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|livro dois| sancte primeira

Os olhos são a candeia do corpo, se os teus olhos forem bons você será bom, se seus olhos forem maus você será mal. Simples. Mas vamos ser sinceros, foda-se o que você é ou deixa de ser, estamos em um mundo mais preocupado com o que você parece ser.

Se você parece ser uma professora dedicada, feliz e competente, ninguém irá desconfiar que você mata alunos e os enterra em um cemitério particular, na beira da estrada; ninguém irá desconfiar que o seu porão está cheio de diplomas, que você gosta de tê-los ali como troféus.

Lalisa Manoban é o personagem mais bem construído que já vi.

Aperto os dois crucifixos no pescoço, o meu e o de Jisoo. Está calor e o suor empapa o cordão, mas eu não quero soltá-los. Não consigo parar de encará-los imaginando onde Jisoo está.

O nosso quarto de alojamento foi arrumado, alguém teve o trabalho de tirar todas as calcinhas presas na hélice do ventilador de teto e as roupas sujas no chão, devolver os livros à biblioteca e trocar os lençóis de cama sujos de maquiagem e comida. As roupas de Jisoo não estão mais aqui e eu não tenho mais nada para usar, portanto, voltei à estaca zero: uma calça jeans velha e três blusas de brechó, uma mochila surrada e uma touca preta.

Posso ir até a secretaria da faculdade ou ao hospital onde Jisoo estava e pedir gentilmente que me passem os dados dela, o telefone dos pais, o endereço, qualquer coisa, e se não me derem de boa vontade eu os ameaçaria. Tudo muda de perspectiva quando se tem uma faca pressionando o seu pescoço. Mas não posso fazer isso, não posso correr o risco de ser presa agora. A voz da consciência que nunca tive agora tem o timbre de Jisoo e ela me alerta que não tenho ninguém para me tirar da cadeia.

Suspiro, sentando-me na cama perfeitamente forrada, e analiso a caixa enorme perto da porta. Me aproximo dela com os cenho franzido. Eu sei quem é o remetente, mas respiro resignada ao ler o pequeno bilhete preso na tampa de papelão.

Querida Jennie.

Está convidada para um jantar na minha casa, às sete.
Escolha a roupa que achar melhor.

— L.





(...)

As etiquetas das roupas mostram que Lisa gastou muito dinheiro comigo. São peças da Saint Laurent, Celine, Gucci e mais algumas marcas que não sei pronunciar. Todas são do meu tamanho e caíram como uma luva em meu corpo, mas preciso me lembrar que é o mínimo que ela poderia ter feito depois de me enterrar viva.

Escolho um vestido preto, frente única, e o salto mais alto. Um taxista veio me buscar às seis.

O frio na barriga aumentou a cada quilômetro percorrido e, ao chegar ao condomínio de Lisa, estou suando. Passamos pela portaria enquanto eu procuro, através da janela escura do carro, uma mancha de sangue, algo quebrado, um resquício da minha bagunça, mas não encontro nada. O porteiro é outro, um senhor baixinho e carrancudo que está com um uniforme duas vezes maior que o seu tamanho.

O motorista pára em frente a casa de Lisa e o meu estômago embrulha, algo ameaça romper pela minha garganta, mas engulo e saio do carro agradecendo o homem no volante. É a primeira vez em um bom tempo que me permito ser educada com um desconhecido, não tentei matá-lo e nem o tratei mal. É um começo, certo? Estou trabalhando na minha redenção divina, repetindo mentalmente: "Obrigada Deus, por me trazer de volta à vida, prometo tentar não matar tantas pessoas como antes, mas se eu não conseguir me controlar acontece, faz parte de estar viva, o senhor sabia disso quando me deu uma segunda chance."

O carro some pela rua lateral enquanto eu ajeito o vestido, o pano macio sobe pelas minhas coxas a todo momento, mas devo admitir que foi uma boa escolha de Lisa. O vestido realça o meu quadril e destaca o tom da minha pele, um dourado quase imperceptível que está voltando ao normal à medida que ganho um pouco de saúde.

