nos sentirmos mais perto deles, como para dizer que sua vida não foi em vão e que não será esquecida.
Ela sai junto a mim do casarão, sinto o sol mais quente em contato com minha pele, andamos pela rua indo em direção até a um campo aberto a algumas ruas de distância do lugar dos trailers. De longe já consigo ver do que se tratava, vejo alguns túmulos com nomes de pessoas, mas vejo algumas plaquinhas mais atrás. Nos a próximos das plaquinhas que também contiam nomes, estavam sobre o chão. Paramos em frente a uma, assim que observo a plaquinha sinto todos os membros do meu corpo gelar.
Nishimura Riki
2005-2022
A minha voz some, a senhora e dá um abraço fazendo carinho em minhas costas.
-Espero que possa ter um momento a sós com ele, e que isso marque a vida que ele teve aqui na terra.
Ouço os passos dela se afastando, minhas pernas falham me fazendo cair de joelhos em frente aquela placa. Minha mão vai sobre seu nome, as lágrimas que se acumulavam em meus olhos agora desciam sem parar. Em minha mente apenas se passava todas as vezes em que estivemos juntos.
A primeira vez em que nos encontramos, naquela loja de conveniência e que brigamos por conta de um pacote de bolacha, depois ele me ajudou a sair daquele prédio e que se não fosse por ele eu provavelmente teria morrido sozinha lá. Nossa viagem até a base militar, que rendia muitos momentos perigosos e que quase morremos, mas estávamos juntos todo a todo momento. Quando Infringiamos as regras dos militares apenas para nos vermos, as noites lendo histórias em quadrinhos, ou quando ele aparecia no meu trabalho apenas para me provocar.
Tudo isso havia se passado, tudo aquilo foi momentos que eu desejo viver novamente, mas que minha realidade mostra ser impossível.
-Você... - Minhas voz sai falha por conta do soluço - Não podia... - Coloco a mão sobre o colar pendurado no meu pescoço - seu idiota, eu te amo... Eu preciso de você.
.・゜-: ✧ :-
Empurro a porta atrás de mim e me jogo sobre o sofá, meus olhos estavam pesados pela vasta quantidade de lágrimas que havia saído deles. Passo a mão por meu rosto secando algumas partes ainda molhadas, sinto meus olhos ficarem pesados e caio em um sono profundo.
Ouço alguns barulhos vindo da cozinha, abro meus olhos e bocejo. Minha mãe se vira para mim e dá um sorriso.
-Almoçou hoje? - Nego - Por que? Estava sem fome? - Assinto e ela dá um suspiro - Fiz um ultrassom hoje para ver o sexo do bebê
-É o que?
-Não sei, não deu para ver, a maozinha estava entre as perninhas
A barriga da minha mãe tem crescido, e agora realmente parece que ela está grávida, não esconde mais a barriga não é mais um segredo. Esse lugar parece estar fazendo bem para minha mãe, ela parece mais feliz e gosta de cuidar das pessoas daqui.
-Ta tudo bem filha? - Ela pergunta após eu ficar em silêncio
-Você já sabe a resposta - Ela vem em minha direção e se senta ao meu lado
-É ele não é?
-Mãe, por favor não me venha dizer para superar, não funciona assim e duas palavras não vão adiantar
-Não vou pedir isso, mas você pode conversar comigo sobre, o que tem sentindo? O que mais sente falta? Tem algo que eu possa fazer para você melhorar?
-A não ser que você tenha o poder de reviver as pessoas, fora isso não tem nada que pode fazer
-Você gosta dele
-Ele era meu amigo, meu primeiro amigo de verdade
-Não é isso do que eu estou falando - A encaro confusa - Filha pra de mentir pra si mesma
-Não sei realmente do que você está falando
-Você amava Niki, eu conseguia ver isso quando você conversava com ele, quando você falava dele.
-Amava, afinal ele era meu amigo
-Não é isso, entendi que você não conhece esse sentimento, mas acho que seja bom você pensar mais sobre seus sentimentos relacionados a ele, ele foi seu primeiro amigo, mas claramente não era só isso, me diz que nunca aconteceu algo entre vocês, ou nunca quase aconteceu.
