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Look Here pt. 3

Anaíz P.O.V

Os dias passaram muito rápido, depois que visitei Yuta. Eu e Alícia saímos juntas praticamente todos os dias enquanto estamos aqui, já que por mais que a gente concorde que precisamos conversar com Isabel e Davi, pra manter uma relação boa, não conseguimos nos sentir bem lá dentro. E eu acho que eles vêem isso.

Amanhã encontraremos nossos pais biológicos. Isso me deixa muito nervosa. Apesar de já ter descoberto que éramos adotadas faz algum tempo, imaginar que conseguíamos achar nossos verdadeiros pais, e que eles iriam querer nos ver, sempre pareceu loucura. Estou deitada conversando com o Jin pelo celular, e ele está tentando me confortar. Por mais que ainda não esteja dando muito certo, ao menos ele me faz rir com suas piadas de tio.

- Anaíz? - Olho pra porta e vejo Alícia.

- Oi. Tô aqui. - Ela entra e se senta do meu lado.

- E...e então? Como está pra amanhã? - Ela pergunta.

- Nervosa...com receio...ansiosa? - Respondo, vasculhando meus sentimentos.

- Eu também...espero que dê tudo certo. Eu fico imaginando se eles são legais...depois de saber que somos adotadas, é difícil acreditar que eles são boas pessoas, mas...

- A gente ainda fica na esperança de qualquer coisa. - Completo. Ela concorda. - Pelo que eles disseram, eles dois não vivem juntos. Talvez não se falem desde que fomos deixadas no orfanato.

- Se for o caso...imagino como vai ficar o clima entre os dois lá. Espero que não briguem.

- Caso aconteça, a gente separa. - Digo. Alícia ri, e vê meu celular.

- Falando com alguém?

- Sim. Com o Jin. Ele disse que os meninos estão sentindo muito a nossa falta. - Olho pra tela do celular, mas como se eu estivesse olhando pra eles. - E eu também.

- É estranho estar aqui, né? Dói de uma forma esquisita. Tipo uma dor aguda no peito. - Alícia diz, e olho pra ela.

- Sim. Desde que nós fomos pra Santa Catarina...eu sinto que me encontrei. Não só por causa dos meninos. Mas o lugar me dá uma sensação de extremo conforto. E, sim, tem os meninos.

- Me sinto igual, Any. Foi uma bênção ir pra lá. Eu vi sua mudança, também. Você parece muito mais feliz. E, sim, tem os meninos mesmo. Um em especial, não?

Olho pros meus joelhos, querendo esconder meu rosto de vergonha. Jimin...

- Você...pensa muito nele? - Alícia pergunta.

- E-Eu... - Percebi que faz um tempo que eu complico muito criando muitas possibilidades, quando faz tempo que uma só já tomou seu lugar. Eu deveria apenas simplificar pra mim mesma, é acabar com isso. Esse tempo disponível nessa viagem já deveria ter sido mais do que o suficiente. O resposta é óbvia. - Sim. Eu penso muito nele. Me preocupo. Quero saber como ele está...se sente minha falta também...sempre é uma razão pra eu estar avoada, ou preocupada.

Alícia sorri.

- Depois você pergunta qual meu problema com Jinaíz. Vocês são incríveis. Não sei como ainda existem dúvidas, pra você. - Ela diz.

- Meu palpite é...que não existem. Eu amo o Jimin. Muito. Não sei expressar o quanto. - Alícia parece bem feliz, repentinamente.

- Então...

- Acabou, Alícia. Eu só não sei como terminar isso lá, oficialmente. Mas essa resposta é de coração. Esses dias foram suficientes pra pensar. E é isto.

- Eu nunca fiquei tão feliz por estar longe de Santa Catarina e ainda por cima aqui no Rio. Isso...te deu tempo pra encontrar clareza. Foi ótimo. - Ela diz.

- Sim, é verdade. - Mexo na bainha dos shorts do meu pijama. - Você acha que vai mudar alguma coisa? Conhecer eles amanhã?

- Eu...não tenho como ter certeza. Mas sobre achar ou não...acho que vai. Eu não acho que eles se encontrariam com a gente pra causar problemas. Ao menos um dos dois deve pensar que depois de mais de 20 anos, as duas filhas deles teriam uma vida fixa pra zelar.

