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Fire pt. 3

Anaíz Wayoli P.O.V

Passaram alguns dias, e não fomos embora ainda. Íamos ficar mais algum tempo já que, segundo Namjoon, os pais dele ligaram dizendo que não precisávamos ficar apenas 3 ou 4 dias, já que a viagem deles dois duraria bem mais tempo, e a casa ficaria sozinha. Assim, seria até melhor estarmos lá mesmo. Então, decidimos ficar mais alguns dias. 

Como trouxemos roupas limitadas, começamos a usar a lavanderia da casa, pra mantermos algumas mudas de roupas prontas pra uso. Quando cheguei na lavanderia pra lavar algumas roupas íntimas minhas, encontrei Jungkook, tirando algumas cuecas da corda. Senti vontade de rir, mas me controlei.

- Ah, oi Anaíz! - Jungkook arrasta com o pé a bacia de cuecas e esconde uma atrás das costas. 

- Oi, Jungkook. - Sorrio. - Tudo bem?

- Sim. E...você?

- Estou ótima. Tirando roupa da corda? 

- É....sim. - Ele desiste de esconder. - Veio lavar? 

- Sim. Me sinto cada vez mais em casa. - Digo, enchendo uma bacia de água. 

- A casa dos pais do Namjoon dá essa sensação. Ele foi um dos poucos de nós que teve uma relação saudável com os pais desde que nasceu. - Ele parece feliz, apesar de ser um assunto triste. - Alguns de nós tiveram interação com os pais, mas...não foi uma das melhores. 

- É. Eu entendo a sensação. Como vão as coisas com a sua mãe? - Me apoio ao lado do tanque depois de afogar minhas roupas íntimas na bacia cheia de água.

- Ela não está mais implicando comigo, mas também não conversamos desde o casamento. Isso até que é um bom sinal. Existe uma remota chance de ela estar pensando no assunto. 

- Eu espero mesmo que ela esteja. E, mesmo que tenha ajudado, eu queria pedir desculpas pelo dia do casamento. Eu não queria me intrometer nos assuntos da sua família, Jungkook. É que eu não consigo ficar quieta vendo esse tipo de coisa acontecer. Eu fico me sentindo algum tipo de senhora da justiça. Sendo que estou longe de ser. Não é como se eu soubesse o que é melhor pra você. - Digo, um tanto rápido. Isso estava meio preso no meu peito.

- Tá tudo bem, noona. Você está certa, mas tem algumas intromissões que vem pro bem, eu acho. A sua foi um milagre na minha relação com a minha mãe. Porque eu acho que eu nunca conseguiria falar alguma coisa e quando a minha irmã falava, ela não ouvia. Falava muito que era bobagem dela. Coisa da cabeça dela. Mas acho que ouvir de alguém que nunca conheceu ela, foi um choque de realidade maior. - Ele explica, sorrindo pro chão.

- Parece que eu cheguei aqui pra dar um choque de realidade nas pessoas. Não é a primeira vez que eu faço isso. 

- Não? 

- Não. - Me lembro do caso da Kwang. - Eu fiz a mesma coisa com a ex do Jimin, mas...foi um pouco menos...sadio. - Ele parece curioso à respeito.

- O que você fez? - Jungkook pergunta.

- Eu soquei a cara dela. E ela agradeceu. Estamos bem agora. 

- Isso foi a coisa mais estranha que eu já ouvi. E olha que eu ando com o Taehyung e o Hoseok. - Ele ri.

- É. Mas não espalha isso porque se não as pessoas vão achar que violência resolve tudo. Não deve ser politicamente correto divulgar esse tipo de atitude. Mas digamos que foi super efetivo no dia. - Rio também. - Mas não pretendo repetir a dose com outra pessoa. 

- Que bom. Ah, Anaíz. Me lembrei de uma coisa. O Namjoon vai pedir uma pizza hoje mais tarde. Sabe a sala onde vimos filme ontem? - Sim, tivemos isso ontem. 

- Sei sim. Vão comer lá?

- Sim. Quando não tiver mais nada pra fazer, aparece lá. Mas sem pressa. - Ele pega a bacia de cuecas do chão e vai andando. - Até mais tarde. Vou lá.

- Okay...até mais tarde. - Ele sai da lavanderia e eu fico, um pouco confusa. - Sem pressa...okay. 

Min Yoongi P.O.V

Se passaram algumas horas desde que o Jungkook voltou e disse que falou com Anaíz, e nesse momento já tínhamos terminado a maior parte dos preparativos. 

- O que vocês acham que a gente pode fazer agora? Eu acho que já está tudo pronto. - Alícia diz, com as mãos na cintura. 

