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Capítulo 7

No final das aulas daquele dia, Sam foi agarrada pelo braço por sua avó. Ela foi arrastada pelos corredores da escola, até que chegarem na porta da sala da diretora.

- O que foi, vó? - Sam perguntou, acariciando o seu pulso, sua vó havia apertado muito forte.

- Vou falar com a diretora Privet, e você apenas concorde com tudo o que eu disser, entendeu? - A vó de Sam perguntou, vendo Sam assentir com a cabeça. - Ótimo.

Então a senhora entrou, sem bater, na sala da diretora, que a olhou com irritação, mas não disse nada, apenas indicou que as duas se sentassem nas duas cadeiras dispostas à frente de sua mesa.

- Ao que devo a visita de vocês duas? - A diretora perguntou, com um sorriso gentil.

- Vim fazer uma reclamação e pedir a expulsão de uma aluna baderneira. - A vó de Sam anunciou, recebendo o olhar surpreso da neta, mas não deu atenção à ela. - E Sam está aqui como minha testemunha.

- E quem seria esta aluna? - A diretora perguntou.

- A Kornkamon. - A vó de Sam respondeu.

- E posso saber o porquê?

- Bem, vamos começar que essa garota é um desastre. Não deveríamos ter aceitado ela desde o momento em que vimos ela jogando água nos repórteres apenas por estar tirando fotos. E, ao chegar aqui, tivemos aquele escândalo dela aos beijos com outra colega! E, pra fechar com chave de ouro, hoje ela atrapalhou uma de minhas aulas e, na outra, discutiu comigo! Me desrespeitou na frente de todas as outras alunas! - Então ela se virou para Sam e a olhou fulminantemente. - Não é verdade, Sam?

Sam juntou as mãos, brincando com os dedos, pensando no que falaria.

- B-bem.. Eu não diria que foi uma discussão. - Sam começou. - Foi mais um debate entre as duas.

A vó de Sam a olhou irritada, mas não disse nada, se virando para a diretora novamente.

- Não podemos expulsar a Mon apenas por ela mostrar uma opinião contrária à sua. - A diretora comentou.

- N-não é isso! - A vó de Sam se embolou um pouco, não sabendo o que dizer depois de Sam ter a desmentindo na frente da diretora. - É só que... A garota não serve para esta vida.

- E a senhora acha que, a melhor opção, deveria ser a expulsão, do que ter paciência e tentar à ajudar em suas dificuldades? - A diretora perguntou, levantando uma sobrancelha.

A vó de Sam ficou sem ter o que dizer. Estava desconcertada.

- Eu tenho uma ideia. - Sam disse, de repente. - Eu posso ser a tutora de Mon neste tempo de sua adaptação; ensina-la o que sei. Acho que ela aprenderia melhor.

A diretora deu um sorriso gentil e sua vó à olhou ultrajada.

- Ah, eu acho que a Mon agradeceria muito a sua atitude, Sam. - A diretora à olhou com orgulho. - Uma ação digna da futura rainha de Bangkok.

Sam sorriu para a diretora, mas não tanto para que sua vó não ficasse tão irritada consigo.

- Ótimo, está decidido. Você, Sam, pode começar as aulas com Mon quando quiser, sem pressa. Desde que ela esteja apta para passar de ano.

A diretora fez um movimento com a mão, indicando a porta.
As duas saíram e Sam teve o olhar irritado de sua vó sob si.

- O que foi aquilo, Sam? Por que você não fez o que eu mandei? - Ela perguntava. - Por que você quer ajudar aquela garota?

- Eu.. Vó, eu... - Sam parou para pensar um pouco. - Eu só estou sendo altruísta. Como futura rainha, devo ajudar o meu povo, não é?

Sua vó continuou à olhando irritada. Sam não entendeu, por que sua vó estava implicando tanto com Mon? Nem com Nita ela havia sido assim.

- Me de licença. - Sam fez uma pequena reverência para sua vó. - Eu tenho que resolver algumas coisas.

[...]

- Só estou esperando o momento em qua vão anunciar a minha expulsão. - Mon comentou, se deitado na sua cama. - Esse lugar, realmente, não é pra mim.

- Você tem que se dar mais tempo. - Jim tentou a consolar.

- Se eu tiver mais tempo aqui dentro, talvez eu destrua toda a escola! - Mon respondeu, dramática. - A vó de Sam está certa: eu não sirvo para a Escola de Princesas.

- Ela é uma hipócrita, isso sim! - Tee comentou. - As notas dela não eram, nem de longe, as melhores.

- Como você sabe disso? - Mon perguntou.

- Eu fui a presidente do conselho estudantil há dois anos, então tive acesso as fichas dos antigos alunos da escola. - Tee explicou. - As notas da vó de Sam eram horríveis, te garanto. Tenho quase certeza que ela só conseguiu um cargo real por causa da mãe da rainha Isabela.

- Claro, eram irmãs. - Mon comentou, vendo Tee negar. - Elas não eram irmãs?

- Não. - Tee respondeu. - A vó de Sam foi uma sorteada para a Escola de Princesas, igual você. Ela era uma plebeia também.

- Isso é sério? - Mon perguntou, vendo as duas amigas assentir com a cabeça. - Mas, na cerimônia de iniciação, ela chamou a rainha Isabela de sobrinha!

- Isso porque ela e a mãe da rainha eram muito amigas, tanto, que se consideravam irmãs. - Explicou Jim. - Então, por isso, ela chamou a rainha Isabela de sobrinha. Mas elas não tem parentesco de sangue.

