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Capítulo Oito

 Entrar e dar de cara com Nina não estava nos planos de Madame Min. Pelo menos não tão cedo. Mas ali estava ela, dentro do corpo do garoto, os braços cruzados e o pingente pendurado no pescoço e balançando entre eles. Sentado ao lado estava o garoto, no corpo dela, com os braços apoiados nos cotovelos, quase agachado com as pernas abertas. Ao contrário de Han MiMo, ela via os dois por quem eles realmente eram e isso era uma das coisas que ela mais odiava em ser médium.

Han Mi Mo encarou um de cada vez os três ali naquela sala. Aos poucos sua mente começava a aceitar que aquela pessoa com cara de Jungkook era sua melhor amiga e que aquela pessoa com o rosto da sua melhor amiga era, na verdade, seu bias no BTS. Soltou o ar com força pelos pulmões, tentando não pirar com toda aquela informação junta. E olha que ela nem se considerava ARMY.

Jungkook arqueou uma sobrancelha para a velha e cruzou os braços, curioso. Pelo nervosismo dela, a hipótese de que era a responsável por estar com cólica, usando saia e sendo considerado o pior aluno numa escola era verdadeira.

– Não preciso nem explicar, né? – falou Nina com um sorriso sarcástico. – Como que a gente sai disso? – perguntou abrindo os braços e apontando para o corpo de Jungkook.

– Não faço ideia. – respondeu Madame Min com simplicidade.

– Como assim? Não foi você que fez isso? Se fez, dá para desfazer. – falou Jungkook concordando com Nina.

– Não é tão simples...

– Foi o amuleto, não foi? – perguntou Nina. – Foi por isso que você não me cobrou por ele, não foi?

– Bem... Na verdade, acho que coloquei um feitiço na pedra para que você parasse de desobedecer minhas profecias.

– "Acho"? Como assim, "acho"? E onde eu entro nisso? – perguntou Jungkook começando a ficar irritado com aquela conversa.

– Você está no destino dela. Das duas. – respondeu apontando também para Han MiMo.

– EI, ME DEIXE FORA DISSO, JÁ SOU LOUCA O SUFICIENTE. – gritou a menina.

– É mesmo. – concordou Nina balançando a cabeça.

– Ei!!

Nina e Mimo mostraram as línguas uma para a outra e cruzaram os braços. Jungkook nunca se sentiu tão ridículo por ver a si mesmo agindo daquele jeito. Tudo o que ele queria era sair daquele pesadelo.

– Vamos focar, por favor?! – falou se segurando para não gritar. Olhou para a velhota, ainda de pé perto da porta, como se fosse fugir a qualquer momento e se levantou indo até ela. Madame Min se encolheu, mas não saiu do lugar, encarando o olhar duro do garoto escondido por trás do rosto bonito de Nina. – E então, Tia... Como que a Nina sai dessa? Já que a culpa de tudo é dela por não ter obedecido sua "profecia"? – perguntou num tom perigoso.

– Nem adianta me culpar, eu não fiz nada de errado. Não dá para saber qual previsão eu não segui porque ela faz o tempo todo! É impossível seguir todas.

– Impossível acreditar em todas, você quer dizer... – resmungou Mimo ainda de braços cruzados assistindo aquilo tudo de camarote.

Jungkook concordava com ela, não dava para acreditar em toda aquela bobagem. Tudo bem, era do tipo que acreditava em xamãs, tinha sua própria cota de amuletos e superstições tanto quanto qualquer pessoa, mas daí a achar que por quê não cumpria uma delas ele seria amaldiçoado, já era demais.

– Você disse que eu estou no destino delas. De que jeito? Assim? – apontou para si mesmo.

– Bem... é. Um dos seus irmãos também. Mas ele não vai trocar de corpo. – respondeu finalmente dando um passo a mais na direção da sala. – ...Acho. – completou baixinho se sentando numa poltrona puída.

– Ok e o que a gente faz para desfazer essa merda? – perguntou Nina estressada.

– Você fala muito palavrão, sabia? – falou Jungkook voltando a se sentar ao lado dela.

