LightSpeed...
Espaço. Nave imperial.
Damaras apenas observava o monitor da cabine de comando da nave de Gildrax, enquanto Saffey e Ogron eram derrotados pelos novos poderes e armas dos rangers. O general que agora era o único remanescente das forças imperiais, tinha um olhar de fúria e preocupação em seu rosto, afinal com Saffey e Ogron derrotados, era questão de tempo para que sofresse a ira de Gildrax quando o mesmo retornasse de Minerium-5.
- Rangers... Remanescentes dos Gokaigers... O filho de Maximus... Você despertou a minha irá, capitão Vermilion. – afirmava Damaras olhando fixamente para o monitor a sua frente.
O general irritado com a falha da nova arma de Saffey, começou a se retirar da cabine de comando com sua espada em mãos, Damaras ordenou que os droides de batalha lhe preparassem uma nave, ao mesmo tempo em que se preparassem para partir junto. Damaras ainda ordenou que avisassem o imperador imediatamente. Com as preparações começando a serem feitas, o ultimo dos generais de Gildrax se preparava para ir a terra.
Em algum lugar da terra. Dois dias depois.
O grande navio Galeon levando a bordo os seis rangers piratas e Navy, sobrevoavam uma região de floresta próxima outra cidade conhecida como Mariner Bay. Após a batalha contra Saffey e Ogron, os rangers haviam conseguido outra pista com ajuda de Navy e Steve, usando a dica sobre salvar pessoas dada por Navy, e as informações sobre antigos rangers de Steve, os piratas seguiam rumo a um dos últimos poderes lendários a serem conquistados. Todos principalmente Vermilion estavam empolgados, pois estavam muito próximos de descobrirem sobre o tesouro da terra.
Vermilion se encontrava jogando seus dardos como sempre fazia, Zane estava no convés do navio treinando com sua espada, Emma e Lin liam o jornal espacial no tablet holográfico enquanto Steve jogava algo usando seu celular normal da terra, Troy após ajustar alguns comandos no painel do navio, se aproximou do ranger prata curioso com o game de Steve.
- Ei Steve! O que é isso? – perguntava Troy.
- É um jogo para celular bastante famoso na terra, eu gosto de joga-lo às vezes. Ele é chamado de Fate Grand Order: Players of Eternal Shadows. É sobre vários guerreiros de histórias antigas e lendárias da terra lutando em uma guerra. Quer jogar também? – questionou Steve.
- Não, acho que não estou pronto para lutar uma guerra no mundo virtual também. – dizia Troy apenas olhando.
- Parece que atualizaram nossa recompensa... O valor... Está indefinido. – afirmava Emma com uma cara de espanto.
- Parece que agora estão pagando qualquer coisa pela gente. – dizia Lin observando os cartazes de procurado. - Até o Steve ganhou um cartaz desta vez.
- Que legal... Achei que fosse demorar mais um pouco. - dizia Steve com um sorriso de canto enquanto jogava.
- Eu não comemoraria se fosse você. - dizia Troy olhando Steve.
- Normal que aconteça isso devido aos nossos feitos em batalha contra os generais... – dizia Vermilion lançando um dardo e quase acertando o centro. – Porém, agora podemos receber ataques em massa do império. Não sabemos do que Damaras e Gildrax podem estar planejando. Temos que estar atentos.
- Steve, tem certeza que existe outra equipe nesta cidade? – questionou Troy.
- Sim. – respondeu Steve parando seu jogo. – Os LightSpeed rangers defenderam essa cidade no passado. Alguns ainda moram por aqui. Parece que eles tinham uma base submarina chamada de Aquabase, ela foi destruída, porém a S.P.D. a reconstruiu e a tomou como uma base extra de operações na terra.
- E contra o que eles lutavam? – questionou Lin.
- Parece que contra demônios. Eram comandados por uma criatura chamada de Rainha Bansheera. Porém os rangers conseguiram sela-la em sua tumba novamente. – respondia Steve.
- Assustador e esquisito. – dizia Emma com um olhar estranho.
- Bom, espero que os ex-rangers estejam ainda nesta cidade. – afirmava Vermilion.
- Pessoal! Estamos a dois quilômetros de adentrarmos a cidade. – dizia Navy olhando o mapa no monitor da nave.
- Ótimo. Vamos nos preparar para agirmos. – afirmou Vermilion tirando os pesos de seu pulso.
