O Confronto Final - Parte 2: Decisão.
Enquanto Gildrax retornava a sua nave principal para recarrega-la com energia, sua frota iniciava um ataque a outras cidades, no caminho o imperador desferia ataques contra a cidade a destruindo ainda mais, o imperador se vangloriava de sua vitória, aos poucos pessoas eram atingidas pelos disparos, explosões, destroços, fumaça, pessoas gritando enquanto fugiam, este era o cenário que deixava o imperador alegre. As forças aéreas militares em conjunto com a S.P.D. travavam uma poderosa batalha pelo espaço aéreo americano. Lasers, bombas, mísseis, diversos tiros ganhavam espaço nos céus do planeta enquanto em solo, pessoas eram evacuadas para áreas seguras. Forças aliadas da GUTS também enviaram tropas para defender parte do território americano, inúmeras naves aliadas e do império percorriam os céus em uma batalha intensa.
Em outras cidades, os ataques também continuavam, Alameda dos anjos, Costa dos Arrecifes entre outras. Droides e mais droides de batalha causavam destruição por onde passavam. Tommy e mais alguns rangers, usando armas antigas combatiam os robôs inimigos, e ajudavam as forças armadas a evacuarem os cidadãos para locais seguros longe da batalha. Alguns canais de TV conseguiam transmitir toda a destruição que o império causava, deixando a população do mundo e seus governos apreensivos, e se perguntando, onde estariam os Power Rangers agora?
Enquanto isso, os rangers começavam a acordar após algumas horas desmaiados em meio a escombros. Emma estava próxima a uma loja, havia sangramentos pelo rosto, a ranger sentia inúmeras dores por todo o corpo. Emma tentava se apoiar em algo para ficar de pé, ainda estava atordoada depois do último ataque de Gildrax. Ao finalmente conseguir manter-se em pé, a ranger amarela tentou caminhar um pouco, ao olhar para os lados, pode perceber de relance a destruição que estava à cidade.
Emma não queria acreditar que tudo aquilo era real, mas não havia como fugir da realidade que o império colocava diante dela. Após andar por mais alguns metros chegando próxima a uma avenida, Emma avistou algumas pessoas correndo, mais ao leste pode ver o que seria inúmeras ambulâncias socorrendo alguns feridos. De repente, mesmo um pouco tonta, Emma conseguiu enxergar alguém apontando em sua direção, aos poucos a ranger viu alguém se aproximando, chegando cada vez mais perto, quando se aproximou Emma percebeu que era Dana, a enfermeira e ex-ranger.
- Meu deus! Você está bem? – questionava Dana ajudando Emma a caminhar em direção à ambulância.
-O que... Faz aqui? – respondeu Emma com outra pergunta.
- Salvando vidas... O máximo que consigo! Aqui... Com cuidado. – dizia Dana colocando Emma sentada em uma maca que estava na calçada.
Com cuidado, Dana começava a fazer curativos em Emma que reclamava de dores. De repente, chegando com passos calmos, a garotinha que Emma salvou se aproximava para surpresa de Dana e Emma.
- O que faz aqui amiguinha? – questionou Emma com um sorriso de canto.
- Eu... Você vai ficar bem? Vocês vão ganhar não vão? – dizia a garota com um olhar que transmitiam um pouco de esperança e fé nos rangers.
Emma notou que Karin estava com muito e medo, seus olhos estavam vermelho e lágrimas saiam do rosto da garota.
- Eu não sei... Mas vamos dar o nosso melhor. – Respondia Emma com um leve sorriso.
A garota segurou a mão de Emma por alguns instantes ficando ao seu lado, a ranger novamente lembrou-se de sua irmã e do motivo para ter se tornado uma pirata, Emma pensou também em tudo o eu passaram na terra desde que chegaram. Enquanto isso Dana terminava os curativos na ranger.
- Tente não se esforçar demais. – afirmava Dana olhando seriamente para Emma.
- Onde... Onde está a mãe dela? – questionou Emma observando a garota.
