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🏵 𝑭𝒊𝒓𝒆 𝒐𝒇 𝒎𝒐𝒓𝒏𝒊𝒏𝒈 🏵

Gente, eu voltei! Tem um presente como pedido de desculpas pra vocês lá no fim do capítulo. Uma foto pra matar a saudade de pequeno Kim.

Boa leitura!

- HATHAWAY -

— Amigo, eu acordei feliz hoje, sabia? — Escovei os pelos de Liszt enquanto conversava com ele. O sol ainda não nasceu e eu já estava fora da cama, arrumado, esperando a hora em que Madison acordasse pra me encontrar.

Um bobo apaixonado. Liszt me encarou enquanto mastigava o feno.

— Você é um cavalo inteligente, deveria sentir a alteração no humor de seu dono! — Ele bufou e cuspiu o feno em mim, não pude evitar abrir um sorriso. — Ainda não agradeci por ter jogado Madison na água aquele dia, será que sou um ser humano horrível por ter gostado do rumo que as coisas tomaram?

Eu realmente estava esperando meu cavalo me responder?

Levei todo o tempo do mundo pra prender a cela nele, em partes pra aproveitar a sensação de estar sozinho com meu cavalo, em partes pra ocupar aquele tempo com alguma coisa.

A ansiedade me fez acordar cedo demais.

Assim que terminei de arrumar Liszt, passos soaram do lado de fora do estábulo, pensei ser o Barão que voltara de viagem, Min Yoongi já estava fora da propriedade há um tempo.

Fui para o lado de fora e me admirei ao perceber que, ao invés do Barão, quem estava se aproximando com os braços em volta do corpo pequeno era Madison.

O ar saiu de meus pulmões ao registrar novamente a sua beleza, depois da confissão de ontem, percebi quão forte são meus sentimentos pela moça.

— Querida, por que veio tão cedo nesse frio? — Envolvi meu braço por seus ombros, a puxando pra meu peito enquanto a trazia pra dentro do estábulo, onde estava mais aquecido.

— Fui no seu quarto e não te achei, pensei que já pudesse estar aqui. — Madison falou de uma forma calma e culta, pelo jeito o frio matutino era a única coisa que aplacava aquele fogo selvagem que a personalidade dela tem.

— Devia ter pelo menos colocado um casaco. — Tirei meu cachecol e enrolei em seu pescoço. — Venha cá. — Madison se aconchegou em mim e Liszt empurrou meu braço com a cabeça grande, como se percebesse que minha atenção não era mais dele.

— Seu cavalo está com ciúmes. — Madison riu contra meu peito, eu sorri.

— Ele vai superar. — Me afastei o suficiente apenas pra levantar seu queixo e lhe dar um singelo beijo nos lábios, senti minhas bochechas corarem. — Como passou a noite?

— Muito bem, muito bem mesmo. — Madison agarrou minha camisa e me puxou pra baixo de novo, grudando nossas bocas.

Acho que me apressei ao julgar, o frio da manhã não extinguiu o seu fogo.

Mantive minhas mãos respeitosamente em sua cintura, apesar de que eu sabia que se as descesse, Madison não iria protestar. Mas não era a hora ainda.

O beijo foi forte, longo e profundo, quando nos separamos após Madison morder de leve meus lábios, a puxei pra fora do estábulo o suficiente pra vermos o nascer do sol sem pegar muito da friagem.

— Meu plano era sairmos com o Liszt, mas já que você está aqui, podemos olhar para o sol também. — Madison entrelaçou sua mão na minha, que estava em sua cintura, a puxei mais pra perto, como se não fosse o suficiente estar grudada na moça.

— Assim que o sol nascer nós podemos sair com o Liszt.

— Seu desejo é uma ordem. — Sussurrei em seu ouvido, Madison sorriu enquanto observava o céu.

— Tae, preciso voltar em alguns dias. — Ela não me olhou, como se não conseguisse falar aquilo pra mim enquanto encarava meus olhos.

— Então faremos de seus últimos dias aqui os mais incríveis. — Doía em mim saber que ela tem de ir embora, mas a coisa mais valiosa que temos é o agora, por isso ele se chama presente.

Por isso eu vou aproveitar meu presente com ela, e o futuro fica nas mãos do destino.

Percebi que, mesmo um pouco cabisbaixa, Madison sorriu com minhas palavras, isso me deu a confirmação de que eu falei certo.