Após o retorno de Zane a cabine de comando, os rangers piratas se movimentaram pelo navio se preparando para irem até a cidade. Troy preparava para ancorar o Galeon próximo a entrada da cidade, não levou mais que 10 minutos para os rangers enfim entrarem no espaço aéreo de Mariner Bay, após deixarem o navio sob os cuidados de Navy, os seis rangers piratas desceram indo em direção à cidade.
Todos caminhavam tranquilamente pela cidade que estava bem movimentada, as lojas e alguns prédios estavam enfeitadas com algumas faixas, algumas pessoas se organizavam próximos a uma pequena praça mais a frente, onde havia varias barracas sendo montadas, ao que tudo indicava, haveria uma espécie de festival na cidade para comemorar alguma data especial. Os rangers se aproximaram passando no meio da praça indo em direção ao outro lado da cidade, os seis apenas observavam enquanto todos se empenhavam para arrumar tudo a tempo. Os rangers passaram pela praça parando logo à frente em um banco próximo.
- Então novato... Como vamos achar os ex-rangers daqui? – questionou Vermilion.
- Bom, segundo minhas pesquisas, alguns tinham profissões na cidade e quando trabalhavam na base. Um deles trabalhava no aeroporto da cidade, outro era bombeiro e tinha uma paramédica também. Os outros estão eu lugares diferentes do mundo. – respondia Steve.
- Então... Se formos a um hospital, aeroporto ou em uma equipe de resgate podemos encontra-los com mais facilidade? – questionava Lin.
- Na teoria sim... Como eu disse, não sei se eles ainda estão na cidade depois da Guerra Lendária. E eu não consegui descobrir a identidade deles. – respondia Steve.
- Vamos ter que tentar todas as opções, não podemos ficar parados ou rodar a cidade sem um rumo. Faremos duplas, iremos aos lugares indicados e voltamos a nos reunir aqui em duas horas. – dizia Vermilion.
Os rangers assentiram com a cabeça em resposta e logo começaram a se separar tomando distância da praça onde estavam. Seguindo por diferentes direções, Emma e Lin foram até a um hospital, Troy e Steve seguiam rumo ao aeroporto da cidade, enquanto Zane e Vermilion procuravam por uma base do corpo de bombeiros da região. Antes de partirem, Troy havia rastreado por satélite onde ficava cada um dos pontos escolhidos, facilitando assim a busca da equipe.
Os rangers verde e prata, atravessaram duas grandes avenidas até enfim chegarem ao aeroporto, não era muito grande e nem de escala internacional, era usado mais para pousos de executivos, e como base militar aérea para testes, havia um enorme garagem onde as aeronaves ficavam estacionadas, uma torre de controle mais ao leste e outro prédio onde os embarques e desembarques eram realizados. Os dois rangers adentraram o lugar indo até a recepção.
Os dois rapazes foram atendidos por uma moça morena, usando um uniforme da aeronáutica, tinha cabelos cacheados, e usava óculos. Os rangers perguntaram se haveria alguém na base que houvesse trabalhado com a equipe da Aquabase no passado. Porém a moça não liberou as informações alegando que eram confidenciais a civis. Troy e Steve mudaram sua forma de apresentação, se transformaram usando as chaves e se apresentaram então como sendo os Power Rangers, na tentativa de conseguir alguma informação.
A atendente logo se viu maravilhada por estar na presença dos heróis e se pôs a ajuda-los. Após alguns minutos de busca, a moça não conseguiu encontrar nada nos arquivos da força aérea, o que deixou os rangers decepcionados, pois acreditavam encontrar algo, após agradecerem a moça, darem um autógrafo e tirarem uma foto, os dois rangers saíram do prédio voltando a forma normal.
- O que faremos agora Steve? – questionou Troy desanimado.
- Vamos procurar em outra área. Alguém deve saber sobre eles. – respondia Steve.
- Então vamos, se não encontrarmos nada, vamos nos reunir com os outros. – afirmava Troy.
Steve assentiu com a cabeça e começou a indicar outro provável ponto onde poderiam achar alguma informação.
Afastado de onde estavam, Vermilion e Zane chegavam a uma base de operações dos bombeiros da cidade, um lugar amplo com uma imensa garagem onde os belos caminhões vermelhos, ambulâncias de emergência e outros veículos estavam estacionados, alguns oficiais que se encontravam no local pararam suas tarefas para atender aos dois rangers piratas. Ao questionarem o comandante do quartel sobre alguém no passado ter se tornado um ranger, o mesmo respondeu que havia sim um homem, o comandante afirmou que no momento ele estava resolvendo questões relacionadas à segurança do festival da cidade próximo a prefeitura.
