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Capítulo 15

oi:)

(vejam o vídeo, porque é perfeito!!!)

— Eu odeio isso — Danny resmungou ajeitando a gravata do smoking pela décima quinta vez na última hora. Steve o olhou de canto e o loiro cerrou os olhos — Não comece.

— Eu não falei nada — o moreno se defendeu, mas com o sorriso de canto.

— Eu sei o que pensou, eu até posso usar gravata, mas não me visto como pinguim todos os dias.

— Mas um belo pinguim — Steve brincou e Danny revirou os olhos, dando um soquinho no ombro do namorado — Eu também preferia estar em qualquer outro lugar do que aqui.

— Por que sempre temos que vir?

— O governador está arrecadando fundos para a caridade e acha que usar a nossa imagem vai conseguir mais dinheiro.

— Ah, claro, a gente quase se mata todos os dias tentando deixar esse lugar seguro e os políticos querem usar isso para se reelegerem — Danny revirou os olhos e aceitou uma taça que o garçom ofereceu — Bebida e comida de rico é uma droga, que merda é essa?

— Você realmente está de mau humor, não é? — Steve estava se divertindo com as caretas do namorado.

— E tem como estar de bom humor? Estamos vestindo de pinguins, numa festa chata, com uma música que eu não entendo porcaria nenhuma, cercado de pessoas que nem olhariam nas nossas caras fora daqui, tendo que sorrir para que o governador garanta mais um mandato — o loiro bufou irritado, então tomou mais um gole e fez careta para a bebida ruim — sério, que droga é essa?

Eles estavam na festa anual de arrecadação de fundos, onde a alta sociedade havaiana se reunia em um baile para, teoricamente, doar dinheiro para caridade. Os trajes eram sociais, onde as pessoas estavam mais preocupadas com seus vestidos e ternos de marca, do que no que esse dinheiro arrecado seria utilizado. Além se servir como ótimo jeito dos políticos firmarem parcerias e serem vistos, garantindo novos mandatos.

A equipe Five-0 era muito conhecida por seus sucessos, sendo um dos melhores esquadrões contra o crime. A eficácia era muito alta e seus feitos eram conhecidos por quase todos, então não importava quem ocupava o cargo, o atual governador sempre fazia a questão deles no evento para mostrar como seu governo era eficaz.

Steve e Danny eram obrigados a comparecer, anos após ano, sorrindo e fingindo que não queriam fugir daquele lugar.

— Só mais algumas horas e vamos embora — o SEAL disse encostando seu ombro no do namorado.

— Por que sempre tem que ser a gente? Kono e Chin escapam todo ano.

— Porque eu tenho que vir — Steve deu de ombros — eles fazem questão que o Comandante esteja presente.

— E daí? Ninguém disse que eu sou obrigado a vir, porque eu nunca pude revezar com Kono e Chin? Já que dois da Five-0 precisam estar aqui, eles podem vir também.

— Mas não precisa dois da Five-0 — o SEAL respondeu confuso.

— Como assim "não precisa"? — Danny perguntou revoltado — Então por que eu venho aqui todo ano?

— Para me acompanhar.

— Te acompanhar? Steve! — o loiro estava exaltado, mas tentando se segurar — Me deixa ver esse convite.

— Você é tão sensível — o moreno revirou os olhos, mas entregou o convite branco com detalhes em dourado.

— STEVE! Aqui diz "Comandante Steve McGarrett e acompanhante", você sabe o que isso quer dizer?

— Que você está surtando à toa?

— Não, eu não estou surtando à toa! Isso quer dizer que por todos esses anos você me obrigou a vir aqui como seu acompanhante, quer dizer que todos sempre pensaram que estávamos em um relacionamento!

— E daí? Nós estamos.

— Agora, mas não estávamos no ano passado e nem em todos que vieram antes! E, o pior, eu nunca precisaria ter vindo!

Danny bufou revoltado, ele não acreditava nisso. Ele passou anos comparecendo a um evento que ele odiava só porque seu namorado, vulgo "o homem que ele queria dar um tiro naquele momento", resolveu que seria melhor deixar todo o Havaí pensando que eles estavam em um relacionamento do que convidar qualquer outra pessoa.

— E quem eu convidaria para vir comigo? — Steve perguntou exasperado.

— O que é? Agora lê mentes? O que vai fazer depois, voar por aí? Soltar raios laser pelos olhos?

— Você está fazendo aquilo de novo.

— Aquilo o que? — Danny cruzou os braços.

— Viajar no que está falando.

— Não, eu estou tentando conter a minha vontade de te agredir — ele bufou — você fez de propósito?

