Chào các bạn! Vì nhiều lý do từ nay Truyen2U chính thức đổi tên là Truyen247.Pro. Mong các bạn tiếp tục ủng hộ truy cập tên miền mới này nhé! Mãi yêu... ♥

Capítulo 4

Oi :)


— Estou no meio de uma missão do trabalho que, só por acaso, é muito mais importante do que perder a hora em um SPA e não me importa quanto custa a porcaria de massagem — Danny esbravejava no celular — Mesmo assim eu tenho responsabilidade e estarei lá quando o meu filho entrar em campo, ouviu? Que bom!

— Rachel? — Steve perguntou fechado o colete e colocando a escuta no ouvido.

— Para me tirar assim do sério, quem mais seria? Estava me enchendo a paciência para que eu não perdesse a hora do jogo do Charlie, mas eu falei que sou uma pessoa responsável, que ela não tem que ficar me lembrando de nada e que vou chegar na hora certa — ele suspirou — eu vou chegar na hora certa, não é?

— Claro que sim, só temos que invadir esse lugar e tirar o senador Stewart de lá — McGarret falou como se fosse muito simples invadir um prédio para resgatar um refém, que está sendo mantido por lá por extremistas armados.

— Tranquilo — Kono disse preparando sua arma — não deve demorar.

— Vocês são loucos, eu já disse isso? — Danny perguntou olhando de Kono para Steve, que riram.

— Irmão, você é um e nós, não se esqueça disso — Chin o lembrou.

— Alguém tinha que ser o racional dessa equipe — o detetive exclamou.

— Vamos lá — McGarrett avisou — Chin e Kono entram pelo lado direito, há uma porta e uma janela aqui, o objetivo é limparem a saída e eliminarem alvos nesse perímetro. Danny e eu entraremos pela janela no primeiro andar e iremos até onde estão mantendo o senador.

— Claro que vamos — Danny resmungou.

— Quando limparmos a parte debaixo, liberamos a entrada da polícia e depois iremos atrás de vocês — Chin concordou.

— Vamos lá — Steve disse por fim.

As duplas se separaram, cada uma indo para uma das laterais do prédio, a polícia continuava com as negociações que não estavam indo para lugar nenhum. E a equipe sabia que os sequestradores só estavam tentando ganhar tempo, mas eles não iam esperar para saber o que aconteceria quando o tempo chegasse ao fim.

Steve e Danny foram pela lateral do prédio, não haviam janelas no térreo. Uma grande arvore estava ao lado do prédio, eles teriam que escala-la e pular pela janela que estava entre aberta. McGarrett nem hesitou e se impulsionou para cima do galho mais próximo.

— A pergunta não é se eu vou chegar a tempo de assistir ao jogo do Charlie, é se eu vou estar vivo para assistir ao jogo do Charlie — Danny murmurou para si mesmo enquanto também subia na árvore.

— Eu vou pular primeiro — Steve disse usando a mira dos eu rifle para verificar se tinha alguém na sala que eles pulariam para dentro — está vazia, vou entrar lá, mas talvez o barulho chame atenção, eu preciso que você me cubra.

— Tudo bem — o detetive concordou, Steve estava no seu modo "sério e frio" que era, digamos, interessante.

O SEAL pegou impulso e pulou na direção da janela, conseguindo se apoiar nela e passar o corpo para dentro. Danny estava com a mira térmica voltada para dentro daquele quarto e procurando pessoas no corredor que pudessem ser ameaças.

— Steve, tem duas pessoas se aproximando pela porta — Danny avisou pela escuta.

Steve se posicionou atrás da porta, quando os dois homens armados passaram, ele acertou um com rifle e deu uma cotovelado no outro. Ele segurou o braço desse antes que conseguisse atirar, o torceu e socou seu rosto com força, o batendo contra a parede, até que ele desmaiasse.

Um tiro veio de trás e o SEAL se virou a tempo de ver o segundo homem caindo no chão, uma mancha de sangue escorrendo pela parede. Ele olhou para Danny, que estava abaixando o próprio rifle depois do tiro perfeito.

