XXV. 𝑰 𝒔𝒆𝒕 𝒕𝒉𝒆 𝒓𝒂𝒊𝒏 𝒐𝒏 𝒇𝒊𝒓𝒆
O DIA AMANHECEU CALMO em Harrenhal, até certo momento. Verena se arrumou como o de costume, descendo até as cozinhas, atrás do café da manhã, ela sorriu para as duas criadas que colocaram a bandeja com comida a sua frente. Daemon não estava a vista, provavelmente o príncipe estava patrulhando com Caraxes ou na casa de Nettlles, a sua recém descoberta filha bastarda.
Os golpes contra o reinado de Aegon só aumentavam. entre eles estavam: o vale, Porto branco, Winterfell, Os Blackwood, os outros senhores das terras fluviais e Harrenhal, que estava sob o domínio de Daemon Targaryen e Verena de Asshai.
As frotas do serpente marinha bloquearam a baía da Água Negra, e todas as manhãs o rei Aegon recebia reclamações dos mercadores. A única resposta que ele tinha para as reclamações era mais uma taça de vinho forte.
Durante uma das reuniões do conselhos, Alek contou em uma de suas cartas a Rhaenyra que Aegon, estava furioso com Otto Hightower, e teria dito para o avô:
— Faça alguma coisa!
— Estou fazendo sua graça. - Otto respondeu.
Aegon estava furioso com sua mão. e mesmo com as súplicas de sua mãe, a rainha viúva Alicent. Aegon arrancou o broche de prata que estava na roupa de Otto Hightower e o jogou na direção de Criston Cole.
— Minha nova mão é um punho de aço! - Aegon gabou-se — Já chega de escrever cartas. Iremos derramar sangue não tinta.
Sor Criston não perdeu tempo para se fazer valer.
— Não cabe ao senhor solicitar o apoio de seus senhores, como um mendigo suplicando esmola. – ele disse a Aegon. — O senhor é o legítimo rei de Westeros e aqueles que se opõem a você são traidores. Já passou da hora de eles descobrirem o preço da traição.
O primeiro ato contra Rhaenyra em pedra do dragão, partiu de Criston, ele mandou o irmão juramento. Sor Arryk Cargyll, gêmeo de Sor Erryk, que estava em pedra do dragão, jurado a Rhaenyra, entrar furtivamente no castelo ancestral dos Targaryen, para matar Rhaenyra ou qualquer filho bastardo dela.
Embora Sor Arryk acabou sumindo de Porto real antes de embarcar para pedra do dragão, o homem simplesmente desapareceu e, é claro, ninguém desconfiava de um infiltrado na corte. Aleksander deu um jeito em Sor. Arryk. Vendo que o ataque teria falhado. Sor Criston partiu para Pouso da gralhas, O lorde do castelo, Staunton, apoiador de Rhaenyra, fechou os portões e desafiou os sitiantes. De trás das muralhas, o lorde só pode observar enquanto seus campos, bosques e vilarejos ardiam. e os gados e camponeses eram passados na espada. Quando suas provisões começaram a acabar, o lorde mandou um corvo, com um pedido de ajuda a pedra do dragão.
Rhaenyra mandou ajuda, 9 dias depois. ela mandou o príncipe Jacaerys com seu dragão, Vermax e a rainha vermelha como a dragão de Rhaenys era conhecida e em seu dorso, com armadura de aço e cobre que brilhava ao sol, Rhaenys Targaryen, a rainha que Nunca Foi.
Ao saber que do confronto em Pouso das gralhas e, que Jacaerys estaria indo também, Verena montou em Canibal, deixando Daemon um pouco raivoso, mas ela não conseguia fazer nada e também não queria fazer nada contra os instintos de proteger o marido.
— Verena, você não pode. – Daemon brigou.
— Quem vai me empedir? – ela retruca o mais velho.
— Saia desse dragão agora, você vai estragar tudo, eles saberão se virar. – o príncipe gritou ganhando um rugido de Canibal.
Verena alçou voo, pouco se importando com as coisas ao seu redor, ela deixou um Daemon irritado para trás.
Sor Criston não havia se abalado com q presença de Rhaenys e de seu neto, ele esperava por isso, contava com isso. Tambores soaram uma ordem, e arqueiros vieram a frente, com arcos longos e bestas, para encher o ar de flechas e setas. Balistas foram montadas, as mesmas que haviam derrubado Meraxes, o dragão da rainha Rhaenys I, em Dorne.