— O que? — o SEAL de fez de inocente e Danny cerrou os olhos de novo.

— Você sabia o que ia parecer.

— Me admira muito você se importando com o que os outros pensam — o moreno revidou, tentando mudar o assunto.

— Não, você não vai mudar de assunto. Foi por isso que eu nunca pude trazer nenhuma namorada, não é? — Danny cerrou os olhos e Steve pegou a taça do outro e deu um gole.

— Isso é ruim mesmo, o que será?

— Steve, você sabe que eles devem estar no usando como plataforma porque somos um casal! — Danny odiava jogadas políticas e odiava ainda mais que o usassem nisso.

— Olá Senhores — o governador chegou até acompanhado de várias pessoas que deveriam ser importantes, mas nem Danny e nem Steve fazia menor ideia de quem eram. O loiro teve que controlar a língua e fingir que não estava prestes a atirar no namorado — Esse são o Comandante Steve McGarrett e seu parceiro, o detetive Williams.

— Prazer — Steve e Danny cumprimentavam as pessoas. Steve olhou de canto para o namorado o sentindo fuzilá-lo com os olhos.

— Além de serem parceiros no trabalho há anos, também na sua vida pessoal. O que mostra o comprometimento do nosso estado em todos os âmbitos políticas sociais, como segurança e apoio a diversidade — o governador falava e as pessoas sorriam admirando as palavras, menos Danny que inspirou fundo, tentando não matar ninguém. Steve soube naquele momento que se realmente teve algum vez que ele chegou perto de levar um tiro, foi aquele dia.

— Isso é incrível — uma das mulheres comentou sorrindo.

— Sim, aqui prezamos o caráter e o profissionalismo. Questões como orientação sexual só dizem respeito a pessoa, elas não significam nada na hora de escolhermos nossos agentes. E, como vocês todos sabem, a Five-0, equipe comandada pelo Comandante McGarrett é a melhor que temos e uma das melhores do país.

— Obrigado — Steve sorriu falso enquanto era cumprimentado. Ele odiava aquilo, todos aqueles puxa-sacos e pessoas incomodando, mas pelo jeito que Danny o olhava, quanto mais tempo passasse ali, mais tempo teria de vida.

— Eu disse — Danny rosnou quando os outros se afastaram.

— Mas nós realmente estamos juntos, então não tem nada de errado — Steve tentava se justificar.

— Quer saber? Eu vou pegar uma bebida e circular um pouco, porque se eu ficar eu vou te agredir.

— Danno — o moreno suspirou.

O loiro andou pelo salão, direto no bar. Steve ficou preso com as pessoas importantes que só admiravam o trabalho naquele momento, mas não fora do evento. Danny pediu uma cerveja, ele só queria tomar sua bebida de sempre e esperar aquele suplicio acabar. Mas o que foi servido foi uma cerveja importada, com jeito de cara e gosto de nada.

— Sério, por que servem tanta bebida ruim nesse lugar? — Danny perguntou para si mesmo.

— Eu também estava me perguntando o mesmo — o homem do seu lado falou — eu sou o Ryan, sou músico da banda que está tocando.

— Danny —­ o loiro apertou a mão do outro — sou policial, mas meu parceiro e eu estamos servindo para o governador contar vantagem sobre seu mandato.

— Sinto muito por isso, pelos menos eles te enxergam. Esses caras tratam as pessoas que trabalham nesses eventos como invisíveis.

— Eu preferia que não em enxergassem — o loiro murmurou tomando mais um gole da cerveja ruim e fazendo careta.

— Olha, depois da festa alguns de nós vamos para um bar em Waikiki, você pode ir. Apenas relaxar e se divertir um pouco — Danny entendeu o convite que foi deixado no ar. O músico não sabia se ele era gay por isso não deixou a propostas explicita, mas também deixou em aberto o que eles poderiam fazer.

Danny parou por alguns segundo para pensar naquilo, desde quando tantos homens davam em cima dele? Steve sempre reclamou que muitas pessoas davam em cima do loiro e que isso atrapalhava, mas ele discordava completamente. Sempre era em cima de Steve que as pessoas pulavam, todas querendo um pedaço do SEAL.

Será que ele passou tanto tempo fascinado com McGarrett que não percebeu as pessoas a sua voltando tentando chamar sua atenção?

— Se quiser me passar seu telefone, eu te mando o endereço do bar — o músico falou.

— Que bar? — Steve perguntou surgindo por trás do detetive.

— Ele me convidou para ir em um bar com os amigos — Danny respondeu tranquilamente, dando mais um gole na cerveja. Steve olhou feio para o músico que ficou intimidado com o SEAL — eu realmente odeio essa cerveja.