Me lembro das diversas vezes em que ficamos próximos, que eu encarava seus olhos e olhava para sua boca. No terraço da base Militar, até mesmo no meu quarto lá.
-Já imaginava isso - Ela diz sorrindo - O amor dói, dói muito! Não queria te ver passando por isso, ainda mais perder alguém que você ama, mas vamos continuar firmes, você vai conseguir eu sei que vai! - Ela deixa um selar sobre minha testa e volta para a cozinha, continua cozinhando alguma coisa.
Me questiono sobre as palavras de minha mãe, se realmente aquilo era verdade, se eu sentia aquilo por ele ou se era apenas impressão dela.
Me levanto para ir ao banheiro.
-Estamos com um problema na encanação da cidade, mas tem um balde com água quente que eu esquentei para você tomar banho - Agradeço e vou para o banheiro
Fecho a porta atrás de mim e me viro ficando de frente para o espelho. Observo meu reflexo, expressão cansada e meus olhos mostravam que eu havia chorado muito mais cedo, meu piercing no septo torto como sempre. Antes que eu pudesse me lembrar de qualquer coisa paro de me observar e tomo um banho.
Termino meu banho e seco meu cabelo passando a toalha sobre ele, me visto e saio do banheiro. Minha mãe me faz comer por mesmo que eu diga que não quero, ela aproveita para falar sobre seu trabalho, e como Jungwon era adorável e ajudava ela na enfermaria.
Quando estou terminando de comer algumas Barinas na porta é ouvidas, minha mãe abre a porta e vejo He-yon que dá um sorriso gengival e Alegre.
-Oi, senhora Mackenzie, queria saber se posso levar a Jiwoo para ir comigo para a casa do Jake - Tento protestar, mas minha mãe fala antes de mim
-Claro, vai ser bom ela sair um pouco, está precisando não é filha? - Ela me encara e eu dou um suspiro longo
Coloco um casaco e calço minha bota, saio junto dela.
-Não estava com vontade de sair, queria ficar no trailer
-Eu sei, mas vai ser legal lá na casa de Jake, os meninos já devem estar jogando, se eu achar divertido até eu vou jogar. Trouxe várias coisinhas para fazermos skin care - Ela levanta uma sacola me mostrando
Chegamos na casa de Jake, os três já estavam sentados no sofá enquanto jogavam um jogo de corrida. He-yon insistiu para que todos ficassem com máscaras de hidratação no rosto, ela colocou uma em cada um, o que ficou extremamente engraçado porque Jake estava com uma cheia de corações rosas, Jungwon com uma de lacinhos e Sunoo com uma de melancia.
-Estão lindos! - Ela diz vindo em minha direção - Agora é sua vez - Ela passa um lencinho para limpar meu rosto - Esse mundo está acabando com as nossas peles, precisamos aproveitar que os produtos de hidratação são de graça e estão esquecidos e usar eles, antes de todos vençam
-Acho que para usarmos toda aquela caixa que você trouxe esses dias vamos precisar de mais pessoas - Jake fala sem parar de olhar para a TV
-Precisa nada, eu uso uma todos os dias, logo acaba! - Ela pega um negócio para fazer massagem na minha pele - Suas sardas são tão lindinhas
Acho que vou enlouquecer, ou algo do tipo, pois quase tudo me lembra ele, eu olho para minhas sardas eu lembro dele brincando sobre, quase tudo ao meu redor me lembra de Niki, eu só queria que tudo isso parasse. Ele frequentemente está nos meus sonhos, me fazendo sentir mais ainda sua falta.
Tentei deixar seu colar sobre a plaquinha com seu nome, mas não consegui, estar com seu colar me faz ter ele um pouco mais perto de mim, de certa forma me conforta de algum jeito.
-O que foi?
-Nada não - Ela coloca a máscara sobre meu rosto
-Jiwoo, quer jogar com a gente? - Jungwon pergunta
-Não, não estou muito no clima hoje
-Ta bom
Depois de várias partidas de jogos e rotina de skin care, Jake pegou alguns filmes que tinha em um pendrive e assistimos, quando estávamos no segundo filme dos Vingadores todos já estavam em um sono profundo. Após um tempo também sou entregue ao sono com a cabeça caída ao ombro de He-yon.
