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Look Here pt. 2

Kim Yerim P.O.V 

Desde que a amiga do Yuta, Anaíz, chegou, Yugyeom praticamente não sai da menina. Já fizemos algumas coisas, e já é madrugada, mas ele está lá. Estou me sentindo mal por ela. Me lembro de quando ele fazia o mesmo comigo, na época que eu ainda estava conhecendo o Yuta. 

Yugyeom estava sentado ao lado dela no sofá, bebendo e oferecendo bebida pra ela, que recusava calorosamente. Ela parecia estar tentando ser gentil ao máximo, mas já devia estar perdendo a paciência. Mas afinal, quem não estaria?

Me levanto do sofá quando nenhum dois estava me olhando e vou na direção deles. Paro na frente de Anaíz e lhe estendo a mão. Yugyeom para o que estava fazendo e tanto ele quanto ela se viram pra mim.

- Irene já subiu. Quer subir comigo? - Pergunto.

- Ei, Yeri, vai com a sua amiga. Anaíz está passando o tempo comigo. - Ele responde.

- Ah...na verdade...eu tinha que falar uma coisa com a Irene. Faz tempo que não nos vemos, então...eu vou subir com ela. Até amanhã, eu acho.... - Ela responde e rapidamente levanta, segurando minha mão. Deixamos Yugyeom pra trás juntas e subimos as escadas rapidamente, deixando ele com os meninos nos andar de baixo. 

Bato na porta do quarto de Irene e ela abre em poucos segundos, sorrindo para nós duas ao nos ver.

- Já vão dormir? - Ela pergunta. - Eu planejava ficar acordada por mais tempo.

- Eu só trouxe Anaíz pra cá porque ela parecia incomodada com a presença do Yugyeom. - Nós entramos e Irene fecha a porta. Me sento no tapete e Anaíz me acompanha. Logo Irene se junta à nós.

- Ele ainda está nessa? Anaíz, pode brigar com ele. Ninguém aguenta. Ele faz isso com qualquer garota que aparece. - Irene diz. - Até comigo. Mas ele apanhou. 

- Eu com certeza estava incomodada. Mas...eu me senti travada pra ser ignorante com ele. Não sei por quê. - Anaíz responde.

- Deve ser a mesma sensação que a Yeri tem. Eu lembro que ela se irritava, mas não conseguia revidar. - Me sinto constrangida. - Eu fico feliz que Yugyeom ao menos respeite meninas que tem namorado. Mas ele deveria respeitar todas, na verdade. 

Me estico pra pegar uma bandeja de brownies que tinha em cima de uma mesa próxima, e deixo no chão no nosso meio, para todas poderem pegar.

- Por que não falou logo que tinha namorado, Anaíz? Ele ia parar. - Irene diz.

- Eu? Mas eu não tenho namorado. - Ela responde.

- Não? Mas o Yuta disse que você tinha alguém... 

- Bom....eu tenho alguém de quem eu gosto, por assim dizer, mas... - Anaíz parece hesitar.

- Mas não é oficial? 

- É. Não ainda. Estamos nos resolvendo. - Ela diz. 

- Entendo. Mas você podia mentir, de qualquer forma. Não é bonito, mas nesses casos, eu não julgaria. Yugyeom é um inconveniente. Tente se afastar dele, eu recomendo. Pra sua saúde mental. - Digo, tentando dar algum conselho útil. - E não espere demais pra se resolver com essa pessoa da qual falou. Se gosta dele, fique com ele. Se for recíproco, claro. O que eu acho que é o caso. 

- Sempre sabe o que dizer, Yeri. É quieta, mas fala coisas muito boas quando quer. - Irene diz, sorrindo suavemente.

- É verdade. - Anaíz acrescenta. Abaixo meu rosto, envergonhada. - Obrigada pelo conselho, Yeri.

- Obrigada também. Não costumo falar muito mesmo, mas penso em algumas coisas que talvez eu devesse falar mais. - Digo.

- Entendo. E sobre os outros dois amigos do Yuta que chegaram com Yugyeom? - Anaíz pergunta.