- Uau. Eu, realmente, não sabia disso. - Mon comentou.

- Então, as duas tiveram suas filhas, que também eram muito unidas; amizade passada de mães para filhas. - Tee continuou. - As duas se casaram, a rainha Isabela foi coroada, e ambas tiveram suas filhas. A mãe de Sam morreu no parto dela, e a rainha Isabela morreu no acidente de carro. E a mãe da rainha Isabela morreu alguns anos depois. Deixando, finalmente, o caminho livre para a vó de Sam.

- O que isso quer dizer? - Mon perguntou.

- Tem uma grande teoria, é bem maluca, mas faz muito sentido, sobre a morte da família real. - Jim respondeu, se aproximando de Mon e falando baixinho, como se estivesse com medo de alguém ouvir. - Dizem que a morte deles não foi acidente, e sim, proposital.

- Alguém matou eles? - Mon perguntou, sentindo um calafrio passar por todo o seu corpo. Tee e Jim assentiram. - Mas quem? Por quê?

- A teoria diz que foram inimigos políticos. - Jim continuou. - Porquê a rainha Isabela estava querendo acabar com a monarquia na Tailândia, mas algumas pessoas, pessoas poderosas, não gostavam dessa ideia, por isso sabotaram o carro para que eles morressem.

- E ela substituiria o sistema monarquico por qual outro sistema? O capitalismo? - Mon perguntou. - Não seria uma grande ideia. Trocar um sistema merda, por outro.

- Na verdade, ela estava querendo fazer igual Lenin, trocar a monarquia por um sistema comunista. - Explicou Tee.

- E onde entra a vó de Sam nesta história toda? - Mon questionou.

- Estamos chegando lá. - Jim respondeu. - Nessa teoria também diz que a vó de Sam sempre teve inveja da mãe da rainha Isabela, e depois da própria rainha. Ela sempre quis a coroa. Então, ela se uniu à esses inimigos políticos e sabotou o carro que a família real estava naquela noite, matando todos, menos a princesa Rebecca. No carro tinham quatro corpos, do rei e da rainha, do motorista, e do segurança que a rainha Isabela mais confiava.

- Está teoria é, realmente, muito maluca. - Mon concordou.

- Mas faz sentido. - Tee insistiu. - Porquê, algum tempo depois, foi anunciado que Song, a neta mais velha dela, estava na sucessão do trono. Foi uma troca, ela mataria a família real, e ela conseguiria que sua neta fosse a próxima rainha.

- Mas aí aconteceu aquela história da Song se apaixonar pela Ice e, depois, se suicidar. - Jim completou. - E, então, estamos onde estamos: com a Sam há poucos meses de ser coroada.

- Vocês tem a mesma idade que eu, mas sabem de muito mais coisas. - Mon comentou.

- Somos filhas de gente rica, Mon. - Jim lembrou. - Ouvimos coisas absurdas nos jantarem de gala.

- Medo. Eu espero que isso tudo não passe do que é: uma teoria maluca. - Mon pediu, rindo nervosamente. - Eu não gostaria de estar tendo aula com uma assassina.

As três começaram à rir, mas logo pararam quando ouviram batidas na porta.

Tee foi a corajosa que se levantou e foi até a porta. Lentamente, ela destrancou-a e a abriu.

- Sam? - Tee perguntou, surpresa.

Jim olhou assustada para Mon, será que ela tinha ouvido a conversa?

- Preciso falar com a Mon. - Sam anunciou, olhando para dentro do quarto, direto para Mon. - Venha comigo.

Mon, com um pouco de medo, seguiu Sam para longe dos dormitórios. Ela tremia inteira, mas tentou disfarçar.

- O que você queria me falar? - Mon perguntou quando elas pararam em um corredor.

Sam se virou para ela, e se aproximou. Mon segurou a vontade de dar passos para trás. Apenas ficou parada, sustentando o olhar de Sam.

- Vou começar à te dar aulas. - Sam avisou, e Mon franziu a testa.

- Ahn?

- Você é surda? - Sam perguntou, vendo Mon à olhar irritada. - Não me olhe assim, estou te fazendo um favor.

- E, exatamente por que, você quer me fazer este favor? - Mon perguntou, cruzando os braços e dando um passo em direção à Sam.

Sam, vendo que Mon estava muito próxima, se afastou, dando alguns passos para trás. Mon se sentiu vitoriosa com aquela reação.

- Você é irritante. - Sam xingou, revirando os olhos. - Eu ofereço minha ajuda, e você fica fazendo perguntas idiotas.

Mon abriu a boca para responder Sam, mas ela à interrompeu.

- Ou você aceita minha ajuda, ou você vai ser expulsa e vai voltar para sua vidinha de pobre. É isso que você quer? - Sam levantou uma sobrancelha.

Aquilo fez Mon se calar e ficar pensativa por alguns minutos.
Então ela suspirou e assentiu.

- Ok. Eu aceito a sua ajuda. - Mon disse.

- Ótimo. - Sam disse, reprimindo um sorriso. - Nossas tutorias começarão amanhã, logo após o horário das aulas. Na biblioteca. Não se atrase.

Então Sam se virou e saiu andando, deixando uma Mon confusa, mas agradecida, para trás.

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que medo da vó da samkkkkkk ela é pior que a da série 💀💀

eita que as nossas monsam vão começar à se aproximar no próximo cap 🥰🥰 logo logo vão ser namoradinhas que namoram

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