-Crianças! - Ouço uma voz grossa nos chamar, após insistência abro os olhos e vejo Senhor Sim acordando todos nós - Já amanheceu, vem tomar café
Sou quase que arrastada por He-yon até a mesa de jantar, Jungwon quase que bateu o rosto na parede enquanto bocejava, mas Sunoo coloca a mão na frente de seu rosto na hora.
Nos sentamos para comer, olho para Jake que estava com o cabelo totalmente bagunçado e o rosto amassado. Em cima da mesa havia alguns pães, bolachas e frutas.
Ficamos mais um tempo na casa de Jake, mas depois fomos para a biblioteca do casarão pois teríamos aula, chegando lá a senhora Rhain não estava se sentindo melhor, então não nos daria aula hoje, mas iria ver a lição passada na próxima aula.
-Não estou com vontade de fazer isso agora não, palhaçada de poesia - Sunoo já dormia deitado no chão ao meu lado, Jake e Jungwon realmente faziam a lição, já He-yon havia desaparecido sem que eu percebesse.
Encontro uma HQ diferente no meio dos livros e fico a lendo por horas, os meninos já haviam feito a lição e cada um estava lendo alguma coisa, menos Sunoo que continuava no seu sono profundo.
-Eu fazia uma dancinha e ela visualizava no tiktok! - Aquela voz irritante e voava por todo ambiente da Biblioteca - Tudo por conta da minha beleza e delicadeza!
-Mi mimi mi mimi - Sussurro e Jungwon ri - Essa garota é insuportável!
-Eu mostrava nas minhas redes sociais todo o meu dinheiro, é fácil viralizar quando se tem roupas de marca
-As roupas dela são falsificadas! - Jake sussurra é eu não me aguento, começo a rir, ela olha de relance para cá é divisa os olhos
-Piranha falsificada, e aquele povinho dá biscoito para ela
-São tudo da mesma laia - Sinop abre os olhos e observa aquele grupinho - Eles alimentam o ego um dos outros, nunca pensei que veria agro patricinhas, isso é novo!
-É porque interior tem de tudo, já viu emo rural? - Olhamos para Jake - Meu vizinho era assim, ele saia de casa com quase quarenta graus de moletom preto, ficava com calor por ele
-Na minha escola existia de tudo, tudo mesmo - Me lembro dos dias que eu ia para a escola - Uma garota tinha doença de ídol, ela agia como uma ídol e se achava a cantora, mas foi recusada no teste pro coral da escola, e eles aceitavam quase todo mundo
-Hey, Jiwoo - Ouço me chamarem e olho para Sulin - fiquei sabendo que estava chorando ontem no gramado, o que foi? Viu um passarinho morrer? Vai chorar chorona? - Ela se vira para suas amiguinhas enquanto ria
-Jiwoo, na- Jungwon tenta falar, mas eu corto sua fala
-Sulin! - A chamo quando estou andando em sua direção, ela se vira para mim dando um sorrisinho de canto - A causa do meu choro não é da sua conta, sua imunda! - Levo meu punho em direção ao seu rosto, acertando sua bochecha em cheio - Não dirija suas palavras a mim novamente, seus comentários são desnecessários e você é uma otária!
Dou as costas andando para fora dali, ouço os gritos dela de longe furiosa. Aquela mimada desgraçada que teve a sorte de ter sua família ainda tinha que aprender uma lição, as consequências dos meus atos viram logo logo, mas fiz aquilo que outras pessoas desejavam a um tempo, além de que não é primeira vez que ela fala algo sobre mim, tanto como minha aparência física como meu modo de me vestir, essa otaria já tirou total a minha paciência.
Ando por uma das ruas indo para o trailer, que provavelmente minha tia perguntará por que já voltei, e em algum momento ela ficará sabendo sobre o ocorrido. A mesma está ajudando minha mãe na enfermaria, mas ela fica lá durante a noite enquanto minha mãe está descansando.
