Awake pt. 2
Me ofereci para ajudar o Jin com o almoço. Meus dotes culinários claramente são menos desenvolvidos que os dele, mas eu ainda posso ajudar.
Estávamos um ao lado do outro preparando uma salada. Além disso, eu também estava cortando algumas cenouras além dos tomates.
- Você é boa de corte. - Ele sorri e volta sua atenção para as folhas de alface. - Impressionante.
- Anos de prática. - Sorrio, lembrando de uma parte do meu passado. - Eu nunca fui muito boa no fogão. Então quando eu preparava o almoço com a minha avó, eu sempre ficava responsável por cortar as coisas. Desde pequena. Ela me ensinou e eu nunca perdi a prática.
- Baseado nisso, dá pra imaginar que você seria uma ótima cozinheira se praticasse de mais. - Ele olha pra mim depois de jogar o cabelo mais para o lado, podendo secar sua testa com as costas da mão.
- Concordo com você. - Termino de cortar os tomates.
- Eu posso te ensinar alguma coisa. Quando quiser. Se tiver interesse nisso. - Ele diz.
- Bom...talvez eu tenha. Eu já pensei em um dia fazer um almoço gostoso pra mim e pro meu marido. Ou cozinhar com ele. Mas fazer sozinha desafiaria o que eu sei fazer. Seria legal. - Lavo as mãos e prendo o cabelo com um prendedor que estava no meu pulso. - E você? Gostaria que cozinhassem pra você um dia? Sua esposa, talvez? - Pergunto.
- Bom... - Ele vira o rosto, parecendo sem graça. - Eu já pensei nisso. Eu sempre cozinho pra mim mesmo, então...eu acho que seria legal. Eu gostaria sim. Já imaginei uma situação assim...confesso.
- Hmmm... - Me apoio na bancada e olho nos olhos dele. - Imaginou alguém em especial? - Sorrio.
Jin olha pra mim por alguns segundos, com seu rosto avermelhado e aquele brilho que eu sempre vejo nos olhos dos garotos. Ele olha pro lado novamente depois de algum tempo e morde seu lábio inferior.
- É... - Ele diz. Entrelaço minhas mãos uma na outra atrás das costas e fico na ponta dos pés, tombando o rosto ligeiramente pro lado e tentando olhar nos olhos de Jin.
- Sim..? - Digo, sorrindo. Sempre que tento me aproximar, ele vira o rosto pra mais longe, me impedindo de criar contato visual. Ficou nessa de eu me aproximar e ele se afastar, até ele dar de costas com uma das bancadas da cozinha.
- Ah... - Ele se vê preso logo antes de me olhar novamente.
Eu não posso evitar esse momento. É tão raro ficar mais próxima do Jin. E ele é tão amável. Eu sei que esse pensamento dele provavelmente é sobre mim...mas eu gosto tanto de ouvir eles dizendo isso. Eu quero poder entender como cada um deles funciona. Quero ficar próxima deles e compreendê-los melhor.
Encosto minha mão na mão dele, próxima da perna do mesmo. Jin olha pra baixo e observa enquanto tento segurar sua mão.
- Você sabe. - Ele diz.
- Eu sei que eu sei...
- Eu preciso dizer? - Ele pergunta.
Paro alguns segundos e fico olhando pra ele enquanto penso.
Será que no final das contas é mesmo uma boa ideia fazer eles dizerem isso sempre? Eu sei que eu acabei de dizer que queria entender como eles são, como agem...mas dentro desse jogo, será que brincar desse jeito é certo?
- Jin. Se não quiser falar, eu entendo. - Sorrio. - Ainda te acho um amor.
Ainda sem me afastar, espero uma resposta dele. Onde estava sua resposta? É, não se preocupem. Ela vem logo à seguir.
Depois de alguns minutos terem se passado, sinto meu rosto ser suavemente puxado por suas mãos até uma onda fria de sentimentos confusos.