- A gente podia embalar o Jimin. - Hoseok diz.

- Me embalar? Não entendi a vantagem. - Jimin responde, rindo.

- Ah, deixa de ser ridículo. - Seokjin joga uma almofada nele. 

- Só não vamos embalar você porque vai dar muito trabalho. - Respondo. - E temos pouco tempo. 

- Mas olha o tamanho dele. Não vai dar trabalho. - Hoseok brinca e Jimin lhe dá um chute. - Ai! Olha respeito.

- Então acho que terminamos. Será que ela vai demorar muito pra chegar? - Namjoon conclui.

- Espero que não. A comida vai esfriar se ela demorar. E eu estou com fome. - Seokjin põe a mão na barriga. 

- Vamos desligar as luzes e esperar ela, então. 

Namjoon diz e então fazemos isso. Ficamos abaixamos em nossos esconderijos e esperamos. Depois de algum tempo, ouvimos passos e fazemos sinais um pro outro no escuro, que só podiam ser vistos pelo pouco de luz que vinha de fora, com o pôr do sol. Quando a luz é acesa, todos nós saímos dos cantos juntos e gritamos "Surpresa!". 

Anaíz Wayoli P.O.V 

Lembro daquela festança toda ter começado com um quase infarto da minha parte, no momento que entrei no cômodo e todos gritaram. 

Meu aniversário ainda não chegou, na verdade, porém, não sabendo quando voltaremos do Rio, eles pensaram em comemorarmos juntos antes que partíssemos.

Fiquei surpresa mesmo ao descobrir que Alícia tinha já contado aos meninos sobre a nossa volta temporário para o Rio, uma vez que nem eu mesma tinha pensado em fazer isso. Ao menos a reação deles foi fazer uma boa despedida, ao invés de me estrangular por ir embora. Por mais que...talvez estivesse no subconsciente que alguma hora nós poderíamos voltar, sabendo que viemos por causa do divórcio dos nossos pais. Mas de qualquer forma, uma volta repentina seria bem surpreendente. Fico feliz que a reação não tenha sido ruim.

Ouvimos muita música o dia todo. Isso foi muito bom. Conversamos muito, comemos, alguns de nós choraram ao falar sobre a nossa partida (oi, Hoseok), mas no final, obviamente foi um dos meus melhores aniversários. Se não o melhor. 

No final do dia, fomos todos os trios para seus devidos quartos, e lembro do Namjoon ter ido tomar um banho, enquanto eu e Jimin, que já tínhamos tomado os nossos, já fomos direto para nossas respectivas camas. 

Enquanto me acomodava debaixo do cobertor, dei de cara com Jimin me olhando, já enrolado no dele.

- O que foi? - Pergunto.

- Vocês. Vão voltar pro Rio. Estou triste. - Ele parecia tão legitimamente chateado com o assunto que seus olhos brilhavam com prováveis lágrimas querendo sair. Lágrimas essas que ele não deixou rolar mais cedo, por mais que eu tivesse percebido que ele parecia bem insatisfeito. 

- Não vamos ficar, Jimin. Criamos um vínculo muito grande com esse lugar e com vocês. Nada vai segurar a gente lá. - Digo, parando de me mexer na cama.

- Não tem como ter certeza agora, Anaíz. Eu não queria que você fossem nunca...

- Ah, seu bobo. Não se preocupa com isso. Eu garanto que vamos voltar. Eles não podem fazer nada que nós prenda lá. E eu juro que vamos manter contato. - Sorrio. 

- Tudo bem...eu...só queria que você ficasse aqui, comigo. Pode ter toda essa guerra acontecendo, mas enquanto eu estou com você, eu estou feliz. Seja da forma que for. 

Já sentiu como se o coração de vocês tivesse sido aquecido pelas palavras de alguém e ao mesmo tempo quebrado em mil pedaços? É assim que eu tô me sentindo agora. 

Sorrio sem graça, me encolhendo na roupa de cama. 

- Eu juro que eu vou voltar pra você. - Jimin foca seus olhos em mim, e vejo uma lágrima escorrer pelos seus olhos. - Não chora!

- Aish...viu o que você fez? - Ele diz, secando o rosto.

- O que eu fiz? Que ideia. Não fiz nada. Quem chorou foi você. 

- Eu me pergunto todos os dias. - Ele se levanta da cama rapidamente e caminha para o outro lado dela. - Por que eu fui me enfiar nesse jogo. - Ele começa a empurrar a cama dele na direção da minha, e com isso, fico meio inquieta. Ele está juntando a cama dele com a minha. Ótimo...