Paro em frente ao gramado vendo os túmulos e as placas de longe, ainda não acredito que me viram no meu momento mais sensível e saíram dizendo por aí, as pessoas são mesmo podres.
Derrepente ouço barulhos de tiros vindo a rua ao lado, gritos e mais gritos vem das pessoas que estão por lá. Fico perdida sobre o que estava acontecendo, e pelos barulhos dos tiros não se tratava de zumbis invadindo, mas poderiam ser militares.
Derrepente ouço um barulho de motor de moto, olho para frente e vejo na esquina da rua em que eu estou uma rua virando, em cima havia um homem completamente de preto com capacete. Ele parece me ver e começar a dirigir em minha direção.
Imediatamente me viro e começo a correr para o lado oposto. Não sei de quem se tratava, de quais eram dias intenções aqui mas o fato de ele estar vindo de moto atrás de mim e eu ter escutado barulho de tiros é motivo suficiente para correr. Mas entre mim e uma moto não preciso nem concluir em quem era mais rápido.
A moto se vira parando na minha frente e ficando pouquíssimos centímetros de mim, me viro para tentar correr para a outra direção, mas sou agarrada por ele que segurava meus ombros firmemente. Tento me soltar dando passos para trás, fazendo ele esbarrar na moto e cair por trás dela, mas o ponto negativo é que eu fui junto. Cai logo ao lado dele, tento me levantar, mas ele me segura, consigo me virar é levar minhas mãos até seu capacete e o bato contra o chão, após algumas batidas o capacete se solta saindo de sua cabeça, dando a visão do rapaz aparentemente alguns anos mais velho que eu. Dou um soco em seu nariz o deixando mais tonto do que já estava.
Aproveito a deixa me levantando e começo a correr, mas quando menos esperava uma mão com um pano veio de encontro com meu nariz, um cheiro estranho percorre minhas narinas me deixando meio tonta, meus olhos ficaram pesados e insistiam em fechar, até que senti meu corpo todo relaxar.
-: ✧ :-゜・.
Balanço minha cabeça Conforme minha conciencia volta ao normal, abro meus olhos, mas minha visão estava tampada por aparentemente um saco marrom de tecido, que me deixava enxergar a luz e respirar pelo menos. Tento mexer meus braços e pernas, mas ambos estavam presos e enquanto estou sentada em uma cadeira. Tento forçar as cordas que me prendiam na esperança delas estarem mal amarradas, mas foi em vão.
-Hey! Seus bandos de merdas! O que vocês querem comigo? - Algumas vozes distantes ficam em silêncio assim que eu falo - Não sei o que vocês querem de nós, mas não vão ganhar nada com isso que estão fazendo. Vão ter que pegar pelo que fizerem com nós, faço questão de eu mesma cabar com a cara daquele garoto bonitinho.
Ouço alguns passos se aproximarem, até que uma mão vão sobre o saco que estava na minha cabeça e o tira de meu rosto, fazendo meu cabelo se bagunçar e uma parte dele ir para frente de meus olhos. Balanço a cabeça o jogando para o lado para poder enxergar melhor, observo o homem em minha frente, ele era careca e tinha barba, músculos expostos pela regata e uma tatuagem de tigre.
-Língua afiada viu! - Ele diz debochado e dando passos para longe
-Que mal gosto para roupa em! Regata é sério? - Ele me olha arqueando uma das sombrancelhas -Tá mó frio!
-Garota, se eu quiser eu fico apenas de cueca aqui mesmo
-Por favor não! Eu imploro! Pelo bem da saúde visual - Faço um drama - Mas então, o que eu tô fazendo aqui? Sabe carinha da moto, barulhos de tiro, por algum acaso vocês mataram alguém? - Ele olha para uma mulher que estava encostada na parede com um fuzil enorme na mão
-Bem, se tivermos matado você vai fazer o que?
-Olha por agora nada né, pelo o que você pode ver eu estou presa! Acredito que eu não consigo fazer nada muito grave em você estando nessa cadeira - A mulher ri, mas quando ele olha em sua direção ela para
-Foi ela que deu um soco no nariz do Hee Seung
-Ah, então foi você que quase quebrou o nariz dele?