— Me deixa experimentar — Steve pegou a cerveja do namorado e deu um gole, fazendo careta logo depois — que droga é essa?

— A bebida desses lugares que você me obriga a ir, ano que vem a Kono que vem com você.

— Danno, você é meu namorado, tem que vir comigo.

— Ano passado eu não era e vim, como todos os anos anteriores.

— O que importa é o agora, não precisamos ficar falando do passado. E todo mundo diz que nós sempre namoramos, só que só percebemos agora.

— Você espantou o cara — Danny indicou o lugar vazio do músico, que fugiu com a presença do SEAL.

— Eu não fiz nada — Steve se fez de inocente.

— Só o olhou como se fosse mata-lo.

— Ele estava dando em cima de você — o comandante respondeu como se aquilo explicasse tudo.

— Então eu posso agir assim com todas as pessoas que derem cima de você? — o detetive provocou e Steve deu de ombros.

Antes que o SEAL respondesse alguma coisa, as luzes do salão se apagaram, causando gritos de sustos. Automaticamente os dois puxaram os celulares, ambos sem sinal.

— Que merda — Danny praguejou — eu só queria terminar logo com isso, pegar uns hamburgueres e voltar para casa.

— Temos que achar o governador — Steve falou, eles andavam por entre as pessoas, a pouca iluminação vinha das luzes de fora que entravam pelas janelas.

O salão de festas ocupava a cobertura de um grande e famoso hotel, o problema era que esse hotel era tão exclusivo, que ficava um pouco afastado. Danny começou a fazer as contas, como estavam afastados, se conseguissem chamar reforços, levaria de quinze a vinte minutos, no mínimo.

— Se estivéssemos em casa, eu estaria comendo pizza e tomando cerveja de verdade. Não, eu tenho que estar aqui para proteger essas pessoas falsas de uma invasão — o loiro resmungou pegando a bandeja de um garçom, mas o local estava uma confusão tão grande, que ninguém achou estranho.

— McGarrett o que está acontecendo? — o governador perguntou preocupado, as pessoas estavam perdidas e tudo tinha virado um caos. As portas estavam fechadas e ninguém conseguia sair do salão.

— Governador, eu preciso que você tire seu terno, você pode ser reconhecido com ele — Steve o avisou.

— Aqui — Danny entregou a bandeja enquanto Steve pegava os documentos do governador e guardava no próprio terno.

— Fique próximo, de cabeça baixa e quando perguntarem pelo governador não responda. Deixe que pensem que você é um garçom — o comandante avisou para o governador.

— Eles quem?

— Se perguntarem o seu nome diga algo comum, como Adam Brown — Danny o avisou, a confusão cada vez maior ao redor deles.

— Por quê? — o político ainda não tinha entendido.

— Por que Adam Brown? — Steve perguntou para o loiro, que deu de ombros.

— Adam é um dos nomes mais escolhidos nos Estados Unidos, Brown é um dos sobrenomes mais comuns. Então deve ter algum A. Brown em alguma lista — ele explicou.

— Bem pensado — Steve concordou.

— Alguém pode me explicar o que está acontecendo? — o governador perguntou alarmado.

— Isso é uma invasão e se não estão a atrás de você, estão atrás de alguém aqui — Danny respondeu sem paciência. Além de ter sido arrastado para aquele baile ridículo, tinha sido obrigado a tomar cerveja ruim e agora teria que enfrentar bandidos possivelmente armados para salvar a vida de pessoas que não deveriam valer o preço das roupas que usavam.



Os tiros ecoavam, Steve e Danny estavam usando uma mesa como escudo, eles tinham conseguido neutralizar alguns dos bandidos e empurrar boa parte dos reféns para as partes dos funcionários. O que ainda estavam no salão estavam jogados no chão, se protegendo no bar.

Enquanto McGarrett tinha distraído os criminosos, Danny queimou panos de prato na cozinha, o que acionou o alarme de incêndio e logo bombeiros invadiriam o lugar. Mas tudo estava uma confusão com luzes piscando, sprinklers jogando água em todo mundo e tiros voando.

— Esses sprinklers não vão desligar nunca? — Danny perguntou revoltado, limpando a água do rosto para poder mirar antes de atirar.

— Está ouvindo as sirenes? Os bombeiros estão chegando — Steve respondeu, se abaixando antes de levar um tiro.

— Eu te juro, se for baleado vai ficar no hospital sozinho. Eu nem queria vir e ainda me meto em um tiroteio, é isso que dá namorar o Comandante Steve McGarrett — o loiro resmungava irritado — Vai achar que vai ter um sábado normal...