Quando os dois colchões se tocam, Jimin volta a subir na cama e engatinha para perto de mim.

- A resposta pra isso é sempre a mesma. - Ele se deita virado de frente pra mim, bem mais perto agora. - Você. Mesmo que na época você ainda não fosse tão especial assim pra mim, eu entrei nisso por você. E cada palavra que você diz me faz amar você ainda mais, e eu fico com raiva de não ter a escolha de simplesmente ficar com você...porque isso é papel seu. Não nosso. E por mais que eu acredite no que você parece sentir por mim...eu ainda me sinto inseguro e tenho medo de te perder pra tudo e pra todos...sem nunca nem ter tido nada com você...oficialmente. Por mais que seja tudo que eu mais queira. Você. 

- Quem vai chorar sou eu. Para. - Digo, sorrindo, enquanto sinto meus olhos marejarem. - E não é como se você não estivesse simplesmente ficando comigo. Eu não sei qual o seu jogo, Park Jimin, mas você basicamente fez isso. E eu não tive tempo de pensar se eu gosto de você ou não. Porque eu me deixei levar. E não me arrependo disso nem um pouco. Você roubou os sentimentos mais fortes que eu poderia sentir pelos meninos. Pelo menos até onde eu sei. - Digo, incerta. 

- Como assim? - Ele pergunta.

- Eu vou usar esse tempo no Rio de Janeiro de uma forma útil. Vou pensar muito bem. E quando eu voltar...esse jogo vai terminar, Jimin. Esse jogo vai terminar e todos vão ter tempo pra levarem suas vidas pra frente. Eu tô cansada de tudo isso e eu sei que vocês também. Esse jogo vai terminar. 

- Obrigada. Estou mais ansioso. - Ele diz, me dando um peteleco fraco na testa. 

- Ai! Sai daqui, garoto. Leva sua cama pro seu canto, vai.

- Eu não vou fazer isso. Sinto falta de dormir na mesma cama que você. - Ele diz, sem hesitar em nenhuma palavra. 

- Não teve nem tempo de se acostumar e sente falta? Deixa de ser carente... - Apesar de dizer isso, me sinto feliz de saber que ele quer estar comigo. 

- Hm, talvez eu deva sair daqui mesmo, então... - Ele começa a se mover como se fosse levantar, e rapidamente ergo meus braços e o seguro pelos ombros, o puxando pra baixo e o fazendo olhar diretamente nos seus olhos. 

Só conseguia ver o Jimin por causa da luz ligada do abajur. Fora isso, estava um completo breu no cômodo, e Namjoon ainda estava no banho. O rosto dele, assim como o meu, estava iluminado pela luz amarelada, e por conta da minha atitude, ele me olhava de muito perto. Muito perto. Que saudade maldita dessa proximidade. 

- Fica. - Puxo Jimin pela gola do pijama para um beijo que eu mesma não esperava criar atitude pra realizar. E acho que não fui a única surpresa. Notei pela demora para mexer os lábios, que apesar da proximidade, ele não esperava que eu fizesse nada. Não sei de onde veio, mas quando percebi, já estava fazendo. O que você fez comigo, Jimin? 

Seus lábios se movem contra os meus de forma suave, e quase tenho certeza que ele estava se segurando como no dia em que me relacionei com ele em seu quarto. Mas dessa vez o motivo era Namjoon. Não podíamos fazer nada. Apesar disso, a leve umidade dos lábios do Jimin faziam o beijo acontecer em movimentos de deslize pra cá e pra lá, pequenos e calmos. 

Ao separar o beijo devagar, mais repentinamente, ouço a voz do Jimin, estranhamente mais rouca, além de baixa, falar contra meus lábios. 

- Anaíz....eu vou enlouquecer. - Abro meus olhos e encontro os deles se abrindo e permanecendo semicerrados, enquanto me observavam com cautela. Sua respiração batendo contra a pele do meu rosto, um pouco diferente do normal. 

- Perdão. Vamos...vamos dormir. - Digo, sentindo meu rosto ficar absurdamente quente enquanto em seguida Jimin solta um riso abafado, olhando mais abaixo dos meus lábios. 

- Não se incomodem. Juro que não conto pra ninguém. - Olhamos os dois para o lado e encontramos Namjoon já vestido em seus pijamas, secando os cabelos. 

Quando ele saiu do banheiro que eu não ouvi a porta? 

- Namjoon! - Me escondo debaixo dos cobertores deixando apenas os olhos de fora. Vejo Jimin deitar ao meu lado calmamente ainda sorrindo. - Me desculpa! A gente...

