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Awake pt. 1

Anaíz P.O.V (antes de Alícia e Namjoon chegarem)

- Eu não sei nem como agradecer por você e o Jin terem ficado aqui...é importante mesmo pra mim. - Digo para Suga, que me observava preocupado sentado ao meu lado na cama.

- Anaíz...tem certeza que eu posso ir embora? - Ele pergunta.

- Não precisa se incomodar. Eu ficarei bem, tá? Eu só tive um dia desagradável. Acontece.

- Você nunca me incomoda. Eu poderia ficar. - Ele estende sua mão na direção do meu rosto e passa o polegar pela minha bochecha, me fazendo carinho. Como ele pode ser tão fofo? Suga mudou tanto de uns tempos pra cá...parece mais...aberto, e feliz.

- Você é a coisa mais fofa do planeta, Suga. Eu realmente agradeço por isso. Achei que fosse ser mais difícil aprender sobre você, mas não acho mais... - Viro um pouco meu rosto e beijo a palma da sua mão. Sinto ela tremer no meu rosto e sorrio para ele enquanto o mesmo me observava, confuso. - O que foi?

- Eu não sou a coisa mais fofa do mundo. Você é a coisa mais fofa do mundo. E eu nunca admitiria isso. Mas eu admito. - Ele diz, olhando pro chão, colocando as mãos nos bolsos do seu casaco.

- ...eu...tinha dúvidas no início, mas...você...gosta mesmo de mim, não gosta? Eu digo...daquele jeito. - Suga me olha, e é como se seus olhos estivessem brilhando.

- Todos gostamos.

- Não, não. Eu quero saber de você. Me deixa ouvir isso. Por favor? - Ainda com seu rosto branquinho virado pra mim, vejo suas bochechas ficarem rosadas. Isso me faz sentir estranhamente envergonhada. E ao mesmo tempo...um pouco culpada também...

- Eu...estou...

Parecíamos estar entrando em outra dimensão por alguns segundos. Eu estava muito imersa no brilho que eu via nos olhos de Yoongi. Por que eu não conseguia me afastar dele? Não sei se era aquele cheirinho atrativo de perfume masculino, se era a cor das suas bochechas ou a incrível proximidade dos nossos lábios que eu levei tanto tempo pra notar. Tudo por culpa daquele olhar.

- ...apaixonado...por você... - Yoongi sela meus lábios com os seus, tão rosados e macios. Eu não sei como aconteceu. Mas de repente, foi como se não tivesse nada em jogo. Como se nem houvesse um jogo. Foi uma sensação tão boa, suave, e com um sentimento tão caloroso, que não deu tempo de pensar. Mas tanto foi bom, quanto foi rápido.

Quando o beijo foi separado, Suga não parecia saber onde parar seus olhos. Passeava por cada canto do meu rosto, até desviando para o chão em alguns momentos.

Eu já ficava seguindo os olhos deles, olhassem pra onde olhassem. Logo, Suga foca seus olhos em seus próprios pés e um sorriso singelo surge em seu rosto.

- Que foi...? - Pergunto.

Ele abre a boca para falar alguma coisa, mas parece mudar suas palavras. Então ele continua sorrindo e diz sua nova sentença.

- Hora de dormir então, mocinha. - Ele se levanta da cama e fica parado de pé na minha frente.

- O que? - Respondo, meio confusa.

- Isso mesmo. Eu vou voltar pra minha casa logo já que...terminamos por aqui. - Ele põe as mãos na cintura.

- Mas...terminamos?

Ele respira fundo, olhando para a esquerda, ainda com as mãos na cintura. Depois, me surpreendo com Suga segurando meus braços e me deitando na cama. Enquanto se apoia por cima de mim com um de seus joelhos no colchão e suas mãos por cima dos meus pulsos, sinto meu coração acelerar de uma hora para outra com essa movimentação e aproximação rápida. Logo agora, que aquele beijo aconteceu. Alguém me ajuda. Não estou bem.

