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16. Wedding Dress

Em uma sala bem ampla havia uma grande penteadeira, que se encontrava repleta de maquiagens, produtos para pele, secadores pranchas e babyliss, estava tudo uma completa bagunça. No centro em uma moldura com pés havia um espelho grande que permitia que a pessoa se visse inteiramente e até mesmo um pouco mais, já que ele ocupava metade de uma parede. Na sua frente a garota tocava o ventre e respirava fundo tentando controlar a "borboletas" que rondavam por seu estômago. Sentiu uma leve tontura que fez com que fechasse os olhos, mas tentou não transparecer mais do que devia, não queria ninguém preocupado.

- Não fique nervosa querida você está linda. - A mão de uma garota sorridente lhe tocou nos ombros. -

- Você acha mesmo? - Procurou os olhos da outra atráves do reflexo.

- Claro você é a noiva mais linda que eu já vi em toda minha vida e você bem sabe que eu já vi milhares.

E de fato ela sabia, um vez que 75% do trabalho de Jéssica era desenhar vestidos para noivas ou qualquer tipo de roupa para o casamento, até uma batinha especial para um padre que ia celebrar o casamento de noiva exigente ela teve que fazer uma vez. Então ela sabia bem dizer quando uma estava bonita ou não. As duas cansaram de rir "discretamente" de algumas noivas de gênio forte que teimavam em vestir peças que não cairiam bem no dia do casamento. Ela sabia que não era certo se divertir as custas dos outros, mas, algumas noivas imploravam por isso. Ela sabia também que nem tudo que as modelos, que estampavam as capas de revista, vestiam era realmente bonito, mas algumas pessoas deixavam-se levar apenas por preço e fama e acabavam contribuindo para disseminação de uma moda baseada em roupas feias e caras.

E aquele era um dos vestidos mais lindos que já fizera na vida. Jessica havia preparado para si própria, para seu casamento, mas abrira mão de usá-lo para que Krystal pudesse ter essa honra. De tudo que recebeu nos presentes de casamento, aquilo era, sem dúvidas alguma, o melhor presente de todos.

A garota só gostaria de estar mais corada e menos pálida para poder estar á altura do vestido, mas não se podia ter tudo então já estava mais do que grata pelo fato dos enjoos terem dado uma trégua. Nos últimos dias eles foram praticamente inexistente, apenas no momento estava sentindo os levemente, mas a causa deles agora eram outras e podia ser classificada em borboletas que rondavam o seu estômago, tudo isso porque iria subir ao altar em alguns minutos.

- Eu gostaria de saber como está as coisas do outro lado… - Murmurou encarando fixamente a porta.

- Nem pensar, corre o risco do noivo te ver antes da hora.

- Jessica, você sabe que eu não acredito nessas coisas.

- Acreditando ou não, você está proibida de ir até lá. Deixa que eu vou e te traga as notícias.

- Nem pensar, o Kyung deve estar te odiando e com motivos. Então, por favor, nem pense em aparecer na frente dele, imagino o quão trabalhoso foi para o Baek trazê-lo até aqui.

- Eu não fiz nada demais. - Cruzou os braços sentando em uma poltrona que estava próxima.

- Nada demais? Não venha me dizer que pagar um cara para sair com ele foi algo banal. Até eu fiquei zangada, Jessica.

- Eu tive meus motivos… - Deu de ombros puxando uma revista que estava sobre uma pequena mesa a sua frente.

- Argh! As vezes tenho vontade de… de… - Fez um gesto com as mãos como se fosse apertar o pescoço de Jessica.

- Mas, você me ama muito para isso. - A outra forçou um sorriso breve e voltou a atenção para a sua revista.

E ela estava certa, Jessica era impulsiva, não pensava antes de agir ou dizer algo, mas não era uma pessoa nociva. Sempre agia em pró de algo, por mais que fizesse coisas ruim era com uma boa intenção. Krystal acreditava piamente que havia herdado a impulsividade que carregava consigo de sua irmã.

A porta se abriu sem aviso fazendo com que ambas tivesse o olhar direcionado imediantamente para a porta.

- Minha linda, você está... - A mulher dava passos. - Não tenho palavras para descrever o quão maravilhosa você está.

