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Capítulo 6

Hoje quando meu pai falou que a Carol estava fazendo um jantar na casa dela para conhecer a irmã do mais novo namorado vulgo o sapão do meu professor, e ele disse que estávamos convidados eu não pensei duas vezes em me levantar e vir me arrumar.

As coisas entre eles estavam realmente adiantadas, já iam pôr a família para se conhecer.

Meu pai e a irmã eram bem próximos pois meus avós morreram quando eles ainda eram bem novos, meu pai foi como um pai pra irmã mais nova então os laços entre os dois eram bem fortes. Um era a única família do outro, eu não gostava da Carol como ela também não gostava de mim, mas tenho que admitir que esse amor entre os irmãos é muito lindo.

Mas a verdade é que eu queria mesmo que a Carol estivesse bem longe de todos aqui.

Então, voltando aqui. Eu só estava indo pois o prof iria estar lá e eu queria vê-lo fora do colégio talvez juntar os laços ou algo do tipo, pra isso eu tinha que está bem adulta e muito gostosa o que não era difícil de ficar.

Peguei um vestido preto que a mulher do meu pai havia me presenteado, tinha um decote em v na frente e um decote aberto nas costas, botei um salto alto fechado também preto e fiz uma make mais escura. O cabelo eu deixei solto mesmo.

Era um jantar em família, mas eu queria está lacrante e linda como sempre. Para finalizar botei uma argola prata e um cordão meigo.

Meu pai e o João já estavam arrumados.

- Poxa finalmente. - João diz e levanta.

Meu pai estava lindo, era um quarentão de parar o trânsito tinha quarenta e sete anos mas ainda mantinha a forma física malhando e se cuidando muito bem. O cabelo era quase totalmente grisalho e os olhos azul escuro, tinha ao lado a mãe do João uma mulher também muito bonita de trinta e nove anos, parecia mais uma modelo.

- Antonella você está linda, o vestido ficou perfeito. - Abri um sorriso e dei uma voltinha.

- Eu super amei, obrigada. - Denise era maravilhosa, era como uma mãe pra mim pois quando vim morar com meu pai eles já estavam juntos eu já gostava dela antes disso, quando fui morar com eles então fiquei mais apegada a ela.

- Vamos logo. - Meu pai diz e saímos de casa, entramos no elevador e descemos na garagem.

Ele aperta o comando na chave do carro e as portas de uma BMW destravam.

Entramos no carro e ele dirige de forma lenta e prudente até a casa da bruxa sonsa.

Assim que chegamos ele estacionou o carro e saímos.

Ao lado uma pick up que eu conhecia bem estava estacionada.

Denise tocou a campainha e logo a Carol veio abrir, ela fez uma careta quando me viu e eu não fiz questão de falar com ela.

Cumprimentei Gregório e Úrsula e segui pros outros convidados. Abri um sorriso interno quando vi meu professor preferido de pé, o homem conseguiu ficar ainda mais gostoso fora do colégio. Ele estava usando uma blusa preta short jeans também preto e porra ele tinha tatuagem no braço esquerdo, uma tatuagem muito foda e diferente.

Fomos todos formalmente apresentados e levados até a mesa.

Eu sentei de frente pro Caleb enquanto a Carol sentou ao seu lado.

- Eu também estou muito feliz pelo meu irmão ter encontrado alguém como a Carol. - Marina a irmã do Caleb falou animada.

Ela era super simpática, ria e falava pelos cotovelos.

Eu não entrei na conversa um só minuto, só fiquei invejando a bruxa pois ela estava com as mãos em cima do Caleb e de vez em sempre ficava beijando ele. Tinha certeza que ela fazia de propósito pois me olhava e abria um sorriso. Eu dava um sorriso por último, pois como diz o ditado quem rir por último rir melhor.

Todos conversavam animadamente e bom o Caleb não me olhou um só momento e sem contar que ele só me cumprimentou quando chegamos com um aceno de cabeça.

- Foi o melhor esbarrão da minha vida. - Carol diz e eu reviro os olhos. Era sempre assim ela abria a boca eu revirava os olhos.

- E o Caleb não perdeu tempo em pedir seu número hein?! - Marina diz.