— Entramos — a voz da Chin soou pela escuta, fazendo McGarrett voltar dos seus pensamentos, onde observava os movimentos de Danny, que estava passando pela janela.

— Nós também — o comandante respondeu.

Eles andaram pelo corredor com armas em punho, Steve sempre a frente e Danny um passo atrás. Eles eram o mais silencioso possível, verificando cada novo cômodo. A quarta porta a esquerda estava entreaberta e eles viram três homens, dois mexendo em um notebook cada e um perto da janela armado.

— Five-0, mãos para cima — McGarret falou em alta. Os dois nos computadores levantaram as mãos, o da janela levantou a arma, mas o comandante foi mais rápido. Apenas dois tiros e o corpo sem vida bateu contra a janela, quebrando o vidro e o barulho ecoando pelo corredor.

— Vamos ser discretos, sem chamar a atenção — Danny disse enquanto algemava os homens — vocês vão ficar quietinho aí para que meu parceiro impaciente não faça nada que vocês possam se arrepender, não é? — os dois homens acenaram com a cabeça efusivamente — Que bom.

— O que você queria que eu fizesse? — Steve resmungou. Assim que eles foram sair do quarto, quase foram atingidos por vários tiros.

— Que você esperasse eu fechar a porta? — Danny sugeriu — Chin, Kono?

— Estamos aqui — ela respondeu, Steve respondia ao tiroteio — estamos liberando a entrada e já encontraremos com vocês.

— Ótimo, precisamos de reforços — o loiro respondeu.

— Eu tenho uma ideia — Steve disse animado.

— É claro que ele tem — o detetive suspirou, ainda trocando tiros — por favor Steve, não vá se matar.

— Calma, está tudo sobre controle, só preciso que você me cubra — ele respondeu.

Steve derrubou a mesa de madeira e a arrastou até a porta, ele teve que quebrar parte dos pés da mesa para que ela passasse, mas ele fez isso sem problemas e Danny acho melhor não comentar nada do que pensou sobre aquela cena.

O SEAL empurrou a mesa até que ela tampasse parte do corredor, nessa altura o detetive já tinha entendido e estava xingando mentalmente o parceiro com todas as ofensas que conseguiu pensar enquanto ainda trocava tiros com os bandidos. O moreno correu e se escondeu atrás da mesa, que quase foi alvejada por balas, se não fosse porque Danny estava cobrindo. Steve usou a madeira como escudo e atirou nos bandidos.

Eles trabalhavam perfeitamente juntos, a conexão delas era tanta que um não precisava nem olhar para o outro para saberem como agir. Quando Steve se levantou por trás da mesa, ainda atirando, Danny passou por trás dele, mudando os ângulos dos tiros e pegando os bandidos, que estavam escondidos, foram pegos de surpresa, não tiveram como reagir.

— O reforço não é mais urgente — Steve disse na escuta.

— Que surpresa — Chin respondeu rindo.

Eles avançaram pelo corredor, mantendo o mesmo posicionamento, seguiram o caminho sabendo onde queriam chegar, na última porta a direita. Steve contou até três e eles invadiram o lugar. O senador Stewart estava sentado em uma cadeira no meio do quarto, um pouco machucado, mas consciente. Ao seu redor tinham três homens armados, dois com fuzil e um com uma pistola automática. O que estava com a pistola a segurava encostada na cabeça do senador.

— Abaixe a arma — Danny ordenou mantendo esse último na mira.

— Five-0, eu suponho — ele mantinha um sorriso arrogante no rosto — vocês estão em menor número, melhor vocês abaixarem as armas.

— Eu não vou repetir, abaixe sua arma — o detetive avisou.

— Nós somos em três — o outro provocou.

— Ah é? — o loiro perguntou, na mesma hora Steve atirou rapidamente nos dois homens com metralhadoras, que caíram no chão — agora é só você.

— Eu... vou matar o senador — ele respondeu claramente sem confiança nenhuma, agora ele estava sob a mira dos dois rifles.