Olho para a porta da casa, Lisa está me esperando com um sorriso no rosto.

— Você está linda, Jennie — diz, assim que chego ao seu encontro.

Ela veste um terno cinza escuro, mas substituiu a camisa de botões por um cropped. A escolha de roupas não é por acaso: nada de vestidos, nada de jardineiras ou peças com cores vivas. Lisa está me mostrando uma nova versão de si, uma versão que não é a professora divertida e feliz, a mulher desimpedida e boa. Nada de Lalisa, não mais. Assim que passo pela soleira da porta, a mão dela toca as minhas costas nuas e, lentamente, desce até o meu quadril, me causando um calafrio.

Os dedos estão quentes e levemente úmidos, posso sentir o cheiro do perfume doce que exala dela.

Preciso me lembrar que é essa Lisa que devo matar.

— Obrigada pelo vestido — digo. — Nunca ganhei algo tão caro.

Lisa fecha a porta atrás de mim, me dando tempo para observar a sala.

— Da próxima vez vamos às compras juntas, okay?

Maneio a cabeça em concordância, estou mais interessada nos novos detalhes da casa que não percebi antes. A sala continua impessoal, com revistas desinteressantes milimetricamente arrumadas na mesa de centro, mas o sofá branco não está mais lá, estranho. Um gato minúsculo está deitado em cima do painel da TV, me fitando com os olhos felinos. Vou até ele, que me espera pacientemente com a cabeça descansando em cima das patinhas.

— Leggo. — Lisa diz atrás de mim.

A pequena bola de pelos se enrosca nos meus dedos.

— Onde estão os outros? — pergunto.

Lisa pára ao meu lado, com um copo de whiskey na mão.

— Eles morreram — responde. — E não, não é uma piada mórbida, eles realmente estão mortos.

Recolho a mão em um puxão brusco, o que assusta Leggo. Lisa está com um semblante difícil de interpretar, segurando o copo de whiskey e fitando o líquido marrom claro com as sobrancelhas juntas. Pisco algumas vezes, processando a informação.

— Quando? — pergunto baixinho, com medo da resposta.

Lisa toma o conteúdo do copo em um gole.

— Ontem.

Como...?

Silêncio.

Nos encaramos sem dizer nada. Lisa analisa cada detalhe do meu rosto, cada mínima expressão e é como se me despisse, como se derrubasse todas as minhas defesas. Estamos tão próximas que sinto o leve roçar do seu terno no meu braço, o cheiro bom de banho recém tomado... Uma fisgada atinge a minha barriga. Não consigo controlar a vontade que me assola, que me consome por inteiro, me causando tremeliques e um calor excessivo. Quero estar nua com Lisa, para Lisa e a mando de Lisa, quero que ela me amarre, que aperte às algemas até machucar meus pulsos, quero que ela me possua, que me tente ao ponto de me fazer gozar com um toque. Mas eu devo matá-la, vim aqui para isso, para saber onde Jisoo está e para matar Lisa, eu preciso matá-la.

Levanto o olhar, capturando o dela.

Lisa levanta uma sobrancelha.

— Quer comer?

— Quero que me fale sobre o paradeiro de Jisoo — peço, incerta.

Ela faz um leve biquinho, os lábios vermelhinhos enrugados. Quero mordê-lo.

— Depois do jantar.

Solto um bufar impaciente, trocando o peso de um pé para o outro.

— Você está me enrolando, Lisa — falo o óbvio.

Ela não faz esforço para dizer o contrário, suas pupilas estão inquietas e ela fede a bebida. Lisa está impaciente e ansiosa e é a primeira vez que percebo isso, já que antes ela nunca se permitiu mostrar o que sente perto de mim. Todas as suas reações são controladas, mas, por mais que ela esteja tentando, não está conseguindo camuflá-las dessa vez.