Após indicar o caminho, Vermilion e Zane agradeceram de forma sutil o comandante, e logo correram do quartel indo em direção à prefeitura da cidade. Ao ver os rangers se afastando, o comandante soltou um longo sorriso, rapidamente o homem pegou seu rádio passando algumas ordens a alguns homens e indicou que outros o seguissem, pois sairiam logo em seguida para a cidade.
Enquanto isso, Emma e Lin chegavam ao hospital da cidade, era um prédio enorme de quatro andares e bem equipado, a recepção era bem organizada, médicos iam e vinham de suas salas ou dos inúmeros quartos que havia no local, mais ao lado da recepção havia um elevador usado pelos médicos, e do outro lado uma escada até os andares de cima.
Emma e Lin se entre olharam por um momento e logo começaram a andar até o balcão da recepção. Ao se aproximarem, viram uma bela mulher de cabelos loiros curtos na altura dos ombros e um uniforme de enfermeira preenchendo alguns papéis no balcão. As duas rangers esperaram a mulher terminar para então se aproximarem da recepcionista.
- O que posso ajuda-las? – questionou a mulher, usava óculos e um uniforme branco, seus cabelos eram pretos e estavam amarrados aparentava ter seus 23 anos de idade.
- Bom... Estamos procurando alguém que possivelmente foi uma Power Ranger no passado, porém a única informação que temos é que era uma paramédica. – respondia Lin.
- Uma médica daqui? Uma Power Ranger? – questionou a mulher com uma cara de duvida.
- Sim, se puder nos ajudar... – dizia Emma.
- Sinto muito. Não conheço ninguém daqui que tenha sido uma ranger no passado. Eu sou nova aqui. – afirmava a mulher mexendo em alguns papeis.
- Não há nenhum registro sobre o assunto? – perguntou Lin novamente.
- Não posso dar informação de nossos médicos a vocês. Se puderem se retirar. Estão atrapalhando meu serviço. – respondia a mulher mostrando a fila atrás das garotas.
- Certo. Vamos Lin. Tentaremos em outro. – afirmava Emma se dirigindo para a saída.
Lin rapidamente seguiu Emma para fora do hospital, enquanto isso a enfermeira observava tudo de longe enquanto conversava com seu colega de serviço, depois de lhe passar algumas ordens a enfermeira se aproximou da recepcionista curiosa com a conversa que se desenrolou.
- O que elas queriam? Eu estava conversando com o Fred e ouvi uma parte. – afirmou a enfermeira.
- As duas queriam saber se alguma paramédica daqui havia sido uma ranger no passado. Como se eu fosse saber de algo assim. – respondia a recepcionista entregando um crachá a uma moça.
- Entendo... Avisa o chefe para mim. Vou adiantar meu almoço. – afirmava a enfermeira.
- Tem certeza? Aonde você vai? – questionou a recepcionista curiosa.
- Eu poso ajudar aquelas garotas. Não se esqueça de avisa-lo! – gritava a enfermeira saindo pela porta de frente.
A recepcionista logo sorriu de canto, pegou o telefone do balcão e começou a relatar ao diretor do hospital sobre o almoço adiantado de sua colega. Do lado de fora, Emma e Lin caminhavam calmamente pela rua próxima ao hospital, uma ampla avenida por onde alguns carros passavam, as calçadas também tinham bastante espaço, eram enfeitadas por árvores pequenas, as duas discutiam sobre o assunto da ranger médica quando viram uma garotinha com roupas simples caída no chão, do seu lado, havia uma bicicleta quebrada, as duas se aproximaram da criança preocupadas, pois havia um corte não tão grande nas pernas e nos braços da criança que aparentava ter cerca de nove anos de idade.
- Ei! Está tudo bem? – dizia Emma a levantando com cuidado com uma expressão de preocupação no rosto.
- Sim... E-eu... – dizia a garota tentando falar mesmo com as dores.
- Não precisa falar nada... Vamos ajuda-la, não se preocupe! – dizia Lin ajudando a garota a ficar em pé com cuidado.
- Vamos leva-la até o hospital, aguenta firme amiguinha. – afirmou Emma que após Lin ajuda-lá a se levantar, pegou a garota no colo para evitar se esforçar.