- Ah, não se preocupe com eles. Johnny é muito quieto e Mark é simpático e muito diferente de Yugyeom. Está segura com eles na mesma casa que você. Não serão um problema. - Irene explica.

- Mas se preferir a calmaria, em algum momento, talvez não queira ficar muito perto do Mark. Ele é um pouco escandaloso. - Aviso. Anaíz ri.

- Acho que tenho um amigo igual. Não devo ter problemas. - Anaíz responde. 

- Vamos só tentar nos divertir até quando der e dormir, então. - É a última coisa que Irene diz sobre esse assunto.

Anaíz Wayoli P.O.V

Depois de conversar por muito tempo, comer e assistir novela juntas, as meninas caem no sono e eu também. Ficamos até bem tarde. 

Acordo, porém, no meio da madrugada. Ao olhar o relógio, vejo que são quase 5 horas da manhã. Estou com sede. Me levanto do colchão que havia no chão, no qual eu dormia com Yeri, e vou andando à passos leves até a porta. Depois de fechá-la atrás de mim, vou andando pelo corredor e desço, tentando ir até a cozinha. Quando acerto o caminho e chego lá, abro a geladeira, pego um copo, e depois de enchê-lo, bebo minha água. 

Havia uma janela na cozinha, e dava pra ver que logo logo ia amanhecer. Eu não costumo acordar assim no meio da madrugada. 

- Estranho. - Digo.

- O que é estranho? - Ouço uma voz perto de mim, e imaginando ser Yugyeom, aprontando alguma alguma coisa, viro rapidamente e dou um tapa no rosto da pessoa. O garoto dá alguns passos pra trás com a mão no rosto. - Que isso? Ficou louca? 

- Você não é o Yugyeom! - Vou na direção dele, tentando encostar na sua mão, mas ele não parece querer isso. 

- Não, não sou! Sou o Johnny. 

- Perdão, perdão! O Yugyeom ficou mexendo comigo por tanto tempo que achei que fosse ele. 

- Eu só tive a impressão de ter visto alguém descendo as escadas da sala e quis averiguar. Não esperava ser agredido. - Fico em silêncio, sabendo que eu realmente reagi mais do que eu deveria. - Tudo bem. Já passou. E eu vi que as coisas com o Yugyeom hoje foram consativas. Então eu deixo passar.

Sorrio.

- Obrigada. E desculpa de novo. Eu sempre tenho umas reações não muito necessárias. - Explico.

- Bom, digamos que foi necessário porque poderia ser o Yugyeom, levando em conta que o sono dele é consideravelmente leve. Poderia ser ele aqui, não eu. - Ele responde, com um leve sorriso. 

- Mas é você, então que bom. Ao não ser pelo tapa. 

- É. Veio beber água também? - Ele pergunta, enchendo um copo pra ele.

- Sim. Mas depois dessa adrenalina, vou beber mais. 

Depois de esvaziarmos a garrafa de água, enchermos ela de novo e guardarmos na geladeira, lavamos os copos e começamos a conversar, surpreendentemente. 

- Então não vai ficar muito tempo aqui? - Ele me pergunta, depois de eu ter falado algumas coisas.

- Não... - Respondo, olhando pros meus pés, enquanto eu estava apoiando de costas na bancada da cozinha. - Eu vim resolver uns problemas de família. Mas como eu só vou conseguir resolver mesmo semana que vem...fui me reencontrar com o Yuta hoje e ele me convidou. Mas se tudo der certo, em duas semanas eu vou embora. Voltar pra minha casa.

- Mas...você é daqui mesmo, não é? Parece que você está perdendo o sotaque. Está fraco, mas ainda parece que você é daqui. 

- Ah, nossa. Que perceptivo você é. Eu sou carioca, sim. Mas eu descobri que aqui não é bem o lugar que eu almejo como lar. Se eu pudesse, eu nem teria saído de Santa Catarina. - Respondo.

- Entendo...a vida tem dessas. Engraçado...você disse Santa Catarina. Eu tenho parentes lá. Uma em especial. Uma garota. - Ele para pra pensar por alguns segundos e sorri. - É claro que tem muitas pessoas em Santa Catarina e você nem deve conhecer ela. 