— Eu prometo te contar tudo depois do jantar... — Lisa acaricia lentamente o meu braço, minha pele se arrepia à medida que suas falanges descem.

Olho para o fundo dos seus olhos e a imensidão deles me engole. Controlo a respiração e um possível murmurar pedinte, um gemido manhoso que acabaria com os meus planos, mas o ar fica escasso, preciso respirar fundo para me concentrar uma vez que o calor que emana de Lisa me inebria. Ela está com os lábios entreabertos e uma leve camada de suor brilhante na tez avermelhada. O sexo é melhor quando ela está afetada, seja com raiva ou frustrada, pois é quando desconta tudo em mim.

O cheiro de carne, gozo e saliva ressurge na minha memória.

Engulo seco.

— Okay, depois do jantar.

Lisa sorri, vitoriosa.

— Então vamos, estávamos te esperando há um tempão! — Ela se afasta, caminhando para o próximo cômodo, enquanto maneio a cabeça e a sigo aos tropeços.

— Nós...?

Lisa pára na porta que leva ao próximo cômodo.

— Primeiro as damas.





(...)





A sala de jantar está escura, somente as luminárias acima da mesa de madeira americana com um tampo brilhante, estão ligadas. Elas emitem uma luz chapada forte e acentuam o aspecto doente do senhor na ponta da mesa, com a pele translúcida como se fosse uma folha de papel prestes a se rasgar. As linhas de expressão formam vincos profundos e escuros no rosto e há bolsões inchados acima das pálpebras. Ele parece uma múmia.

Um respirador emite um zumbido baixo, quase inaudível, ligando-o a uma máquina.

Olho para Lisa, que sorri para o senhor de uma forma sádica.

— Esse é meu tio! — Ela o apresenta, me conduzindo até a cadeira ao lado dele. — Titio, essa é minha namorada, Jennie! — Ela grita no ouvido dele. — Ela está tão feliz em te ver!

O velho maneia a cabeça em concordância, sorrindo.

Pisco rapidamente, me sustentando em uma das cadeiras.

— O que porra tá acontecendo aqui? — pergunto a Lisa, do outro lado da mesa.

Ela se senta sem cerimônias e coloca uma grande quantidade de macarrão no prato do velho.

— Um jantar, eu já disse.

— Um jantar com o seu tio mumificado? — pergunto, incrédula.

— Que indecoroso... — Lisa faz uma careta. — Você tem sorte dele estar meio surdo.

Dou um passo para trás, decidida a ir embora dali o mais rápido possível, mas me lembro do que Lisa prometeu e, mesmo sem acreditar que ela irá me contar onde Jisoo está, é a melhor opção que tenho.

Olho para o senhor que está comendo o macarrão lentamente. Lisa o fita sem ao menos piscar, a ansiedade e embriaguez tem a ver com ele. O prato dela está vazio, o macarrão é só para o velho.

— Você pirou...? — pergunto.

O velho começa a babar, a gosma escorre e se mistura ao macarrão, mas ele continua comendo.

— Por que acha isso? — Lisa arrasta a cadeira para perto dele. — Titio! Conte para Jennie como o senhor estuprou a minha mãe e a obrigou a se casar com o meu pai, verme nojento desgraçado! — Ela aperta a bochecha dele com muita força. — Viu só? Ele não escuta bem!

O velho parece não entender nada do que ela diz, mas sorri em resposta.

— Para piorar, mamãe era irmã dele — ela sussurra, enojada.

Meu estômago embrulha e me sento na cadeira, momentaneamente zonza. Okay, eu estava curiosa para saber mais sobre a vida de Lisa, mas não imaginei que fosse ser pior a cada relato. Isso me fez agradecer aos céus por ser apenas minha mãe e eu, não sei o que seria de mim crescendo com uma família problemática como a dela. Me inclino sobre a mesa, chamando a atenção de Lisa.