— Eu nem votei nele mesmo — Danny deu de ombros, o senador o olhou revoltado e o bandido confuso. Esse segundo foi o que McGarrett precisou para bater no bandido e jogá-lo no chão — nada pessoal — ele disse desamarrando o senador.

— Tudo bem... eu entendo... — o político respondeu.

— Steve — Chin o chamou do corredor.

— Aqui — ele gritou em reposta e os amigos entraram no cômodo, sendo seguidos por policiais.

— Nem nos esperaram para a diversão — Kono negou com a cabeça.

— Sabe como é, a gente não se aguenta — Danny deu de ombros, fazendo Steve sorrir.



— Danno! — Charlie veio correndo e abraçou o pai.

— Oi campeão, eu falei que vinha — ele disse o abraçando forte.

— Tio Steve — o menino o abraçou também — vocês vão me ver jogar?

— Claro que sim, campeão, nós não perderíamos isso por nada — McGarrett respondeu bagunçando o cabelo do menino.

— Mamãe disse que achava que o papai não vinha, mas ele prometeu que vinha — Charlie falou sorrindo.

— Sua mãe é um pouco, digamos, complicada. Ela deve ter entendido errado — Danny suspirou.

— Grace disse que mamãe é boba e é sempre pra perguntar para o Danno primeiro — o menino sorria inocente.

— Sua irmã é muito esperta — Steve concordou.

— Pare com isso — o detetive bateu no braço do moreno — e você, mocinho, não pode chamar sua mãe de boba, tudo bem?

— Charlie concordou.

— Charlie, venha — o técnico o chamou, já reunindo time dos pequenos atletas.

— Vai lá campeão e eu quero que se divirta, tudo bem? Ganhar é legal, mas se divertir é muito mais, entendeu? — Danny perguntou e o menino concordou com a cabeça.

— Mostre para eles quem é que manda — Steve falou e ele e Charlie trocaram um high-five animado antes do menino correr de volta ao campo.

— Mostrar quem é que manda? Sério? — o detetive perguntou enquanto eles tomavam seus lugares na arquibancada.

— Você brigou comigo porque da última vez eu mandei acabar com eles — McGarrett se justificou.

— Porque são crianças, Steve, crianças. Eles não estão disputando a Champions League, estão só se divertindo.

— E por isso o Charlie não precisa dar o melhor dele e vencer?

— Quer saber, eu desisto de você — Danny se virou para o jogo que ainda nem tinha começado.

— O que? Eu não fiz nada — Steve respondeu indignado.

O jogo começou, como eram crianças o jogo era paralisado muitas vezes, Steve gritou em todas elas, seja para xingar o time adversário ou para defender o time de Charlie.

— Olá, como estão? — Kono chegou até eles, junto dela estavam Adam, Chin, Kamekona e, surpreendente, Max.

— Bem, estamos na metade do segundo tempo, até agora ninguém fez gol e Steve vai nos fazer ser expulsos daqui — Danny deu de ombros — bom te ver doutor, não sabia que gostava de futebol.

— Eu não gosto, acredito que existem vários outros esportes que auxiliem no desenvolvimento infantil e que sejam divertidos para assistir. Porém eu entendo isso como saída em grupo e devemos nos apoiar — Max respondeu.

— Eu falei para colocar Charlie no futebol americano ou no basquete — Steve comentou, ele estava de pé porque dizia que dava para ver melhor o jogo.

— Olha o tamanho dele — o detetive respondei exasperado — ele não tem altura para isso. Quer saber? Continua gritando aí.

— Ah, entendi — Adam falou para Kono e Chin — papai e mamãe.

— O que? — Steve e Danny perguntaram juntos.

— Nada não — Kono riu — Vai lá, Charlie!

— Ah, qual é, esse garoto chutou ele — Steve gritou e o juiz olhou feio para ele — O que foi? Olha para o jogo e vê esses jogadores direito.

— Eu falei, vamos ser expulsos — Danny disse para os outros que riram.

— Oi Danno, oi gente — Grace se aproximou com três amigas.

— Olá princesa, estava na escola até agora?