Os lábios dele caem sobre os meus com extrema calma, por mais que eu pudesse sentir sua ansiedade e seu coração acelerado. Preciso ficar na ponta dos pés, mesmo sem ser baixinha, para manter aquele beijo tão impossível de largar. Seguro com minhas duas mãos nos pulsos de Jin, enquanto busco mais contato com ele.
Eu jamais imaginaria que Kim Seokjin faria isso. Eu...nem ao menos sei como consegui reagir. Eu só mergulhei naquilo. Quando percebi, já estava de olhos fechados, e meus lábios nos dele.
Não foi demorado, não foi sujo, não foi agressivo. Foi romântico e apaixonante, como eu sei que Jin é capaz de ser. Como eu sobrevivi, eu não sei.
Ouço a campainha tocar de repente, e Jin separa seus lábios dos meus na mesma hora, num susto.
Ficamos alguns segundos parados olhando um nos olhos do outro. Procurando resposta pra uma pergunta que não ousamos fazer um pro outro, nunca: Por que?
Somos puxados pro mundo real quando ouvimos a campainha tocar novamente, dessas vez por mais tempo.
Jin finalmente tira as mãos do meu rosto e eu solto seus pulsos. Então nós nos afastamos um do outro. Jin limpa a garganta e vai até a porta. Fico encostada na bancada, fingindo que nada aconteceu.
- Bom dia!! - Ouço uma voz extremamente feminina na porta. Olho por cima do ombro do Jin (N/A: Parabéns por conseguir essa proeza.) Era uma garota com rosto oriental assim como Jin. Ela parecia usar bastante maquiagem e roupas de aparência bem cara e....rosa.
- Ah! Bom dia! Você deve ser a filha da senhora Kwang. Soojing, não é? - Jin estende a mão para cumprimentá-la, mas ela apenas coloca a ponta de uma guia na mão dele. - Ah...
- Cuide bem da Sun. Ela é meu bem mais precioso. - Olho para o chão e vejo um shitzu branca e marrom pulando nas canelas do Jin, querendo colo. Jin pega a tal cachorrinha em seus braços e sorri.
- Vou cuidar. Não se preocupe.
- Venho buscar ela quando forem exatamente 7:30. Minha mãe te entregou tudo o que ela precisa ontem? - Ela pergunta.
- Entregou sim, senhorita Kwang. - Ao ouvir o nome "Kwang", sinto que já o me deparei com ele antes. Mas onde?
- Ótimo. - Por um momento ela parece que vai se virar e ir embora, mas ela se vira para Jin novamente. - Ah...e eu queria saber mais uma coisa.
- Eh...s-sim? - Apenas nesse momento reparo que Jin parecia nervoso, mas eu não fazia ideia do por quê.
- Sabe onde o Jimin está morando? Vocês são amigos, não?
A pergunta surge como um soco no meu estômago. Kwang...aquela garota de quem Jin falou. Ex-noiva do Jimin.
Nesse momento, torço para que uma pedra caia na cabeça dela, antes que eu caia.
- Oh, sim. Nós somos. Mas não o vejo faz algum tempo. Não sei onde ele está morando, senhorita Kwang. Sinto muito. - Ela entorta o nariz e bufa.
- Então, nada ainda...enfim. Pergunto aos pais dele depois. Vou seguir meu belo dia. Adeus.
Kwang se vira de costas pra Jin e sai rebolando até sumir da nossa vista. Jin fecha a porta de casa e se vira pra mim, com Sun no colo. Ele parecia muito nervoso. Chegava à suar.
Me aproximo dele com um guardanapo e seco sua testa.
- Mentir é tão difícil. Não acredito que faço isso pelo Jimin. - Ele diz, nervoso, com Sun inquieta em seus braços.
- Então essa é a vagabunda? - Pergunto, enquanto ajeito o cabelo de Jin na frente se sua testa novamente. Sim, eu me alterei por causa dessa garota.
- É. Essa é a "garota perfeita", segundo o pai de Jimin.
- Parece muito superficial. - Jogo o guardanapo no lixo.
- Ela é tão superficial quanto inútil. Dava pra jogar ela no lixo junto com papel suado. Deus que me perdoe. - Ele diz, tirando a guia de Sun e a deixando no chão. Sun começa a correr em círculos pela cozinha.
