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Coffee pt. 2

Eu não demorei muito para ir dormir depois de responder Hope. Lavei as duas vasilhas onde Alícia e eu comemos e subi. Resolvi tomar um banho antes, para relaxar o corpo. Quando termino e me visto, vou para o meu quarto e, minha mente voa longe por um segundo. Logo, meu corpo desaba de bruços na cama. 

Tanta coisa pra processar. Estou tão cansada. Tão confusa. Será que era possível que realmente esses garotos todos estejam gostando de mim, mesmo? Eu não quero nem pensar na dor de cabeça que daria se fosse verdade. Prefiro não acreditar nisso, pelo menos não agora. Me botaria maluca tentando agradar todo mundo. Sorte que não costumo tentar fazer isso. 

Eu tentaria me divertir com Hoseok no dia seguinte. Sairia pra tomar café com ele porque parece um cara legal, não por pena. Nem mesmo por causa desse maldito jogo. Talvez alguns deles só estivessem tão confusos quanto eu, e não realmente apaixonados. Só preciso tomar cuidado, e ver no que tudo isso vai dar.

Viro de barriga para cima, me agarro ao meu travesseiro e me cubro, caindo no sono poucos minutos depois. 

No dia seguinte, acordo cedo e levanto rápido. Impressionante foi a minha disposição repentina. Eu realmente estava bem animada pra sair com J-Hope. Acho que vai ser bem legal. Ele pareceu bem idiota e divertido ontem. Meus maiores amigos costumam ser sempre assim. 

Depois de tomar um banho rápido, penso no que vou vestir. Na real, eu estava com muita preguiça de escolher uma roupa descente, e na verdade, eu estava descendo a rua pra tomar café da manhã. Nada mais justo que uma roupa "qualquer". Visto uma calça de moletom cinza, uma blusa listrada preta e branca do meu pijama e, já que devia estar bem frio lá fora, um casaco preto. Prendo meu cabelo num rabo de cavalo e coloco meus óculos (não enxergo bem de longe). Abro a janela do meu quarto e sinto uma corrente de ar frio entrando no quarto. Fecho meus olhos e logo a janela também. Com frio nos pés, ponho um par de meias e chinelo. Vou assim mesmo. Foda-se.

Pego meu dinheiro e desço as escadas. Encontro Alícia já na mesa da cozinha, tomando café com leite e biscoito. Ela olha pra mim com a boca cheia de farelo. Adoro ver a minha irmã toda bagunçada de manhã, é engraçado.

- Vai sair?

- Vou sim, Aly. Hope me chamou pra tomar café da manhã com ele. 

- Tá indo de pijama, linda?

- Eu tô. Pijama é confortável. 

- Então tá...divirta-se, gata.

- Valeu. Ah, e tá sujinho aqui.

- Onde? - Ela passa a mão na cara toda, menos onde tá sujo. Eu rio e chego perto dela para limpar seu rosto. 

- Aqui, boba. - Depois de tirar os farelos de perto da boca de Alícia, me despeço dela, pego as chaves de casa e saio. 

Vou andando até a saída da residencial. Quando estou chegando perto do portão, minha chave cai no chão e eu paro para pegá-la de volta, quando avisto um banco de praça, com alguém sentado nele. O maldito ruivo da noite passada. Park Jimin. Sentado lendo um livro, ouvindo música. Quando estou quase passando ao seu lado, ele e eu trocamos olhares breves. Seus olhos pousam em minha roupa, e ele parece conter o riso. Só me faltava essa. Reviro os olhos e finalmente passo por ele, passando as mãos nos braços para me aquecer. Quando chego no portão da vila, vejo uma outra pessoa, cuidando das plantas. Eu conheço ele. É outro dos amigos de Taehyung. Kim Seokjin. Ele me vê e sorri. Sorrio de volta e me aproximo dele.

- Olá, Anaíz! Bom dia. - Ele continua abaixado mexendo nas plantas.

- Bom dia, Jin. Cuidando das plantas?

- Sim. Regando e plantando algumas flores novas. Eu costumo fazer isso com a dona Íris, mas hoje ela está ocupada. Então, vim sozinho mesmo. E você? Onde vai de pijamas?

- Ah. - Olho para minhas roupas e rio. - Eu estou indo tomar café com o J-Hope. Resolvi ir informal mesmo. 

- Oh, entendi. Belas roupas de dormir você tem. - Nós rimos e ele se levanta do chão, limpando terra da roupa e tirando o par de luvas que estava usando. Ele olha para o outro lado da vila e eu sigo seus olhos, parando em Jimin, que olhava para nós dois com uma expressão estranha. Ele logo desvia o olhar novamente para seu livro. Ouço Jin rir abafado e pegar uma vassoura ao seu lado.