- Qual o nome? 

- Silena. Sabe quem é? - Ele olha pra mim e me assiste mudar de expressão rapidamente.

- Caralho que mundo minúsculo! Eu conheço. É uma quase namorada de uma amigo meu, se posso dizer assim... - Respondo, pensando nela e em Taehyung.

- Oh Sehun? Por favor, diz que não. - Ele parece preocupado.

- Não, não! Ela tem alguns problemas com ele, mas ela está bem...segura. Você...sabe...? 

- Do que ele fazia com ela? Claro. Ela é minha prima. Eu sei o que ela já passou. Mas perdemos contato quando eu me mudei e ela trocou de celular. Ela está bem mesmo? 

- Sim, está. Estão cuidando dela. - Respondo, sentindo o alívio do meu próprio comentário.

- Ah...isso é relaxante de se ouvir. E então...ela está com um tipo de compromisso com outra pessoa? 

- Sim. Ela e meu amigo Taehyung tem uma relacionamento bem próximo e eles se gostam muito, de verdade. Posso te garantir que ele é bem diferente do Sehun. É uma pessoa muito boa. 

- Eu fico muito feliz em saber disso. Ela sempre foi uma pessoa muito tranquila. Ela é uma das últimas pessoas que mereciam o relacionamento que ela tinha com ele. 

- Não se preocupe mais, Johnny. O Taehyung vai cuidar dela, eu acredito que ela vai criar força pra lidar com tudo e eu vou estar lá com os outros pra ajudar ela se ela precisar. Eu sei que tá cedo pra você ter certeza de que a gente é confiável e tal, mas só dizendo. Nós somos. 

Ele fica em silêncio por alguns segundos, olhando pra mim, e sorri.

- Tudo bem. Eu acredito, então. Cuidem da minha prima. 

- Pode deixar. - Sorrio de volta.

- Vou voltar pra dormir. Ah, seu nome é? 

- Anaíz. 

- Hm, okay. Boa noite, Anaíz.

- Boa noite, Johnny. Vou voltar pra cama também. 

E é isso que nós dois fizemos. E dessa vez, só acordo com Yeri ao meu lado no dia seguinte, tentando me levantar pra tomar café.

- Anaíz, acorde. Os biscoitos estão prontos. - Ela diz, me sacudindo levemente pelo ombro. 

Me levanto da cama, coçando os olhos e meio tonta ainda, vendo escuro. Minha barriga ronca quando percebo que ela falou de biscoito. 

- Está com fome? Que bom. Vai poder comer muito, porque eu fiz biscoitos fitness!! - Irene aparece na porta de repente e diz isso. 

- Ela entrou em uma vibe fitness faz um tempo e agora tudo nessa casa é saudável. - Yeri explica.

- Então não vou segurar a fome. Vou comer muito. - Digo, me levantando.

- Pode avançar. Tem muito. - Irene diz, parecendo feliz e orgulhosa.

Nós três descemos juntas e encontramos os outros na mesa, já comendo bastante. Irene explica que os pais dela e do Yuta estavam viajando, já que trabalhavam muito pra manter a casa e não tinham um tempo como casal pra eles mesmo faziam bastante tempo.

- Como eu sou mais velha, eles pediram pra eu vigiar caso rolasse esse tipo de festa de ontem. E que não podia passar disso. - Ela explica. - Eu confio nas decisões do Yuta e eles também. Eles não confiam mesmo é no Yugyeom. Que entra com bebida escondido e traz gente que a gente não conhece. - Ela diz, olhando pra ele com cara de reprovação.

- Vocês são muito exigentes. Não sei quem tipo de festa vocês gostam. 

- O tipo de festa que respeita as regras dos donos e dos filhos deles, que são parte da família que é dona da casa que você tá usando pra festa e são anfitriões. Quer fazer zorra vai pra sua casa. Aqui não é essa bagunça. Agora come. - Irene diz isso, e Yugyeom faz uma cara feia, voltando seu atenção pro biscoito e pro suco.