- Ela acabou de sair daqui, foi levada ao hospital geral. Ela foi atingida durante a onda de ataques, porém ela passa bem. – respondia Dana.
- Entendo... Sinto muito por tudo isso. É culpa nossa por não termos usado aquilo para rescrever a realidade. Aliás, o maior tesouro da terra era isso, porém se usarmos ele, os rangers deixaram de existir para sempre. – afirmava Emma.
- O maior tesouro da terra... Eu não culpo vocês. Acho que se nós tivéssemos no lugar de vocês, ou melhor, se eu tivesse no lugar de vocês, eu também não teria coragem de usa-lo. – afirmava Dana.
- Como... Como assim? – questionou Emma com olhar de duvida.
- Com grandes poderes, vêm grandes responsabilidades, ser um ranger vai muito além de reescrever a realidade, esses poderes nos fizeram pessoas melhores do que nós somos. E com eles... Pudemos ajudar garotinhas como ela. Viver em uma realidade onde isso não existe, não acredito que isso resolverá o problema. – afirmava Dana olhando para a Karin.
- Eu...
- Você e sua equipe devem pensar... Juntos vocês saberão o que realmente é o certo a se fazer. – dizia Dana. com um sorriso
Emma olhou para a garotinha novamente acariciando sua cabeça, logo depois a ranger pirata deu um sorriso se levantando da maca, tomando cuidado para não forçar muito seus movimentos.
- Obrigada... Eu... Eu preciso encontrar os outros. – afirmava Emma sendo puxada pela garota.
- Vocês vão vencer? – perguntou a menina.
- Vamos sim... Vamos vencer. – afirmava Emma com um sorriso.
Deixando a pequena Karin com Dana, Emma corria com dificuldades procurando pelo sinal dos morfadores de seus companheiros, enquanto Dana corria com a ambulância levando Karin e mais feridos ao hospital.
Enquanto isso, um pouco longe dali, Zane e Lin caminhavam pelas ruas destruídas, fazia alguns minutos que haviam despertado, os dois piratas presenciavam ali um cenário que muitos já haviam visto em muitos outros planetas devastados pelo império. Ao passarem por alguns carros que estavam em chamas, os dois rangers viram Troy se aproximando pelo outro lado. O ranger verde ajudava um senhor a caminhar até um grupo que o ajudou com seus ferimentos. Quando viu seus companheiros, Troy caminhou até Zane e Lin.
- Vocês estão bem? – questionou Troy com inúmeros machucados.
- Não muito melhor que você. – respondia Zane.
- Onde está a Emma e o Steve? – questionou Lin olhando para os lados tentando achar os dois ao longe.
- Eu não vi os dois... Devem estar pela cidade. – respondia Troy preocupado.
- Aquilo... Venham aqui! – dizia Lin caminhando até a entrada destruída de um prédio a sua esquerda.
Zane e Troy acompanharam Lin até o local, ao chegarem perto de uma pequena lanchonete de dois andares viram um grupo de pessoas presas por grandes paredes de concreto impedindo sua saída. O local estava quase desabando, por dentro, chamas começavam a estalar indicando que haveria uma explosão. Lin pediu para que as pessoas se afastassem o máximo que pudessem da entrada e para se protegerem de alguma forma indo para os lados. Zane e Troy asentiram com a cabeça e em seguida com seus blasters, os rangers abriram um buraco na parede, os disparos causaram uma leve nuvem de poeira que se dissipou em seguida.
Os três rangers ajudaram um grupo de sete pessoas a deixar o local, quando todos se afastaram da lanchonete, o estabelecimento explodiu logo em seguida levando todos ao chão. Aos poucos os rangers se levantaram ajudando o grupo, vindo de longe passando pelos destroços das ruas caminhões e ambulâncias dos bombeiros chegavam para socorrer o pequeno grupo. Os rangers ajudaram todos a se organizarem próximos à calçada e logo se afastaram agradecendo os bombeiros.
- Não... Não podemos deixar esse planeta ter o mesmo destino do meu. – dizia Lin com uma expressão de preocupação.