— Sim, as provas estão chegando — ela disse revirando os olhos — essas são as minhas amigas Serena, Makayla e Alicia.

— Olá garotas — Danny o cumprimentou — esses são Chin, Kono, Adam, Max, Kamekona e o estressado aqui é o Steve... Steve, pelo amor, cumprimenta as meninas — o loiro puxou a manga da camiseta do moreno.

— Ah, oi — ele se virou rapidamente para elas, mas já voltou a assistir o jogo — Vai Charlie!

— Ignorem, ele é um pouco competitivo — Chin falou para as meninas sorrindo.

— Isso irmãozinho! — Kamekona gritou quando Charlie começou a correr com a bola.

— Devo gritar agora? — Max perguntou para Kono.

— Só se ele marcar o gol — ela respondeu.

— Ok.

— Vai Charlie! Vai filho, isso, está indo muito bem! Continua correndo!

— Isso deve ter doido — Kamekona fez careta quando Charlie foi derrubado pelo jogador do outro time.

— Tudo bem, campeão, é só levantar, você foi muito bem — o detetive falou para o filho.

— Juiz, seu burro, não vai dar falta? Isso é falta! — Steve estava a ponto de invadir o campo e ele mesmo puxar o cartão vermelho.

— Quer vir no meu lugar? — o juiz gritou bravo com ele.

— Não! — Danny se levantou puxando Steve de volta — Volta a cuidar do jogo.

— Manda ele calar a boca — o arbitro reclamou.

— Danny, eu vou bater nele — Steve avisou sério.

— Não vai não — Danny respondeu — Senta aí.

— Quer que ele cale a boca? É só trabalhar direito! — Grace gritou — Aquilo foi falta!

— Ah, não, eu mereço — o loiro revirou os olhos, enquanto Grace e Steve trocavam um high-five.

— Quem diria, futebol pode ser mesmo divertido — Max comentou.

— Eu te disse — Chin sorria.

— Fotos — Grace avisou pegando o celular e tirando fotos de todos.

— Ele pegou a bola de novo — Adam avisou.

— Vai filho, você consegue — Danny gritava. Ele tinha se levantado e estava do lado de Steve, os dois torciam juntos.

— Isso Charlie, derruba ele, vai — o SEAL pulava junto.

— Irmãozinho, corre — Kamekona também torcia. Todos gritavam encorajando, mas era claro que o comandante e o detetive eram os mais empolgados.

Charlie correu, ele conseguiu desviar do jogador do outro time, mas o outro tentou empurra-lo. Assim como Steve tinha dito, ele bateu com o ombro no outro menino, o derrubando, então chutou e fez o gol. Na hora ele se virou espantado para o pai e Steve que pulava como loucos se abraçando.

— Ele derrubou meu filho, merecia ser expulso — um homem gritou.

— Não, você não vai fazer nada — Danny avisou Steve.

— Mas...

— Não Steve, você vai ficar aqui mesmo — o loiro o interrompeu.

— Trinta que Steve vai atrás do cara — Kono falou para o primo.

— Vinte que vai ser o Danny — Chin respondeu.

— Vou com o seu primo — Adam entrou na aposta.

— Considerando o histórico, eu diria que o comandante McGarrett seria o mais propenso a fazer algo — Max disse analisando a situação.

— Não sei, é difícil falar, esses dois são muito parecidos — Kamekona opinou, então Steve mandou o pai da outra criança cala a boca antes que mesmo fizesse — ok, eu vou no Steve.

— Aposto no meu pai — Grace falou, ela e Chin trocaram um soquinho.

— O pai desse moleque devia ensinar ele a ser homem — o homem gritou.

— Você falou o que do meu filho? Não, espera aí que eu vou te ensinar como se resolve as coisas como homem — o loiro disse descendo a arquibancada e andando até o homem que se assustou — Não queria saber quem era o pai? Estou aqui!

— Não Danny — Kono reclamou, pegando a carteira e entregando o dinheiro para Chin.

— Eu conheço o meu pai — Grace deu de ombros.

