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⚘ 𝑪𝒐𝒖𝒏𝒕'𝒔 𝒄𝒂𝒓𝒓𝒊𝒂𝒈𝒆 ⚘

- HATHAWAY -

Assim que Vênus saiu eu virei pra trás pra saber para onde ela havia olhado, então avistei Madison escorada na parede no mesmo lugar em que estávamos, ela me encarava com alguns biscoitos na mão.

Andei até lá e tomei a liberdade de pegar um dos biscoitos de sua mão enquanto me escorava na parede também.

- Jimin saiu pra transar com alguma mulher no prostíbulo aqui perto, então eu fiquei comendo biscoitos enquanto você terminava de dançar. - Me engasguei com o biscoito e comecei a tossir no meio do salão, várias pessoas assistiram quando Madison deu uma pancada forte em minhas costas com o cotovelo e o pedaço de biscoito soltou da minha garganta.

- Meu Deus, Taehyung! Desculpa, desculpa, desculpa! - Ela dava pulinhos desesperados enquanto olhava pra mim, acabei rindo da situação. - Eu e minha boca grande, você está bem?

- Acho que quebrou minhas costelas com a cotovelada, de onde tirou tanta força?

- Ah... - Acho que é a primeira vez que vejo Madison constrangida. - Eu faço academia.

- Academia? - Perguntei sem saber o significado da palavra.

- Digamos que eu carrego coisas pesadas com os braços, empurro com as pernas e costumo forçar também o abdomen pra queimar gordura e criar músculos. - Ela tocou em meu braço - Como os seus, mas não tão aparentes quanto. - Então Madison sacudiu o vestido. - Essa coisa não deixa você ver nada, mas eu não tenho o corpo de porcelana dessas pequenas damas aqui.

Tentei não pensar no corpo de Madison sem aquelas roupas, então mudei de assunto.

- Disse que Jimin foi a um... - Meu Deus, eu nem conseguia falar a palavra.

- Sim, ele mesmo me disse. Não tão explícito quanto eu falei pra você, mas quando eu o chamei pra dançar, ele disse que ia satisfazer suas necessidades masculinas em um lugar aqui próximo, então, a não ser que tenha procurado um lugar reservado pra bater punheta, ele foi transar.

Ela falou a última frase mais baixo, graças a Deus. Mas algo me incomodou.

- Madison, o que é bater punheta? - Seus olhos se arregalaram tanto que pensei que podiam saltar pelas órbitas, então ela segurou meu braço e me puxou pra fora do salão. - Hey, pra onde está me levando?

- Pra uma carruagem, nós vamos pra sua casa pra eu te esclarecer as coisas, porque se alguém pegar a gente conversando sobre isso no salão, nós estamos muito ferrados.

A carruagem que Madison veio com Jimin ainda estava na propriedade, o que significar que Jimin saiu a pé. Madison convenceu o cocheiro a nos deixar na mansão e depois voltar pra buscar o primo, então nós dois entramos atrás e a carruagem começou a se mover.

- Não devíamos estar sozinhos aqui dentro. - Ela deu de ombros.

- Ele não vai falar nada, e pelo menos agora podemos conversar. - Madison respirou fundo e olhou pra mim, estavamos sentados um ao lado do outro. - Você sabe como funciona o sexo, não é?

- Sei, mas como é que você sabe? - Por favor, não me diga que já fez, por favor, por favor.

- Minha mãe me explicou quando ganhei uma idade boa, já ouvi as experiências de alguns amigos, já li muita coisa sobre, mas essa não é a questão. Bater punheta é o que chamamos de sexo solitário. - Ela puxou meu braço pro seu colo e envolveu a mão em torno dele, eu apenas observei. - Se você fizer esse movimento repetidas vezes no seu... hamm... pênis... Você vai ter uma sensação bem próxima a de estar fazendo sexo com uma mulher. - Então ela moveu a mão pra cima e pra baixo.

É... Eu já tinha feito isso, mas nunca consegui terminar.

Puxei meu braço de volta enquanto imagens de Madison fazendo aqueles mesmos movimentos em mim se passavam na minha cabeça. Fechei os olhos com força pra tentar parar de pensar besteira, depois os abri e olhei pra Madison.

