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EXTRA - Dia de Folga

OIE

(sem revisão, porque sou ansiosa e não aguento esperar para postar)

— O que você disse? — Steve perguntou irritado, quase partindo para cima do agente do FBI que comandava a grande operação para prender terroristas israelenses que estariam na ilha, usando como porta de entrada para os Estados Unidos.

— Ele disse que eu não sirvo esse trabalho já que eu questionei suas ordens, mesmo que elas sejam imbecis e vão levar essa operação ao fracasso — Danny respondeu cruzando os braços.

— Se não sabe obedecer a hierarquia, não deveria estar aqui. Não vou aceitar insubordinação — o agente falou na cara do loiro, que riu.

— Quer que eu vá embora? Se quiser é só avisar vou adorar ter o dia folga — Danny estava de saco cheio, já era o terceiro dia de investigação e aquela operação estava mais perdida entre os egos do Agente Especial Reynolds e do Supervisor de Ações Contraterrorismo Miles.

—Então vá, você está oficialmente fora dessa operação.

— Senhores não precisamos chegar a tanto — o supervisor tentou intervir.

— Finalmente algo para nos distrair — Kono comentou com o primo, que concordou.

— Tudo bem, eu saio eu for, eu não volto aqui. Não adianta me ligar ou implorar, depois que eu sair por aquela porta, estou realmente fora.

— E por que eu te chamaria de volta? Não precisamos de você — o agente disse na cara de Danny. — Precisamos de profissionais focados, não de alguém que, claramente, está aqui só por ser casado com o chefe.

— Ah não, você não vai colocar o meu casamento em questão — Danny avisou.

— Escute aqui, eu sou o comandante da Five-0 e você não tem direito nenhum de questionar qualquer membro da minha equipe. Se tem algum problema, resolver comigo — Steve falou indo na direção do agente, Danny teve que entrar na frente para evitar que algo acontecesse.

— Calma, essa operação precisa de você — ele colocou a mão no ombro do marido. — Eu posso sair, mas você não. Se concentre e ignore esse idiota.

— Você não vai sair — o SEAL disse respirando fundo.

— Eu vou adorar tirar o dia de folga.

— Não Danny — Chin pediu — Steve já está estressado, se você não estiver junto...

— Mas eu preciso respeitar a hierarquia — ele interrompeu irônico, então se virou para o agente. — Você venceu, eu estou fora. Se resolvam sozinhos.

— Danno — o SEAL reclamou.

— Não, tudo bem, façam o melhor e peguem esses terroristas. Chin e Kono, eu quero meu marido de volta vivo e inteiro. E você — falou para o agente Reynolds — não tem ideia do que fez. Boa sorte.

— Não preciso — ele respondeu arrogante.

— Contra os terroristas talvez não, mas contra ele — indicou Steve — vai precisar de muita.

— Tem certeza? — Steve perguntou, todos os olhos neles.

— Sim, pegue os terroristas e volte para casa, eu peço o jantar hoje. Ah, Steve, faça o que quiser nessa operação.

— Como assim?

— Carta branca, liberdade total, eu não vou estar aqui para lidar com nenhuma consequência, então faça como quiser. Só pegue esses caras e volte para casa vivo — assim que Danny falou, Steve sorriu de canto.

— Certo, até mais tarde,

— Ah não, Danny volta aqui, por favor. Danny! — Chin pediu exasperado, mas o loiro já saía pela porta.

— Você não tem noção da merda que acabou de fazer — Kono disse para o agente.

PRIMEIRA LIGAÇÃO

Danny estava dentro do seu carro, nem o tinha ligado e seu telefone tocou. Era Steve o chamando.

— Danno, eu não quero isso, não quero você de fora da operação só porque um imbecil engomadinho não aceita críticas.

— Steve, está tudo bem, vou tirar esse dia de folga e relaxar. Vou passar no mercado, depois voltar para casa, assistir algum filme, passear com Eddie, talvez eu ligue para Grace passar a tarde comigo.

— Prefiro você comigo — o outro resmungou.