— Danno — Steve correu atrás de Danny.

— Vem cá, covarde, não foge não. Na hora de xingar uma criança teve coragem, agora não quer me encarar? — Danny apontou o dedo para o homem, que se resolveu se afastar — Babaca.

— Se acalmou?

— Sim — Danny suspirou tentando se controlar.

— Por que eu não posso bater no cara, mas você pode? — Steve perguntou cruzando os braços.

— Eu nem vou discutir isso.

— Danno! Tio Steve! — Charlie correu até eles quando o jogo acabou — Eu fiz gol, vocês viram?

— Sim, parabéns! Você jogou muito — Danny o abraçou e bagunçou os cabelos do filho, que sorria.

— Você foi incrível! — Steve colocou o menino sobre os ombros e Charlie ria muito.

— Ow, calma aí, não quero voltar naquele hospital tão cedo — o detetive avisou o SEAL que carregava o menino de cavalinho nos ombros.

— Por que será? — Chin brincou.

— Steve, também queremos cumprimentar o campeão — Kono brincou.

— Que tal comermos um camarãozinho esperto para comemorar? — Kamekona sugeriu.

— Nós vamos no seu negócio para comemorar? Você está ganhando dinheiro em cima da vitória do menino ou dará comida de graça a todos? — Max perguntou.

— De graça seria muito prejuízo, irmão, mas posso fazer um desconto camarada para a minha ohana.

— Eu deveria te contratar para gerenciar a minha empresa — Adam riu.

— Se você der liberdade, ele vai tomar a empresa de você — Danny avisou — Grace, vocês e suas amigas vão com a gente?

— Sim, Serena está com o carro dela, nos encontramos lá — a garota respondeu.

— Você tem carteira de motorista? — o detetive perguntou para a menina loira e Grace revirou os olhos.

— Tenho sim, aqui — ela tirou a carteira da bolsa e entregou para o loiro, que leu e passou para Steve que também conferiu as informações.

— Pai! Isso não é demais?

— Não, demais seria se puxasse antecedentes criminais das suas amigas, o que eu não vou fazer — Danny falou enquanto Steve devolvia carta de motorista da garota.

— Não ainda — Kono comentou, as garotas arregalaram os olhos e Grace negou com a cabeça.

Como sempre, Steve dirigiu e Danny estava no banco do carona. Charlie foi no banco traseiro contando muito empolgado cada segundo do jogo e os dois adultos reagiam como se não tivessem assistido tudo.

— Refeição especial para o nosso campeão — Kamekona colocou uma enorme porção de camarão na frente de Charlie, que estava sentado no colo do Steve.

— Come com calma — Danny avisou, mas só foi olhar para o outro lado que Steve e Charlie atacaram os camarões.

Adam estava contando uma história engraçada de um empreiteiro que achou que poderia engana-lo, até perceber o sobrenome. Ser o filho de um dos ex-chefes da Yakuza tinha suas vantagens. E, se o empreiteiro já não estivesse assustado o suficiente, Kono foi fazer uma surpresa para o noivo e o empreiteiro descobriu que não estava só trabalhando para um ex-herdeiro da máfia japonesa, como ele era o noivo de uma Five-0.

— Demoraram, passaram em algum lugar? — Danny perguntou para a filha. Adam e Chin se levantaram para juntar outra mesa para acomodar a todos.

— Elas quiserem se trocar, está muito calor — Grace entediada indicou as amigas, que realmente tinham mudado de roupa.

— Entendi — Kono riu e trocou um olhar compreensivo com Grace, Danny ficou sem entender.

— O que foi? — Steve perguntou e Danny deu de ombros.

— Ah, não, eu disse para ir com calma e vocês enfiaram camarão até no nariz — ele reclamou pegando o guardanapo limpando a boca do filho — você é adulto — disse limpando o rosto de Steve — aja como tal.

— Eu disse — Grace comentou bebendo seu suco e olhando para as amigas.

— É daí para pior — Kono completou.

— Eu acho que entendi e concordo com as duas — Max comentou.