Ouço uma risadinha vindo do Yuta e outra vindo do Mark. Se Irene era sempre assim, uma mãe, então ela era apenas a melhor pessoa.

Provo um dos biscoitos, e instantaneamente como mais do que tinha no meu prato. 

- Irene, são ótimos! Parecem até mais gostosos do que os normais. - Digo. Ela parece satisfeita.

- Obrigada, Anaíz. Que bom que você gostou. - Ela responde.

Quando terminamos de comer, eu e Yeri nos oferecemos pra ajudar na louça, mas Irene recusou, e chamou Yugyeom, que estava saindo da cozinha com os outros.

- O que foi? - Ele diz, se aproximando.

- A louça é sua, meu amor. - Ela sorri.

- O QUE? Por quê?? - Irene chega perto dele e diz.

- Eu vi que você entrou com vodka aqui ontem. Se não vai respeitar as regras, vai assumir suas atitudes. Agora, vai lavar a louça e arrumar a mesa. - Ela dá luvas de borracha pra ele, que aceita, hesitante. - E não esquece de jogar as migalhas da toalha no lixo. - Ele vai andando na direção da pia e eu e Yeri saímos do caminho. - Ninguém ajuda. Ele vai aprender a se comportar que nem o rapaz crescidinho que ele é.

Nós três deixamos a cozinha e vamos pra sala, onde os meninos já tinham ligado o videogame e estavam jogando. 

- Cadê o Yugyeom? - Mark pergunta. 

- Ele se ofereceu pra lavar a louça. - Irene responde e se senta no sofá ao lado dele. 

- Sério? Isso é possível? - Ele diz, rindo. 

- Posso jogar com vocês? - Ela pergunta.

- Claro. Yuta, me passa o outro controle? 

Irene então se senta com eles e eles jogam. Vamos fazendo rodízio e eu e Yeri jogamos também. Me surpreendi como ela joga bem. Disse ter aprendido com Yuta. Por mais que eu seja boa, quase perdi uma partida. 

Estava sendo mais divertido do que eu esperava. 

Park Jimin P.O.V 

Eu vim pra casa dos meus pais depois que Anaíz e Alícia foram pro rio. Queria me dar um tempo pra pensar em tudo que estava acontecendo, e no que Anaíz disse naquela noite, na casa dos pais do Namjoon. Aquilo sobre...o jogo estar prestes a acabar. Apesar de tudo, isso me deixa ansioso. Ficamos basicamente um ano nisso, e eu sinto que foi muito mais. O final dessa coisa parece até utopia agora.

Eu fico pensando quem são as pessoas que ela diz estar considerando. Se uma for eu...quem mais? Taehyung? Seokjin hyung? Eu realmente não tenho ideia de como é a relação dela com os outros meninos...

- Aahhh...por que isso fica preso na minha cabeça? - Digo, jogado no sofá de casa. 

Minha mãe passa do meu lado e ouço sua voz falar comigo.

- O que está preso na sua cabeça, filho? - Me ergo rapidamente no sofá e me sento.

- Ah...é...

- É algo com a Anaíz? - Ela parece preocupada ao perguntar.

- Ah...sim.

- Vocês dois brigaram? Tem algo errado? - Ela continua as perguntas como se caso a resposta fosse sim, o mundo dela fosse despencar. 

- Não, não, mãe! Deus me livre...estamos bem. É só que...ela está viajando. Foi pro Rio de Janeiro com a irmã resolver algumas coisas e...

- Queria que ela estivesse com você? - Paro pra pensar na pergunta. 

- ...é. É isso que eu sempre quis, na verdade. Só que ela estivesse comigo. 

Minha mãe se senta do meu lado enquanto eu estou parado olhando pro chão.

- Filho, não fica nervoso com isso. O pouco que eu falei com Anaíz, eu pude perceber claramente como ela te vê. Tenho certeza que ela vai voltar pra você e vai ficar tudo bem. Duas das coisas que eu trato como certeza é: Uma, você voltou a ser bom depois de conhecer ela. E duas, a Anaíz ama você. E se ela não amasse, não teria vindo aqui enfrentar os seus pais. Ainda mais depois de você, provavelmente, ter falado sobre as questões envolvendo a Kwang. Eu acredito que o que vocês dois tem é grande e forte demais pra qualquer coisa interferir. Então, se te conforta, pense que ela foi lutar pra que tudo seja mais fácil. E que em breve ela vai voltar, e vai te encher de beijos. Como eu tenho certeza que você gosta muito. 