- Ele vai perdoar. - Digo, por fim. - Mas, diz aí. Qual é a sensação de ser sempre super educado e de vez em quando largar umas ofensas dessas? - Digo, rindo baixo, enquanto me apoio novamente na bancada da cozinha. Preciso manter um clima não cconstrangedor, depois do que aconteceu.
Jin sorri, observando Sun subindo no sofá da sala ao lado.
- Sinceramente? Péssimo. Eu brigo com os outros garotos quando eles xingam, mas no fundo eu não me importo. Só se sair da minha boca. Minha família não me ensinou esse tipo de coisa e...eu não gosto de falar essas coisas. Mas tem algumas horas que os ensinamentos que eu recebi e aprendi durante os anos não falam mais alto do que as verdades que eu penso de algumas pessoas. Como a Kwang. Então, é. É ruim, mas...necessário. - Jin ri abafado. - Vovó ficaria desapontada em ouvir isso. Ou talvez não. Talvez ela só fosse rir com o meu deslize.
- Sua avó foi muito presente na sua vida? - Pergunto.
- Anaíz, você não faz ideia. E ela faz tanta falta...foi uma mulher muito importante na minha vida. Depois que os meus pais morreram, quando eu ainda era muito novo pra entender o que era morte, ela cuidou de mim e me ensinou tudo o que eu usei por muito tempo. Até amadurecer.
Havia algo querendo sair de dentro do peito de Jin, eu podia sentir. E, claramente, se ele queria se abrir pra mim, eu estaria ali para ouvir. Então trato de manter meu silêncio e concentração em cada palavra.
- Anaíz. - Ele chama meu nome.
- Sim?
- Quero te mostrar uma coisa. Podemos ir até o meu quarto?
Parada por alguns segundos, assinto. Ele vai andando na frente, me guiando para o segundo andar da casa, enquanto eu permaneço atrás, para ver aonde chegaríamos. Depois de passar por algumas portas, finalmente entramos em uma, seu quarto.
Jin curva seu corpo na direção da mesa de cabeceira e pega um porta retratos. Ao se aproximar de mim com isso na mão, ele aponta para um garotinho muito fofo na foto, ao lado de uma senhora que parecia beirar os seus 50 anos.
- O garotinho sou eu. - Ele anuncia.
- Awn! Você era tão fofo!! - Ele parece ficar ligeiramente envergonhado, mas sorri ainda assim.
- A senhora ao meu lado é minha avó, a mulher mais importante da minha vida. - Ele se senta na sua própria cama, próxima à ele. Jin observa a foto, acariciando o vidro com o polegar enquanto respira fundo e sorri. - Quase todas as fotos que eu tinha com a minha avó se perderam durante a minha mudança pro Brasil. Essa é a única que eu tenho física. - Me sento ao lado dele, devagar. Passo meus braços ao redor do corpo dele e o abraço de lado. - Ela faz tanta falta...eu amo lembrar do meu passado com ela. Me lembro do dia em que ela se foi. Eu tinha 16 anos.
- Não faz tanto tempo assim. - Digo, calma.
- Você está certa. E a sensação é de que faz muito menos tempo do que realmente faz. Passou tão rápido.
Kim Seokjin's Flashback on
- Vovó! - Saio correndo para dentro do quarto do hospital onde minha vovó estava.
Ela tem estado muito doente nas últimas semanas. Temos feito de tudo, mas ela nunca apresenta grandes melhoras. Passei alguns dias sem vê-la, mas hoje puderam me trazer.
Me sento na beira da cama, bem ao lado dela, vendo a mesma virando seu rosto marcado pela idade e pelo seus estado de saúde para mim, até nossos olhos se encontrarem e ela expor aquele sorriso fofo de vó.
- Jin, meu amor! - Ela envolve minha mão com seus dedinhos fracos. - Você veio me ver.
- É claro! Eu não deixaria a senhora pra trás numa cama de hospital nunca!! Queria ter vindo ainda antes...