- Acredito que sim. Estou nervosa, só isso. Eu nunca pensei em encontrar pais biológicos quase fazendo 18, já que eu imaginava que não existiam pais biológicos além da Isabel e do Davi. Mas...não é por aí, como sabemos agora.

Alícia se aproxima de mim e me dá um abraço apertado. Parece que, por alguns segundos, eu vou chorar, mas seguro a vontade. Não tem porque chorar agora, que vamos descobrir a verdade, e tudo vai ficar claro, e resolvido.

Helena Youth P.O.V

- Senhorita Youth, já é de manhã. Hoje é o dia. - De quem seria a voz calma que me desperta ao longe?

Meus olhos vão se abrindo aos poucos, já tentando se adaptar por causa da luz do sol que vinha das janelas de meu quarto, quando encontro os olhos cansados de Madeline.

- Bom dia, Madeline. - Me sento na cama e suspiro. - Obrigada por me acordar. Normalmente não conseguiria levantar sozinha em um dia de folga da empresa.

- Bom dia, senhorita Youth. Apenas exercendo meu serviço. É sempre um prazer. - Ela responde.

Me levanto da cama e, realizando o mesmo ritual de todas as manhãs, tento me fazer pensar no dia de hoje como uma realidade.
Não precisa ficar nervosa assim, Helena. Vai dar tudo certo. O passado está batendo na sua porta, mas ficar nervosa não adianta nada. Você tomou decisões trágicas fazem anos, e agora está na hora de encarar as consequências.

Estava na mesa da minha casa, tomando café da manhã, sozinha, enquanto eu percebia um peso nas minhas costas. Ele estava me olhando, claro.

- O que foi, Donghae? - O peso parece desaparecer, de repente. Então ele deve ter desviado o olhar. Tenho essas sensações, porque conheço ele faz muito tempo, e eu sei como ele é.

Olho para trás, e o vejo enchendo uma taça com suco e a trazendo pra mim. Ainda espero uma resposta.

- Não é nada, senhorita Youth. - Ele diz, colocando a taça ao lado do meu prato. Olho para o lenço no meu colo, e sinto meu coração doer.

- Estava me encarando novamente, não estava? Está preocupado comigo? Porque vou ver minhas filhas hoje?

Ele parece inquieto.

- Perdão. A senhorita não gosta quando tomo atitudes de amigo. - Ele responde.

- Pelo contrário, Donghae. Não é assim. Pelo contrário. Eu não teria motivo pra não gostar de um amigo tomando atitudes de amigo ao meu respeito. - Ele permanece em silêncio. - Aqui só aconteceu da questão não ser a nossa amizade, quando não é...

Ouço o som de um prato se estilhaçando no chão, e quando nós dois olhamos do outro lado do balcão da cozinha, vimos a aprendiz da senhora Madeline com uma expressão que precede o choro em seu rosto. Ela vira na minha direção e se curva.

- Perdão, senhorita Youth! Estava molhado. Escorregou da minha mão!

Respiro fundo. Me levanto da cadeira. Meu assunto com Donghae pode esperar. Sempre esperou.

- Você não precisa se desculpar, Bae Yoobin. - Ela se ergue.

- Mas...erros foram cometidos por mim. Quebrei seu prato... - Ela seca sua lágrima.

- E eu tenho dezenas de pratos. Está tudo bem. Seu erro está perdoado. Senhora Madeline?

- Sim?

- Eu vou sair hoje, como você já sabe. Então enquanto eu estiver fora, eu quero que a senhora leve Yoobin e Donghae pra se divertir fora de casa. E avise os outros empregados que eles tem o dia de folga, por favor. - Digo. Todos parecem bem surpresos.

- Mas...a senhorita tem certeza? Temos tantas tarefas... - Ela diz.

- Não se preocupe. Eu mesma ajudo vocês a repor todo o atraso. Eu...sempre fiquei muito tempo  entediada. Vagabundando. Por favor, me deixem ajudar vocês. Nem que seja um pouco. - Peço.

- Senhorita Youth...não precisa fazer isso. Achei que fosse querer dar atenção pras suas filhas. - Donghae se pronuncia.