— Do que vocês estão falando? — Adam perguntou, mas Grace e Kono apenas riram.



— Prontos? — o monitor brincou e os quatro concordaram — Certo, vamos lá.

Era final de semana e eles tinham ido para o parque aquático, Charlie mal conseguiu dormir de ansiedade, ele e Steve foram conversando o tempo todo no carro. Já Danny e Grace concordaram que poderiam dormir um pouco mais, mas não tiveram a chance.

— Tio Steve, eu vou precisar da sua ajuda em um trabalho da escola — Grace falou, ela estava com a cabeça encostada na janela do carro — tenho que fazer um trabalho sobre o Memorial Nacional de Pearl Harbor

— Claro princesa, quando quiser eu te levo lá e eu também tenho algumas do meu avô se você precisar.

— Ótimo, foi por isso mesmo que eu escolhi O Memorial — a menina sorriu

— Como assim? — o pai questionou desconfiado.

— A professora quer que seja algum momento histórico que tenha importância para a nossa família — ela respondeu mandando mensagem para alguém — temos que pesquisar, procurar relatos, fazer uma apresentação. Coisas assim.

— Nossa família? E você escolheu o Steve? — Danny perguntou revoltado.

— Danno, você nem gosta do Havaí, minha mãe ia falar sobre o que? Algum SPA? E o Stan? Que ele construiu algum prédio idiota? — ela revirou os olhos.

— Ok, só me diz que ele não foi sua primeira opção — o pai pediu para a filha, que desviou o olhar e Steve começou a rir. Foi o suficiente para Danny passar o resto do caminho emburrado, enquanto Steve o provocava.

No momento eles já estavam no parque. Danny, Steve e Charlie com calção e Grace com biquíni e short. O calção de Danny era azul escuro, o de Steve preto e de Charlie era verde com desenhos de dinossauros. Eles já estavam aproveitando o lugar quando decidiram ir em um brinquedo onde os quatro entraram em uma boia e desciam por um toboágua gigante.

— Tudo bem mesmo? — Danny perguntou para Charlie, ele estava com medo que o menino não conseguisse se segurar direito.

— Chega aqui mais perto, qualquer coisa eu te seguro — Steve disse para o menino que se aproximou dele.

— Sorriam — Grace falou, ela segurava uma go pró para filmar — falem Aloha.

— Aloha — Steve e Danny disseram ao mesmo tempo.

A boia começou a deslizar, Charlie e Danny gritaram brincando. Steve ria deles, mas sem tirar os olhos de Charlie, para caso precisasse ajuda-lo. Grace filmava, ela e o pai mostraram a língua para a câmera. Quando a boia chegou na piscina, espirrou água para todos os lados.

— De novo — Charlie pediu rindo.

— Protetor — Danny avisou um tempo depois.

— Eu quero ir na piscina — Charlie reclamou.

— Sem protetor, sem piscina — ele respondeu e o filho bufou, mas teve que aceitar. Danny passou protetor no rosto da filha, depois do menino — Você não vai escapar — ele avisou Steve, que teve que aceitar.

— Vou pegar uma bebida — Grace disse indo para o bar da piscina.

— Pronto — o loiro sorriu e Steve teve que desviar o olhar quando percebeu que estava encarando demais.

Eles estavam sentados na beira da piscina enquanto Charlie brincava com dois coleguinhas que ele fez na hora. Conversavam sobre qualquer coisa, se provocando e ficavam de olho no menino.

— Grace está demorando — Danny comentou olhando para trás.

— Eu vou lá, quer alguma coisa? — Steve perguntou.

— Quero uma coca e um suco para o Charlie.

Steve chegou perto do bar e viu Grace conversando com um rapaz, ele parecia ter por volta de 18 anos e sorria demais para a menina, o que não agradou ao SEAL. Ele chegou perto e cruzou os braços, apenas encarando o rapaz.

— Steve — Grace se assustou — oi, esse é o Pete.

— Prazer — Steve disse apertando a mão do garoto forte demais — você estava demorando e vim ver se tinha acontecido alguma coisa.