— Eu sei, por isso eu disse para você fazer do seu jeito. Se for fazer do jeito que esses agentes querem, vão ficar aí até semana que vem. Bem, pelo menos eu tenho mais tempo de folga.

— Não! Até amanhã eu resolvo isso — o jeito de Steve foi tão sério, que Danny apenas pode sentir pena dos outros. — Você não vai voltar mesmo?

— Não, até que isso acabe eu estou de folga.

— Certo, te vejo no jantar.

SEGUNDA LIGAÇÃO

Danny estava andando tranquilamente pelo mercado, comprando algumas coisas que faltavam em casa. Também aproveitando para comprar as besteiras que gostava, já que Steve não estava lá para dizer que se ele continuasse ingerindo aquela quantidade de sódio e açúcar morreria mais cedo.

Como se Danny ligasse.

Foi então que seu celular tocou, era Chin.

— Achei que fosse demorar mais para Steve aprontar alguma coisa — o loiro falou atendendo o celular.

— Não posso só ligar para meu grande amigo e sabe como ele está aproveitando seu dia de folga?

— Por favor — o loiro riu, guardando as compras no carro. — Mas se é do seu interesse estou muito bem. Agora conte o que Steve aprontou.

— Ele está escalando um prédio para invadir um apartamento, porque o informante não quer abrir a porta e não temos um mandado.

— Acho que ele já invadiu — Danny ouviu a voz do Kono ao fundo.

— Espero que ele não se machuque — o detetive comentou conectando o celular ao carro para poder dirigir.

— Não vai mesmo voltar? — A voz de Chin tinha um pouco de esperança.

— Você sabe que não — o loiro dirigia tranquilamente.

— E se ele explodir alguma coisa?

— Não é meu problema. Hoje é meu dia folga, não vou me estressar.

— Ok, não custava tentar, se ele fizer algo mais drástico eu aviso.

— Chin, só quero que ele volte inteiro. De resto, como o agente Reynolds disse, essa operação é responsabilidade dele, então se divirtam.

TERCEIRA LIGAÇÃO

— Vai Eddie — Danny lançou a bolinha no parque e cachorro correu para pegar.

— Danno, seu celular está tocando — Grace avisou.

— Se for alguém do trabalho, eu não vou atender.

— É a tia Kono — a garota disse segurando aparelho — posso atender?

— Pode, mas avise que eu não vou voltar a trabalhar hoje.

— Oi tia... sim... estamos no parque... está tudo bem... ele disse que não vai trabalhar... eu sei..., mas ele disse que é o dia de folga... não acho... ok, vou falar.

— O que foi?

— Papa acabou de sumir.

— Sumir como? — Danny perguntou preocupado. — Ele fugiu com o carro ou sequestrado?

— Ele fugiu.

— Ah, então ele volta em algum momento, não precisam se preocupar — ele voltou a brincar com o cachorro.

— Ele disse que não é para se preocupar... sim... não sei... Danno, o papa te ligou? Kono disse que ele não atende o celular.

— Não, só quando eu saí da sede.

— É... ele deixou? Bem, não é culpa do papa, esse agente o irritou — Grace estava claramente defendendo Steve, o que o fez o detetive rir.

— Eu vou pedir, depois te ligo... ok... tchau — então ela encerrou a ligação e se aproximou do pai.

— O que seu papa fez?

— Como você não está, aquele tal agente resolveu que seria o parceiro do papa.

— Péssima decisão — Danny negou com a cabeça. Todos sabiam que só uma pessoa conseguia ser parceiro de Steve e essa agente tinha mandado o único que aguentava o SEAL embora.

— Sim e você ainda deu carta branca para o papa, sabe como ele é.

— Aposto que aprontou alguma coisa.

— Papa e o agente estavam investigando uma pista ao norte da ilha, então papa deve ter achado alguma coisa, porque sumiu e deixou o agente lá.

— Primeiro mocinha, não precisa passar pano para Steve, eu disse que hoje eu não julgar. Segundo, ele só largou o agente lá e sumiu?