- Eu sei... Mas usar aquilo... É nossa única opção então. – dizia Troy ficando cabisbaixo.
- Talvez seja, mas... – afirmava Zane ficando pensativo.
- O que foi? – questionou Troy com duvidas.
- Eu acho que compreendo agora... Algo em que todos eles queriam dizer indiretamente para nós. – dizia Lin enquanto observava as pessoas a sua frente.
- Vamos até o Galeon... Podemos esperar todos por lá... E ainda tem o Vermilion, estou preocupado com ele. – afirmava Zane.
Troy e Lin assentiram com a cabeça acompanhando Zane deixando o local rapidamente. Enquanto caminhavam passando por entre algumas casas destruídas, os rangers viram os zords piratas espalhados por vários locais diferentes que podiam ser vistos de longe. Ao chegarem à saída da cidade após alguns minutos de caminhada, os rangers viram Emma indo para o mesmo local. Os rangers se encontraram e seguiram juntos até o navio pirata, que estava caído em meio a floresta, próximo a algumas montanhas.
Minutos antes, ao norte da cidade, Steve acordava com inúmeros hematomas pelo corpo, sua roupa estava um pouco desgastada e havia sangramentos pelo rosto, o ranger pirata se colocava sentado em cima do pedaço de parede do qual caiu anteriormente, o prédio onde estava, havia sido destruído sobrando apenas concreto e metal espalhados pelo chão. Steve começou a pensar em toda sua jornada até aqui, e sobre usar o poder lendário para rescrever toda a realidade, porém o ranger estava decidido a não fazer tal ato. Steve não gostaria de abandonar o poder de salvar vidas e viver em uma realidade que para ele, seria algo de mentira, longe de tudo que sonhou um dia, porém vendo a situação em que se encontravam, talvez seria a unica escolha possível a ser feita.
- O que devemos fazer? – se perguntava Steve ficando cabisbaixo, segurando suas pernas e apoiando sua cabeça nos joelhos.
- Acho que a primeira coisa é descer dai. – afirmava uma voz feminina.
Steve olhou em volta procurando a dona da voz, ao olhar para sua direita, viu uma garota de cabelos lisos longos, era uma oriental provavelmente descendente de chineses pensou Steve, usava um terno preto, e por baixo dava para notar o que seria uma camisa amarela, Steve logo reconheceu a garota que o ajudou a sair do local.
- Você é a Trini não é? O que você faz aqui? Soube que você virou parte do Comitê de paz da ONU. – questionou Steve surpreso.
- Eu tinha uma reunião na cidade com algumas autoridades locais. Mas, vejo que vocês apanharam feio por aqui. – afirmava Trini observando a destruição.
- Pois é... Tudo isso por uma decisão que precisamos tomar. – dizia Steve ficando pensativo novamente.
- O tesouro lendário da terra... Vocês possuem algo poderoso em mãos. – afirmava Trini.
- Sim, e não fazemos ideia do que fazer com ele. Ou melhor, eles não sabem, pois eu não quero usa-lo. – dizia Steve fechando seus punhos.
- E por que não? Isso não acabaria de vez com o império? – questionou Trini.
- Sim, mas... Viver em um mundo onde não temos garantia de acabar com todo o mal, é o mesmo que viver em um mundo de mentira. – respondia Steve.
- Se você acredita nisso, então não desista. Acho que vocês podem chegar a um acordo como equipe, e apenas juntos vocês poderão tomar a decisão correta. Afinal, vocês são Power Rangers também. – afirmava Trini com um leve sorriso.
Steve pensou por alguns minutos, agradeceu Trini com um abraço e saiu correndo rumo ao Galeon. Trini apenas sorria vendo o garoto tomando distância, a ex-ranger amarela dos Mighty Morphin Power Rangers, se afastou do local onde estava, indo procurar mais pessoas para ajudar.
- Boa sorte rangers... E que o poder os proteja... - dizia Trini enquanto caminhava com um sorriso no rosto, indo até uma avenida ajudar um pequeno grupo de pessoas.