— O que está acontecendo aqui, de verdade? — pergunto, tentando controlar a voz.

Ela estala a língua no céu da boca, impaciente, ao passo que joga uma mecha dos cabelos pretos para trás.

— Lembra-se da história do meu primo que me acertou com aquela maldita pedra na cabeça?

Maneio a cabeça em concordância.

— Esse velho asqueroso é pai dele. — Ela sorri, afetada. — Eles chegaram à cidade ontem, não é incrível? Dentre todos os lugares do mundo... — Sua voz falha levemente. — Dentre todos os lugares do mundo... eles vieram para cá. Ele veio para cá. Veio atrás de mim. Ele...

— Quem, Lisa? — interrompo, confusa.

Ela desvia os olhos dos meus, mordiscando os lábios. Finalmente, entendo o porquê da ansiedade aparente e a inquietação de Lisa. Ela está com medo.

Ela está com medo do primo.

— Pode ser uma coincidência... — proponho, assustada com a reação dela.

— Coincidência? — Lisa bufa. — Bambam deixou um pequeno presentinho para mim ontem a noite... — Ela passa o dorso da mão de forma brusca pelas bochechas, limpando uma lágrima raivosa. — Eu passei o dia inteiro limpando o sangue dos gatos na sala. De alguma forma, ele conseguiu entrar na minha casa enquanto eu dormia e matou todos os meus gatos. Leggo estava dormindo comigo, foi o único que sobrou. E eu não vi nada, Jennie. É indecoroso não retribuir o presente a altura.

Me encosto na cadeira, minha cabeça está girando e girando. Se Lisa tem medo dele, tenho que decidir se preciso manter distância ou procurá-lo. Ainda estou desconfiada, ela pode estar mentindo, pode estar fingindo, me fazendo cair em mais um joguinho doentio, mas não acho que seja esse o caso. Lisa está visivelmente afetada pela morte dos gatos, mesmo fingindo que não. Ela sempre esteve a um passo à frente, sempre planejou tudo ao ponto de não ser surpreendida por nada, mas foi pega desprevenida no último lugar que imaginou que seria, dentro da sua própria casa.

Ele tirou uma das únicas coisas que Lisa amava bem debaixo do nariz dela.

— E como vingança você vai matar o pai dele? — pergunto.

Lisa afirma, tomando o champanhe em goladas. Ela limpa a boca com a toalha de mesa, suas bochechas estão vermelhas.

— Para a minha defesa, eu queria matar ele há muito tempo... pelo que fez a minha mãe. — Lisa dá batidinhas nos ombros do velho. — Acha que Bambam vai ficar feliz com o meu presente de boas vindas? O pai é a única coisa que ele ama na vida.

Maneio a cabeça, incrédula.

— Acho que ele vai querer te matar.

Lisa dá de ombros.

— Não será a primeira vez.

Assim que ela fecha a boca, o velho tosse violentamente e alguns pedaços de macarrão saem pelo nariz. Ele fica vermelho e a tosse se torna mais agressiva. Um bolo de sangue eclode em meio aos arfares.

Eu me afasto, com medo de me sujar, mas Lisa rola os olhos e puxa o respirador dele.

— Espero que não faça bagunça na hora da morte, tio, acabei de trocar o carpete.

— Você... — Olho para Lisa e para ele, incrédula. — Você o envenenou?

Lisa me ignora, fitando algo debaixo da mesa.

— Ah, merda... ele sujou o meu carpete de urina! Eu falei pra não fazer bagunça, tio!

O cheiro forte do xixi sobe e eu cubro o meu nariz com os dedos, a água amarelada escorre pela cadeira dele.

— Não tinha um jeito melhor para matá-lo...? — pergunto, enojada.

O velho tosse tão agressivamente que pedaços de sangue saem e formam uma poça vermelha em sua boca, nariz e gola da camisa. Se ele continuar desse modo, vai romper algo a qualquer momento, um vaso no cérebro ou no coração. A boca dele espuma no processo.

