9.
[09:00AM]
As espreitas da manhã, já com o dia exposto, Min Young estava sentada sem muito o que fazer, cobrindo período de todos seus colegas de trabalho. Sorria ao receber as mensagens de Jungkook mas por outro lado já se sentia culpada por tudo.
Tirando os fones de ouvido quando outro cliente entrara na loja, a garota se depara com um homem de capuz preto, ele era forte.
A mesma força o sorriso comentando a frase de sempre, mas o homem apenas puxa a jaqueta mostrando uma faca enorme que havia ali, a garota desce poucamente a mão para debaixo do balcão já pondo a mão na arma que Yixing deixara caso acontecesse um assalto.
O homem tenta ataca-la mas a mesma é mais rápida e tira o revólver apontando para o meio da testa do mesmo.
—O que pensa que estava fazendo?—Pergunta ofegante.—Ya!—Grita assustando o homem.
Um som de palmas altas é soado pelo local, de trás de uma da porta dos fundos da loja, a garota avista de lá...Senhor Park.
—Nunca havia visto esse belo lado de minha sobrinha.—Ele ri maldoso e mais dois homens aparecem no local. A garota direcionando a arma ainda da poucos passos sem que percebam até perto da porta.— Acho que Jeon Jungkook foi outro do qual nunca viu.
A garota não sabia porque todos tocavam no nome do garoto, já aflita ela o encara séria.
—Não chegue perto dele.—Ela responde direcionando a arma para testa do próprio tio.— Ou quem vai ter os miolos espalhados vai ser você..meu querido tio.—Sorri maliciosa, ela estava com o sangue fervendo.
—!Incrível como eles falam a mesma coisa não é?— Sr.Park encara um dos seguranças rindo e apontando para Min, o segurança continuava com a posição forte.
Apontando a arma para o homem, a garota aperta o gatilho na cabeça de seu tio sabendo que aquela poderia ser a última vez que fazia aquilo mas algo estava errado, ele não estava sangrando..
A arma estava sem balas.
Na cabeça da menina só se passava xingamentos ao Yixing, os outros dois homens apontam as armas para a garota e ela fecha os olhos com força, já imaginando como seria e se aquele seria seu fim.
Mas é surpreendida por um puxão no braço, quando abre os olhos já estava ao lado de fora correndo com...Jungkook.
O garoto pula por cima de um muro e a ajuda a subir, a mesma olha para trás e disparos são soltos pelo ar, abaixando a cabeça continua a correr agarrando mais a mão do mesmo.
Agora sim sua cabeça era uma confusão, ela não sabia o que acontecia, o mesmo corre até um beco e lá havia uma van preta, sendo aberta pelos garotos daquele dia.. Jin dirigia o veículo e Yoongi acabara de abri-lo.
—Entra!—Yoongi puxa a garota pela mão, a garota se joga já em movimento por tanto correr, em seguida vendo a porta ser fechada e ouvindo mais tiros com silenciadores serem disparados.
Ela não sabia o que falar e apenas tentar respirar, a van ia em alta velocidade mas ao mesmo tempo tudo estava em câmera lenta na cabeça .
—O-o que acabou de acontecer?— Depois de recuperar o fôlego finalmente consegue perguntar ou os encarar com tanta dúvida e medo.
Todos mantêm-se em silêncio apenas estacionando o carro depois de algumas entre-olhadas. Em frente a casa de Jungkook eles descem do carro adentrando a residência.
Eles se sentam no sofá como se nada ouvesse acontecido, a garota os olha incrédula enquanto Jin e Yoongi se levantavam para ir embora.
—Agora é com você. —Yoongi direciona o olhar para Jungkook, que morde o lábio inferior para conter o nervosismo.
—Até mais.—Jin da duas batidinhas em seu ombro em seguida fechando a porta de madeira, deixando os dois mas novos do grupo sozinhos.
O assassino se vira, indo até a cozinha calmamente, se escorando no balcão enquanto cruzava os braços, desconfortável com a situação que acabara de passar ou que passaria no momento, em que contasse para Min.
—Jungkook-ah...o que acabou de acontecer?—A voz doce da menina faz com que ele vire o olhar para o outro lado.
— JUNGKOOK! eu acabei de quase morrer! - Ela bate em seu peito e ele abaixa o olhar se sentindo um tanto culpado.
—Min Young...eu preciso te contar algo.
O garoto segura as duas mãos da menina, fazendo com que ela parasse e finalmente o encarasse de um jeito diferente. Ele junta os seus lábios com os dela e a garota os separa rapidamente, empurrando-o com as duas mãos em seu peitoral coberto pela blusa preta e alguns cordões, que eram apenas o difarce do rapaz.
— Chega disso.— Ela o deixa sozinho na cozinha, pegando seu casaco jogado em cima do sofá— Não me siga.— Ela aponta a mão para ele o fazendo ficar ali.
Deixando a casa, já com o céu levando um tom alaranjado, mas ao mesmo tempo acizentado indicando a presença de chuva em poucos minutos.
O garoto sem reação, apenas a deixa ir, como seu pai fez com sua mãe.
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