- Eu vou reencontrá-las hoje. Mas eu não acredito que depois de saberem tudo, elas vão ter muita vontade de estar comigo. Então eu prefiro já me comprometer com algo que eu tenha certeza, a partir de amanhã. Então, por favor... - Insisto.

- Bem, se...se a senhora insiste...Eu acho que não podemos a impedir de fazer o que quer com a sua casa. Somos apenas empregados. - Madeline sorri.

- Obrigada. Eu vou fazer o possível. - Respondo.

Thommas Angels P.O.V

- Angels? - Alguém chama meu nome. Olho pra cima e vejo Eliott.

- Me desculpe, estava falando faz muito tempo? - Pergunto.

- Consideravelmente sim. Fazem dias que você não consegue se concentrar na cozinha. - Ele diz, lavando algumas frutas na pia ao meu lado. - Você é o chef. A cozinha não é a mesma sem o seu amor por isso. Sabe disso, não sabe?

- Eu sei. Me perdoe, Eliott. Eu não consigo parar de pensar em Helena e nas nossas filhas. Eu não consigo acreditar que tudo isso está acontecendo. - Pego uma faca e começo a cortar cebolas.

- Nunca pensou que elas iriam querer conhecer você? - Ele pergunta.

Ah, se fosse só isso.

- Eliott...eu queria que fosse apenas essa, a surpresa. Mas é maior do que eu jamais imaginaria. Tem uma parte da coisa que eu não te falei.

- Agilize enquanto eu bato as frutas, então. Você vai sair mais cedo, eu ainda tenho mesas pra servir.

Com o mesmo temperamento, como sempre. Apesar disso, Eliott é meu melhor amigo, aqui no meu restaurante.

- Eu não sabia. - Digo, meus olhos marejando, não só pelas cebolas.

- Não sabia do que?

- Helena sumiu...sumiu e depois de meses disse que tinha perdido a menina. Depois de muita dor, disse que estava morta. Eu nem imaginava que...que tinha ao menos existido uma bebê, em algum momento.

Eliott traz sua atenção, agora petrificada, pra mim.

- Espera...o quê???

- Depois...depois ela voltou pra mim e...disse que estava sofrendo muito...me explicou muitas coisas. Me contou tanto sobre o sofrimento dela. Eu tentei ajudar. Ela parecia bem e...de repente, quando parecíamos estar juntos de verdade...ela brigou comigo...e eu nunca mais a vi. E agora...agora eu vou conhecer minhas duas filhas. E vou rever ela. - As lágrimas rolavam pelo meu rosto sem parar.

- Thommas, você...você não me disse nada disso!

- É porque parece loucura! Nem eu mesmo consigo absorver isso tudo. Eu descobri fazem dias e eu não consigo pensar em outra coisa. Eu não durmo mais...

Eliott não parece ter uma resposta pra mim. Bom, se eu estivesse no lugar dele, eu também não teria. Assim como mal sei o que dizer estando no meu lugar.

Depois de entregar a vitamina na mesa certa e eu também terminar a salada que eu estava preparando, Eliott pede pra substituírem ele por alguns minutos, enquanto ele conversa comigo através da porta do vestiário masculino, onde eu me vestia pra sair daqui, e ir direto ao hotel onde eu encontraria as três mulheres que eu menos esperava ver na vida, hoje em dia.

- Você tem certeza que isso é uma boa ideia, Thommas? Depois do que você me disse, eu não ia querer encontrar ela novamente. - Eliott diz.

- Não fala assim. Apesar de tudo, eu lembro das coisas que ela me dizia quando disse que perdeu a primeira filha. Eram coisas horríveis. Não quero pensar mal dela. Deve ter seus motivos. - Respondo.

- Ou deve estar mentindo assim como mentiu sobre ter perdido a filha.

- Não acredito nisso. - Digo, saindo do vestiário com a minha "mala".

Eliott parece ainda inconformado, por mais que eu ache que ele já percebeu que apesar de tudo, eu quero ir, e passar pelo que tiver que passar. E não vou ouvir desaforos dele sobre a Helena.

- Eu entendo que você tenha lembranças da Helena, mas ela pode não ser como você pensa. Fomos criados como irmãos. Eu só estou preocupado. - Ele responde, rindo atrás de mim.