Assistimos o sol nascer em silêncio, Madison encostou a cabeça em meu peito e eu a abracei. Não consigo ser como Jimin, ir em um prostíbulo pra saciar minhas necessidades físicas, talvez porque eu nunca cheguei a saber realmente o que é o prazer sexual, mas sinceramente... Não me vejo fazendo isso com alguém que eu não ame.

E eu não vou macular Madison já que não ficaremos juntos de fato.

— É muito horrível eu estar pensando em me embolar com você em cima daquele feno? — Eu ri.

— Vai estragar o seu cabelo e o meu. — Estendi minha mão para a moça e levei ela até Liszt, assim que a ajudei a subir, montei atrás dela. — Pronta?

— Onde vamos? — Madison virou pra trás pra me questionar, fiz com que ela voltasse a olhar pra frente e guiei Liszt pra fora do estábulo enquanto respondia em seu ouvido.

— Se eu contar não vai ser mais surpresa. — Saímos em disparada pelas colinas verdes da propriedade, as costas de Madison grudaram em meu peito e eu tive que pedir com carinho pra que ela domasse seus cabelos, já que estavam batendo em meu rosto por causa do vento.

A cavalgada estava levando alguns minutos bem consideráveis, mas eu não me importava com o tempo, enquanto estivesse com ela, cada segundo era precioso.

Pensei em levar Madison para comer alguma coisa em uma das praças londrinas, mas a presença de outras pessoas me impediria de agir da forma que quero com ela. Enquanto estava em meu quarto, pensei que eu poderia me esforçar pra descobrir quem realmente sou, sem o peso social me estrangulando.

Isso esteve tão enraizado em mim que acabei aceitando sem saber como eu me portaria de fato se não fosse uma obrigação todas essas etiquetas.

Madison é tão autêntica que me senti um farsante ao seu lado, eu queria mudar isso.

Mesmo depois de quase uma hora de cavalgada, ainda estávamos na propriedade de minha família. Quando Jimin e eu saíamos por alguns dias pra atirar ou treinar a pontaria com arco e flecha, acampávamos em um pequeno chalé no fim da campina. Assim que enxerguei o chalé no horizonte, fiz Liszt correr mais rápido.

O solavanco jogou Madison contra meu peito outra vez.

Liszt diminuiu a velocidade pra um leve trote, depois parou ao lado do chalé. Pulei de seu torso e ajudei Madison a descer, assim que seus pés tocaram o chão, ela me olhou sorrindo.

— Então este é o lugar? — Segurei sua mão e a puxei pra porta.

— É sim, tive vontade de mostrar um pouco de minha adolescencia pra você, já fiquei por muitos dias treinando aqui com Jimin. — Madison soltou minha mão e entrou no chalé quando abri a porta.

— Sua adolescência que ainda não acabou, não é? Você fez o que semana passada? Dezoito anos? — Fechei meus olhos com força e tentei não pensar nisso.

— A senhora Drummond ainda me trata como uma criança. — Revirei os olhos e me sentei em um banco perto da janela que Madison estava abrindo.

— Algo me diz que ela vai te tratar como criança pra sempre, Tae. — Ela se sentou em meu colo e eu apoiei um braço em cima de suas pernas enquanto envolvia o outro em sua cintura.

— Temos o chalé todo pra nós dois até o por do sol, eu trouxe comida pra não morrermos de fome antes de voltar, inclusive, consegui surrupiar alguns bolinhos da senhora Drummond do forno da cozinha. O que quer fazer, senhorita Madison?

O 'senhorita' que eu usei foi pura ironia, pela primeira vez pude brincar com a etiqueta sem ser julgado. E eu gostei muito.

— Por enquanto... — Madison afastou os cabelos de minha testa e deu um beijo ali. — Quero ficar abraçada um pouquinho com você.

— Seu desejo e uma ordem. — Antes que eu pudesse pensar no que estava fazendo, passei um braço por debaixo das pernas de Madison e apoiei o outro em suas costas, levantei do banco onde eu estava sentado e Madison deu um pequeno grito antes de começar a rir.

Em meio a nossas risadas, levei Madison pro quarto do chalé e me joguei na cama com ela nos braços. Era uma cama de casal porque Jimin e eu dormiamos juntos, agora ela me foi útil.

Quando nossa risada cessou, Madison se aconchegou em meu peito e jogou o braço por cima de minha barriga, comecei a mexer em seus cabelos enquanto aproveitava aquela sensação de liberdade.