— Sim, Kono disse que ela não está atendendo ligação de ninguém. Liga para ela, por favor, ele vai atender se for você.

— Não vou me meter nessa investigação, eu estou de folga hoje, lembra?

— Por favor? Só para ver se o papa está bem.

— Ok — o loiro aceitou bufando, Ele ligou para o marido que, diferente do que fez com as outras pessoas, atendeu no segundo toque.

— Danno.

— Steve, onde você está?

— Indo para Haleiwa, encontrei uma pista muito boa em Kahuku e estou seguindo. Por quê? A Kono te ligou, não é?

— Sim, mas quem atendeu foi a Grace, que tem um grande coração mole e me obrigou a te ligar para saber se está bem.

— Está sim, eu preferia que você estivesse aqui. E aquele agente Reynolds só atrapalha.
— Por isso que o largou e sumiu?

— Sim, ele estava me atrapalhando. Ficou todo bravinho porque quebrei umas janelas e invadi um possível ponto de tráfico.

— Você inva... esquece, hoje é meu dia de folga, não vou me estressar — o loiro respirou fundo. — Então você está bem e ninguém precisa se preocupar, não é?

— Claro que sim, por que não estaria? — O comandante perguntou confuso.

— Normalmente eles são informados do que acontece porque eu conto para eles. E eles garantem que você vai chegar vivo, porque sabem que se você morrer, eu te trago de volta só para te matar, porque essa honra vai ser minha.

— Você não deveria falar assim do seu marido.

— Meu marido vai voltar inteiro para casa?

— Claro que vou.

— Então não precisamos nos preocupar. Vou avisar a Kono que você está vivo, até mais tarde e não se atrase para o jantar.

— OK, eu vou chegar na hora.

QUARTA LIGAÇÃO

— Doutor? — Danny perguntou surpreso por Max o ligar.

— Detetive Williams, eu não sei o que aconteceu, mas controle seu marido — ele respondeu bravo.

— Meu Deus, o que Steve fez?

— Acabei de receber o quarto corpo seguido, o que ele acha que eu sou? Uma máquina de fazer autópsia? Sabe a quantidade de trabalho que ele está me dando? Eu não vou fazer hora extra só porque ele resolveu exterminar metade da vida humana dessa ilha!

— Calma, o que? — O detetive tinha ido buscar Charlie, agora ele estava prestes a entrar no cinema com os filhos.

— Seu marido está agindo um ser irracional e destruindo tudo pela frente. Impeça-o!

— Desculpe doutor, hoje é o meu dia de folga. Mas se quiser fazer reclamações, fala com o Agente Reynolds, do FBI, ele é o responsável pela operação. Inclusive foi ele que me mandou para casa.

— Eu vou falar mesmo! Haverá reclamações! — Max dizia irritado,

— Ok, até a próxima — ele falou encerrando a ligação. — Então filho, vai querer o que?

— Pipoca e M&M — o menino respondeu feliz.

— Ótima escolha, e você filha?

— Vou querer o mesmo — ela sorriu.

Depois eles entraram na sala para assistir o novo filme da Disney, o detetive teve que desligar o celular, não aguentava mais receber mensagens de gente implorando para que ele voltasse para o trabalho.

QUINTA LIGAÇÃO

— Er, detetive Williams?

— Sim, quem é? — Danny estava tomando um sorvete com os filhos antes de os levar embora.

— Aqui é o Agente Reynolds.

— Achei mesmo que já tinha ouvido essa voz. O que devo a honra do tão eficaz e sábio agente do FBI me ligando? — Ele perguntou limpando a boca de Charlie com um guardanapo de papel.

— Podemos deixar o sarcasmo de fora da conversa?

— Comigo? Não, nunca. Mas me diga, o que eu, um pobre e insubordinado detetive por te oferecer? — Grace assistia a cena rindo e o pai sorriu para ela.

— Então, sobre isso, er, se você quiser voltar ao trabalho hoje, posso aceitar.

— Sério? Quanta consideração, mas passo.

— O que?

