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Capítulo 7 - Mensagens

Capítulo 7
Jasmine Fitzgerald
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O bom de "trabalhar" durante a madrugada é que quando eu chego todos já estão dormindo, mas, o meu tormento começa logo que eu acordo e sou obrigada a ter que viver em sociedade. Estava comendo meu pãozinho em paz enquanto assistia minha série quando minha mãe e meu pai entram na cozinha.

- Oi minha filha. - Minha mãe diz e beija minha cabeça e eu abro um sorriso como resposta.

- O que aconteceu com a sua mão? - Meu pai olho de águia pergunta enquanto toma seu café e eu respiro fundo.

- Bati enquanto puxava uma caixa no trabalho. - Respondo e olho para minha mão um pouco inchada e vermelha.

- Sabe Jasmine, não estou gostando de você trabalhando durante a madrugada ainda mais em outra Cidade. Vou conversar com Wilson do supermercado para ver se ele arruma uma vaga lá para você. - Eu quase infarto, por dentro estou tendo um surto mas por fora fico plena para não dar bandeira.

Ele não pode me tirar isso, eu não quero ficar presa em um supermercado de bairro onde todos que eu não gosto vão. E perder essas horas de liberdade será como perder tudo, e ainda tem Rolly que ficaria sozinha sem nenhuma visita o pessoal do Bingo são amigos somente ali fora daquele local cada um tem sua vida, além de que eu vou ficar reclusa aqui refém deles, só de pensar já me sufoca.

- Pai, meu emprego da um bom dinheiro e o supermercado não iria me render muito.

- Você será uma mulher casada em breve, não é de bom gosto você ficar indo para outra Cidade as pessoas adoram falar e já vão começar a fuxicar e dizer que seu marido e eu estamos te explorando.

- Deixe que falem, eu gosto do meu emprego é uma área da qual eu me interesso. - O que é mentira, antes de ser demitida eu trabalhava em uma empresa de Logística, realmente eu ganhava bem - não tanto quanto eu ganho saindo um dia com o Magno ou com Ulisses - mas, era de grande ajuda.

- Vou conversar com o Paul, mas até seu casamento eu quero você longe desse emprego. Agora vai se aprontar pois hoje você está na frente do Grupo Jovem junto com a Melize.

- Pelo amor de Deus, por que você tem que ser tão ditador? O Paul não manda em mim, você não tem que conversar com ele sobre nada. - Digo e me levanto jogando o prato e a xícara dentro da pia.

- Jasmine, Paul será autoridade dentro de sua casa e você deve a ele respeito e pare de falar assim com seu pai. - Minha mãe diz, e eu quase dou risada.


Me poupe ela é mais submissa que o Magno e olha que se eu mandar ele lamber o chão que eu pisei ele lambe literalmente.

- Ouça a sua mãe e seu casamento será eterno, ninguém quer se casar com uma mulher rebelde.

- E ninguém quer ser controlada. - Saio da cozinha e o deixo resmungando.

Abel entra no meu quarto e senta na cama.

- Se você seguisse o que ele fala e deixasse de debater sua vida seria bem melhor e tranquila. - Ele diz se referindo a Said e eu reviro os olhos.

Prendo meu cabelo em um rabo de cavalo e visto minha máscara de boa menina o espelho de toda garota da Cidadezinha pacata e chata de West.

- Não vou permitir que ele me coloque na coleira igual faz com você e a mãe. Prefiro apanhar e debater do que abaixar a cabeça e viver do jeito que ele quer.

- Só quero que você fique bem Jasmine.

- Eu digo o mesmo, só quero que você seja feliz nem que pra isso eu tenha que lutar por nós dois. - Ele se levanta e me abraça me apertando bem forte.

Ficamos bons segundos assim até que minha mãe me chama me apressando pois estão me esperando na igreja.

Hoje estou no Grupo Jovem então vou ajudar a organizar umas coisas com o pessoal para uma festividade que terá na igreja. A verdade é que eu gosto de algumas coisas aqui na igreja, tipo o grupo jovem - tirando aquele pessoal que se acha só porque estão a mais tempo - gosto do dia que o pessoal se batiza, eu acho muito bonito e super acredito em Deus mas, meu pai e tudo que ele prega e não segue me fizeram perder o tesão e ver que a igreja é do homem, muitos usam o nome de Cristo para pegarem dinheiro dos mais pobres, são como os políticos prometem várias coisas em troca do seu dinheiro e não cumprem nada. Algumas Igrejas viraram ponto de comércio e isso me entristece pois eu vi essa mágica caindo por terra, eu cresci na igreja conheço muito sobre tudo mas agora só o que quero é fugir daqui pois não posso passar a minha vida toda como minha mãe. Eu posso estar próxima de Deus em qualquer lugar que eu estiver, não preciso de uma religião me fazendo de marionete - mas, vale lembrar que não são todos que comercializam o nome de Cristo, não posso generalizar também - agora só preciso vestir minha máscara de garota feliz por umas duas horas e só.