- Eu sabia que viria. Não se preocupe, querido. Vai ficar tudo bem. - Ela diz, com a voz super fraca.
- Mas, vovó, o vovô disse que a senhora estava muito doente. Como pode ficar tudo bem? - Pergunto, sentindo meus olhos marejarem.
- Jin, querido. Preste atenção na vovó. - Ela tenta erguer um pouco seu corpo frágil e se sentar. Ela segura meu rosto entre suas mãos de pele fina e sorri. - Nem sempre o "vai ficar tudo bem" significa que tudo vai ser de acordo com o que nós queremos. Saberá o que eu quero dizer quando for a hora. Apenas acredite em mim. Vai ficar tudo bem. E não haja como se eu já estivesse morta. Dê tempo ao tempo.
Coloco minhas mãos em cima das dela e sinto uma lágrima escorrer quente pelo meu rosto. Ela logo passa o polegar por cima desta lágrima tirando ela do meu rosto como se isso afastasse todos os problemas.
- Vovó...eu ainda preciso da senhora comigo... - Digo, com dificuldade de fazer a voz sair.
- Não, Jin. Não precisa. Você quer, eu sei. Eu adoraria ficar, mas tudo tem seu fim. Você já é um homem maduro. Mesmo tão jovem, tem pensamentos tão belos. Você pode prosseguir sem mim. Só precisa ter força.
- Vovó....não fala assim...
- Meu querido...me prometa uma coisa. - Ela diz, e seguro meus olhos nos dela.
- Qualquer coisa.
- Não desista daquele sonho. Sobre a sua tão desejada esposa. Nós dois sabemos o quanto você a fará feliz. Lute por ela. Lute pelo que for melhor. Não desista do amor.
- E-eu...eu prometo, vovó.... - Eu a abraço forte enquanto choro.
Lembro que acabo adormecendo naquela cama de hospital ao seu lado, até receber a notícia...
Kim Seokjin's Flashback off
- Foi a última vez que nós dois conversamos. - Jin me diz, terminando de me contar a história.
Meus olhos ardiam de tanto chorar e eu sentia uma leve dor de cabeça. Queria ter tido a oportunidade de conhecer a avó do Jin...ela parecia uma mulher genial.
- Você deve se perguntar...porque sou tão inativo no jogo, não é? Depois de ouvir sobre a promessa que eu fiz pra minha avó. - Eu realmente estava um tanto curiosa sobre isso. Tanto ele quanto o Hoseok sempre foram mais quietos no jogo. Eu queria entender. - Bom...meu sonho de ter uma esposa é muito mais do que só ter e pronto. Eu queria que ela fosse mais feliz do que tudo. Do que qualquer uma. Independentemente de estar comigo ou não. Independente de ser minha esposa ou não. Era mais um...sonho de zelar pela felicidade de alguém. Por isso minha avó me disse pra lutar pelo que fosse melhor.
Fico sem saber o que dizer a respeito de tais sentimentos. Eu não sabia o quanto Jin tinha à dizer sobre isso.
- Sabe...eu nunca quis me colocar acima dos outros garotos só por causa da minha história e sonho de querer uma amada. Eu mereço você tanto quanto os outros meninos. Eles são meus amigos de verdade, e eu sei o que eles passaram, sei o quanto eles amam você. Eu sou o hyung, poxa...eu entendo eles. Sentimos as mesmas coisas. Tento ter empatia. E...não casar com você não quer dizer que roubaram você de mim, que eu desisti ou algo do tipo. Eu não desisti do amor. Eu só te deixei livre. Só zelei pela sua felicidade. E isso é tudo, pra mim. Eu ainda vou encontrar minha esposa. - Sinto cada vez mais lágrimas descendo pelo meu rosto.
- Jin...
- Sssshh... - Ele seca minhas lágrimas com a manga do suéter. - Não chora. Não sinta culpa. Eu amo você, sim. Mas não se preocupe. Eu sou um homem formado, lembra? Vovó disse. Ficarei bem se ainda puder conviver com você. Eu já não participo desse jogo direito. Já me vejo como um espectador.