— Não devíamos namorar! — o comandante falou decidido.

— Vai terminar comigo no meio de um tiroteio? — o policial perguntou revoltado. A ideia de atirar em Steve e culpar os criminosos pode ou não ter passado pela sua cabeça.

— Não, claro que não. Você está louco?

— Eu estou louco? Você que do nada fala que não devíamos namorar mais!

— Devíamos nos casar!

— O QUE? — Danny se virou para Steve, o loiro estava sem reação.

— Eu acho que deveríamos nos casar — o moreno repetiu devagar, como se assim fosse fazer mais sentido.

— Eu entendi de primeira, seu idiota, mas como você fala isso do nada no meio de um tiroteio? — os dois tiveram que se abaixar para não serem atingidos.

— E por que não falar disso agora?

— Ah, não sei, será que é porque podemos morrer? — Danny atirou contra um bandido, o acertando no braço, este caiu no chão gritando de dor — Eu não acredito nisso, olha o momento que ele escolhe para falar disso. Mas é obvio que iria fazer isso, esse animal deve achar que um tiroteio é um cenário romântico!

— Sabe que ainda estou aqui, né?

— É claro que sei, mas é ficar te xingando ou atirar em você!

— Eu estou dizendo que quero me casar com você para passarmos o resto das nossas vidas juntos e você quer atirar em mim? — Steve perguntou revoltado.

— De todos os momentos que podíamos ter essa conversa, você escolheu agora?

— Eu estava esperando o momento certo, mas não aconteceu.

— Steve, seu animal, nós jantamos ontem no deck da piscina, com a visão do pôr do sol na praia. Estávamos juntos e conversando sobre nós, inclusive sobre um momento que um entendeu que estava apaixonado pelo outro, e você não achou que aquele era o momento certo. Mas hoje, no meio de um tiroteio, você achou que era?

Os dois estavam deitados no chão, escondidos atrás de mesas que eles derrubaram para formar um tipo de escudo, Steve tinha levado um tiro de raspão no braço e Danny tinha um corte na testa da luta contra o bandido que o pegou colocando fogo nos panos de pratos.

— Você quer se casar ou não? — Steve berrou por cima do enorme barulho de toda aquela confusão.

— É obvio que eu quero! — Danny gritou de volta — Do jeito louco que você vive, vai morrer logo e eu vou herdar a casa na praia e a sua pensão.

— Que bom que você me ama.

— O único jeito de te aguentar por todos esses anos sem ter tentado te matar, foi só amando muito.

— Eu também te amo — o moreno respondeu sorrindo feliz.

— Não foi uma declaração, eu estava te ofen... esquece — Danny passou a mão pelo rosto, as vezes era melhor nem discutir.

— Aqui — McGarrett tirou uma pequena caixinha azul do bolso e entregou para Danny.

— Você está brincando? — o loiro abriu a caixinha e tinha duas alianças, elas eram pretas com um filete dourado no meio — Uau, é lindo.

— É tungstênio, é considerado um dos metais mais fortes do mundo, tem muitos usos, entre eles em munição — o moreno explicou.

— Você está me dando uma munição em forma de aliança?

— Quando nos conhecemos estávamos apontando armas um na cara do outro, trabalhamos com isso e quando eu estava na guerra, foram as munições desse material que me ajudaram a me manter vivo e voltar para casa, que foi quando te encontrei.

— Isso foi romântico ou eu estou ficando tão louco quanto você?

— Você sempre foi, só gosta de fingir que não é — Steve disse sorrindo — Posso?

Danny revirou os olhos, mas sorria de canto. Ele estendeu a mão e Steve colocou a aliança em seu dedo. Mesmo no meio de uma confusão gigantes, com os bombeiros forçando a entrada, gritos, tiros e muita água, eles trocaram alianças.

— Eu vou abrir caminho para os bombeiros, você me cobre, depois vamos para casa comemorar que estamos noivos — Steve disse beijando o namorado, agora noivo.

— Steve, pelo amor de Deus, toma cuidado. Não quero ficar viúvo sem nem ter casado.

— Preocupado comigo? — o outro provocou.

— Se você morrer agora, eu não vou receber a pensão e nem ficar com a casa.

— E eu que sou o babaca? — o moreno perguntou, o loiro deu de ombros — Não se preocupa, a casa já está no nome das crianças faz tempo e eu coloquei você como meu beneficiário há anos.

— Como?

— Se algo acontecer comigo, a casa fica para as crianças, eu já assinei esse documento faz muito tempo. Não te contei?

— Que estava deixando sua casa para meus filhos antes mesmo de nós dois namorarmos? Não, eu nunca fui informado.