Como sempre acontece dentro da minha cabeça, o momento parece durar mais do que realmente durou. Meus olhos se encontram com os dele, e admiro aquela imensidão negra, aqueles fios de cabelo jogados na minha direção e seus lábios entreabertos. Logo, ele sobe sua boca e me dá um beijo na testa, erguendo seu corpo de cima de mim.

Continuo olhando pra cima por mais alguns segundos enquanto ele me cobre antes de voltar meus olhos na sua direção, chocada.

- Yoongi... - O chamo, mas ele se vira na direção da minha porta.

- Suga. E...boa noite, mocinha. Durma bem. - Ele sai do quarto e fecha a porta lentamente com uma das mãos no bolso do casaco.

Viro rapidamente para o meu lado esquerdo e fico repassando o que aconteceu.

O QUE ACONTECEU?

Kim Seokjin P.O.V.

Acordo no dia seguinte deitado na minha cama macia, dentro da minha casa aconchegante. Pequena, mas aconchegante. Me sento na cama e me espreguiço, olhando para o sol lá fora. O dia estava bonito hoje. Aliás, os dias são lindos mesmo quando está nublado. Por que não seriam?

Saio do meio dos meus cobertores, calço meus chinelos e visto meu roupão, indo preparar meu café da manhã. Apesar do sol, ainda está um frio gostoso aqui. Mas é como Jimin diz, manhãs frias ensolaradas dão uma boa sensação. Principalmente com música. E eu concordo com ele (N/A: Entendedores entenderão a minha humilde adaptação kkkkk).

Pego meu celular no bolso do roupão e coloco "Dream" pra tocar. Essa música é muito agradável, e aprendi a cantar ela fazem alguns dias (N/A: Não sei que problema deu que dessa vez eu não consegui colocar o link da música na mídia, mas quem quiser conhecer, é só procurar por Dream Baekhyun ft. Suzy. Vocês vão achar ;D ). Vou cantando enquanto pego algumas coisas pra fazer o café. Ligo a pequena televisão do balcão da cozinha. Vou ouvindo as notícias durante o preparo do meu sanduíche.

Desligo a música, mais tarde eu a ouço. (N/A: Eu sou indecisa. Então ele também vai ser 😂.)

Fico assustado com os casos de assalto e estupro no Rio de Janeiro. Tenho medo de por os pés lá, embora imagine que tenham coisas boas.

Dou alguns passos de um lado pro outro, dançando com a música que estava ouvindo presa na minha cabeça. Quase caio no chão ao escorregar o pé em um pouco de água.

- Aish...de onde veio essa água? - Pego uma pano na pia e me abaixo para secar o chão, dobrando o pano e o colocando perto da torneira novamente após terminar. - Dançar não é mesmo pra mim.

Vou até a geladeira pegar o meu suco de laranja. Abro a porta e pego o galão de suco e depois um copo rosa na prateleira. Depois de passar esses anos todos aqui no Brasil, eu perdi o costume de tomar leite com tudo que eu como. Agora, eu mais bebo água e suco mesmo.

Me sento na frente da mesa da cozinha com tudo o que preparei pro meu café da manhã. Começo a comer com calma enquanto assisto TV.

- Que horror. Nunca vi tanta tragédia num lugar só. Ainda bem que aqui na cidade é mais tranquilo. - Digo com um pedaço do meu sanduíche na boca.

Ouço a campainha e depois alguém bater na porta. Cedo assim? Não costumo receber muitas visitas, quanto mais essa hora. Deve ser um dos meninos.

- Só um momento! - Me levanto da cadeira e pego as chaves da porta no chaveiro, logo ao lado da própria porta. Destranco a porta e a abro, com um sorriso no rosto.

- Oi, Jin. - Anaíz me dá um sorriso fraco e arregalo os olhos. Eu estava apenas de pijamas e roupão, e a cozinha cheia de coisas em cima da mesa. O que ela faz aqui? Ela nunca veio aqui antes!