— Foi isso mesmo, eu não vou voltar. Estou tendo um ótimo tempo com meus filhos, mas me diga, como as coisas estão indo?

— Bem... caminhando eu diria...

— Que bom então, que dizer que não precisam de mim. Boa sorte com o caso.

— Não, espere! — Danny sorriu de canto, ele reconhecia aquele desespero. Aquilo tinha o selo Steve McGarrett. — Talvez, pelo bem da sua equipe, fosse bom que você reintegrasse o time, em, digamos, pouco tempo.

— Pouco tempo? Como assim?

— Como agora, talvez em nível de urgência.

— Urgência, não estou entendendo, não está indo tudo bem? Porque, se está indo tudo bem, não precisam de mim.

— Você realmente não vai voltar?

— Eu disse que se saísse por aquela porta eu não voltaria, eu avisei, mas como sempre, acharam que exagero. Bem, agora você entende o que eu disse. Agora, com licença, eu tenho ainda várias horas do meu dia de folga, boa sorte.

SEXTA LIGAÇÃO

— Detive Williams — Danny atendeu espantando, era do gabinete do governador.

— Williams, eu quero que encerre seu dia de folga imediatamente e volte para aquela operação.

— Ligaram para você? — O loiro riu do desespero, ele tinha acabado de deixar os filhos na casa da mãe e estava voltando para sua casa.

Ele até pensou em tentar cozinhar, mas sabia muito bem o que acontecia e tinha certeza de que Steve ia fazer drama e se recusar a comer. Então era melhor garantir comida em algum restaurante, por isso estava a caminho do restaurante italiano favorito deles. Comida de qualidade e sem abacaxi.

— Sim, mas os rumores que você abandonou a equipe e deixou McGarrett livre para fazer o que quiser já chegaram aos meus ouvidos. O Supervisor Miles veio pessoalmente falar comigo sobre essa situação.

— Que exagero, eu não abandonei ninguém. Mas a parte do Steve estar livre é verdade.

— E por que você o deixou livre? Sabe como ele é!

— Louco? Sim, eu sei. Mas eu não sai porque quis. Ok, foi um pouco, mas agente Reynolds me tirou da operação.

— O QUE? — O governador gritou irado e então Danny o ouviu gritando para outra pessoa — Ligue para aquele imbecil do Reynolds agora.

— Então, já que já esclarecemos isso, posso voltar ao meu dia de folga? Estou a caminho de ir buscar meu jantar.

— Não, eu quero que se encontre com o resto da Five-0 e termine essa investigação com eles.

— Com todo o respeito, mas não. E como o agente Reynolds me disse, eles estão indo bem. Não precisam de mim.

— O Havaí precisa de você! McGarrett está irritado e sem supervisão, ele pode fazer qualquer coisa.

— Sim, pode. Mas não se preocupe, não é como se ele fosse colocar fogo em metade da ilha. Eu acho.

— Williams, por favor. Posso te dar um bônus especial.

— Agradeço muito, mas não. Agora tenho que ir, até mais.

Ele desligou e fez seu pedido ao atendente do restaurante. Enquanto esperava, só por desencargo de consciência, ele resolveu mandar uma mensagem para o marido.

Danny:
Só para ter certeza, você está vivo e bem, não é?

Steve:
Sim, sinto que estou perto de resolver o caso
Preocupado?

Danny:
Passei o dia recebendo ligações me implorando para voltar ao trabalho porque você parece um pouco fora de controle

Steve:
Reynolds encheu a boca para dizer que era o responsável pela operação, mas disse que não problema dele se meu quis abandonar a investigação

Danny:
E o que você fez?

Steve:
Fiz ser problema dele

Danny riu alto, ele avisou que estava comprando o jantar e não era para o moreno se atrasar.

MEDIDAS EXTREMAS

Danny estava colocando a mesa quando ouviu a porta se abrindo, ele achou que era Steve, mas tomou um susto quando viu que era Chin e mais dois policiais.

— O que aconteceu? — Perguntou inspirando fundo, tentando não pensar no pior.