Meu coração estava pulando no peito com tudo o que a minha mãe tinha dito. Por que que sempre parece que as nossas mães leem as nossas mentes, e mesmo quando elas não sabem dos assuntos, elas sabem? Elas sempre sabem o que elas estão falando...isso é assustador. 

Além dela ter falado basicamente todas as verdades possíveis, ela ainda afirmou que a Anaíz me ama...e que eu gosto muito que ela me...encha de...beijos. Eu não....poderia estar mais sem graça. E ela não poderia estar mais certa. 

- Obrigada, mãe...eu quero muito mesmo que ela volte. - Respondo.

Minha mãe me puxa pelo ombro e deita minha cabeça no colo dela, onde ela deixou uma almofada antes. 

- Ela vai voltar, meu amorzinho. Tenha paciência. Vai terminar tudo bem. 

Kim Haechul P.O.V

Eu estava cuidando do jardim da casa com o Leeteuk quando a senhora Park apareceu. Cumprimentamos ela antes de qualquer coisa e aguardamos que ela falasse qualquer coisa.

- Leeteuk, por favor, pode me deixar a sós com Haechul por um momento? 

- Sim, senhora. Me chame quando terminarem, Haechul. - Ele responde.

- Tudo bem. - Digo. Ele sai e ficamos sozinhas. - O que deseja, senhora Park.

- Jimin me disse algo que me deixou preocupada. Como eu sei que vocês dois são próximos, queria saber sobre uma coisa. - Ela me diz.

- E sobre o que seria?

- Ele me disse que Anaíz viajou com sua irmã para resolver problemas de família, mas eu não imaginava que ela tinha algum tipo de problema sério pra resolver assim, de repente. Sabe se isto é realmente muito sério ou foi algo bobo? - Ela parecia carregar um olhar realmente preocupado. 

Estranho o que ela disse, já que realmente não sabia sobre quaisquer problemas sobre a vida particular da noiva do Jimin, senhorita Anaíz. Mas, imagino algumas coisas.

- Bem, não sei dizer. Apesar de eu ser realmente próxima dele e relativamente próxima da senhorita Anaíz também, não cheguei a saber sobre qualquer problema muito sério. Mas, se ele falou com a senhora sobre isso, ele deve estar realmente preocupada. Acredito que seja algo bem sério. Ainda mais que...eu vejo como ele se importa com ela. - Respondo.

- Realmente. Você está certa. Fico imaginando com o que alguém tão jovem precisa lidar, se tratando da família. E conhecendo o histórico familiar de problemas do Jimin, fico com ainda mais medo do que pode ser. Bom, obrigada, Haechul. Pode continuar suas tarefas e...perdão pela intromissão. 

- Tudo bem, senhora. Não incomoda. Também me preocupo com eles dois, então fico até feliz da senhora ter comentado comigo. Espero que tudo dê realmente certo. Pra ser sincera...eu sempre quis fez o Jimin feliz, e se casando. Quando Anaíz apareceu, eu tive certeza que essa ideia ficaria pregada na cabeça dele também. Ela o faz muito feliz. - Digo.

- Sim, ela faz. E como mãe, ver ele casado também era tudo que eu queria. E espero que tudo dê certo pra eles dois...minhas queridas crianças....

...

Que cute.

Olá, meus filhos. Aqui é a Chimchim (Ah, vá).

Mais um capítulo se passando. E a gente chegando mais perto do final da fanfic.

Tá tudo super gay e lindo. E eu só enchendo a fanfic de personagem pra virar uma família enorme XD

Bom, fico feliz de ter terminado mais um capítulo pra preencher essa minha fanfic amada.

Espero que tenham gostado e até o próximo!

Beijos da omma <3 

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