- Senhora Do. - Krystal foi ao encontro da mulher que já vinha em sua direção e a abraçou. - Estou muito feliz que esteja aqui.

- E você acha que perderia esse dia? Jamais! - Beliscou leve as bochechas da garota para que ganhasse uma coloração.

- Falar nisso, eu soube que a senhora e Jessica andaram aprontando por minhas costas…

- Querida eu tive meus próprios motivos, então não me julgue.

- Senhora Do, você não quer que o Kyung seja feliz?

- Claro que quero, afinal ele é meu filho e tudo que mais quero é que ele tenha felicidade em abundância na vida dele.

- Então a senhora deveria deixá-lo em paz.

- Krystal! - Jessica se empertigou em sua cadeira deixando a revista de lado.

- Mas é verdade, ele já é um adulto e o fato dele gostar de garotos não é algo para se envergonhar, na verdade ele estar com alguém apenas para manter uma fachada nunca o fará feliz. Você sabe que eu te amo muito, mesmo, a senhora é como uma terceira mãe para mim, mas, eu acho que a senhora não quer a felicidade do Soo e sim a sua própria. Porque se quisesse mesmo que ele fosse feliz, de verdade, não se importaria com isso. Apenas o deixaria viver da forma que quisesse, que fizesse suas próprias escolhas e ser feliz da maneira dele.

A senhora Do apenas encarou a noiva, que se encontrava então com os braços cruzados, sem encontrar nenhuma resposta plausível para lhe dar.

- Esqueçamos isso por hoje e apenas aproveitar o casamento, uh? Está tudo tão lindo, não vamos estragar, okay? - Ela alisava o braço da garota a fazendo baixar a guarda novamente.

_____

Separados por um salão que acomodava além de grandes janelas em vidro e madeira nobre, que iam do chão até o teto, sofás, poltronas, estatuas em gesso e quadros por toda a parede. Em uma sala cuja a porta ficava de frente para a da noiva, sala essa que não era tão grande quanto a da noiva e o motivo disso era porque dividiram o salão do noivo em dois, o espaço seria um para ele e outro para o padrinho. O motivo disso é porque queria ficar o mais longe que conseguisse, já seria completamente difícil velo ali presente quando estivesse no altar.

"Por que raios ele não desistiu? Por que teve que vir?"

- Como eu sou burro… - Puxou a gravata afrouxando-a enquanto conversava com o reflexo a sua frente.

Bateu com o punho sobre a bancada esquecendo que ela era em vidro, olhou para a mão e viu que havia machucado com a pancada por sorte não havia sido nada demais, já o vidro havia rachado um pouco.

- Está tudo bem aí? - Uma voz penetrou pela fina parede em PVC improvisada.

- Sim Baek, apenas eu derrubei o spray para cabelo. - Assoprou o punho tentando afastar a ardência.

- Quer ajuda?

- Não, obrigado, cabeleleiro já está chegando.

E como se tivesse pronunciado as palavras mágicas a porta abriu e o cabeleireiro entrou. JongIn então se sentou na cadeira giratória que estava em frente à bancada.

Ele havia pensado muito tempo sobre esse casamento tinha todos os detalhes planejados. Tais como a cerimônia ao ar livre, se certificar de ter por perto todas as pessoas que mais amava, bolo de chocolate com morangos e muito champanhe. Lembrava que ele mesmo tinha preparado os bonequinhos que ficavam sobre o bolos e os votos a cerca de três anos atrás, mas tudo teve que ser modificado porque a pessoa com a qual iria casar também havia mudado e não convinha dar a ela o casamento que seria para outra pessoa. Se alguém lhe dissesse alguns anos atrás que de fato casaria com Krystal ele jamais acreditaria que aquilo aconteceria, e olha só o que o destino havia lhe reservado.

Então era isso daqui alguns minutos ele estaria casado e a moça Jung passaria a ser Kim.