— Danny, me desculpa mesmo, mas não dá mais para continuar assim — Chin suspirou. — Você vai vir com a gente e acabar com aquilo.

— Acabar com aquilo o que? Steve está bem?

— Ele está, nós não. Por isso você vai entrar naquele carro e nos acompanhar!

— Isso é um sequestro?

— Se você quer chamar assim, eu não ligo — um dos policiais respondeu.

— Mas deveria, já que você é agente da lei, sabe, tem que seguir regras e não sequestrar pessoas que estão no seu dia de folga.

— Danny, eu te amo como irmão, mas se não entrar naquele carro agora mesmo, eu vou te desmaiar e te levar do mesmo jeito.

— Isso só pode ser brincadeira — o loiro revirou os olhos e ia voltar para cozinha, mas foi agarrado pelos três, que o arrastavam pelo corredor. — Vocês estão loucos? Me soltem!

— Eu te disse — Chin suspirou.

— Não acredito nisso, Era só o que me faltava, ser sequestrado pela força policial havaiana só porque estou na minha folga. — Danny reclamava dentro do carro e os policiais tiveram a decência de parecerem um pouco envergonhados. — E você Chin, reze para os deuses para que eu não te pegue no amigo secreto do final do ano.

A viagem não foi nada silenciosa, Danny fez questão que todos soubessem do seu descontentamento. Chegaram depois de quarenta minutos, o loiro saiu da viatura bravo, batendo bravo. Ele estava com uma camiseta preta do Steve, uma calça de moletom e tênis, ou seja, confortável para ficar em casa, não para invadir o quartel de um bando de terroristas.

— Agente Williams, ainda bem — o Supervisor Miles o cumprimentou. — Precisamos de você em campo.

— Você sabe que eles me sequestraram? — O loiro cruzou os braços.

— Não foi um sequestro — Chin reclamou.

— Então foi o que? E ainda querem que entre lá no meu dia de folga. Cadê Steve?

— Não sabemos — Miles pareceu um pouco envergonhado.

— Perderam ele de novo? — O detetive revirou os olhos.

— Danny, por isso precisamos de você aqui — Kono justificou.

— Escuta aqui, Agente Supervisor, já que é tão íntimo do governador, vai ligar para ele agora mesmo e garantir que ele me dê aquele bônus me prometeu. Entendeu? Eu não vou mexer um pé desse lugar até ter certeza de que vou ter aquele bônus em dinheiro!

— Certo, claro, posso fazer isso.

— Está comercializando sua lealdade e seus serviços a esse país? — Reynolds zombou dele.

— Quer saber? Esquece, estou indo embora, não vou ficar aqui com ele — Danny apenas fingiu que iria embora e os policiais presentes se viraram para o agente, pronto para lhe dar uma surra.

— Não! — Muita gente gritou, mas Miles que continuou. — Vou falar com o governador, talvez esse bônus mais uns dias de folga possam servir como recompensa.

— Ok — o detetive deu de ombros, como se estivesse entediado. — Me deem o equipamento.

Minutos depois Danny estava usando o colete a prova de balas, escutas e tinha um fuzil em mãos, por cima da sua roupa de ficar em casa. Ele integrou uma equipe que fez progressão de terreno pela lateral do prédio abandonado. O loiro avançou até a única entrada liberada, uma janela que estava apenas parcialmente tampada.

— Steve, é o Danny. Sei que estava ouvindo, mas ignorando todo mundo — o detetive para a escuta. — Me trouxeram aqui para te ajudar a terminar logo com isso, aparentemente você assustou todo mundo. Vou entrar por uma janela térrea do lado sul. Preciso que me responda se está liberado e onde está.

Uma luz vermelha e quase imperceptível brilhou na escuridão que estava dentro do depósito abandonado. Danny sorriu de canto, sabia que Steve estava ouvindo.

— Estou te vendo, está liberado? — Ele perguntou, todos podiam ouvir a escuta, então todos sabiam que Steve só não tinha respondido antes, porque não quis. — Longo, curto, longo, longo... — Steve se comunicando por código Morse — certo, entendi. Agora preciso saber onde está... longo, curto, lado norte? Certo.