- O que foi? - Pergunto.

- Faz algum tempo que eu não vejo isso.

- Vê o que? Jimin observando pessoas?

- Não é só o Jimin. É o Jimin observando pessoas que estão conversando casualmente e sentindo ciúmes.

- Que? Só se for de você.

- Ciúmes de mim? Não, não, Anaíz. Querida, ele está com ciúmes de você.

- A gente mal se conhece.

- Não. Você não conhece ele. Ele te conhece. - Ele começa a varrer a terra do chão. - Não completamente, mas conhece.

- Ainda não vejo o motivo do ciúme.

- Hm... - Ele para de varrer por um momento, se apoiando na vassoura, e olha para o céu, pensando. - Você verá. Só cuidado.

- Cuidado com o que?

- ...com Jimin. 

- Ué. Não vejo nenhum perigo nele.

- Ah, se eu mal conhecesse Jimin e visse ele de manhã lendo um livro tranquilamente, eu também não veria. Mas, acho que Alícia já te falou. Sobre o jogo. - Ele olha para mim e sorri, fechando seus olhos. - Jimin é um ótimo garoto, mas é uma pessoa difícil de se apaixonar por alguém. Por outro lado, é muito fácil se apaixonar pra ele. Então, cuidado.

- Aish. Pode deixar, mamãe.

- Haha. Sim, esse sou eu...a omma. 

- Ah! Então isso é omma? Mãe?

- Sim. Ninguém tinha te falado?

- Não. Eu estava boiando.

- Bom, pois é isso. Eu...tomo conta de todo mundo aqui. Então sou visto como a mãezona. Ah, e por falar em cuidar. Acho melhor ir logo. Não ia tomar café com o Hobi?

- Ah! É mesmo! Já vou. Obrigada, omma! - Me aproximo de Jin e lhe dou um beijo na bochecha. Vejo o mesmo corar e rio. - Vejo você por aí, até!

- Até... - Jin sorri e depois eu vou embora. 

Finalmente saio do residencial e ando até a cafeteria que vi quando estava me mudando. A faixada era simples, mas tão agradável de ser ver. Quando olho para dentro, vejo Hope sentado em um dos bancos, olhando para os lados. Trato de entrar rapidamente, para não deixá-lo esperando mais do que já deveria estar.

Entro e percebo que naquele horário haviam bastante pessoas. Vários moradores deviam tomar café aqui antes de trabalhar. O ambiente era agradável, e o cheiro da comida fazia minha boca salivar e meu estômago roncar. Me aproximo rápido da mesa de Hope e me sento de frente para ele.

- Ooi Hobi! 

- Hã? Ah! Oláá!! - Ele responde animadamente. Parece que eu tinha tirado ele de alguma viagem mental. - Que bom que veio!

- Eu não te deixaria plantado aqui. Me desculpe a demora. Eu parei na saída da vila pra falar com o Jin. Ele estava cuidando das plantas e acabei parando.

- Ah, tudo bem. O importante é que você veio. Então, vamos pedir o café?

- Vamos sim. O que você prefere come?

- Não, não. Você escolhe. Eu como qualquer coisa. Eu deixo por sua conta hoje. Você escolhe, e eu pago.

- Nossa, que honra. Bem, vamos lá. - Pego o cardápio e dou uma olhada. Tudo parecia delicioso. - Pode ser um de cada?

- Oxe! Gorda pra porra! Que isso. Sou rico não. - Rio com o cardápio no rosto. - Come mais que o Jimin. Parabéns. 

- Bobo. Bem, por mim pode ser esse conjunto aqui. Vem um capuccino, um croissant e um muffin pra cada um mais uma cestinha de pão de queijo pra dividir. Que tal?

- Pra mim está ótimo. - Hope apoia o rosto nas mãos e me observa.

- Que foi?

- Espera. - Hope chama um garçom e faz o nosso pedido. Depois de pedir, se volta novamente pra mim. - Então. Como vai esse coraçãozinho?

A pergunta me pegou de surpresa. Pra que ele tava perguntando isso?

- Como?

- Sabe do que estou falando. 

- Por que isso do nada?

- Veja bem. Estamos no meio desse jogo de retardado. Você é o principal alvo. Eu sei que precisa conversar sobre isso. 

- Nossa. Obrigada pela sinceridade.