— Eu não queria ter que limpar mais nada... — ela responde, disputando com as tosses altas do tio. Lisa deixa cair a máscara por alguns segundos, ela está tão cansada que seus olhos ficam vagos.

— Mas não adiantou nada envenená-lo! Ele está fazendo bagunça! — respondo, mais alto.

Lisa segura o rosto do velho, olhando-o com o cenho franzido.

— Estranho... não deveria demorar tanto assim.

Não sei o que responder, já que nunca usei veneno para matar alguém. Normalmente quem usa esse método planeja a morte, eu nunca consegui planejar nada, sou impulsiva ao extremo. Só percebo que vou matar alguém quando já estou matando.

— Você usou o quê? — pergunto.

— Arsênico — ela responde.

A tosse se mistura a sangue, não consigo escutar nada.

— O quê?

— Arsênico!

— Onde conseguiu comprar?

— Não te interessa!

— Pelo menos leu o rótulo!?

— Óbvio que eu li o rótulo, merda! — ela grita, com raiva.

O velho está convulsionando e emitindo um som estranho, como um porco sendo abatido.

Jogo a faca para Lisa.

— Use isto! — Aponto para o objeto.

— É uma faca de cortar pão, Jennie! vai fazer bagunça!

— Porra, ele já sujou tudo de urina!

— É melhor sujar tudo de urina do que de sangue! Sangue mancha! Eu passei o dia inteiro limpando sangue e troquei o carpete hoje! — Ela aponta para o chão. — E eu estou exausta pra caralho!

— Eu te ajudo a limpar!

As tosses estão mais altas agora, estou assustada. Nunca pensei que um ser humano fizesse um som tão bizarro. Voltamos a encarar o velho, as orbes giram e a espuma branca jorra da boca dele como uma cachoeira.

Lisa bate na mesa.

— Argh, já sei!

— O que foi?

— Titio deve estar demorando para morrer porque não usei a quantidade certa... — Ela bufa, com raiva de si mesma. — Eu nunca errei isso antes... Quanto ele deve pesar?

Maneio a cabeça.

— 80 quilos?

— Acho que menos...

— Uns 70?

Lisa não me escuta, está dando batidinhas na cara do velho.

— Ei, tio! Quanto o senhor pesa, ein?

Olho para ela, chocada. A situação toda é bizarra, estávamos mesmo discutindo em meio às tosses de um homem moribundo? Apertei a cabeça com as mãos, sentindo-a prestes a explodir.

— SÓ FAÇA ELE PARAR! — gritei.

Sem tirar os olhos de mim, Lisa pega a faca. O cabo dança pelos seus dedos longos como em um malabarismo e, num só movimento, ela enfia a lâmina na jugular do velho. A tosse aumenta por um segundo e depois pára repentinamente. Respiro fundo.

A sala cai no silêncio, finalmente silêncio, e o sangue começa a jorrar do pescoço do velho como uma torneira aberta.

Lisa olha a cena com a mesma energia de ver um programa reprisado na TV e puxa a faca, mas o sangue respinga no seu rosto, como pontinhos vermelhos vivos.

— Está satisfeita agora? — rosna.

Uma poça de sangue se forma ao redor do velho e ameaça escorrer por todo o chão, mas os dedos de Lisa estão firmes na faca. Ela limpa a lâmina no guardanapo como se precisasse fazer isso para se controlar.

Olho para ela em desaprovação.

— ...que deselegante, professora. — Encho a taça de champanhe até a borda, como se nada tivesse acontecido. — Você sujou todo o carpete de sangue... — Estalo a língua no céu da boca. — Ele era novinho em folha.

Lisa joga a faca na minha direção e a lâmina passa bem perto da minha bochecha antes de cravar na parede, atrás de mim.

Começo a gargalhar.

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