- Jasmine, o que você acha de começarmos o quanto antes os ensaios da peça hein? - Olho pra menina que está falando e dou de ombros.

- Podem resolver entre vocês, pra mim o que fecharem está bom. - Digo e pego meu celular que vibrou.


Tyler:

Olá, entrando em contato para saber sobre sua mão. Tudo ok? Nada quebrado né?

Dou um sorriso com a mensagem e reviro os olhos.

Jasmine:

Pensei que vc estivesse um pouco mais preocupado comigo, mas percebi que só minha mão importa.

Respondo e estico minha perna a colocando em cima da cadeira na frente.

Tyler:

Sou ruim em puxar assunto, foi o que pensei como desculpas para iniciar uma conversa.

Dou risada.

Jasmine:

Foi um bom caminho, estou bem. Espero que vc tbm já que levou um belo soco.

Tyler:

Já estive melhor, sexta eu conseguiria outro encontro com você? Um que não envolvesse soco e expulsão.

Nesse mesmo momento eu recebo uma mensagem de um outro patrocinador além do Magno, esse outro é Ulisses um viúvo cheio da grana que ama exibir garotas novas para seus sócios do trabalho.

Ulisses:

Boa tarde Tina, gostaria de saber se você está disponível para mim na sexta-feira. Tenho um evento importante e gostaria de você como minha acompanhante.

Ulisses era sinônimo de dinheiro na conta, então é claro que dou prioridade a ele, Tyler vai ter que ficar para outro dia.

Jasmine:

Oi Lisses, estou disponível sim. Me passa os detalhes ;)

Volto na conversa com o Tyler.

Jasmine:

Podemos marcar outro dia?

Tyler:

Compromisso na sexta?

Jasmine:

Talvez.

Tyler:

Aposto que comigo você iria se divertir mais.

Dessa vez minha risada sai mais alta.

Jasmine:

Depende do que seria diversão para você.

Tyler:

O que você quiser eu topo.

Uau, ele está flertando comigo ou estou alucinando? O que seria meio estranho já que ele tinha uma desconfiança muito grande de mim. Será que só com minhas conversas ele percebeu que não sou uma ameaça? Ou ele quer se aproximar para continuar vendo qual é a minha? Estranho, preciso ficar com um pé atrás... mas, seria ruim eu curtir um pouco?

Quando eu ia responder, Melize senta ao meu lado e mete o rosto na tela do celular para ver o que estou fazendo e eu desligo o visor na hora.

- Educação mandou lembranças.

- Só queria ver do que tanto você rir.

- Não interessa. - Me levanto estressada e ela me chama.

- Jasmine, tem novos integrantes no grupo queria apresentar você a eles. - Respiro fundo e a sigo.

Vejo de longe um garoto negro da minha altura, com cabelo curto e a menina ao seu lado se parece muito com ele.

- Tisha, Josh essa é Jasmine filha do pastor presidente da igreja. - Esse título me persegue misericórdia.

Abro um sorriso simpático e aperto a mão dos dois.

- Estou super animada para participar do grupo, nós somos netos da Davis. Josh é meu primo, ele está morando com nossa vó aqui na Cidade.

- Ah legal, sejam bem-vindos ao grupo, Melize vai os apresentar.

Davis é a melhor velha da Cidade, quando criança eu ficava sentada na varanda dela enquanto ouvia suas histórias e de como ela fugiu de seu país e veio parar aqui, mas isso ela só fala para pessoas que ela confia. Eu nunca contei nada a ninguém. Os deixo com Melize e volto a me sentar na última fileira de cadeiras e minutos depois Josh se senta na cadeira da frente.

- Você como filha do pastor é bem receptiva, a menina chata que não para de falar em como seu pai e o irmão dela que eu descobri ser seu noivo são incríveis, além de um tal de Abel que arrisco a dizer ser seu irmão? Ela faz uma bela propaganda de você e sua família. Tosca. - Olho pra ele por um momento e meu sorriso vai surgindo aos poucos.

- Você não queria estar aqui né?

- Não mesmo.

- Nem eu. - Ele me olha um pouco surpreso e eu dou de ombros.

- A filha rebelde do pastor? Já gostei dessa história. - Diz com um sorriso ao qual retribuo... gostei dele.

◇◇◇◇◇

Oiiie, sei que estou em falta com vocês. Mas voltei para compensar, vamboraa.
pensando ainda em um cronograma de postagem, 1 capítulo por semana ou 2? QUE DÚVIDA CRUEL Hahahahha

E poxaaan, estou sentindo falta dos comentários de vocês 🥺🥺😭

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