- Como iria perder? Já viu essa mulher? - Agradeço a Deus quando meu celular começa a tocar em cima da mesa, a foto e o nome do Jorge aparecem na tela.

Pego o aparelho e me levanto.

- Licença. - Saio da mesa e vou até a sala depois até a varanda.

- Acho que sua bunda me ligou. - Digo assim que atendo.

- Não, liguei com os dedos mesmo. - Dou risada, parece que alguém não me esqueceu. Pois é eu sou inesquecível.

- O que quer? Achei que você não quisesse mais falar comigo. - Ouço ele dar risada.

- Falei isso mas depois de uma hora já tinha esquecido e fiquei tentado a te ligar. Podemos nos encontrar?

- Pode ser. Boate no sábado?

- Conta comigo. - Ele diz e nos despedimos. E ao invés de voltar pro jantar em "família" eu continuo lá fora sentada.

Ouço a porta ser aberta e nem me dou o trabalho de me virar pra ver quem é, com certeza é o chato do Gregório.

- Está melhor? - Me viro rapidamente e abro um sorriso.

- Sim. - Caleb se senta ao meu lado.

- Eu achei que as coisas tivessem piorado já que você não foi a aula hoje. - Ele diz.

Não fui a aula, não fui visitar minha mãe não fui a lugar nenhum só na casa de um amigo.

- É que eu estava ocupada. - Recebi um olhar de interrogação da parte dele.

- Com o quê? - Olha só, ele quem perguntou hein.

- Tendo uma manhã prazerosa com alguém do sexo masculino. Sabe como é, precisava me recuperar. - Vejo que ele fica sem jeito com o que falei.

Aiii que vontade de tocar ele e beijar essa boca bonita.

- Poderia ter dito outra coisa.

- Não gosto de mentir, qual é vai me dizer que você não faz esse tipo de coisa com minha titia? - digo sarcasticamente, e mordo o lábio inferior. - Ou será que vocês ainda não fizeram?

- Isso é algo particular. - Ele se levanta e eu me levanto também.

- Perguntar não ofende. E outra nem estamos no colégio aqui fora você é só o namorado da minha tia então não preciso lhe tratar com total respeito.

- Você é bem atrevida. - Me aproximo dele e dou um meio sorriso.

- Você ainda não viu nada. - Assim que volto a me afastar a Carol aparece.

- Eu estava te procurando. - Ela diz, se referindo ao Caleb

Que porre de mulher.

- Estava aqui vendo como Antonella estava depois do que aconteceu ontem. - Ele diz, uau que honesto.

- Ela está bem. Agora vem, servi as sobremesas. - Ela diz e se agarra no braço dele.

Logo depois ela volta e fecha a porta da varanda e se aproxima de mim como uma cobra.

- Fique bem longe do meu homem, garota. - Faço uma cara de surpresa fingida.

- Se sentindo ameaçada?

- Não, só te dando um aviso mesmo. Nem pense em se aproximar dele, não me faça dar a surra que dei em sua mãe em você. - O que ela tá achando? Que se me agredisse eu não revidaria?

- Você é muito covarde para me encostar a mão.

- Experimenta só, tenta tirar o Caleb de mim. Você pode ser mais nova, mas eu sou muito mais experiente. - Preguiça de gente assim.

- Mas velha cansa rápido, ainda mais com trinta e sete anos na cara. Ele é novinho tem só vinte e sete, será que você aguenta o pique? - Seguro a risada pois a cara que ela fez foi impagável.

- Como você é cachorra garota, me faça um favor não venha mais aos jantares e comemorações em minha casa.

- Cachorra não, prefiro que me chame de gata. - Digo antes de sair, a cachorra que vai pegar o seu namoradinho.

Vou ao banheiro lavo o rosto e faço xixi, . Depois vou até a cozinha onde todos estão conversando altamente e rindo.

- Estou indo embora. Preciso dormir, amanhã tenho aula. - Digo e olho pro Caleb.

- Ok filha, pega aqui. - Meu pai me dá o dinheiro do táxi.

- Até amanhã professor. - Falo provocativamente e saio de cena.

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Mas essa Antonella é afrontosa. 😂😂💖

Foto da Antonella lacração
😍😍

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