-"Quase "? Que droga, era para ter quebrado! Mas sim fui eu, eu chamo isso de auto-defesa. Afinal aonde eu tô?
Ele ignora minha pergunta é se afasta indo em direção a mulher, olho para o lado e vejo mais algumas cadeiras com pessoas presas, aparentemente todas do mesmo lugar que eu e com dados na cabeça. A maioria parecia estar desacordado, tirando alguém ao meu lado.
-Hey! - Tendo sussurrar para a pessoa ao meu lado - Quem é você?
-Jiwoo, sou eu, Ki Nam - Ao ouvir seu nome reviro os olhos
-Affe, pensei que poderia ser alguém útil
Ki Nam é uma das amiguinhas de Sulin, uma metidinha que se achas melhor que todo mundo, mas que quando da qualquer coisa errado começa a chorar e piora total a situação, o que se tornou essa caso.
-Por favor Jiwoo, me tira daqui - Sua voz transparência que estava claramente chorando
-Primeiramente se for pra mim salvar alguém eu salvo a mim mesma, segundo se eu tivesse algum poder para poder sair aqui eu facilmente nos salvaria, mas esse não é o caso - Seu choro se tornou ainda mais alto, fazendo os dois a alguns metros de distância nos olhar - Ai meu Deus, não é possível que eu vá morrer ou ser torturada ao lado dessa garota
Ao longo dos minutos os outros foram acordando, então o homem veio é tirou o saco da cabeça de todos eles, quando olho para a garota ao meu lado vejo uma grande Mancha preta em baixo de seus olhos, é que escorria pela sua bochecha.
-AI MEU DEUS! - Digo é ela arregalados os olhos
-Estou muito feia?
-Está! Ta parecendo um Panda, mas tirando toda a beleza e fofura - Ela começa a chorar mais ainda, e agora mais alto - Da pra calar a boca? Se fosse eu no lugar deles você seria a primeira a morrer - Ela me olha com os olhos arregalados
-Da para parar de ser insensível? Eu tô com medo!
-Todos nós estamos, mas com no seu choro deixo tudo mais descontrolado! - Ela fica em silêncio
Levo minha cabeça mais para frente para ver quem mais estava ali, vejo mais um cara que fica de guarda no portão e senhora Choi.
-Senhora Choi, está tudo bem com a senhora?
-Está tudo bem sim querida, apenas essas cordas que estão um pouco apertadas! Estava tirando um cochilo quando ouvi os barulhos, e derrepente estou aqui- Ela dá um sorrisinho, mas claramente esteja nervosa com a situação
A sala em que nós estamos tem algumas mesas e cadeira mais afastada de nós, as janelas tem espécies de fitas pretas, então não era possível ver qualquer coisa que nos mostre aonde estamos. Atrás de mim está uma parede, o que certamente foi uma burrice deles, aparentemente não estão acostumados a prender as pessoas pois foi questão de burrice nos colocarem de trás para a parede.
Enquanto o homem e a mulher estão conversando tento mexer um pouco do meu braço, e então sinto algo ali. Burros, muito burros, me questiono se pelo menos nos revistatam antes de nos prender, pois se tiverem nos revistado são ainda mais burros.
A uma semana atrás enquanto faziam uma reforma na comunidade alguns zumbis entraram, não tinha nada para me defender pois minha mãe me proibiu de andará por ai com minha faca, quase fui mordida por um zumbi, mas consegui pegar uma pedra Grande e bater em sua cabeça. Depois disso fui atrás de algo pequeno e que fosse me defender em algum momento, consegui uma mini faca dobrável que He-yon me deu, depois disto prendo ela todos os dias no meu braço, e com os casacos é mais fácil de esconder.
-O que você tá fazendo? - Sussurra a garota ao meu lado
-Garantindo a nossa saída daqui! - Passo a faca pelo encosto da cadeira e consigo descer ela até a minha mão. Paro assim que o olhar dos dois a nossa frente vem até nós.