- Ah! Oi Anaíz! - Digo, sem graça, enquanto tento esconder o interior da casa com meu próprio corpo. Preciso arrumar essas coisas e...trocar de roupa. - Pode entrar eu...preciso colocar algumas coisas em ordem, mas...minha casa é sua casa!

Anaíz P.O.V

Jin sai correndo para dentro de sua casa e me deixa na porta, confusa.

O que foi isso?

Foi engraçada a cara de assustado que ele fez ao me ver. Foi tanto uma surpresa assim?

Dou alguns passos para dentro da casa lentamente, com minhas duas mãos entrelaças nas minhas costas. Olho para cada canto que meus olhos podiam alcançar. A casa dele era muito organizada, embora houvessem algumas coisas espalhadas na cozinha, que era onde a casa dava assim que você entrava nela. Mas ele devia estar comendo quando me atendeu. Pude perceber pelo bigode de suco que estava em seu rosto quando o vi. Pelo visto também estava assistindo as notícias na televisão. A cozinha dele era bem feminina para a cozinha de um homem, devo dizer. As paredes eram rosa, os tapetes do cômodo também, fora alguns outros adornos de lá. Algumas outras partes como o chão e as bancadas eram brancos, e haviam alguns pequenos detalhes em azul bem claro. Aquela cozinha era mais a cara da minha avó, mas isso obviamente não era um problema. Na verdade, achei uma gracinha. Me aproximo das prateleiras da cozinha e vejo alguns potes de biscoito com desenhos dos personagens de Mário, além de ter um porta-guardanapos em cima da mesa do mesmo tema. Ele parecia ser realmente muito fã.

Alguns minutos depois, ouço passos rápidos se tornando lentos conforme se aproximavam de mim. Me viro rapidamente e vejo Jin agora sem aquele roupão que estava usando antes e com uma roupa quentinha super fofa. Sorrio pra ele, que parecia ter se arrumado com muita pressa, pela respiração forte.

- Tudo bem? - Pergunto. Ele assente, com a mão no peito e os olhos fechados.

- Nunca me troquei tão rápido na vida. - Ele responde.

- Por que a pressa?

- Eu...não gosto de receber visitas vestido com meus pijamas, sabe? - Ele diz agora sorrindo, enquanto se aproxima das bancadas da cozinha e rapidamente arruma tudo. - E prefiro minha casa arrumada também.

- Me desculpe. Eu não queria ser inconveniente. Eu volto depois se vo-

- Não! - Ele fala num volume mais alto que o normal. - Quer dizer...não precisa. - Ele põe uma das mãos no bolso e a outra na nuca, olhando para o chão. - Eu...te recebo. Sinta-se em casa.

Jin me lança um sorriso super fofo. Mesmo nessa minha situação, me dá uma pontada de esperança. Eu sei que tudo pode ficar bem por causa dos sorrisos desses meninos. Cada vez que eles se mostram mais felizes e soltos perto de mim eu me sinto melhor. Acabo sorrindo, demorando pra perceber isso. Viro o rosto pro lado, levemente constrangida.

- Mas...e então? - Volto meus olhos para Jin, que estava mais próximo de mim agora. - Por que veio? Precisa de algo?

- Eu...é...meio que...sim. - Jin parecia meio confuso. - É que...metade do que eu quero dizer é...desculpa. Eu queria pedir desculpas. - Digo, com uma ligeira cara de nojo. Eu não queria ter sido daquela forma com ele ontem.

- Desculpa? Eu não tenho pelo que te desculpar. Você não me fez nada de mal. - Ele diz.

- Jin. Você é sempre tão fofo e carinhoso comigo...educado. E ontem eu fui muito seca com você. Eu não estava...no clima pra conversar. É por isso que eu queria pedir desculpas. A gente nem se fala tanto pra eu agir daquela forma como se fosse muito sua amiga. Então...desculpa mesmo. De verdade. - Digo, com as mãos nas costas novamente.

