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XVI. 𝑷𝒆𝒓𝒇𝒆𝒄𝒕 𝒔𝒕𝒐𝒓𝒎

A CAÇADA FOI TÃO ENTEDIANTE quanto o resto de sua estadia em Winterfell. Lyra Mormont não a dirigia nenhuma palavra, assim como Sara Snow. Verena só queria afirmar aquele acordo com o norte e voltar logo para Pedra do dragão. Ela já sentia falta de Rhaenyra, as gêmeas, Lucerys, os bebês mais novos, seus irmãos, Abraxos e até mesmo de irritar Daemon.

Quando retornaram para a entrada do castelo de Winterfell, o príncipe desmontou seu cavalo com um sorriso no rosto, caminhando até onde Verena desmontava.

— Acho que voltaremos logo para casa.– o Velaryon disse baixinho.

— Por favor. – Verena resmugou, espirrando devido o frio que fazia.

Jacaerys orriu, fechando mais a capa da garota ao seu redor.

— Achei que bruxas não ficassem doentes.– ele disse, sua mão coberta pela luva deslizando pelo rosto da noiva.

— Já disse que não sou bruxa.

— É sim, é a minha bruxinha. – o príncipe beijou sua bochecha.

— Vamos voar. – Ela puxou a mão do noivo que a olhou em confusão.

Os lordes que estavam ao redor olharam os dois com caretas estampadas nos rostos. Verena se separou do príncipe e caminhou até Canibal, que estava enterrado entre a neve, nos arredores do castelo de Winterfell.

— Achei que não gostasse do frio. – ela disse em alto valiriano para a fera.

O dragão voltou a deitar a cabeça na neve, balançando o pescoço, Verena viu o noivo já com Vermax no alto.

Vamos lá, talvez eu deixe você comer alguns nortenhos.

Canibal saiu completamente da neve, abrindo as asas. Verena montou na fera, alisando suas escamas negras, os dois subiram aos céus, na companhia de Jacaerys e Vermax. Os dois dragões sobrevoaram o castelo de Winterfell, assustando os desavisados que estavam nas ameias.

Dracarys! – Verena susurou e Canibal despejou seu fogo nos céus do norte.

Do solo, alguns nortenhos ficaram assustados com a visão dos dois dragões. Os Targaryen eram uma força que ninguém poderia se opor, todos sabiam, a única coisa que poderia acabar com a casa real era a própria casa real.

— Quando dragão lutar contra dragão, o reino irá sangrar. – Sara disse para o irmão. — Quem acha que serão os primeiros a sofrerem a ira dos dragões? os Targaryen estão protegidos atrás da fortaleza vermelha e Pedra do Dragão.

Cregan olhou para os céus, vendo as duas feras desaparecerem entre as nuvens.

— Nosso pai fez um juramento a rainha legítima, um homem do norte não quebra um juramento, Sara.

— Eu sou o que então? – a garota diz, se referindo ao fato de que ela era uma mancha no histórico de seu pai.

— Você foi um erro! um que eu não cometi. – Cregan se virou para ir embora. — Eu irei jurar lealdade ao príncipe Jacaerys e sua mãe, a rainha Rhaenyra Targaryen.

Sara rapidamente limpou as lágrimas que deslizarem por seus olhos, saindo das ameias do castelo.

[...]

Verena chegou ao salão arrumando o vestido de seda purpura que usava para aquela ocasião.
Jacaerys ao seu lado assumiu a postura de príncipe que Verena tanto amava. Os dois notaram que a maioria dos lordes já estavam reunidos no salão, inclusive o próprio Cregan e sua irmã, Sara. Cregan estava sentado no meio da grande mesa, os lordes e Sara estavam espalhados pelo salão. Alguns direcionaram os olhares julgadores para o príncipe e sua noiva, como sempre faziam, os nortenhos eram especialmente julgadores, disso Verena não possuía dúvidas.

Jacaerys entrelaçou suas mãos com as da noiva, caminhando até seu lugar  ao lado do lorde de Winterfell. Cregan começou a reunião, com os lordes do inverno, alguns discordavam em ajudar na guerra, outros concordaram, Verena não estava prestando muita atenção na conversa, ela estava muito entretida com os toques de Jacaerys em sua perna, para prestar atenção em qualquer coisa que não fosse o príncipe com quem casaria em breve.

— O norte não precisa se envolver em uma guerra pela coroa. – A voz de Sara a fez prestar atenção na conversa. — Nossos homens são poucos, não temos comida o suficiente para alimentar um exército nem mesmo dois dragões adultos. – Sara voltou os olhos escuros para os Verena. — O que um dragão come afinal?

Alguns lordes susurravam em apoio a garota.

— O que eles quiserem. – Verena falou pela primeira vez.

Jacaerys apertou sua perna por baixo da mesa, na tentativa de a acalmar. O príncipe já notava o ar do ambiente ficar mais pesado e as sombras ficarem agitadas ao redor da garota.

— Devo lembrar a vocês, que seu senhor, fez um juramento a Rhaenyra Targaryen, como herdeira, diante do próprio rei Viserys Targaryen.

Alguns lordes resmugavam.

— A coroa de sua rainha está sendo ameaçada, e se quiserem se juntar ao usurpador fiquem a vontade, falem agora, e eu vou lhes oferecer uma morte limpa e rápida.

Verena escutou algumas risadinhas de escárnio de alguns lordes. Era bom que a superestimassem. Ela gostava da supresa.

— O que uma garotinha como você está fazendo em um conselho de guerra, devia ser uma boa puta do príncipe e ficar calada. – um dos lordes se levantou.

Jacaerys se levantou, com o maxilar travado, Verena não se deu o trabalho, Cregan também se levantou de seu lugar, os olhos escuros brilhando com algo quase animalesco.

— A garota é noiva do príncipe herdeiro, isso é traição, lorde Bolton. – Cregan diz.

— Obrigada meu lorde, mas não preciso que me defenda, pode se sentar meu amor. — Verena sorriu para Jacaerys, vendo o príncipe voltar a sentar ao seu lado.

— Domeric Bolton. – Verena começou, as sombras a obedecendo e tornando o salão cada vez mais escuro. Com um aceno de suas mãos os archotes foram se apagando um a um, alguns lordes ofegaram. — A puta que o senhor se refere é filha de Saera Targaryen, filha do rei Jaehaerys e da rainha Alysanne, atualmente a rainha de Lys. Sou a comandante das harpias, víboras e da companhia dourada. Não gosto de usar meu título, mas sou a princesa de Asshai e fui treinada pelas sacerdotisas vermelhas, sou montadora do dragão mais sanguinário da dinastia Targaryen e noiva do príncipe herdeiro. Se quer me chamar de puta, tudo bem, mas saiba que eu tenho muito mais títulos que o senhor, e nas leis de Asshai, posso reenvidicar a sua cabeça lorde Bolton e a dar de presente ao meu pai, ou a Rhaenyra, a rainha legítima dos sete reinos e de você. Ah, havia me esquecido, a monarquia de Asshai é algo bastante escondido, entende? meu pai e meu rei não permitiria espalhar os segredos de nosso povo assim, mas como um membro de sua casa diria, meu caro, Um homem esfolado não guarda segredos.

★̶̲ Peço perdão desde já por qualquer erro ortográfico, eu tento ao máximo revisar, mas sempre escapa um ou outro, caso achem, me avisem para que eu possa arrumar. Não se esqueçam de deixarem suas opiniões sobre o capítulo. Eu amo ler os comentários. Beijos da Thay.

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