Enquanto isso, dentro do Galeon, Vermilion começava a despertar em meio a cabine de comando do navio, o ranger vermelho tinha ferimentos pelo corpo e se levantava com dificuldades se apoiando no leme. Aos poucos, o líder pirata caminhava até a sala de estar do navio, estava tudo espalhado coberto por sistemas parcialmente quebrados e fiações soltas saindo do teto. Vermilion se apoiou em sua cadeira observando tudo com raiva em seu rosto. Vindo da sala do cofre, Navy surgia parando ao lado de Vermilion. A Pirâmide do Poder estava caída um pouco mais para o lado da entrada do cofre, Navy a observou, voou até o local e pegou o objeto e o deixou próximo a cadeira de Vermilion.
Além de pensar e imaginar se sua equipe estava viva, o ranger vermelho imaginava como seria a nova realidade criada pelo poder, imaginava se seria mesmo algo que evitaria todos os conflitos, Vermilion pensou em todos a sua volta, principalmente nas palavras ditas por Steve. Vermilion fechou seus olhos e começou a pensar em o que seu pai faria em tal situação? Como poderiam sair dessa? Confiar no maior tesouro da terra e mudar o mundo e o universo, ou deixar o poder de lado e seguir as palavras de Steve? Duvidas e mais duvidas permaneciam em sua mente.
Após quase uma hora, a equipe pirata entrou no Galeon procurando Vermilion em meio a destroços, ao acharem sentado com Navy, logo soltaram um suspiro de alívio. Os rangers se reuniram em volta de seu líder o cumprimentando e ajudando com seus ferimentos. Após mais 10 minutos, Steve adentrou o Galeon para a surpresa de todos. Do lado de fora, era final de tarde, já estava começando a anoitecer, chamas vindas da cidade começavam a iluminar a escuridão da noite. Os ataques das naves continuavam aos poucos e droides faziam ronda pelo local.
- Me desculpem... Eu coloquei vocês nessa. – dizia Steve se aproximando.
- Não se preocupa novato... De certa forma, somos todos culpados. – afirmava Vermilion olhando para Steve.
- Eu não esperava que Gildrax tivesse uma arma daquelas. – afirmava Emma.
- Muito menos eu... Ele nos surpreendeu desta vez... - dizia Lin.
- Aquela coisa era forte demais, nem mesmo os dois Megazords foram páreos para ele. – afirmava Troy.
- Aliás, Vermilion... Nós vimos o Andros. – dizia Zane.
- Como assim? – questionou Vermilion com uma cara de surpresa.
- Ele estava com Gildrax quando nos atacou, estava preso por droides de batalha. Parece que o imperador queria que ele visse nossa derrota. – respondia Lin.
- Então ele esta mesmo vivo. – dizia Vermilion juntando as mãos próximas ao rosto pensando por alguns instantes.
- O que faremos? Em relação ao tesouro? – questionava Steve.
- Sobre isso... Eu já tomei minha decisão sobre ele. – afirmava Emma encarando Vermilion.
- Vermilion... Eu também. – dizia Lin.
Em seguida Troy e Zane também asentiram com a cabeça em confirmação, Vermilion por alguns instantes não havia entendido o que sua equipe queria dizer, porém após pensar alguns minutos o líder pirata se colocou de pé encarando todos os outros rangers. Logo Vermilion assentiu com a cabeça em confirmação e olhou para Steve em seguida que estava confuso sem entender muita coisa, Steve olhava para todos os seus colegas rangers e logo entendeu o recado. De repente, surpreendendo todos, o local do qual estavam foi envolto por um intenso brilho misterioso.
Dia seguinte, próximo do meio dia.
