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I- Faça essa dor parar

     3 anos depois que tudo aconteceu

NARRADOR

   O barulho oco dos saltos batendo no chão ecoou por aquele departamento escuro, a figura caminhava a passos firmes mas cautelosos até a sala em questão, arrombou a porta e seguiu caminho até um armário de registros antigos, retirando dali exatamente três pastas de três garotas

— Emma Thomas, Broken e Lost Grenadine — Sussurrou olhando as fotos antigas delas — Parece que nos veremos em breve.

Com isso saiu antes de algum guarda verificar o barulho ali.

BROKEN NARRANDO

Liu estava demorando mais que o normal, ele me disse que iria matar mas eu duvido que seja verdade. Droga! Deveria tê-lo impedido assim que pude! Ah, oi gente eu sou a Broken Woods, tenho 31 anos agora (mas continuo parecendo ter 18) e sou mãe...bom eu tento. Minha filha Angel é um tanto difícil de lidar por ser bastante fechada.

Ando de um lado pro outro em casa pensando onde ele poderia estar, Liu me jurou que tinha esquecido essa vingança com o Jeff, mas algo me diz que ele está mentindo. E é isso que me preocupa.

Angel: Cheguei. - Afirma voltando da casa do Bloody

Broken: Como foi a aula de artes com seu tio bloody?

Angel: Legal.

Broken: E o que mais?

Angel: Ele perguntou de você, de novo.

Sorrio. Bloody se tornou um amigo muito querido meu, até quando eu brigava com o Liu ele me ajudava, ou quando a Angel chorava.
Me aproximo dela vendo sua roupa rasgada no ombro

Broken: O que é isso?

Angel: Nada.  — Ela tenta passar, mas eu à impeço

Broken: Filha você sabe que pode me contar tudo. Anda me fala. O tio Bloody fez algo com você?

Angel: Não. Não é nada, esquece!

Broken: Angel Woods me conte agora ou te deixo de castigo sem internet.

Ela suspira e cruza os braços. Viram? Difícil de lidar

Angel: Você não entenderia.

Broken: Paga pra ver.

Angel: Andei treinando com o tio Toby e a tia Lost.

Broken: Filha, falamos sobre isso, eu não quero você matando pessoas atoa.

Angel: Não é atoa..

Broken: A questão é, não quero você como assassina!

Angel: O papai mata e você não faz nada. -- Murmura

Arregalo os olhos

Broken: Andou mexendo nas coisas do seu pai? — A fito séria

Ela bufa apertando as alças da mochila preta nas costas.

Ouvi Bloody gritar do outro lado da porta.

Broken: ENTRA! — Grito — Vamos conversar sobre isso depois, ok?

Angel: Claro. Você nunca conversa comigo mesmo.. — Diz sarcástica e vai pro quarto a passos pesados.

Bloody: Cheguei num mal momento? — Pergunta Bloody entrando em casa

A porta do quarto da Angel bate com força me fazendo soltar um longo suspiro.

Broken: Não, só não é fácil lidar com uma adolescente que quer seguir o "legado da família"  — Bloody me abraça e eu retribuo.

Por um minuto senti um aperto no coração, tão grande como se tivessem perfurando com uma faca.

Bloody: Você era bem assim um tempo atrás. Teimoosa — Brinca

Broken: Ah eu não era nada! — Torço a boca — Por que está aqui Bloody? Eu sei que não é para reviver meus anos.

Bloody: É verdade. Pensei que já estivesse sabendo. — O olho confusa — Acho melhor você ficar calma.

Broken: Fala logo garoto!!!

Bloody: Slender informou que o Jeff foi visto antes de uma explosão numa fábrica, e o Liu estava com ele — Um arrepio subiu pela minha espinha, eu não estava gostando nada disso — Broken, Liu está morto.

Perdi o fôlego, senti minha pressão cair drasticamente, se não fosse os reflexos do Bloody em me segurar eu teria caído no chão.

Broken: Isso não pode ser verdade. Meu Liu não pode estar morto!! — Digo com a voz embargada pelo choque

Bloody: Eu sinto muito Broken.

Broken: NÃO! — Lágrimas quentes marejam meus olhos, mas as segurei — Ele me disse que iria voltar, só era uma caçada com o SplendorMan, por isso iria demorar! Liu não mentiria para mim, ele nem ligava mais para o Jeff!