– Sério? É isso que te preocupa agora? – perguntou ela em resposta.

– Brigar entre si não vai adiantar, só vai atrasar mais o processo de cura. – agora Madame Min olhava para as próprias unhas, começando a se divertir de novo com aquele assunto. Sorria discretamente, mas continuou não olhando para nenhum dos outros nos olhos.

– Mas você disse que não sabia desfazer? Como assim "processo de cura"? Fala tudo de uma vez, porra. – xingou Nina.

– Como exatamente desfazer eu não sei. – falou a vidente. – O que eu sei é que vocês precisam se entender. O destino de vocês está entrelaçado, o dela também e o do outro moço também. Vocês quatro precisam pelo menos se dar bem.

Jungkook e Nina se encararam e fizeram uma careta um para o outro, mas iam tentar. Nina não conseguia se imaginar tendo outro ataque de pânico em meio aos ensaios do BTS, muito menos desmaiando toda vez que Taehyung se aproximava. Sem o Jungkook verdadeiro ela não conseguiria.

– Precisa me ajudar com os compromissos do Bangtan... – sussurrou ela vencida.

– É assim que se fala! Espirito de equipe! – madame Min voltou a ficar empolgada com tudo. Devia fazer isso mais vezes, era divertido.

***

Uma hora depois Jungkook ainda tentava entender toda a informação que tinha conseguido naquela tarde. Uma parte dele não queria acreditar na vidente, mas outra, aquela que sempre acreditou em destinos e até colocou isso em suas músicas, sabia que de alguma forma a velhota estava certa sobre algumas coisas. Teria que se dar bem com a garota e essa era a parte mais difícil. Com Mimo já era mais fácil. Ela era gentil e tinha concordado com tudo antes mesmo da velha ter ido embora.

Sorriu para ela quando trouxe frutas numa bandeja e começou a descascar para os dois. Não entendia como uma pessoa doce como ela podia ser melhor amiga de uma maluca como Nina. As duas não tinham nada em comum! A não ser o gosto pelo Bangtan. O resto era quase como água e óleo.

– Você acreditou em tudo o que a tia disse? – perguntou sentando-se no chão ao lado dela e se servindo de uma fatia de pera.

– Eu nunca fui muito de acreditar no que aquela velha dizia. Vivia tirando da cara da Nina por ir sempre lá... mas agora estou meio assustada. – falou Mimo sem olhar diretamente para ele, ainda descascando e cortando as frutas.

– Assustada por que?

– Bom, para começar tem um dos maiores idols do mundo sentado na minha sala, isso por si só já seria o suficiente. – murmurou ela. – E eu ainda troquei de roupa na frente dele... – riu sem jeito, tentando tirar essa memória do caminho.

– Eu virei de costas... não vi nada. Juro. – sussurrou ele em resposta. Mimo apenas riu assumindo um tom de vermelho intenso no rosto. Ela era muito bonita até quando ficava envergonhada.

– Depois tem essa coisa de você parecer a Nina, mas não ser ela. É estranho. Mas faz sentido. Eu bem que estranhei você dançando daquele jeito na Educação Física hoje. E indo bem na prova... Isso nunca aconteceria com a Nina. – riu. – Acha que ela vai conseguir fazer o que disse, na sua casa? – perguntou finalmente levantando os olhos.

– Sinceramente? Não sei. Ela é meio imprevisível, sua amiga. E briguenta. E sem educação. E... ok. – parou ao ver o olhar duro de Mimo. Pigarreou. – Talvez a gente precise interferir mais diretamente, no caso dela.

– Como assim?

– Vamos ter que nos infiltrar na equipe do grupo.

– O QUE? DO BANGTAN? PIROU?

– É o único jeito... ainda não sabemos qual deles é a quarta pessoa dessa profecia maluca.

– Puta que pariu.

– Vocês duas falam muito palavrão. – murmurou. Em resposta Mimo enfiou um pedaço de pêra na boca dele.

– Coma antes que estrague. 


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Nota da autora: EU TO ON FIREEEEE!! Nossa, to escrevendo adoidado! Se preparem que vai ter mais atualização aleatória na semana. bjs

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