- Disponha. Não se preocupe com isso. Eu não estou nesse jogo só por gostar de você, Anaíz. Até porque, entre os seis garotos e os quatro principais envolvidos...é muito provável que eu não seja escolhido. É bom eu pelo menos tentar ser útil. Só encher a sua cabeça de mais uma possibilidade faz eu me sentir mal. 

- Ah...eu...

- E mais uma coisa. Eu não quero que você se sinta mal. Eu sei a minha posição nesse jogo. Não é sua culpa. Sem contar que estamos no início disso. Eu não disse que desisto. Pelo contrário. Mas eu quero ser mais do que só um jogador. Eu quero ser seu amigo. 

- Eu não sei o que dizer, Hobi.

- Não diga nada. Só come.

Olho pro lado e vejo o garçom chegando com o nosso pedido. Minha barriga ronca alto e ele nos serve.

- Bom apetite ao casal. - O garçom sorri.

- Ah...na verdade... - Tento explicar, mas sou interrompida por Hobi.

- Obrigada. 

Olho para ele e ele sorri, ainda com o rosto apoiado nas mãos. O garçom faz um reverência e se retira. Estou no meio de um monte de raposinhas espertas. Esses garotos estão brincando.

- Esperto você, né? - Falo, pegando meu capuccino. 

- Cada um usa a arma que tem, coelhinha. 

Rio e bebo um gole do capuccino que estava delicioso. 

- Mas você não respondeu a minha pergunta. Como vai esse coraçãozinho?

- Bombeando bastante sangue pra todo o meu corpo. Sinto que vou precisar.

- Okay. Deixa eu melhorar a pergunta. Como vai essa cabecinha? E pra deixar mais claro. Estou querendo saber sobre seus pensamentos relacionados ao nosso joguinho.

- Ah, agora sim. Só que ainda não sei como responder à sua pergunta. Me sinto confusa. Cheguei aqui ontem e aconteceu tudo aquilo. Não sei o que pensar. Me sinto meio...suja.

- Por que? - Hobi parecia confuso. 

- Eu preciso mesmo responder? Acho que minha irmã já falou pra vocês sobre como eu não costumo sair por aí ficando com geral. Passa uma imagem ruim e eu nem costumo fazer isso.

- Mas você não pega geral porque você não gosta ou porque as pessoas ao redor vão te taxar de piranha?

- ...na verdade, eu não sei. - Paro para pensar. Eu realmente estava pensando demais no que os outros pensam.

- Olha, eu parto do seguinte princípio: Se eu estou feliz assim, e todos os que ficam comigo sabem que não é nada sério, não vejo problema em pegar geral. O que os outros pensam é o de menos. E não pense mal da sua irmã. Pode ser meio chato ela se intrometer, mas você sempre conversou com ela sobre estar se sentindo meio sozinha entendiada. Ela pensou que estivesse ajudando.

- Não! Ela está ajudando. Quer dizer...eu sinto que tudo isso ainda vai me embolar muito, mas ainda assim. Se todos vocês estão nisso por livre vontade e...sabem dos riscos...e eu também...acho que não tem problema em tentar. Além disso, nada me impede de desenvolver amizades no caminho.

- É, exatamente. No final das contas, você vai ficar com um só. E só se você quiser. Então é uma ótima ideia ser amiga dos outros. Tanto quanto puder. Estamos todos meio que competindo por você. Com os devidos cuidados de ambas as partes e o consentimento de todos, acho justo. 

- É. Você está certo. - Concordo enquanto como um pão de queijo.

- E, cara...é um mesmo grupo de garotos que gostam da mesma garota. De você. Uma hora ou outra, com o jogo ou não, ia acabar rolando competição. Pelo menos se fechar logo isso, dá pra por alguma ordem na bagunça. E... - Ele morde um pedaço de seu croissant. - ...acredito que seja pra isso que Rapmon, Alícia e principalmente e aloprada da Soojin estão aqui. Pra organizar essa suruba. Pra tentar amenizar a merda. 

- É. Certo de novo. Até que está sendo realmente bom conversar com você. Foi um dia todo ontem dos "juízes" desse jogo me jogando pra cima dos garotos. Essa manhã relaxando está me fazendo bem. Muito bem mesmo. Obrigada, Hobi.

- Disponha. Sempre que precisar. É minha obrigação como seu futuro amigo. - Hobi sorri com a boca cheia de farelo do muffin que ele comia. 

- Claro que sim. - Respondo, tentando não rir.

Logo terminamos de comer toda a comida e J-Hope se oferece pra pagar. Depois de uma longa discussão, resolvemos partir o valor. Eu e ele andamos até a porta e saímos da cafeteria, caminhando juntos pela calçada.