Aquilo era tão diferente de conversar com a senhorita Vênus durante a dança... Eu me senti seguro o suficiente pra conversar com Madison sobre sexo! Ela me fazia rir e ao mesmo tempo eu queria fazê-la rir também, e a cada vez que ela sorria eu ficava ainda mais...

Ainda mais o que? Que nome se dá pra isso? Essa vontade enorme de querer ver ela feliz, de me despedir com um beijo na testa, de roubar bolinhos pra comermos juntos, de passar a mão no seu cabelo da mesma forma que ela passou nos meus quando estavam secando.

Essa vontade absurda de... De beija-la. De novo. Porque os lábios dela não só me parecem macios, mas eu sei que são.

- Madison, será que você pode me explicar o que é estar de quatro? - Lembrei da explicação de Madison pra perceber quando se está apaixonado, depois de explicar tudo que estou sentindo agora, ela usou essa expressão.

- Ahh... - Ela riu. - Lembro que você perguntou se tinha a ver com cavalos. Com certeza já viu algum animal cruzando, normalmente a fêmea está com as quatro patas no chão, totalmente submissa, totalmente a mercê, totalmente...De quatro. - Ela deu de ombros. - É uma forma de se dizer que está...

- Apaixonado. - Eu concluí.

- Por que a pergunta assim do nada? - Olhei de seus olhos pra sua boca. Não estávamos mais dentro do salão, não havia ninguém pra testemunhar aquele momento além de nós dois.

Então eu mesmo tomei a iniciativa, passei minha mão por seu rosto até que meus dedos estivessem singelamente enroscados em seus cabelos, depois me aproximei dela até que nossos lábios estivessem à milímetros de distância um do outro.

- Sei que falei pra você que era melhor não se repetir, mas também lembro de ter me dito que eu não precisaria pedir pra beijar você se eu o quisesse. - Madison apoiou as duas mãos em meu peito.

- Por que não me beijou ainda? - Eu sorri e encostei meus lábios nos dela, testando, provando, os beijando um, duas, três vezes enquanto me lembrava de quão macios eles são e o quanto é bom sentir a textura deles contra a minha boca.

Era a minha vez de experimentar, Madison sabia disso, quando ela me beijou eu estava tão surpreso que não aproveitei o momento do jeito certo, e alguns dias atrás eu não estava tão... De quatro... por ela, como estou agora.

Suas mãos agarraram minha camisa e me puxaram pra mais perto, então eu fiz o que ela havia pedido pra mim antes, eu abri a boca. Quando Madison envolveu meus lábios com os seus e eles começaram a se mover em uma dança sincronizada eu me senti derreter nas mãos daquela mulher. Nossas línguas se encontraram de forma suave, como se ela me desse tempo pra me acostumar com a arte de um beijo profundo, e quando elas dançaram juntas, eu me dei conta de onde os pianistas apaixonados tiram a inspiração pra fazer música.

Desci minhas mãos para a cintura de Madison e a puxei tal como ela havia feito há alguns segundos, senti ela rir um pouco antes de parar de me beijar e levantar do banco acolchoado da carruagem.

- O que foi? - Perguntei sentindo a respiração pesada.

- Não me julgue - Madison tirou os saltos e levantou a saia do vestido até o joelho, depois abriu as pernas e se sentou em cima de minhas coxas, de frente pra mim.

Eu comecei a rir.

- Você tem que sair daí de cima no exato momento em que a carruagem parar, se não o cocheiro não vai gostar muito da visão. - Ela sorriu e me deu um beijo leve nos lábios.

- Se é pra eu me agarrar com um homem tão gostoso quanto você dentro de uma carruagem apertada, que seja do jeito certo. - Eu balancei a cabeça, rindo.

- As vezes você me assusta com sua sinceridade, Madison. - Baixei sua boca de encontro a minha de novo, Madison agarrou meus cabelos enquanto eu apertava ainda mais sua cintura, a puxando pra mim na mesma intensidade que eu era puxado pra ela.

O beijo estava sendo profundo... Muito profundo. E quando eu me senti seguro o suficiente de que estava fazendo a coisa certa, eu mordi de leve seus lábios e depois distribuí meus beijos pelo pescoço macio de Madison.

- Por favor, nunca frequente um prostíbulo, você vai falir aquele lugar porque as mulheres vão querer transar de graça com você.