Sua mente se encontrava em uma grande confusão, seu coração palpitava com tudo aquilo. Estava completamente dividido entre o amor e a obrigação. Há apenas dois dias ele estava nos braços do amado, fizera amor como não havia feito em anos, queria poder deixar tudo para lá e fugir com KyungSoo para alguma ilha deserta e o resto do mundo que explodisse com todas as merdas. Mas, por outro lado ele tinha uma obrigação para com Krystal e não poderia abandona-la, não naquele momento. Sabia que Kyung iria odiá-lo para o resto da vida, mas, aquilo era o certo a fazer no momento, talvez um dia, com muita sorte, o menor seria capaz de entende-lo e perdoa-lo. Mas, enquanto isso iria se certificar de fazer o casamento feliz enquanto este durasse.

- Tudo vai dar certo. - Por um instante em seu pensamento visualizou Kyung e Krystal e respirou fundo.

- Está nervoso? - O homem que já mexia nas mechas do rapaz falou. - Não fique, está tudo tão lindo lá fora. Vai sair tudo perfeito, você verá, uh?

Kai se concentrou nas palavras do homem e apenas concordou com um sorriso de canto. Tudo tinha que dar certo.

_____

- Você tem certeza? - Encarou garoto, que não conseguiu ficar sentado, à sua frente.

BaekHyun levantou e bateu na mão de Kyung antes que ele a levasse a boca começasse a roer as unhas.

- Não ouse!

- Droga Baek! Não posso nem roer uma unha em paz? - Tentou ao máximo não levantar a voz temendo que Kai o ouvisse.

- Não quando eu estiver por perto.

- Eu não sei se posso fazer isso.

- Serão apenas algumas horinhas.

- Baek, você não entende… Isso é pior do que o inferno, preferia estar morto.

- Nunca mais repita isso, entendeu?

- Mas é verdade, sinto como se uma mão estivesse apertando o meu coração com toda força e sei que na hora que ele disser sim naquele maldito altar ele irá explodir.

KyungSoo não conseguia entender aquela situação. Em um momento estava nos braços do amado, estavam se amando e de repente ele recebe uma ligação e tem que sair às pressas. Esse foi o último contato que teve com JongIn. Quando menos esperava recebeu uma ligação que informava que havia problemas com o casamento, por um instante até ficou feliz achando que ele poderia ter sido adiado ou até mesmo cancelado. Mas para sua surpresa ele havia sido atencipado e aconteceria em trinta e seis horas após a ligação. O chão do garoto desabou, o mundo parecia que não havia mais sentido. Nem conseguiu encerrar a chamada, seu telefone foi de encontro ao chão.

"O que raios é isso?" Foi a única coisa que conseguiu pensar.

Desde então ele vinha passando e repassando a última noite que esteve ao lado de JongIn, a forma que tinham transado, se algo ali havia sido tão ruim a ponto de fazê-lo desesperadamente casar-se. E simplesmente nada lhe via a cabeça. A única coisa que conseguia acreditar de fato é que JongIn havia lhe usado e lhe deixado, como vingança pelo que havia feito quando o deixou.

Repetiu um milhão de vezes que não iria naquele casamento, não queria olhar na cara de Kai nem que ganhasse 1 milhão de dólares para fazê-lo. Mas, uma ligação toda especial de Krystal o fez mudar de ideia, pela primeira vez na vida viu a menina pedindo por algo ao invés de apenas da ordem, e também algo no tom de voz fraco dela o sensibilizou. Sem contar que Baek praticamente o arrastou até lá.

Agradeceu aos céus quando soube que a sala do noivo seria dividida, pois assim se veriam o mínimo possivel. Pensou em chamar Suho para ser seu acompanhante, mas BaekHyun o havia proibido totalmente de fazer isso e nem sequer explicou o porquê. Ele apenas torcia para que por uma graça divina a noiva tenha o convidado e eles se encontrassem lá ao acaso.

- Já vai começar. - SeHun colocou apenas a cabeça no local por uma brecha na porta.

O aviso retirou Kyung de seus pensamentos e fez com quê suas mãos geladas praticamente pingasse de tanta suor.

- BaekHyun, por favor. - Implorou para o garoto que já tocava seu ombro o guiando para a porta.