Sinto meu corpo ser envolvido pelos braços de Jin. Minha cabeça acaba deitada em seu peito. Ele apoia seu queixo no topo da minha cabeça. Uma de suas mãos sobe lentamente para meus cabelos, onde ele me acaricia. Sinto meus olhos esquentarem.

- Não se preocupe com isso. Eu...acho que a Alícia deveria realmente te contar como que nós soubemos tanto sobre você antes mesmo de te conhecermos pessoalmente. Você entenderia porque temos tanto carinho por você. E também entenderia por que sabemos que você pode agir assim às vezes. Ela fez a gente te entender muito antes. - Ele diz, com uma voz tão calma, e de uma forma tão compreensiva, que começo a chorar sem perceber. - Apesar de tudo, você é sensível, não é? Precisa de até mais de um porto seguro.

Abraço Jin de volta, com o rosto virado para o seu peito agora, molhando seu suéter. Um abraço apertado, tentando não chorar tanto.

- Qual a outra metade do que você queria me dizer? - Jin pergunta, e faço questão de me manter agarrada nele, tanto por querer essa demonstração de afeto quanto por não querer que ele me veja chorando.

- Eu...estou me sentindo triste por causa do Tae. - Digo, tentando não soar com voz de choro.

- Ele...está chateado ainda por eu ter brigado com ele?

- Não. Não é isso... - Respiro fundo. - Pode parece bobo, mas...eu me apeguei à todos vocês muito rápido. Eu me considero amiga de verdade de vocês, além de qualquer outra coisa. Pra mim é mais do que só uma convivência em busca de um relacionamento sério. Vocês viraram meus amigos de verdade. Eu sei que posso contar com vocês mas... - Mais lágrimas começam a rolar pelas minhas bochechas já quentes e vermelhas. - Parece que não confiam em mim. Não todos. Eu tento transparecer que sou legal, confiável, amiga mesmo. E parece que alguns se distanciam, ainda.

Jin me segura pelos ombros e me afasta dele, tentando me olhar nos olhos, com uma expressão preocupada. Eu deixo meu cabelo cair na frente do meu rosto, para impedir que ele veja meu estado. Ainda assim, sei que ele verá. E no fundo, não me importo. É apenas no Jin, no final. Ele é bom pra mim.

- O que eu quero dizer, é... - Sinto minha voz trêmula ao voltar meus olhos para ele. - ...eu acho que o Tae está passando por alguma situação difícil e não quer me contar. Eu não sei nem se algum dos meninos sabem. Me baseando no fato que vocês se conhecem faz bem mais tempo.

- Por que acha isso? - Jin parecia saber de algo.

- É que...bom. Ontem eu estava com o Suga lá em casa e ele chegou mancando e respirando super rápido. Parecia que tinha corrido por muito tempo. Como se...tivesse sido perseguido ou algo do gênero. Mas disse que não era nada. Disse que estava com pressa pra chegar lá por que queria assistir Maria do Bairro. - Explico.

- Ele odeia Maria do Bairro. - Jin diz, parecendo extremamente confuso.

- Foi o que o Suga disse também. - Passo minhas mãos pelo rosto, secando minhas lágrimas e tirando meu cabelo da frente dos olhos. - Quando chamei ele pra conversar em particular...ele disse que estava bem. Não quis me dizer nem uma palavra.

Jin me solta e sai andando em círculos pela sua cozinha, parecendo mergulhado em pensamentos.

- O que foi? - Dou alguns passos na direção dele até ele parar de repente, então paro também. - O que foi, Jin?

- Eu...não tenho certeza, mas eu posso ter uma ideia do que está acontecendo.

- Com o Tae? E o que você acha?