- Madison! - Eu parei de beija-la e a encarei com os olhos arregalados e provavelmente com o rosto roxo de vergonha.

- Anote o que eu estou te dizendo, Taehyung. Você pode não ser cobiçado nas temporadas porque você é novo, apesar de já chamar muita atenção com esse rosto belo e seu corpo de deus grego. Mas quando você ficar mais velho, ninguém vai se importar se você é o terceiro na sucessão do ducado, as damas e as mães vão cair aos montes em cima de você.

- Bom... Prefiro aproveitar a mulher que está em cima de mim agora. - Madison abriu a boca com um ultrage fingido, eu aproveitei e mordi seu lábio, puxando devagar pra ganhar outro beijo, beijo que Madison me deu sem pestanejar.

- Você fica assustado com a minha boca suja, mas também fala essas barbaridades. Que hipocrisia, Sr. Kim!

Eu a beijei de novo, dessa vez o último, porque já estávamos perto de casa e porque, depois de hoje, Madison e eu precisavamos conversar urgentemente.

- Melhor você calçar os sapatos, voltar pro seu lugar e se arrumar, seus cabelos estão uma bagunça. - Ela desceu do meu colo e se sentou.

- Isso é porque ainda não viu os seus. - Passei a mão em meus cabelos, Madison tinha destruído o trabalho da senhora Drummond de domar eles. Tirei minha tira de tecido do bolso e prendi o cabelo da melhor forma que consegui, depois ajudei Madison a colocar suas presilhas no lugar.

- Onde aprendeu a cuidar de cabelo de mulher? - Ela perguntou depois que deixei suas mechas perfeitamente arrumadas.

- Eu costumo fazer os penteados da minha irmã. - Desviei o olhar dela e respirei fundo. - Madison, não sou tão espontâneo quanto você, mas eu gosto de ser sincero, não vejo mais sentido nenhum em procurar uma esposa nem nesse ano, nem nos próximos vinte. A única coisa que eu quero pra minha vida é a relação de cumplicidade que tenho com você, como eu sei que não vai ficar aqui, então me deixe pelo menos viver um pequeno tempo em que eu saiba o que é estar cem por cento apaixonado por alguém.

- Taehyung... - Ela falou meu nome como se sentisse dor.

- Uma semana com você, Madison, já me deixa satisfeito por uma vida inteira. Eu não preciso de mais ninguém. - Ela entrelaçou os dedos nos meus, mas ainda não me atrevi a olha-la.

- Taehyung, eu... - Arregalei meus olhos com a pequena possibilidade de ela me entender errado, então a interrompi.

- Madison, eu não estou te pedindo sexo! - Olhei dentro de seus olhos e percebi que isso não tinha passado pela cabeça dela até agora, porque ela se assutou junto comigo. - Desculpe... É que eu posso viver sem, não é sexo que eu quero, é...

- Amor. - Madison colocou a mão em meu rosto. - Você quer amor. Eu também me apaixonei por você, Taehyung, percebi quando você foi dançar com aquela garota. Eu não posso ficar aqui em Londres, e estou sentindo tanto por isso... - Ela fechou os olhos, eu sabia que estava sendo sincera. - Mas enquanto eu estiver aqui, eu sou sua, pra te dar todo o amor que você merece porque você, Taehyung, não devia ter nascido nessa época. Você merece mais.

A carruagem parou.

- Saia comigo amanhã? Vou preparar o Liszt bem cedo. - Ela sorriu e me beijou.

- Vou pra onde você quiser. - O cocheiro abriu a porta da carruagem e Madison se afastou. - Boa noite, Sr. Kim.

- Boa noite, senhorita Madison. - O cocheiro dos Park ajudou Madison a descer e ela foi pra pequena casa na minha propriedade onde a família do Conde estava hospedado.

Depois a carruagem parou em minha própria casa, eu desci e fui para o meu quarto ansioso pela próxima manhã, não me importo de seguir minha carreira de músico sozinho no futuro, ou de morrer solteiro, mas pelo menos vou ter a consciência tranquila em saber que um dia eu vivi um amor real.

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Fanfic também é cultura e blá blá blá

Eu sei que vocês amaram esse capítulo, hehehe...

Beijos!

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