Ao se virarem as duas rangers piratas deram de cara com a enfermeira do hospital que se aproximava. A enfermeira logo viu a criança nos braços de Emma e correu para ajuda-la.
- O que aconteceu? – questionou a enfermeira preocupada se aproximando do pequeno grupo.
- A gente estava andando e vimos ela caída com esses machucados. – respondia Lin.
- Me acompanhem ao hospital. Faremos alguns curativos nela. Não parece ser muito grave. – afirmava a enfermeira dando uma olhada rápida nos ferimentos da menina e em seguida guiando as garotas.
Não demorou muito para que o pequeno grupo entrasse ao hospital novamente, Emma levou a garota para uma sala perto da recepção onde a enfermeira começava a tratar os ferimentos da criança, a sala era bastante espaçosa, uma mesa com um computador em cima, algumas cadeiras, um armário com kits de primeiro socorros e uma maca onde a garota recebia seus curativos, encostado na parede, havia dois pequenos armários com vários remédios diferentes para qualquer tipo de situação.
Não demorou muito para que a criança tivesse faixas em torno de seus ferimentos, após alguns minutos verificando se não havia mais nenhum ferimento ou dor, a enfermeira lhe entregou um chocolate, aos poucos o grupo saia da sala com cuidado, a garota andava com dificuldades indo para a recepção junto com Emma e Lin. Ao chegarem, viram uma mulher aparentando seus 30 anos usando uma roupa formal, terno, calças sociais e um sapato social com uma bolsa em mãos, a mulher que parecia ser mãe da criança estava desesperada atrás da filha que logo ao vê-la, correu em sua direção dando-lhe um caloroso abraço de alívio. A criança e sua mãe se viraram para as três garotas parando a frente delas.
- Obrigada moça. – dizia a garota agradecendo Emma.
- Não precisa agradecer. Só toma cuidado da próxima vez. E não deixe sua mãe preocupada. E, aliás, qual é o seu nome? – dizia Emma acariciando a cabeça da garota com um sorriso no rosto.
- Meu nome é Karin. E pode deixar, vou tomar cuidado. – afirmava a garotinha com um sorriso no rosto segurando seu chocolate em mãos.
- Muito obrigada por ajudarem ela. E desculpe o incomodo. Eu sempre falo para ela por os equipamentos antes, mas criança é algo incontrolável. – dizia a mãe da criança.
- Não se preocupe. Fizemos nossa parte. Agora resta ela fazer a dela e tomar mais cuidado. – dizia Emma se levantando com um sorriso.
A pequena garota deu um abraço em Emma e logo se virou para sua mãe, as duas juntas saiam do hospital enquanto Emma apenas observava com um longo sorriso em seu rosto.
- Bom, vamos voltar à busca Emma. – afirmava Lin com um sorriso.
- Sim. Iremos até outro hospital. Até mais, e obrigada. – dizia Emma se despedindo da enfermeira.
- Esperem! Eu posso ajuda-las. – dizia a enfermeira as parando.
- Como assim? – questionou Lin.
- Venham comigo. Poderemos conversar melhor em outro lugar. – dizia a enfermeira guiando as duas para uma escadaria que levava aos andares de cima do prédio.
Emma e Lin se entre olharam por alguns instantes e seguiram a enfermeira pelas escadas, as três garotas subiram os quatro andares do prédio em alguns minutos, chegando enfim ao telhado do local, as garotas tinham uma bela vista das montanhas ao longe, além de uma boa visão de algumas partes da cidade. A enfermeira após contemplar o vento batendo em seu rosto se virou para Emma e Lin que estavam totalmente desconfiadas.
- Então... Porque trouxe a gente aqui? – questionou Emma.
- Ouvi vocês falando com a recepcionista antes, ela me contou que estavam atrás dos rangers que viviam aqui. – respondia a enfermeira.
- Então... Você sabe onde encontra-los? – questionou Lin com um olhar esperançoso.
- Sim. Aliás, vocês estão olhando para uma agora. – respondia a moça sorrindo. – Meu nome é Dana Mithcell. Sou a ranger rosa da equipe dos rangers LightSpeed Resgate.
- Espera... Se você trabalha aqui. Por que a mulher lá embaixo com cara de poucos amigos, disse que não havia uma ranger? – questionou Emma.