Meleys e Vermax apareceram, Verena chegou á pouso das gralhas a tempo de avistar os dois dragões. As flechas acertaram Meleys e Vermax, mas serviram apenas para enfurecer as feras. Meleys mergulhou, despejando fogo de um lado ao outro, cavaleiros queimaram em suas selas. Alguns tentaram se esconder atrás de seus escudos, mas nem carvalho nem ferro são capazes de resistir ao sopro de um dragão.
Do alto de seu cavalo branco, Criston gritava, em meio ao fogo e a fumaça.
— Mirem na cavaleira. – a voz do homem soou em uma ordem.
Criston havia montado uma armadilha, e Rhaenys e Jacaerys haviam mordido a isca. Ele não queria uma luta justa, ele queria um massacre. Acima dos exércitos, as formas de Sunfyre e Vhagar apareceram nos céus. Aegon e Aemond em seus dorsos. Verena se fez notar, despejando fogo nos exercitos abaixo. Assustando tanto Aegon, Aemond e Criston, como Jacaerys e Rhaenys, que não esperavam a garota.
Jacaerys queria gritar para a esposa dar meia volta e ir novamente para Harrenhal, onde estaria segura, mas era Verena ali, sua bruxinha sabia se cuidar. A saudade se fez presente. Verena havia partido para Harrenhal á quase dois meses.
Aegon avançou em Meleys, a dragão vermelha mordeu a asa do dragão dourado. Vhagar, voou em direção a Canibal, que queimava os exercitos abaixo. Jacaerys voou com Vermax até os dois. Vhagar e Canibal eram enormes, Vermax parecia um filhote perto dos dois, mas ele não exitaria, não para ajudar Verena e sua avó contra o príncipe caolho e o rei usurpador.
Vhagar tentou morder a asa de Canibal, que desviou, despejando fogo na dragão do príncipe, que saiu de perto, por pouco. Verena usando as habilidades herdaras do pai, cegou os sentidos de Aemond, Vhagar, sem os comandos de seu montador e influenciada pelos poderes de Verena, também ficou quieta, apenas voando acima dos exércitos. Canibal tentou novamente morder a enorme dragão, ganhando uma ordem em Asshai'i de sua montadora. Jacaerys na cela de Vermax sorriu, vendo sua bruxinha gritar em na língua estranha. Mas o alívio durou pouco, Meleys havia destroçado a asa de Sunfyre, o fogo que ela despejou em Aegon foi o suficiente para derreter a armadura do usurpador e queimar a carne. Aegon ferido e desnorteado, gritou o comando, despejando fogo em Rhaenys e Meleys, a rainha que nunca foi caiu da cela em direção ao solo.
Jacaerys voou em auxilio a avó, assim como Verena, mas já era tarde, Vhagar, mesmo sem o comando de seu montador e com a distração de Verena, se desprendeu da névoa de sombras e voou para Meleys, fechando a mandíbula no pescoço da rainha vermelha. Sunfyre caiu em um descanpado ao sul de pouso das gralhas.
Em um ato de fúria, Jacaerys queimou todo o exército abaixo, Fazendo os homens correrem, Verena desmontou de Canibal, para o horror de Jacaerys. Em meio ao fogo e a fumaça, Verena achou o que procurava, Criston. Quando o homem a viu, arregalou os olhos, mas levantou a espada.
Canibal pousou atrás dela, fazendo o chão tremer, Criston olhou dela para o dragão. Verena levantou uma das mãos, vendo o homem sufocar em seu próprio sangue. Verena caminhou até ele. Criston caiu em um dos joelhos, susurrando uma palavra estrangulada.
— Bruxa!
Verena sorriu ao ouvir a palavra, seus olhos brilhando intensamente sob o reflexo das chamas. A acusação não a perturbava; pelo contrário, ela a usava como um manto de poder. Enquanto Criston lutava para respirar, ela se abaixou, trazendo seu rosto perto do dele
— Eu sou muito mais do que isso, Criston – disse ela, cuspindo o nome do homem. Ela não o conhecia, mas sabia que ele era o escudo de Alicent Hightower.
Verena inclinou a cabeça. Jacaerys pousou com Vermax e desmontou ao seu lado, o principe deu um soco em Criston, com tanta força que o homem caiu inconsciente no chão. Verena viu os olhos de Jacaerys cheios de lágrimas, ela correu para o marido. Rhaenys e Meleys haviam caído em batalha.
★̶̲Peço perdão desde já por qualquer erro ortográfico, eu tento ao máximo revisar, mas sempre escapa um ou outro, caso achem, me avisem para que eu possa arrumar. Não se esqueçam de deixarem suas opiniões sobre o capítulo. Eu amo ler os comentários. Beijos da Thay.
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