— Está tudo bem, eu encontrei com o Pete e ficamos conversando.

— Ele é seu... — o menino deixou a pergunta no ar.

— O que? Não! Não, eca, não mesmo — Grace respondeu com nojo.

— Você insinuou o que? — Steve perguntou sério.

— Perdão, perdão. Ele é o seu pai?

— Mais ou menos — a garota suspirou bebendo seu suco.

— Acho melhor eu ir embora, até mais Grace — Pete sorriu sem graça e se afastou.

— Sabe, um dia eu vou namorar — Grace disse para Steve enquanto fazia os pedidos no bar.

— Eu sei, mas quando isso acontecer seu pai e eu estaremos aqui para nos certificar que esse cara não vai fazer nada de errado com você — ele sorriu cínico.

— Deus, eu vou morrer sozinha — ela suspirou.

— Tudo bem? — Danny perguntou quando eles voltaram.

— Claro, tranquilo — Steve respondeu entregando o refrigerante para o detetive.

— Vamos tirar foto em família — Grace mudou de assunto pegando o celular — Charlie vem aqui.

Depois das fotos, que foram várias, Steve e Danny estavam ajudando Charlie a nadar e Grace registrou os momentos. Os quatro foram em vários brinquedos, Steve e Grace foram no maior toboágua, que era um gigante e Danny ficou os chamando de loucos. Brincaram na parte infantil, depois Steve e Danny ajudaram Charlie e ficar de pé na prancha da piscina de ondas e o SEAL ficou falando que aquilo não eram ondas de verdade, então o ensinaria a surfar como um profissional, para desespero de Danny e alegria do menino.

— Tudo bem filho? — Danny perguntou, ele tinha levado Charlie no alto de toboágua infantil.

— Eu estou com medo — o menino disse inseguro.

— Tudo bem, filho, é normal ter medo — ele falou para o menino — se você quiser descer as escadas, eu vou com você. Mas se você quiser escorregar, o tio Steve está lá embaixo te esperando.

— E se eu me afogar?

— Charlie, você confia em mim, não é? — ele perguntou e o menino confirmou com a cabeça — Do mesmo jeito que você confia em mim, você pode confiar no tio Steve, ele nunca vai deixar nada ruim acontecer com você. Então se você quiser, respira fundo, escorrega nesse toboágua e vai perceber que se divertiu muito. Tudo bem?

— Sim — ele respondeu animado.

Quando voltaram para casa já era noite, eles encomendaram umas pizzas, mal assistiram um filme e Charlie já estava dormindo. Danny o colocou na cama, Steve e Grace arrumaram a cozinha, ela mostrou as diversas gravações que tinha feito durante o dia. Steve ria muito com Grace, mas ele percebeu que fazia muito tempo que não se divertia daquele jeito, que aquele dia foi um dos melhores da sua vida, que eles realmente pareciam uma família e ele não sabia o que fazer com essa informação.

O sonho martelou na sua cabeça, mas ele tentou ignorar ao máximo.

— Boa noite Danno, boa noite tio Steve — Grace os abraçou e foi dormir.

— Acho melhor eu ir embora — o SEAL comentou quando estavam só os dois na parte debaixo da casa.

— O que? — Danny perguntou distraído, ele estava pegando duas cervejas na geladeira. Ele nem perguntou se Steve queria, apenas as abriu e passou uma para ele.

— Eu disse que é melhor eu ir embora.

— Por que? — o loiro perguntou como se aquilo fosse uma grande bobagem — fica aí, se quiser dorme aqui em casa. Amanhã não vamos trabalhar mesmo — ele deu de ombros.

— Eu não sei, não quero atrapalhar — ele disse vacilante.

— Atrapalhar? Steve, você já é dessa família, não tem mais como sair — Danny brincou, batendo no braço do moreno.

— Tudo bem, eu fico — ele suspirou sorrindo. 


Lembram-se de seguir a Equipe e eu nas redes sociais, os links estão na bio

1/2

Bạn đang đọc truyện trên: Truyen247.Pro