- Anaíz, calma. Não me importo de ficar de vela em algum momento. Quantas vezes eu, você e Alícia fomos no cinema e nos beijamos na sua frente? Eu mereço. Relaxa. - Ele diz, rindo. - Essa é minha última preocupação agora. Beija seu namorado. Tá tudo bem. É normal. 

- Namorado?? - Digo um pouco mais alto do que as sentenças anteriores. 

- Boa noite. Vou dormir. Fiquem à vontade aí. Só, por favor, baixo. - Ele vira de costas e desliga a luz do abajur. Tudo fica escuro. 

- Namjoon!! - O chamo, mas sou respondida com ronco mais falso do Brasil. 

- Eu sei que você tá acordado! - Uma mão toca a minha cintura e sou puxada pra trás. Sinto um frio subir pelas minhas costas e me arrepio. Me choco suavemente com o corpo do Jimin e ouço sua voz no pé do meu ouvido.

- Achei que você quisesse dormir. 

- Eu quero. Mas nós dois do lado do Namjoon...

- Foi um beijo, meu amor. Calma. Não é como se eu estivesse... - Interrompo ele.

- Eu entendi. Boa noite. - Ouço ele segurar a risada e sinto ele me dar um leve beijo no pescoço.

- Boa noite. - Ele me abraça e em seguida, fica em silêncio.

Ponho uma das mãos no meu coração e sinto que ele estava prestes a explodir. 

Eu acredito que eu vá precisar procurar um  cardiologista depois que esse jogo terminar. E talvez um psicólogo também, antes de firmar qualquer relacionamento. Coitado do meu coração.

Respiro fundo e coloco minha mão junta da outra, tocando os braços do Jimin. Tento relaxar o corpo, com dificuldade, e depois de algum tempo, caio no sono.

Kim Soojin P.O.V (horas antes de Taehyung ligar pra Kyla)

Ia saindo da casa do Jackson, quando recebi uma mensagem no celular. Quando vi de quem é, voltei para dentro da casa e fui até o quarto dele. 

- Jackson Wang, me ajuda. - Ele me olha confuso. 

- Com?

- Recebi mensagem da Silena. Ela está presa na casa do Sehun e daqueles filhos da puta que andam com ele. - Ele parece surpreso e vem rapidamente até mim para olhar a tela do celular.

- Como ela está??

- Obviamente, pela mensagem, muito mal. - Eu e Jackson lemos o restante das mensagens que vão chegando rapidamente, uma atrás da outra. 

- Aconteceu de novo. Soojin... 

- Ela vai sair de lá e vai ser agora. - Vou na direção da cama dele e pego um de seus casacos jogados. Pego a chave do carro em um dos bolsos e jogo nele. Visto o casaco e puxo ele pra fora do quarto. 

- O que vamos fazer?

- Por agora, você vai dirigir até a casa deles enquanto eu dou instruções pra ela. 

- Sabe onde eles moram? - Jackson pergunta, com uma voz alta. 

- Eu sei tudo que eu quero saber. - Respondo.

Saímos os dois da casa e entramos no carro de Jackson. Ele logo dá a partida no carro e saímos. 

- Mata a minha curiosidade, Kim Soojin. Como descobriu o endereço deles? Eu sei bem que eles não contam isso pra quem não é envolvido com as merdas que eles fazem. 

- Essa verdade é furada, Wang. Me desculpa por dizer isso, mas você sabe que eu me relaciono com todo tipo de pessoa por vários motivos. E por isso mesmo que algumas pessoas sabem o endereço deles sem serem envolvidas com as coisas que eles fazem por fora. Não que seja algo do que eu me orgulhe, mas aconteceu. Faz parte do meu passado. - Explico, com medo de ferir o Jackson. 

Ele fica sério por alguns segundos e não fala nada. Depois, ouço uma respiração forte da parte dele, e volto meus olhos pro mesmo.

- Não precisa se desculpar...é a sua vida. Eu não quero que sinta pena de mim por eu gostar de você. Se você fez isso, teve seus motivos e é seu direito. Desculpa por perguntar. - Ele responde, sem tirar os olhos da estrada.

- Tudo bem, Jackson. Você pode saber o que quiser sobre mim. É uma das únicas pessoas em quem eu confio. 

Conforme vamos percorrendo o caminho, vou falando com Silena. Ela disse estar no cativeiro que era o porão da casa. Estava devastada, chorando e jogada em um canto, depois de conseguir seu celular de volta. Mas disse que não esperava ter ele por muito tempo. Me disse também que tinha conseguido ele de volta depois de implorar pra dizer pra família que estava bem. Acredito que essa permissão não tenha vindo de Sehun...sei bem quem deve ter deixado ela ter o celular de volta...