BaekHyun por um instante tentou considerar, sabia que o amigo estava sofrendo muito com aquilo. Fazer com que assistisse o casamento da pessoa que mais amava era a maior maldade que já vira na vida. Considerava bastante Krystal, e por mais que ela houvesse lhe implorado, ele não faria mais aquilo.

- Certo, você não precisa ir, sei o quanto isso vai machucar então você não têm que fazê-lo. Vamos para casa.

- Você está falando sério? - Os olhos de Kyung praticamente brilharam com aquilo.

- Sim, estou. Você não é obrigado a nada.

- Será que dá para o queridinho fazer o favor de me acompanhar até o altar, ou está difícil? - Jessica inesperadamente abriu a porta fazendo o coração de Do disparar.

- Ele não vai. - Foi Baek, com os olhos cerrados, quem pronunciou pois Kyung se engasgou com suas palavras.

- Está querendo dizer que não haverá um padrinho no casamento? É isso mesmo? Você já viu casamento sem padrinho? Sério que vocês querem que eu vá preocupar a Krystal nesse momento com isso? - Ela levou as mãos a cintura com a cabeça baixa. - Não acredito nisso.

- Eu não sei se você já percebeu isso, mas o mundo não gira apenas em torno de vocês. - Sehun que ainda estava próximo a porta encarou as costas da menina.

- Quem raios é você mesmo para se meter na história? - Ela se virou com uma sobrancelha erguida.

- Ele é meu namorado, algum problema, querida? - BaekHyun se aproximou.

- Problema algum, mas, se ele não vai ser o padrinho um dos dois terá que me acompanhar até o altar.

BaekHyun controlou a respiração pois queria falar poucas e boas que ela merecia mesmo ouvir. Mas a voz de Kyung tirou sua concentração.

- Ela está certa, alguém precisa fazer isso. Sou eu que não consigo estar aqui, mas se ela também não te ver… Quero nem imaginar.

Por um minuto se pôs na pele da garota, que nada havia com toda aquela história, e imaginou o quão arrasada ela ficaria.

- Você poderia… - Não conseguia nem terminar o raciocínio e nem olhar diretamente no rosto do amigo.

BaekHyun rapidamente entendeu o que ele queria falar.

- Eu posso pegar um táxi...

- Sehun, o acompanhe até em casa. E seu não chegar até as 00:00 mande uma ambulância vir me buscar, porque provavelmente eu posso acabar sendo contaminado com o veneno dessa cobra.

- Como é? - A garota virou estupefata.

- E, por favor, não me dirija a palavra de forma alguma. Ficarei muito agradecido. Quanto a você Kyung… Apenas vá.

O garoto assentiu e caminhou para a saída da sala e no momento que colocou os pés para fora deu de cara com Kai em pé a sua frente. Seus olhos estavam marejados, era visível que ele estava travando uma intensa guerra interna entre o que seria certo e errado no momento. Do não conseguiu olhá- lo por mais de um segundo.

Então, Sehun percebendo a situação pegou o braço de Kyung, mas no mesmo instante Kai retirou a mão do rapaz e em movimento inesperado puxou o menor para seus braços, que nem sequer fez esforço para sair dali.

- Me perdoa. - Sussurrou.

Kyung queria, mas, não conseguia entender porque tudo aquilo estava acontecendo. Se ele não se sentia bem, assim como aparentava, então por quê estava se casando?

JongIn o afastou e tomando seu rosto entre as mãos levou os lábios aos do menor tomando-os para si e o beijou como nunca havia feito antes. Krystal que havia acabado de abrir a porta presenciou o momento exato, mas nada falou apenas respirou fundo e voltou para dentro da sala antes que fosse vista, pois se Jessica soubesse que JongIn a havia visto antes do casamento iria dizer que todas as coisas ruim que acontecessem dali em diante seria culpa desse momento.

- Me perdoa. - Repetiu o soltando.

Agora era sua vez, ele não queria, mas era necessário. Iria troca-lo assim como KyungSoo havia feito um tempo atrás, talvez por motivos tão infames quanto.

Esperou que o garoto fosse logo embora, mas o mesmo apenas ficou paralisado com o choque do momento, portanto para acabar com aquela angústia lhe deu as costas e caminhou em direção ao local que o celebração aconteceria e não se permitiu olhar para trás.

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