Durante todo o resto da noite, inúmeros ataques continuaram a serem feitos pela cidade, e por outras regiões, droides de batalha caminhavam por entre algumas ruas fazendo uma espécie de ronda, nos outros locais, as forças de defesa da terra continuava seu árduo combate contra as naves imperiais, todos tinham apoio e contavam com a experiência de combate de outros rangers para enfrentar este velho inimigo, a GUTS e a S.P.D. com apoio do presidente americano, conseguiram permissão para usarem naves maiores e mais potentes intensificando assim os ataques as forças imperiais.
Gildrax estava de volta à cidade, seu mega robô que antes derrotou os rangers estava novamente energizado e pronto para atacar, porém o imperador desceu em solo com uma tropa de droides de batalha juntamente com Orfox e Andros ao lado. Os robôs se espalharam causando ainda mais pânico entre os moradores, as forças imperiais estavam próximas ao hospital geral da cidade, enquanto se aproximavam, inúmeros ataques foram feitos lançando inúmeros destroços em meio as ruas, casas, prédios, lojas, tudo era destruído enquanto o imperador realizava sua marcha, os ataques de Gildrax explodiam tudo ao redor.
No hospital que havia se tornado uma especie de base de resistência, todos se assustaram, não sabiam se conseguiriam sobreviver a tudo isso. Ao longe as pessoas puderam ver da janela de seus quartos, inúmeras naves lançando ainda mais ataques nas regiões próximas, as TVs que estavam ligadas realizavam uma cobertura sobre o ataque alienígena. O medo tomava conta das pessoas dentro do hospital, muitas rezavam pedindo para um sinal de esperança, pedindo para que alguém as salvasse de todo o mal.
- Vejam! Humanos! Vocês foram feitos para serem dominados, vocês se erguem apenas para cair, se ajoelhem diante do grande imperador Gildrax! Seu mundo, suas cidades, serão minhas! Curvem-se diante de mim e eu lhes serei misericordioso! – gritava Gildrax se aproximando do hospital atacando os lugares a sua volta enquanto um dos droides transmitia tudo.
De dentro do hospital da cidade, as pessoas entravam em desespero, medo, insegurança, sentimentos esses que tomavam conta de cada pessoa. De dentro de um dos quartos que ficava no térreo, Karin que assistia tudo com sua mãe, saiu correndo pela porta deixando a mulher em desespero, Karin passou pela recepção, saiu pela porta de entrada e correu mais alguns minutos pela rua destruída ficando alguns metros frente a frente com o imperador.
- O que temos aqui... Você será a primeira a cair? Ou a primeira a se ajoelhar? – dizia Gildrax levantando levemente suas mãos que começavam a ser energizadas.
- Não faça isso Gildrax! – gritava Andros tentando se libertar de alguma forma.
De dentro do hospital, todos viam pela TV a cena, muitos fecharam os olhos para não saberem o que aconteceria, Dana ao ver a garota começou a sair do hospital indo atrás de Karin, a ex-ranger preocupada e com muito medo, tentava chegar o mais rápido possível no local e impedir uma tragédia. No quarto do hospital, o desespero tomava conta de sua mãe, que mesmo com a perna quebrada tentava sair de algum forma sendo impedida pelas enfermeiras.
- Vocês... Vocês não vão ganhar! Os rangers... Eles virão! – afirmava a garota esticando os braços, lágrimas escorriam por seu rosto, Karin tentava manter uma expressão séria em meio ao medo que sentia.
- Você acredita neles? Que tédio... Não há nada que eles possam fazer agora... – dizia Gildrax.
- PARE! – gritava Dana se aproximando.
- Adeus... Garotinha... – disse Gildrax lançando uma rajada de energia em direção à garota.
- GILDRAX! - gritou Andros.
Karin em meio as lágrimas e um abafado grito de desespero, apenas conseguiu ver um intenso brilho a sua frente, de repente, o local explodiu criando uma densa nuvem de poeira, destroços voaram para todas as direções, Dana foi jogada para trás pelo choque da explosão. As pessoas que assistiam choravam e gritavam de desespero vendo tal cena, principalmente a mãe de Karin que não conseguia acreditar em tudo aquilo e desmaiou em seguida, todos viram pela TV a ação de Gildrax, viram o imperador ser cruel e impiedoso.