Iniciei uma ligação com ela, e pedi pra ela chamar a pessoa que estava vigiando ela, e que tinha lhe devolvido o celular. Ela o fez, e então logo pude conversar com ele. 

- Soojin? Kim Soojin? - Ouço uma voz do outro lado da linha. 

- Oi, Kim Minseok. Quanto tempo. - Ouço ele bufar do outro lado. 

- Achei que você nunca mais quisesse me ver na vida. - Ele responde.

- E eu queria muito mesmo não ter que ver. Mas vocês não me deixaram outra escolha. - Respondo, fria.

- E por que quis falar comigo? 

- Eu quero que você tire Silena daí. Eu estou indo buscar ela agora. Vou estacionar nos fundos, então eu quero que leve ela até lá. - Digo, enquanto indico para Jackson com as mãos aonde ele deve virar.

- Não é como se o Sehun fosse deixar ela sair. - Minseok fala como se fosse rir.

- Eu quero que ele se foda. Agora, leva a Silena pra porta. Sabe que eu não falo nada duas vezes. - Digo, e desligo o telefone. Respiro fundo, tentando me acalmar. 

- Você mandou um deles levar ela pra porta? Como isso vai funcionar?

- Acredita em mim. Vai. Eu tenho a tendência de fazer a mente do Minseok funcionar pra coisas boas, por alguma razão. Ele é maluco, mas nem tanto. Ele vai levar ela. 

Nós dois percorremos um longo caminho até finalmente chegarmos nos fundos do lugar, uma parte mais escura do terreno da casa menos usada pelos pais do Sehun, em um bairro nobre. Estacionamos e logo vemos, mais à frente, duas pessoas. 

- Fica aqui dentro. - Falo isso pro Jackson e logo saio do carro, indo na direção dos dois. Silena parecia assustada e estava toda suja, com as roupas rasgadas e o rosto molhado de lágrimas recentes. 

Assim que me aproximo, ela me abraça e chora novamente. Abraço ela de volta, olhando para Minseok. 

- Eu espero não ter que voltar aqui mais. Mas se eu souber que ela está aqui de novo, eu vou voltar. E da próxima vez, vocês todos morrem. Não por mim, infelizmente. - Digo.

- Soojin...o que eu falo pro Sehun? 

- Não sei. Que tal pedir pra ele te comer no lugar dela? Eu acho uma ótima ideia. 

Ele olha pro chão, sorrindo. 

- Você faz eu me sentir ridículo. 

Me viro de costas e vou ajudando Silena a chegar no carro. 

- Que bom. Vocês todos são, mesmo. 

Assim que entramos as duas no carro, partimos rapidamente daquele lugar, que me dava arrepios ao lembrar a sensação da convivência com Sehun e os outros, mesmo que...isso seja algo muito antigo. Deixo Minseok e todas as minhas lembranças pra trás, como sempre faço. 

Depois, deixamos Silena com a pessoa que conseguiria cuidar melhor dela agora...Kyla. 

...

Vish. 

Anyeon, meus filhos. Aqui é a Aye Jay (Ah, vá)

Okay. Vocês não sabiam dessa parte da história, que foi bem mais louca que o normal, mas eu até que gostei de como ficou. 

A Soojin é uma personagem que teve um passado meio tenso e talvez vocês até gostassem de ler ao menos a parte que inclui o Xiumin (Minseok). Mas eu não sei se vou contar, porque sairia muito do foco dos protagonistas. Ela é uma personagem secundária, então eu vou me dar permissão pra pensar se eu faço um extra dela depois que a fanfic acabar. Mas com certeza nada confirmado. Por agora, só me digam se vocês gostariam disso, okay?

Esse capítulo foi mais chatinho de escrever. Espero que vocês gostem. 

Agora que eu estou de férias, vou me dar um tempo pra concluir Paper Soul. É um dos meus maiores sonhos de férias kkkkkkk

Eu adoro essa fanfic, e por isso mesmo me pesa muito deixar ela de lado, sem final. Vou trabalhar muito duro pra trazer uma conclusão pra ela, em breve.

Acho algum momento deu pra notar nos últimos capítulos que eu estou dando uma corrida com alguns acontecimentos. Inclusive, peço desculpas por isso. Eu realmente queria fazer algumas coisas mais devagar, mas ficaria chato e são coisas que não ajudariam muito no andamento. Ainda mais considerando que estamos bem na reta final da fanfic, onde coisas importantes precisam acontecer.

Espero que esse capítulo tenha sido bom/divertido pra vocês de algumas forma.

Até o próximo e beijos da Omma! <3

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