Bloody: Calma, calma minha pequena — Ele aperta o abraço — Liu não esqueceu sua vingança, usou a caça com o Splendor para ir até onde queria, eu falei com o irmão do Slender e ele disse que o Woods nem se quer falou com ele.

Eu não podia acreditar,  não QUERIA acreditar que Liu Woods, o homem que amo mentiu para mim e agora está morto. Ele não pode estar morto! Eu sei que ainda está vivo, posso sentir isso.

Broken: Ele não pode estar morto Bloody! Eu sei que não! Vou procurar esse bastardo e matá-lo eu mesma.

Bloody: Broken..

Broken:  Eu já me Decidi!

(***)

Fui até o local da possível morte do Liu. Fazia tempo que estava ali pelo que eu vi, o fogo comeu tudo. Cinzas cobriam algumas partes como um tapete agourento, alguns móveis ainda estavam firmes mas queimados e pretos. Caminhei pisando em alguns lugares para evitar ser cortada. Porém algo me chamou atenção, bem abaixo de uma porta queimada pela metade estava um pedaço do cachecol do Liu. Lágrimas queriam cair novamente assim que abracei aquele pedaço sujo de foligem, e as deixei rolarem por não ter ninguem ali.

Broken: Você prometeu não me abandonar Liu! -- Saiu rouco entre soluços.

A dor de te-lo perdido era tão profunda que eu não sei se vou suportar isso. Pensar só por um minuto em não abraça-lo é como morrer afogada, lenta e dolorosamente. Liu eu preciso de você! POR FAVOR ESTEJA VIVO! Me ajoelho no chão sem forças, parecia que meu coração se partiu ao meio.

Alguns minutos chorando, eu queria me cortar para aliviar, mas prometi assim que a Angel nasceu que nunca mais iria me cortar, eu seria forte para lidar com qualquer coisa por ela. Mas estava dificil lidar com essa dor, era forte demais, avassaladora corroendo meu ser por dentro. Um caco de vidro brilhou mais a frente provocativo, como um demonio sussurrando no meu ouvido dizendo que precisava dele pelo menos dessa vez, só dessa vez e depois eu pararia.

Mal percebi quanto ele deslizou até linha mão, estava pronta para por minha dor para fora atraves do vermelho de meu sangue. Todavia passos me fez parar, joguei o caco de vidro longe  limpei as lagrimas rapidamente. Assim que tomei os céus, pude ver uma garota de capuz e cabelos rosados correndo pela floresta com uma mochila. Voei até ela mas a perdi de vista assim que vi Angel vindo de uma rua familiar. Pousei a seguindo. Minha filha agora vivia uma vida dupla também? Estou me sentindo muito enganada.

A fiz parar segurando em seu braço. Ela acabou tomando um leve susto.

Broken: O que faz aqui Angel?

Angel: Nada. — Ela desvia o olhar

Na mão dela haviam pastas de Arquivos e jornais velhos.

Broken: Eu já falei mil vezes que não quero você se metendo em coisas perigosas!

Angel: Eu sei mãe! Poxa só quero fazer algo de útil! -- Diz baixo apertando as pastas

Broken: Eu entendo! Mas isso é perigoso demais para você.

Angel: Só me escuta uma vez Broken! — Ela eleva um pouco o tom de voz, isso me faz ficar surpresa. Geralmente ela fala calma igual o Liu — Eu quero ajudar a achar meu pai! E sim eu já sabia e estou bem a frente de você nisso. Se tentasse conversar comigo saberia.

Não sei se fico irritada por ter me desobedecido ou orgulhosa dela se impor assim. Mal percebi o quanto minha garotinha tinha crescido nesse pouco tempo! Era verdade que eu tinha ficado meio exterica tentando dar a ela uma vida "normal" coisa que eu não tive, e pelo visto não era isso o que ela queria. Mas não posso evitar me preocupar tanto com ela!

Broken: Andou ouvindo minha conversa com o Bloody?