— Por que está respondendo ele e não respondeu a gente? E como o detetive sabia onde ele estava? — O agente perguntou revoltado.

— Porque é o Danny — Chin respondeu muito irritado. — Agora fica quieto e não atrapalha.

— Eu vou entrar — o loiro avisou, mas Steve continuou a se comunicar por código — Só eu? Por quê? Ok... Chins, está me ouvindo?

— Pode falar irmão.

— Eu vou entrar em sozinho, tem uma saída na parte leste, tem que vigiar ali.

— Não tem saída leste — Reynolds corrigiu

— Meu Deus, dá para calar a boca, já não fez merda demais? Se o Steve disse que tem, é porque tem, agora cala a boca e nos deixa trabalhar!

— Danny, continue — Chin pediu.

— Vou entrar, se não der notícias em até meia hora, invadam, ok?

— Certo.

O loiro avançou com cuidado, não foi difícil entrar pela janela, mesmo que ela estivesse com uma parte tampada. Avançou pelo lugar mal iluminado, usando as sombras para se esconder. Ouvia a movimentação ali dentro, homens discutiam, afinal era obvio que sabiam que a polícia estava por perto.

Então barulho aumento e Danny correu, ele sabia o que era. Havia tiros e uma grande briga, Steve não se aguentava?

Quando o loiro chegou perto, apenas teve tempo de mirar e atirar, matando os terroristas que atacavam o comandante. Eles se olharam rapidamente, ele não perdeu o sorriso de canto do moreno.

Mas não era tempo, eles tinham trabalho a fazer, depois iriam para casa e aproveitariam o tempo juntos. Agora era hora de matar alguns terroristas e esfregar na cara de um agente do FBI porque nunca se pode separar Danny Williams e Steve McGarrett.

Então, além se ser o primeiro dos Extras que vou postar aqui no Wattpad, esse também é para comemorar a publicação do livro!!!

Ohana estará disponivel a partir do dia 12/06/22 em comemoração aos Dias dos Namorados, pode comprar na Amazon ou ler Kindle Unlimited.

O valor é R$8,00 e ele tem quase a mesma história até o epílogo (com as devidas alterações) que a versão do Wattpad, mas com muita mais coisa, mais capítulos e mais personagens.

Eu realmente estou amando a versão original de Ohana e creio que vocês também vão amar. Certeza que vão se apaixonar por Andy e Alex!!!

Vou deixar a capa (que, sem falsa modéstia, achei linda!) e a sinopse. O link vai estar liberado a partir da meia noite do dia 12/06/22 nas minhas redes sociais e nas da Editora Calíope.

OHANA

Andrew Malloy era muitas coisas: cowboy, texano, detetive e pai. Dessa última ele se orgulhava muito e faria qualquer coisa pelos seus filhos. Por isso, não hesitou em se mudar para a ensolarada (e detestável) Flórida só para ficar mais perto deles. Ele só não contava com um maluco chamado Alex Mitchell, que era o capitão de uma unidade da HRT e que cismou que o queria como subcapitão, transformando sua vida tão organizada em uma sucessão de cenas de ação, perigos e situações dignas do cinema.

Mas, por incrível que pareça e mesmo Alex sendo um imã do caos, eles sobreviviam. Tanto que sua relação virou uma amizade, depois virou uma família, para então se tornar a parte mais importante da vida de ambos, sua "Ohana" (coisa de Alex).

Todos sabem que não existe Alex sem Andy e não há Andy sem Alex.

Sem perceber, um virou o mundo do outro, a força que o mantém de pé. Um cuidou e protegeu o outro. Um sempre estava lá pelo outro. Mas as coisas começaram a se complicar, porque os limites da amizade ficaram borrados. Então, anos depois de se tornarem parceiros, já está na hora de encararem os fatos: nunca foi só uma amizade.

Ah, claro, eles têm que encarar a verdade enquanto tentam não morrer no trabalho

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