Chào các bạn! Vì nhiều lý do từ nay Truyen2U chính thức đổi tên là Truyen247.Pro. Mong các bạn tiếp tục ủng hộ truy cập tên miền mới này nhé! Mãi yêu... ♥

Capítulo 43

No primeiro tempo de aula quem entra é a professora Antônia de português, era pra ser o Caleb no lugar dela. Franzo o cenho e espero alguma explicação da parte dela.

– Bom dia alunos, de agora em diante eu vou com vocês até o final do ano letivo. Mas vamos continuar no mesmo ritmo que o professor Caleb, ele estava com a matéria bem adiantada. – Merda, já sei o que aconteceu. Ela não precisa nem dizer que ele foi afastado por motivos desconhecidos.

Pego meu celular em cima da mesa e saio de sala, vou pra longe das salas de aula e dos corredores. Ligo pro Caleb que atende no terceiro toque.

– Oi coisa linda.

– Jonas te demitiu?

– Sim, mas não se preocupe. – Droga! Culpa minha, tinha eu que ser tão egoísta? Sabia que meu pai e a naja da Caroline iriam conseguir isso.

– Como não me preocupar? Você foi demitido por minha causa.

– Ele me demitiu pelas acusações, disse que mesmo sendo boatos eu deveria ser afastado... então, automaticamente não foi por sua causa. – Ele está tentando amenizar as coisas pra acabar com minha angústia, que fofinho.

Mas mesmo assim me sinto culpada, ele estudou pra isso e lutou pra ser professor é o que sempre quis, pra no final terminar assim? Isso não é justo, ele merece continuar fazendo o que gosta.

– Você vem pra minha casa quando sair? Preciso conversar com você. – E é aí que ele termina nosso namoro. Já vou logo preparada pra fazer a fina quando ele disser “acho melhor terminar”. Vou fazer a minha melhor cara de “eu também acho, quero dar para outros”. Só assim eu saio por cima.

– Ok. – Digo e ficamos em silêncio.

– Você sabe que não vou terminar, certo? – Começo a me desmontar e volto a ficar mole novamente.

– Pensei que fosse.

– Claro que não, agora vai pra aula. – Me despeço e volto correndo pra aula, que passou a não ser mais prazerosa.

Agora o que temos pra apreciar é uma professora sem bunda, e bigoduda mas que em compensação é bem legal. Mas eu preferia o professor antigo.

Depois de mais dois tempos de português e um de história da arte nós somos liberados pro intervalo. Intervalo esse que não tem comida grátis, tudo tem que pagar sei que nos colégios públicos tem comida e que é bem gostosa. Então qual é a vantagem de pagar um colégio caro que nem comida da? Eu preferia estudar gratuitamente e comer a comida das titias.

– Aqui podia ter comida grátis. – Comento com o Hugo que está com um dos braços em meu pescoço, Samuel e Ísis foram ao banheiro.

– É mesmo, quando eu estudava no público era sempre o primeiro a chegar na fila da comida, as tias já me conheciam. – Dou a maior gargalhada, eu ia ser a primeira juntinho com ele.

– Vou jogar um futebol, fica aí torcendo por mim. – Hugo diz e vai pro campo, e eu vou pra quadra.

– Antonella você não sabe quem está grávidaaaa. – Samuel vem correndo pela quadra do colégio e se joga ao meu lado.

Ele e suas fofocas.

– Diga.

– Adivinha. – Sacooooo!

– Ísis? – ele nega com a cabeça – Julianne?

– Não.

– Diana do primeiro ano? – Nega com a cabeça novamente. – Já seiii, teu cu vai ter um belo bebê cocô.

– Nojenta, a Valesca que está grávida. – Abro a boca embasbacada.

– Isso quer dizer…?

– Que o Dan é papai. – Chocada estou, nunca imaginei. Daniel pai, então o relacionamento era sério mesmo.

– Como você ficou sabendo?

– O colégio todo sabe. – Eu não sabia, tinha nem ideia. Valesca não vem pra aula já faz uma semana, nunca que ia adivinhar e sem contar que quando ela vinha ninguém notava barriga.

– Cês não sabem quem está grávida. – Ísis diz vindo correndo.

– Notícia velha, próximo… – digo e ela murcha na hora – Acha mesmo que Samuel iria perder essa?

Eles dão risada, Samuel não perdia uma fofoca era sempre o primeiro a correr pra dar as notícias. Ficávamos sempre informadas.

Ficamos conversando mais um tempão, até que o sinal toca.

– Vou ao banheiro, podem ir na frente. – Digo e sigo pro banheiro, mas antes de chegar ouço passos no corredor e Daniel derrapa pelo chão até parar ao meu lado.

– Precisamos falar. – Ele diz e sai me puxando pelo braço.

Entra em uma sala vazia e fecha a porta.

– Eu não quero ser pai, meu pai me mata. Eu nem trabalho pra sustentar um filho.

– E o que eu tenho com isso, pelo que eu sei o filho não é meu. – Ele para e me olha perplexo, ué quer o quê? Ele tem que falar com a mãe da criança e não comigo.

– O que eu faço?

– Assume. – Respondo na lata.

– Não posso e outra, a culpada é ela, sempre me dizia que tomava remédio e… – Agora eu entro no bagulho e dou um choque de realidade nele.

– Em primeiro lugar, os remédios podem falhar. Segundo, você podia muito bem perguntar se ela tomou o remédio. Terceiro, não usou camisinha porque não quis, agora não vem por a culpa somente nela pois a menina não fez o filho com o dedo. – Mais uma de suas caras surpresas.

– Desde quando você defende ela?

– Desde que você virou um machista de merda, que fala coisas sem pensar e culpa pessoas que não deve sendo que você tem a mesma parcela de culpa. Assume as suas merdas e não se faça de moleque covarde, uma coisa tenho que dizer covarde é algo que você nunca foi. – Dito isso saio da sala e bato a porta.

Acho que meu discurso de garota madura vai dá uma sacudida nos cornos dele.

Odeio pessoas que fogem de suas responsabilidades e que botam a culpa que tem em cima de uma só pessoa. Vá se foder!

Assim que cruzo o corredor, vejo João andando ao lado do Gregório.

– João. – Grito e ele me olha, e logo depois corre pra me abraçar. Tem uns quatro dias que não nos vemos.

– Irmã estava com saudades.

– Eu também pinguim de gente. – Vejo o Gregório começar a quicar.

– Anda logo João, minha mãe já está esperando.

– Mande ela esperar mais. – Retruco e ele fecha a cara, acha mesmo que tenho medo de cara feia?

– Irmã quando você vai voltar pra casa?

– Agora moro com minha mãe e meus avós, é melhor assim. – Ele se aproxima do meu ouvido.

– O pai do Gregório está morando na casa deles de novo, a madrinha voltou a namorar com ele e agora estão morando juntos de novo. – João parece até irmão de Samuel, não perde uma informação.

– Pois que eles sejam felizes. – Abro um sorriso, só assim aquela peste me deixa em paz.

– Anda João!

– Tchau irmã. – João diz e me dá um beijo na bochecha.

– Olha só, trate ele bem ou você vai se ver comigo seu porco espinho falsificado. – Grito pro otário ouvir minha ameaça.

E antes de sair de vista o João levanta o mindinho e abre o maior sorriso, e eu faço o mesmo.

Droga, amo tanto esse pinguim de criança. É ruim ficar longe dele

Bạn đang đọc truyện trên: Truyen247.Pro