- Eu...acho que pode ter alguma relação com algo que eu vi quando estava voltando da faculdade. - Jin se senta na frente da mesa da cozinha. - Eu...tinha sido liberado mais cedo naquele dia e estava perto daqui, quando eu vi o Tae saindo de uma casa. Eu odeio espiar as pessoas, sério. Eu ia embora...mesmo depois de ter visto ele, porque eu ia acabar encontrando ele na sua casa depois mesmo. Mas...ele não tinha saído da casa por livre e espontânea vontade. Ele tinha sido expulso. Fiquei preocupado, óbvio.

- Expulso como? Machucaram ele?

- Imagino que sim. Eu vi ele saindo na frente, e na porta da casa estava um outro garoto e uma garota. O garoto parecia estar com muita raiva. Parecia estar gritando com o Tae enquanto a menina estava atrás dele meio acuada. Como se não concordasse com aquilo. Taehyung só saiu andando pra fora da casa e depois que fecharam a porta ele se sentou na calçada. Uns minutos depois o garoto apareceu de novo fora da casa, foi até o Tae e chutou ele. Aí eu pude escutar ele mandando o Tae ir embora de vez.

- O que?!?! Que filho da puta!

- Eu só fui embora depois, sem o Tae me ver. - Jin respira fundo e passa as mãos pelos cabelos. - Anaíz...eu só queria ter feito alguma coisa naquela hora. Ou ter falado com ele depois. Mas o Taehyung é teimoso. Ele não ia deixar eu ajudar e ainda ia ficar com raiva se eu falasse alguma coisa sobre ter visto. Mas se isso realmente tiver relação com ele ter chegado desse jeito na sua casa...eu realmente vou ter que falar com ele. Eu preciso ajudar. Deve ser grave.

- Eu também quero poder ajudar ele. Tem...alguma ideia do que eu posso fazer? - Pergunto, muito preocupada.

- Olha...por agora não. Mas sei de alguém que tem informantes pela escola. E você pode falar com ele por mim. - Jin me dá um sorriso leve.

- Tá falando do...? - Levanto uma sobrancelha.

- Sim. Exatamente. Park Jimin.

- E por que diabos ele tem informantes pela escola? - Pergunto. Que tipo que maluco ele é?

- Na verdade, os informantes eram pra ser do pai dele. Eles deveriam descobrir o que o Jimin faz pela escola. Espionar ele. - Jin ri abafado. - Claro que deu errado. Jimin deu um jeito de fazer os informantes trabalharem pra ele. - Olho pra ele com uma cara espantada. - É, Anaíz. Seu crush é bizarro.

- Pra começo de conversa, ele não é meu crush. - Jin revira os olhos e depois ri da minha cara. Que pouca fé. Reviro os olhos logo depois dele. - E outra, o que eu deveria dizer pra ele?

- Conta as mesmas coisas que você me disse pra ele, mais o que eu te contei que vi. Ele vai saber como ajudar. Ele e os amiguinhos traidores do pai. Já vai ajudar bastante. - Ele se levanta da cadeira. - Não são todos os dias que eu tenho tempo livre, então...se fizer isso já vai ser um progresso.

- Entendi. - Fecho os olhos e respiro fundo. Onde eu fui me meter? - Eu só espero que dê tudo certo no final.

- Geralmente dá. Mas se tratando de Kim Taehyung e dos problemas dele...eu acho difícil.

...

Já deram view pra Spring Day hoje?

Olá, meus filhos. Aqui é a Chimchim (Ah, vá).

Eu não sei se gostei muito do capítulo. ;-;
Eu gostei dele, mas sinto que poderia ter feito melhor...
De qualquer forma, foi com carinho. Espero que gostem. E desculpem a demora. Deu bloqueio criativo ;-;-;-;
Juro que o próximo vai ser melhor.

Minhas aulas também voltaram então...já viu, né? •︹•;

Bom...esperem pelas próximas bads.
Bjs da Omma 💋💙

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