- Obrigada, Eliott. - Viro pra ele, sorrindo. - Eu sei que você está preocupado. Sempre agiu como um irmão de sangue, e dos mais velhos, experientes e maduros. Mas eu preciso saber lidar com isso sozinho e seguir minhas crenças sobre isso. Por favor.

Eliott, ainda com uma expressão contrariada, respira fundo. E baseado nisto, sei que tenho seu apoio.

- Você é o melhor irmão, Eliott. Tchau!

- Cuidado!

Então eu saio do restaurante pela porta dos fundos.

Já na estrada por alguns minutos, avisto o enorme edifício. O hotel. Alto, com muitas partes de vidro e decorações naturais, com plantas. Parece um hotel chique, elegante, mas aconchegante como uma casinha de madeira, e bem grande. Parece realmente algo no nível da capacidade financeira da Helena. Depois que ela assumiu aquela empresa enorme, fiquei nem impressionado. Ainda assim, nunca tive coragem de buscar pelo rosto dela, pra saber como ela está. Acredito que....bem, deixe pra lá.

Estou atrasado. Elas já devem ter chegado. Tenho medo de como esse reencontro vai acontecer...como será que Helena está? E como será que...minhas filhas estão...?

Alícia Wayoli P.O.V

Anaíz ficou nervosa todo o caminho que pegamos até o hotel. Pegamos nossas malas na casa de Isabel e Davi e fomos para o hotel, onde ficaríamos nossos últimos dias aqui. Com nossos pais de verdade. Se tudo der certo, claro.

Meu coração também estava acelerado como o da minha irmã mais nova, mas eu queria manter uma boa postura diante dela. Duas pessoas visivelmente nervosas não resultam em nada promissor. Eu prefiro acreditar nisso. Assim me sinto na obrigação de acalmar meus nervos.

Quando chegamos no hotel, damos nosso check-in, pegamos a chave do quarto, e vamos com as malas até o elevador. Nosso quarto é na cobertura. No último andar. Talvez não seja tão rápido chegar lá. A certeza disso vem quando vejo que o elevador ainda vai passar em outros andares antes de parar no nosso. Já estava bem nervosa, e com o tempo passando de forma tão arrastada, nada melhorava.

Olho ao lado e encontro Anaíz com as duas mãos juntas na frente do corpo, uma tentando parar a outra de tremer, enquanto sua mala estava entre seus pés. Levo uma das mãos até ela, e seguro uma das dela. Ela olha pra mim, como se esperasse ansiosamente por algo, mas como se ao mesmo tempo quisesse fugir disso, e esperasse que eu fosse puxar ela pela mão e levá-la de volta à nossa verdadeira casa. É o que eu tenho vontade de fazer, se pensar por reflexo.

As pessoas vão entrando no elevador, e tentamos nos manter perto da porta, pra quando estivesse cheio, não fosse tão difícil sair com as malas na mão. Apesar do elevador ser grande, bastante gente entrou, e com o nervosismo, nem o ar condicionado do elevador adiantava meu calor. Preciso sair daqui de dentro.

Finalmente chegamos no andar da cobertura, e aí sim, puxo Anaíz para fora daquele lugar, com todo desespero do meu peito. Piso no nosso andar e logo depois vem Anaíz. A porta do elevador logo se fecha e estamos sozinhas na frente de uma porta.

Aparentemente, a saída do elevador dá direto na porta de entrada da casa, já que, pelo que sabemos, a cobertura pega o andar inteiro. O lugar é programado pra todo tipo de hóspede somado com a ocasião. Para festas, famílias grandes, hóspedes sozinhos e exagerados...ou filhas de empresárias ricas...que estão se sentindo bem desconfortáveis com a situação, por sinal, no nosso caso.

- Quer que eu abra a porta? - Anaíz pergunta. - Não parece muito bem.

- Muita gente grudada somando o nervosismo. Vou ficar bem. Só quero ar fresco. - Respondo.

- Bom, ao que tudo indica, esse lugar vai ter bastante ar fresco. Esse hotel é alto e largo. Esse andar deve ser enorme pra ter só um apartamento compacto. Deve ser gigantesco.