- Nossa equipe prometeu manter nossa vida como ranger em segredo das pessoas normais, não queríamos envolve-las em perigo, e isso facilitava as vezes para protege-las. – respondia Dana.
- Entendo... Deve ter sido difícil. Esconder de pessoas próximas que é uma ranger. – dizia Lin.
- Muito difícil. Mas era necessário. – afirmava Dana caminhando até a grade de proteção do telhado.
- Você sabe por que viemos aqui então não é? – questionou Emma se aproximando.
- Sim. O poder dos rangers lendários. Eu imaginei que seria isso. – respondia Dana.
- Então... – começou a dizer Lin dando alguns passos para o lado de Emma.
- Vocês tem um bom coração. Pude ver isso quando ajudaram aquela garota. Mas... Por que fizeram isso? Vocês não são piratas? – questionava Dana.
- Somos. E com muito orgulho. Porém eu jurei proteger e ajudar as crianças que um dia eu não pude proteger. De certa forma... Aquela garota me lembrou da minha irmã mais nova que morreu durante um ataque do império. Ajuda-las é como se eu estivesse me redimindo. – dizia Emma enquanto uma lágrima escorria por seu rosto.
- Sinto muito por isso. – afirmava Dana.
- Tudo bem. Não precisa se preocupar. – afirmava Emma secando o rosto.
- Quanto a mim... Posso ser só uma princesa sem um lar, porém enquanto eu estiver lutando contra o império, posso servir de exemplo para os mundos que não apoiam o imperador. Um sinal de que mesmo alguém como eu, uma princesa de um mundo caído, pode lutar e proteger a todos do império galáctico. – dizia Lin um pouco cabisbaixa.
- Vocês tem um bom coração. O verdadeiro espirito de um ranger. Eu admiro isso. – afirmava Dana sorrindo.
- E como faremos? Na verdade... O que precisamos fazer para que você nos reconheça? – questionava Lin.
- Não se preocupem. O simples fato de vocês ajudarem alguém em perigo é o suficiente. Eu irei lhes conceder o poder dos LightSpeed rangers. – afirmava Dina.
- Faremos um bom uso dele. – dizia Emma.
- Eu sei que vão. Afinal vocês são Power Rangers também. – afirmou Dana acionando seu morfador com um sorriso.
Enquanto as rangers mulheres do grupo conseguiam mais um poder lendário, longe dali, próximo ao leste da cidade, Vermilion e Zane chegavam próximos à prefeitura, os dois buscavam apressadamente pelo ranger que o comandante alegou estar no local. Os rangers chegaram perto da entrada do enorme prédio, uma construção antiga que lembrava alguns templos gregos, era muito bem preservada com uma fonte de água em frente à porta de entrada.
Vermilion e Zane se aproximaram da porta de entrada da prefeitura dando a volta pela fonte, porém logo foram parados. Ao pisarem perto da entrada, os dois rangers foram cercados por um campo de força estreito que os atingiu saindo do chão, pequenas cargas elétricas eram disparadas nos rangers que caiam de joelhos logo em seguida, Vermilion e Zane tentavam se levantar, porém o campo de força era denso demais para um movimento brusco, de repente, alguns homens se aproximaram pegando seus morfadores e chaves rangers.
Ao se virarem, viram homens com uniformes da equipe de bombeiros da cidade, próximo do grupo, estava seu comandante, olhando os rangers caídos com um sorriso malicioso no rosto, deixando os dois piratas confusos e cheios de dores, pois o campo de força não parava de dar descargas elétricas nos dois.
- Q-quem... É... V-você? – perguntava Vermilion com um olhar de raiva.
- Rangers... Desta vez... Vocês não terão escapatória. – afirmava o homem enquanto uma onda de energia passava pelo seu corpo, revelando a forma de Damaras.
- C-como...? – perguntou Zane com muitas dores.
- Nós sabíamos o que vocês queriam. Então eu me antecipei. Com a tecnologia de holograma da Saffey, consegui me transformar em um humano, e então... Era só aguardar os tolos piratas virem até mim. – dizia Damaras, enquanto seus droides de batalha saiam da forma humana se tornando robôs novamente.
- S-seu... – dizia Vermilion tentando se levantar.
- Agora... Que comece os jogos... Rangers. – dizia Damaras enquanto seus droides capturavam os rangers caídos.
Aos poucos, o plano de Damaras para por fim aos rangers piratas, havia começado.
Bạn đang đọc truyện trên: Truyen247.Pro