Eles sussurram algo e ouvimos umas batidas na porta e ela é aberta logo em seguida. Vejo um garoto com uma jaqueta preta e o cabelo penteado para trás. Ele entra e fecha a porta logo em seguida, se aproximando dos outros dois e conversando algo, um deles faz um sinal em minha direção fazendo o garoto olhar para mim. Os outros dois sai e fica apenas ele.
Preciso arrumar um jeito de distrair ele para poder cortar as cordas, e quanto tiver um momento de distração eu sair e dar um jeito de soltar todos.
-Hey! Psiu! - O garoto me olha - Você mesmo, seguinte eu sei que nós estamos aqui como presos, ou reféns, sei lá o que vocês querem com a gente, mas pelo menos você poderia ter o mínimo de humanidade e soltar um pouco das cordas da senhora Choi - Ele arquea uma das sombrancelhas para mim - Ela é idosa, e provavelmente deve estar doendo, uma boa ação não vai te matar!
Ele vai até a senhora e solta um pouco de suas cordas, aproveito esse momento para abrir a a faca e começar a passar ela pela corda.
-Ki Nam - A chamo o mais baixo que consigo
-O que foi?
-Tenta distrair ele!
-O que?
-Conversa com ele! Distrai ele! - Ela parece confusa - Vai logo! Preciso me soltar
Ele fica em frente para nós, olho para a garota e ela revira os olhos.
-Oi! Então qual o seu nome? - Ele cruza os braços desconfiado, sinto uma vontade de rir, mas tenho que me segurar - Sabe a forma e em que me sequestraram foi bem confusa, mas se eu soubesse que aquilo me traria até um garoto tão blidno como você, eu teria sido mais fácil!
Ela ta flertando com ele, ela realmente está flertando com ele, mas ele nem sequer a responde.
-Sabe, você poderia apenas nós dizer oq ue estamos fazendo aqui - Hanbin o garoto que fica de guarda no portão fala - Nenhum de nós sabe o por que de estarmos aqui - Ele da um suspiro
-Vocês fazem parte do nosso jogo
Sinto a corda ficando cada vez mais fina, conforme eu passava a faca por ela.
-Mas que jogo? Jogo de sedução? - Ki Nam fala, com uma tentativa de olhar sedutor
-Garota, cala a boca! - Falo e ela me olha feio
-Estamos atrás de vingança, vingança pelas todas as pessoas que sofreram graças a vocês! - Olho confusa para todos os outros, que estavam do mesmo jeito que eu - Vocês vão ser a nossa parte do jogo, vão nós dar a passagem até o líder, aqueles militares desgraçados vão nós pagar por cada coisa que fizeram
-Mas aonde está nós em relação a esse jogo? Aquele lugar só tem fazeiros e idosos, adolescentes, a maioria não sabe nem se defender, o que temos haver com os militares?
-Vimos um deles entrando lá, sabemos que aquele lugar é a nova base que estavam montando, não adianta nos enganar
-Não estamos enganando ninguém - Hanbin fala - Aquele que entrou com roupa de um militar era um de nós, graças a um acidente ele teve que pegar aquela roupa de um zumbi, apenas isso!
-Não temos nada em relação aos militares, eu vim daquele lugar, eu escapei de lá e eles me acharam, me ajudaram. Odiamos os militares tanto quanto vocês odeiam, sequestraram as pessoas erradas, não temos relações amigáveis com eles, fugimos deles
Ele parece desconfiar das minhas palavras, mas ao mesmo tempo acreditar em algo. Deu passos longos até a porta, mas antes de sair se virou para nós.
-Não saiam daqui, ou estarão mortos! - Avisa e sai
A corda que estava na minha mão caie começo a desamarrar as que estavam nós meus pés, mas as amarro novamente apenas no meu pé, me deixando volta da cadeira.
-O que está fazendo? - Ela pergunta
-Vão voltar logo, não vale apena eu tentar soltar vocês agora, preciso fazer isso durante a noite. Amarrei as cordas nós meus pés para parecer que estou presa, isso é meio lógico!