- Vai voltar para o residencial agora? - Hobi pergunta, me olhando, aquecendo suas mãos com seu hálito. 

- Pretendo. Longo dia de alvo pela frente. Só imagino o que tem pra hoje.

- Com os juízes que temos, espere qualquer coisa. Enfim...eu vou ter que ir pra outro lugar agora. Mas mais tarde a gente deve se ver, okay?

- Hm...acho que tudo bem. Até mais tarde então. 

Hobi se aproxima de mim. Ele deposita um selar em minha testa e sorri de uma forma fofa. Me sinto levemente sem graça mas sorrio de volta.

- Tchau, Any! Ah, e belo pijama.

Ele aponta para as minhas roupas. Eu tinha até esquecido que tinha saído de pijamas. Seria até uma boa ideia chegar em casa e voltar a dormir. 

- Ah, obrigada, bestão. Vai lá. Tchau!

Nos despedimos e seguimos cada um para um lado. Mesmo andando devagar, não demoro muito para chegar na vila novamente. Passo pelo portão e respiro fundo. Aquele lugar me passava tanta paz. Estar longe de casa nunca me fez tão bem. E nunca achei que faria. 

Jin não estava mais perto do canteiro de flores, no qual eu inclusive podia ver algumas plantas novas. Sorrio ao sentir um cheiro doce vindo das flores. Jin parecia ser uma pessoa realmente tranquila. E ele era. Além de ser fácil de conversar. Era simples, fofo e cuidadoso. E estava entre os seis meninos do joguinho. Não era uma má escolha, com certeza. Abaixo na frente das flores que ele havia plantado e fecho os olhos sentindo aquele doce aroma. Era tão bom. Poderia ficar ali o dia todo sentindo aquele cheiro, se um infeliz não tivesse me despertado do meu breve prazer.

- OI ANAÍZ!! - Viro para trás e vejo Rapmonster. Puta merda! Que isso?? - Tudo bem?

- Puta! Que susto, Rapmonster. Pra que isso?

- Desculpa. Te atrapalhei? 

- Não exatamente. Mas enfim, fala.

- Bom. É que assim...nós chamamos alguns dos meninos pra ir lá na casa da dona Íris pra ver um filme. Aí como a Alícia disse que você tinha saído com o Hope, fiquei esperando você chegar. Pra te chamar pra ver filme também. - Rapmon explica.

- Jimin vai estar lá?

- Nossa, que direta. 

- É. Porque seu amigo ruivinho é meio...

- Pervertido? Bipolar? Idiota? Sabemos. Mas...ele é legal.

- Eu não disse que estava perguntando como se, caso ele estivesse, eu não fosse.

- Hm... - Ele faz uma carinha estranha.

- Maaas...também não disse que era por interesse nele.

- Sei. Me engana que eu gosto. Enfim. Nós chamamos ele. Ele disse que acha que vai, mas que não é pra termos certeza disso. Até agora nada. Mas ele fica de babaquice às vezes. Ele vai aparecer, acredito eu. 

- Estou mais preocupada comigo.

- É melhor ficar mesmo. Porque, por mais que eu shippe muito vocês dois, ele não é o único. Jungkook e Suga também vão estar lá. 

- Tá faltando gente aí.

- O Jin está cheio de tarefas esta manhã. E ele trabalha mais tarde. O Tae e a Soojin falaram que tinha um "compromisso de família", e sumiram do mapa. E o Hope disse que tinha algumas coisas pra providenciar. 

- Hm...tudo bem. Vamos lá, então. - É um trio estranho dentro da minha casa...Jungkook, Suga e...Jimin. Bem, vamos ver em que merda isso vai dar.

- Esse é o espírito. Vamos logo. Estão nos esperando!

Rapmonster me puxa pelo pulso e vamos correndo até a casa da vovó Íris. Já disse que morro de medo do fato de terem juntado minha irmã, Rapmonster e Soojin pra porem ordem no jogo? Se não...é. Isso me assusta, só de tentar imaginar o que esse povo pode fazer...

...

EU AMO CAFÉ! <3

Annyeong, meus filhos. Aqui é a Chimchim. (Ah, vá)

J-HOPE SEJA BEM-VINDO AO HARÉM.

Depois dessa surra de putaria, estou lançando um capítulo mais tranquilo. Espero que gostem dele.

Demorou um pouquinho pra sair sim. Mas eu costumo demorar tanto pra escrever os capítulos das minhas fanfics, que dessa vez fiquei até com orgulhinho :')

Nosso Chimchim macho vai regressar logo, a Chimchim fêmea promete :*

Um bom fim de semana, seus goxtosos!

Bjundas da omma <3 

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