— Bem, eu assinei — o moreno deu de ombros — me cobre.

Steve se esgueirou pelas mesas caídas, enquanto Danny atirava em qualquer um que pudesse tentar feri-lo. A ação durou quase dez minutos, Steve não podia deixar os bombeiros entrarem e serem pegos desprevenidos no meio do tiroteio.

Danny e Steve trabalhavam muito bem juntos, eles nem precisavam olhar para o outro para saber o que fariam. Enquanto Steve corria e derrubava um dos bandidos, Danny atirava contra o outro. Até o tempo para recarregar a arma era contado e eles sabiam quando aconteceria.

Uma equipe da SWAT invadiu o local e os últimos bandidos foram obrigados a se renderam, mas os dois membros da Five-0 já tinham feito a maior parte do trabalho. Todos os reféns foram liberados com vida, poucos estavam machucados, entre eles estava o governador que estava ileso.

— Por que, me diz Danny, por quê? — Kono perguntou de braços cruzados — Por que eu não posso ter uma noite de folga com meu noivo sem que vocês se metam em sequestro, tiroteio, cruzem com terroristas, traficantes...

— Eu nem queria estar aqui, vim enganado e descobri que não precisava ter vindo nos anos anteriores também. Se quer culpar alguém culpe o Steve — ele respondeu segurando uma bolsa de gelo contra a testa — Ano que vem um de vocês que acompanhe aquele louco nessa festa.

— Não mesmo, no convite diz "Comandante Steve McGarret e acompanhante", que é você — Chin disse para o loiro — Eu não ia vir para pensarem que eu era o namorado do chefe.

— Você sabia então? — Danny perguntou revoltado — Custava ter me contado?

— Penso pelo lado bom, vocês nunca precisaram sair do armário, porque se colocaram para fora antes mesmo de entrar — o policial sorriu e o loiro passou a mão pelo rosto.

— Espera aí! O que é isso? — Kono disse dramaticamente e puxou a mão com a aliança — Isso é o que eu estou pensando?

— Pronto, podemos ir embora — Steve disse chegando perto e passando o braço por cima dos ombros do noivo — O que foi?

— Me diz você — ela o acusou — O que é isso?

— Você pode soltar a minha mão, por favor? — Danny pediu, mas foi ignorado.

— O chefe também tem uma — Chin apontou para a mão de Steve.

— Estamos noivos — o moreno disse muito feliz, apertando o ombro do loiro que suspirou concordando.

— Eu estava com vocês hoje de tarde e vocês estavam só namorando, o que aconteceu no meio do caminho? — Kono perguntou finalmente soltando a mão do amigo.

— É exatamente isso que você está pensando, Steve me pediu em casamento no meio do tiroteio.

— Irmão, por algum motivo, isso é bem a sua cara — Chin deu de ombros — Parabéns! Hoʻomaikaʻi i ka male.

Mahalo — o moreno respondeu abraçando o amigo.

— Eu estou muito feliz por vocês, finalmente! — Kono disse abraçando Danny — Vou ligar para a Grace e vamos organizar esse casamento, também vou perguntar para a Mary para saber se ela vai querer ajudar.

— Talvez, só talvez, os noivos, ou pelo menos o noivo que não é um psicopata, devesse ter opinião sobre esse casamento — Danny sugeriu.

— E correr o risco de estragarem a cerimonia perfeita que vamos organizar? — ela o olhou como se ele fosse maluco.

O detetive suspirou e não discutiu, as vezes era melhor só aceitar.



1/3


Sei que sumi, mas vou explicar, com o final de LAY (para quem não sabe é uma história gigante que eu tenho no meu perfil) e a abertura da Editora Caliope (para quem também não sabe, algumas pessoas e eu abrimos uma editora chamada Editora Caliope) eu priorizei outros projetos e Ohana foi um dos que ficou um pouco de lado. 

Mas voltei e hoje vou postar os dois últimos capítulos e o epílogo planejado originalmente, marcando o que seria o fim de Ohana. Porém, eu tinha feito aquela pergunta em outro capítulo e vocês votaram em uma fic infinita (amo vocês, sério). Então eu vou postar os capítulo finais em sequencia, mostrando onde seria o fim, depois disso eu vou fazer atualizações aleatórias como se fossem oneshots, mas que mesmo, mostrando como está a vida do McDanno, o casamento etc, tudo bem?

Ah, pergunta sincera, se eu transformar Ohana em original (com as devidas alterações, porque não quero ser processada... kkkkkk), vocês comprariam? Lembrando que a Caliope está só com ebook por enquanto. O que acham da ideia?

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