-Uau, você é inteligente! - Ela parece surpresa
-Tenta pegar um pouco dessa inteligência, aquela sua tentativa de sedução deu muito errado, da próxima vez tenta não passar vergonha
Escondo a faca novamente no meu braço e me sento, cruzo minhas mãos para trás como se ainda estivesse presa. Questão de poucos minutos depois a porta é aberta novamente, o garoto de antes volta com os outros dois.
-Ela falou algumas coisas, inclusive que eles não tem relações com os militares.
-Pode ser mentira, conheço esse tipo de garota, ela pode nós manipular! - O homem da regata fala me encarando sério
-Oxi, levou pro coração o lance da regata? - Ele revira os olhos - Olha desculpa se eu te ofendi, mas não estou mentindo. Como pode ver sequestraram uma idosa, temos muitos outros lá, estamos perdendo cada vez mais pessoas, se tivéssemos os militares do nosso lado eu provavelmente não estaria com eles, vocês não tem noção do quanto eu fui odiada por eles, e o quanto eu odeio eles, os mataria se tivesse oportunidade. Não temos relação alguma com eles.
-Vamos esperar o chefe, ele logo está vindo os interrogar - A mulher fala - Ele vai descobrir se é verdade ou não.
Os três concordam e conversam entre si, observo todos que estavam extremamente nervosos por estarem presos, senhora Choi estava com nós olhos molhados de lágrimas, claramente estava com medo do que fariam.
-Senhores... - Sua voz fraca e meio fanha diz, chamando a atenção deles - por favor, não façam nada conosco e nem com nosso povo, já perdemos muitas pessoas ultimamente, e não fazemos mal a ninguém, nem mesmo para uma mosca. Por favor, não nós machuquem.
Conheço a história da senhora Choi, ela perdeu todos de sua família e trata todos como sua família, toda vez que alguém se vai ela sente na pele, e se pudesse daria sua vida por todos.
Eles não respondem, mas parecem ter sentido pela fala da mais velha. Ouço alguns passos e conversas vindo do outro lado da porta, derrepente ela se abre entrando dois homens armados, logo em seguida um homem aparentemente não muito mais alto que eu, parecia ter uma idade um pouco mais avançada, seus traços não apreciam de ser um homem coreano, mas ainda sim asiático.
Logo atrás dele entrou outra pessoa, de calças vermelha com manchas pretas, bota preta, uma camisa vermelha e por cima uma jaqueta preta com desenhosl de chamas de fogo na frente. Meu olhar sobe até o rosto do mesmo, fazendo meu coração errar uma batida, minha respiração ficar desregulada e até mesmo minhas mãos soarem.
Eu não conseguia acreditar, aquele em pé a alguns metros de distância se mim era ele, o mesmo que tenho sonhado tanto, e imaginando como seria se ele estivesse vivo. E aqui está, ele está vivo e eu nem mesmo consigo acreditar.
-Niki? - O mesmo olha para mim, sua expressão muda para surpreso
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OS HUMILHADOS FORAM EXALTADOS!
ELE VOLTOUUUUUUU
ELE NÃO ESTAVA MORTO, NUNCA ESTEVE! E ESTÁ DE VOLTA.
MAIS LINDO DO QUE NUNCA, MAIS PERFEITO DO QUE UM PUDIM DE CHOCOLATE, EU QUERO APLAUSOS!!
Nossa gente, senti tanta saudade de escrever com essa criança no capítulos, tenho escrito tanto só para ele voltar. Demorou? Sim! Mas tudo fazia parte do processo dos capítulos! E também para a história ficar boa, e o desenvolvimento dos personagens também.
Agora vejam isso:
E boy
Ta lindo Boy
Isso me deixa muito encantada.
Senhor, eu só queria um desse, é pedir muito?
Mas é isso gente, nosso menino está de volta, espero que tenham gostado, desculpe por ter demorado, é também por ter feito alguns de vocês sofrerem por acharem que ele tinha morrido, mas faz parte!
Também queria agradecer pelos 3K de vizu, muito obrigado mesmo! Vocês são demais, e tudo isso me deixa mais motivada ainda a escrever.
É isso e nós vemos na próxima ❤🖤
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