Angel: Não! Eu soube por uma conversa com o Toby e outros proxys. Então rackeei as câmeras da cidade e vi eles. — Ela me mostra uma foto em um jornal antigo. Era de uma garota de cabelos rosa — Essa menina, ou melhor Emma Thomás, estava com eles, nas filmagens Jeff a jogou pra fora da casa. Hackeei o banco de proxys do Slender e ela não consta lá.

Broken: Como o Slender esta moderno — Fico perplexa com a explicação dela — Pelo que eu saiba o Jeff trabalha sozinho.

Angel: Ou ela está com o Tio Jeff, ou com o papai. A verdade é, ela foi a única que ficou com eles antes de suas supostas mortes.

Sorrio e faço cafuné nela.

Broken: Ual! Acho que essa foi a vez em que você mais falou!! — Ela ergue a sobrancelha — Certo, você tem onde ela mora?

Angel: Não.

Broken: Certo, eu vou procurar por ela. E você vai pra casa do Bloody.

Angel me olhou irritada.

Angel: Mas mãe!!

Broken: Nada de mais! Você me desobedeceu e está de castigo até eu voltar. Não suportaria perder você também.

A levo pra casa do Bloody contra sua vontade. Tinha que descobrir quem é Emma Thomas e onde achá-la. Um bom jeito foi olhar o banco de dados do hospital em que ficou internada, claro que Ben iria me ajudar nessa.

ANGEL NARRANDO

Às vezes acho que minha mãe não gosta de mim. Ela sempre me joga pro tio Bloody quando vai fazer algo. Sei que ela ama demais meu pai, mas eu também quero ajudar. Ela nem se quer conversa comigo direito, é sempre depois, depois, vai pra casa Angel, isso é muito perigoso Angel! Afs!!!! Eu tive que treinar sozinha, aprender hackear sozinha. Mas ela não entende isso. E nem se dá o trabalho de entender.

Bloody: Que cara é essa hein? — Tio aperta minhas bochechas

Angel: Aí Tio Bloody!! — Ele para — Não é nada.

Bloody: Anda, você sabe que pode falar comigo.

Angel: Mamãe me trata como criança.

Bloody: Ela só se preocupa com você. Não pegue pesado com ela.

A parte boa de ficar aqui é só três:

1: Aprender a desenhar com sangue
2: Tio Bloody me leva pra caçar às vezes
3: Tenho uma bela visão dele.

Pena que ele é apaixonado por minha mãe, pensaram que eu não sabia? Está muito na cara dele, e eu por ser tão calada aperfeiçoei a arte de observar as pessoas. Essa sou eu na fofo: Angel Woods, tenho 16 anos e sou quase um fantasma em casa.

Bloody: Que tal desenhar?

Afirmo que não. E volto para meu livro.

Bloody: Sua mãe ama você Angel, ela só não quer que você se machuque.

Angel: Eu sei. — Sorrio amarga

Ouso ele suspirar.

Bloody: Olha Angel se fechar no seu mundo não vai fazer sua mãe mudar de ideia.

Olho ele, seus belos olhos azuis me fitando, era difícil ficar irritada perto dele.

Angel: Eu só queria que ela me deixasse ajudar — Afirmo baixo

Sinto um carinho dele em meus cabelos verdes.

Bloody: Mostre pra ela que você é tão forte quanto parece. Assim ela vai te deixar ajudá-la.

Angel: Obrigada Tio Bloody.

Bloody: Só isso? Eu quero um sorriso. — Começa a me fazer cócegas — Agora sim.

Angel: P-Pa-ra tio — Peço rindo até chorar. Então ele para

Bloody: Essa é minha garota. Vou te deixar ler.

Seguro em seu braço antes dele se levantar.

Angel: Eu..quero desenhar.

Ele sorri, e desvio o olhar. Então começamos as aulas.

BROKEN NARRANDO

Estava ligeiramente difícil achar essa menina com poucos recursos, medo queria tomar minha alma, junto as vozes pertinentes dizendo que Liu estava morto, dessa vez as ignoro, Liu está vivo e vou acha-lo, nem que eu morra tentando. Precisava pensar, pensar, pensar...não é possível que ela tenha se juntado a um proxy e ninguém saiba dela!!

???: Você me parece meio perdida..Broken Woods -- Afirma em tom divertido uma voz.

Estava tão imersa nos meus pensamentos que não notei a presença recostada a uma árvore.

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