- N-não... P-pode... S-ser... - dizia Dana em meio as lágrimas e paralisada de medo no chão.
- S-seu monstro! - gritou Andros.
- HAHAHAHAHAHA! Que esta humana patética sirva de exemplo a vocês! – gritava Gildrax rindo.
Enquanto isso, a nuvem de poeira gerada pelos golpes de Gildrax começava a se dissipar, de longe Dana em meio às lágrimas olhava para frente com os olhos assustados, Gildrax que havia voltado a caminhar parou logo em seguida, todos viram algo que os deixaram espantados.
Karin estava viva, encolhida tentando se proteger, a sua frente, havia algo que a protegeu do golpe do imperador, ao levantar sua cabeça, Karin pôde observar um tridente e uma espada a sua frente formando um X, gerando o que seria um mini campo de força a sua volta. De repente, tiros foram disparados acertando Gildrax de surpresa que recuou alguns centímetros em resposta. Ao olhar para frente, Gildrax soltou um grito de raiva e ódio, Andros sorriu em resposta e os droides de batalha se colocaram em posição de combate.
Todos no local e pela transmissão nas Tvs, viram uma bandeira preta com um simbolo branco no centro envolto por duas lâminas. Passando por Dana e chegando próxima a Karin a ajudando a se levantar, o Esquadrão Pirata retornava ao campo de batalha. Steve retirou seu tridente do chão e Vermilion sua espada, enquanto Emma ajudou a garota a se levantar.
- Está tudo bem, não se preocupe. Agora sai daqui. – afirmava Emma dando um pequeno abraço em Karin.
- Eu... Sabia que viriam. – afirmava Karin que logo depois correu para onde estava Dana com um sorriso no rosto.
- Ei! Cuida dela. Não deixe ninguém sair daquele lugar. – afirmava Vermilion olhando para Dana.
A ex-ranger assentiu com a cabeça e em seguida, guiou Karin para longe da batalha. Os rangers se enfileiraram ficando frente a frente com o imperador, Vermilion olhava atentamente para Andros que assentiu com a cabeça para a equipe pirata em seguida, enquanto Vermilion deu um leve sorriso.
- Vocês ousam se por em meio caminho novamente? – questionava Gildrax com irá em seu rosto.
- Enquanto você ameaçar os mundos, faremos isso quantas vezes forem necessárias. – dizia Steve.
- Gildrax! Este planeta pertence a nós piratas agora! – gritava Vermilion cravando no concreto destruído da rua o que seria a bandeira do Galeon presa a um pedaço de madeira.
- Eu fui misericordioso, mas desta vez eu vou despedaçar vocês, juntamente com este planeta... Veremos se vocês continuaram com sua pose de heróis. – dizia Gildrax dando alguns passos para frente.
- Vamos fazer isso como equipe. Todos juntos! – afirmava Vermilion dando um passo à frente.
Todos assentiram com a cabeça em resposta sacando seus morfadores e chaves rangers.
- ESQUADRÃO PIRATA! TRANSFORMAR! – gritaram os rangers assumindo a forma ranger pirata.
- Esquadrão Pirata... Rosa! – disse Lin com sua espada e blaster em mãos.
- Esquadrão Pirata... Verde! – disse Troy também com sua espada em mãos.
- Esquadrão Pirata... Azul! – afirmava Zane passando a mão pela lâmina de sua espada.
- Esquadrão Pirata... Amarela! – disse Emma apontando a espada para Gildrax.
- Esquadrão Pirata... Prata! – dizia Steve girando o tridente em sua mão.
- Esquadrão Pirata... Vermelho! – afirmou Vermilion ajeitando a gola de seu uniforme e em seguida, sacando sua espada.
- Power Rangers Esquadrão Pirata! Pronto para batalha! – gritaram os rangers gerando uma pequena explosão a suas costas.
- Acabem... Com eles! – dizia Gildrax apontando para os rangers.
A batalha final contra o imperador, teve enfim seu início.
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