- Como você pode ser tão perfeito? - Me jogo nos braços de Jin, que parece surpreso. Tento me acalmar, mas os sentimentos que ele acaba de me passar são pesados demais para sustentar. Ouço uma risada leve.
- Eu sou bom com as pessoas. Só isso. - Ele acaricia meus cabelos enquanto retribui meu abraço. - Ah, e não esquece...você e o Jimin são meu shipp. Façam dar certo.
Acabo rindo. Eles não tem jeito mesmo.
- Relaxa. - Ele ri. - É brincadeira. Você fica com quem quiser. Mas eu prefiro que seja com o maluquinho mesmo. - Ele sussurra essa última frase num tom divertido. - Eu e o Hoseok fazemos de tudo pra vocês serem bons um pro outro.
- Às vezes eu sinto como se eu estivesse mais em casa aqui do que no Rio, com os meus pais. Vocês são tão receptivos... - Digo, com o rosto encaixado no pescoço de Jin, que foi umedecido pelas minhas lágrimas.
- Depois de tudo que Alícia nos passou sobre você...dificilmente seríamos diferentes. Você foi um milagre na nossa vida. - Ouço a voz suave de Jin.
- Eu só não entendo isso. Como vocês podem me conhecer tanto, terem tanto carinho por mim em tão pouco tempo? O que Alícia disse pra vocês enquanto eu não estive aqui? - Me pergunto isso desde que Alícia me contou sobre o jogo. Queria muito poder tirar essa dúvida. Ela me mata um pouco todos os dias.
- Pergunte à ela. É melhor do que perguntar pra cada um de nós o por quê de sermos assim com você.
- Às vezes eu sinto como se vocês fossem anjos na minha vida...mas vocês agem como se fosse o contrário. Eu espero que ela me tire diga logo.
- Ela tem muito o que explicar. - Ele passa seus dedos pelas mechas do meu cabelo sem me soltar de seus braços, como se caso ele o fizesse, eu fosse sumir lentamente e agoniantemente. - Nós não éramos os mesmos antes de você, Anaíz. Você emana luz. Desde que você chegou, todos nós ficamos mais felizes. Parece que tudo ficou mais fácil de se lidar depois que passamos a conviver. Tudo em nós melhorou. Percebeu isso? Em vez de brigarmos, ficamos mais amigos. - Ele tomba sua cabeça na direção da minha. - Tudo melhorou. Eu posso te garantir que éramos bem mais fracos antes. Por culpa dos acontecimentos das nossas vidas. Parecíamos feitos de papel. De corpo e alma. Depois de você...foi incrível.
Eu nunca me senti tão querida por um grupo de pessoas. E nunca fiquei tão feliz chorando. Esses meninos são maravilhosos pra mim. Eu amo eles mais do que tudo.
Estou certa de que essas pessoas são minha família. E...eu não quero dividir o resto dos meus dias com mais ninguém, se não com eles. Espero que esse jogo acabe logo, e que possamos todos seguir em frente, juntos.
Independente da minha escolha, eu amo meus amigos. Desde os participantes desse jogo até Alícia, Namjoon, vovó Íris...até Soojin, que não converso muito. Todos os envolvidos nessa mudança pra Santa Catarina fazem meu dia valer a pena...e minha vida também.
...
AEEEHHH PAPER SOUL
Olá, meus filhos. Aqui é a Chimchim (Ah, vá).
MEUS AMORES, EU ESTOU MUITO FELIZ.
Explicar o nome da fanfic foi tirar um peso das minhas costas. Estou muito satisfeita com esse final.
Eu espero de verdade que vocês todos tenham gostado desse capítulo.
Comentem muito, por favor. E não esqueçam da estrelinha se gostaram ;--;
E esse foi o fim do arco Awake.
Mensagem subliminar: Dêem views pra Not Today
Até o próximo capítulo.
Bjs da Omma 💜💜
Ah, e...amiga da Sarah, se você estiver lendo isso, obrigada por ler Paper Soul. Você é um amor ^^
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