— Meu Deus do céu, sinta esse abdomen, Senhor! — Madison passou a mão pela minha barriga e eu ri de seu comentário.

— E eu pensando que você estava mais quieta hoje.

— Seria pedir demais você tirar essas roupas? Eu já vi tudo mesmo... — Madison corou. COROU! — Bom... Quase tudo.

Eu poderia fazer um comentário esperto sobre ela ter ficado envergonhada com as próprias palavras, mas eu também estava roxo de vergonha, então deixei passar.

— O que vai fazer se eu tirar a camisa? — Madison deu um sorriso malicioso.

— Lamber seus músculos? — Eu ri e me sentei, ela arregalou os olhos.

— O que vai fazer? — Madison perguntou enquanto eu desabotoava a camisa.

— Não tenho nada a perder e os outros estão a quilômetros de distância de nós, ninguém nem sonha com o que está acontecendo nesse chalé. — Tirei a camisa morrendo de vergonha, mas eu a engoli e fiz o que eu queria.

— Você está mais espontâneo, é errado eu dizer que estou gostando? — Madison se aproximou e lambeu minha barriga tal como havia dito que faria, eu ri com as cócegas enquanto meu rosto tomava um tom de roxo que estava aparecendo frequentemente por causa dela.

— Só estou tentando ser mais eu mesmo, pelo tempo que você continuar aqui. — A fisionomia de Madison ficou mais séria e ela acariciou meu rosto com a mão direita enquanto olhava dentro dos meus olhos com aqueles mirantes azuis.

Eu poderia admirar seus olhos por horas.

— Seja você mesmo até depois de eu ter ido embora. Você é incrível, Taehyung! É um homem amável, carismático, respeitoso, as pessoas merecem conhecer você pelo que você é, não pelo que a sociedade te impõe. Você é livre pra se sujar de açúcar quando come os bolinhos da senhora Drummond, é livre pra se escorar na parede quando estiver cansado, é livre pra gritar um "porra!" de vez em quando e extravasar energia reprimida. Você é homem, é mais fácil aceitarem algo assim de você do que de mim. Faça a diferença aqui em Londres, meu bem.

Sua mão passou de meu rosto pro meu cabelo, coloquei a minha em sua nuca e a puxei pra baixo, pra grudar nossos lábios em um beijo e agradecer por suas palavras da forma mais sincera possível.

Madison espalmou a mão em meu peito e me beijou de volta, tão apaixonadamente quanto da última vez. Me perguntei novamente como alguém consegue beijar uma pessoa que não ama, que sentido tem? Com Madison eu sinto meu estômago dar cambalhotas, sinto arrepios com suas unhas arranhando de leve minha pele, sinto prazer com os movimentos que sua língua faz contra a minha, com a forma que ela me olha.

Com aqueles olhos...

Puta merda! Que mulher!

Girei Madison pra que ela ficasse em baixo de mim e olhei dentro de seus olhos.

— Não quero que você vá. Eu entendo que precisa ir, mas não me julgue por querer que isso aqui dure pra sempre. — Madison deu um sorriso triste.

— Eu nunca, nunca, nunca vou esquecer você, Tae. Estaremos sempre juntos aqui. — Ela tocou o exato lugar de meu peito onde fica o coração.

— Precisamos de memórias. — Eu sorri, tentando quebrar o clima triste.

— Precisamos de ação. — Madison me puxou pra baixo e me beijou de novo.

Passanos o dia todo assim, em um momento nos beijávamos, em outro Madison comia os bolinhos e eu ria da sujeira que ela estava fazendo em cima da cama, depois nós dois ficamos cheios de açúcar por nos embolar em cima da cama suja...

Foi uma boa despedida, já que até aquele momento eu não sabia que ela precisaria ir embora na manhã do dia seguinte.

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Fanfic também é cultura

A informação que eu tenho pra vocês é algo que todo mundo já sabe, apesar de a etiqueta social afetar tanto homens e mulheres, visívelmente as mulheres eram muito mais julgadas por apresentar atitudes diferentes daquelas esperadas por uma dama.

Mesmo com isso, Pequeno Kim foi uma tentativa pessoal minha de mostrar a vocês que também existem homens que sofrem com essas imposições, acredito que o ponto de vista do Taehyung sendo mostrado tão as claras pra vocês é algo esclarecedor, creio que estão acompanhando as descobertas sobre si mesmo que ele tem feito no decorrer dos capítulos.

Isso por si só já é incrível!

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