Anaíz diz sua sentença e destranca a porta do lugar, e logo entramos. Dou graças à Deus quando descubro que o primeiro como da entrada é uma sala bem aberta pra varanda, que dá vista pra cidade todinha, já que era alto e aberto. Vou correndo até a varanda e apoio os cotovelos no parapeito. Respiro fundo.

- Calma, Alícia...já foi. Aqui tem ar fresco. - Digo pra mim mesma.

- Você vai ficar bem mesmo? - Anaíz chega em mim, perguntando. - Faz tempo que não reage assim com excesso de público. Tem lidado super bem com multidão.

- Já estou melhor. Acho que tudo isso ainda é muito pra minha cabeça. Não dá pra agir de forma tão sadia com isso tudo e lidar com traumas passados de multidão. Mas está tudo bem. - Digo, saindo do parapeito e indo me jogar em um sofá da casa, sendo seguida por Any, que devia estar bem preocupada. Faz tempo que eu não tenho falta de ar por causa de multidão assim. Mas já passou. Espero que não se repita mais.

- Bom...eu acho melhor você beber uma água e descansar um pouco. Eles só vão chegar daqui a 3 horas...então eu vou tomar um banho e...sei lá. Ouvir música. Vou me distrair. - Anaíz diz, e sai da sala com a mala dela.

Anaíz Wayoli P.O.V

Depois que saí de perto da Alícia, fui procurar um quarto pra ficar. Pelo que falaram, essa cobertura tem vários quartos, então saí fuçando quartos em busca de um que me parecesse refrescante.

Encontrei um com as paredes todas brancas e portas e janelas pretas, porém, com móveis coloridos. As janelas estavam abertas, então ventava e estava bem claro. Me pareceu um lugar longe de sufocante, como tudo isso está sendo, então foi onde escolho ficar.
Deixei a mala em um canto, e me joguei de costas na cama.

- Calma, Anaíz...falta pouco agora. Você vai tirar tudo isso a limpo na paz do senhor e quando voltar pra Santa Catarina vai terminar toda aquela palhaçada de jogo e...tentar seguir em paz. Só aguenta mais um pouco. - Tento me convencer de que enlouquecer não é o caminho. Mas meu coração bate muito forte.

Em poucos segundos, estou chorando. Por quê? É muito. E está tudo acontecendo muito rápido. Não dá pra processar isso tudo. Eu não estou nem...triste. Mas não sei o que vai acontecer. Estou me sentindo insegura, fora da minha moldura de vida. Isso é assustador. Criei uma família onde estava. Com Alícia e os outros. E voltar aqui é tão...desconcertante. Até sendo pra reencontrar meus pais biológicos e resolver os problemas. E mesmo quando eu voltar...como vai ser com os meninos? Eu vou terminar tudo...mas como vai ficar a cabeça deles...de verdade? Porque eles não vão deixar eu saber, mas eu sei. Eu já sei que eles vão ficar muito mal, por algum tempo. E isso me deixa mal. Esse jogo todo é um desastre. Eu não sei o que pensar. Está tudo tão confuso, em excesso e rápido...

Passo tanto tempo pensando nessas coisas e chorando, que acabo adormecendo.

Thommas Angels P.O.V

Assim que estacionei o carro, saí dele me sentindo muito nervosos e inquieto. Extremamente inquieto. Meu coração parecia que ia parar, e minhas mãos suavam com a chave do carro entre os dedos de uma delas.

Assim que adentrei no saguão, procurei pelo rosto de algum funcionário que pudesse me guiar. Algo como um frentista ou recepcionista. Quando encontro um rosto, quando caio no chão. Paro onde estou, sentindo minhas pernas enfraquecerem. É...
A pessoa se vira na minha direção, e ela parece brevemente surpresa, mas sua expressão se esconde atrás de um sorriso bem sutil.

- Thommas. - Ela me cumprimenta pelo nome.

- He-Helena...?

...

Oh man holy shit

Olá, meus filhos. Aqui é a Chimchim (Ah, vá).

Eu queria terminar esse capítulo com os quatro se encontrando, mas ficou mais viável, pra mim, terminar desse jeito.

Não vou falar nada por enquanto, prefiro deixar vocês pensarem e concluírem por vocês mesmos, qualquer coisa 😹

Gostaram do capítulo?
Depois tem mais ♡

Bjs da omma! ^^

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