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- HATHAWAY -

O CÍRCULO

CAPÍTULO DEZESSEIS

Inegavelmente irresistível

"Somos lentos para nos declarar, somos apressados para brigar, somos relutantes na reconciliação. Amor depende de sorte."

Fabrício Carpinejar

Está amanhecendo.

Terminei minha ronda com Solar e nós duas fomos pro fundo da boate dormir. Não vi Jimin no caminho.

Solar me disse que avisou Vincent do início da ronda deles e saiu, Jimin devia estar entocado por aí com aquelas três garotas que ele estava tarando no salão.

Não que eu me importe.

Hoseok estava fechando a boate e colocando os bêbados que desmaiaram pelo salão pra fora, nossa busca durante a madrugada foi um fiasco, tal como Yoongi disse que aconteceria.

Vincent e seus um metro e oitenta de pura classe estavam sentados na frente do bar, ele tomava uma taça de vinho branco enquanto conversava com Solar, que já estava acordada. Esfreguei os olhos e me aproximei dos dois.

— Vocês vão ficar aqui por Londres? — Perguntei me lançando em um dos bancos do bar, Vincent encheu mais uma taça de vinho e empurrou pra mim.

— Não temos a facilidade de vocês de apenas pular na água e aparecer magicamente em outro lugar, enquanto a missão não acabar, ficaremos por aqui. — Hoseok terminou de mandar embora o último moribundo embora e veio andando pra perto de nós pelo salão.

— Estou com saudades da minha cama. — Ele pulou pra parte de dentro do bar e guardou as bebidas restantes. — Yoongi já se mandou pro Círculo e Jimin está esperando você lá fora, vou voltar pra casa com esses dois aqui. — Hobi puxou meu rosto de leve e deu um beijo em minha testa, Solar ficou de pé.

— Então vamos logo que eu quero dormir de novo.

Me despedi dos Axiais e saí da boate pela porta de serviços que entramos ao chegar, Jimin estava de costas pra calçada com as mãos nos bolsos da calça de couro, quando ouviu o barulho da porta de serviços sendo fechada ele se virou.

— A bela adormecida está de volta á vida! Como foi a noite mágica com a Solar? — Ele caminhou ao meu lado na rua com um sorriso discreto, eu estava com vontade de esfregar o sorriso da cara dele no asfalto.

— Tão mágica quanto poderia ser. — Foi a única resposta que dei, ele que interprete da forma que quiser.

— Eu não sabia que você jogava nos dois times, parte da noite no salão com Hoseok e a outra parte nos fundos da boate com Solar. Da próxima vez me chama pra um ménage.

— Eu ia até chamar, mas você estava ocupado demais com aquelas três. — Olhei pra Jimin com um meio sorriso ignorando o instinto assassino que dominava meu corpo e repetindo "pareça plena" mil vezes em minha cabeça.

­— É, ainda bem que, apesar do fiasco que foi a investigação, nós dois tivemos uma noite boa. — Apressei o passo pra impedir que Jimin me visse revirar os olhos.

Esse panaca é impossível! Eu hein.

Nós encontramos uma fonte em pouco tempo e voltamos os dois para o Círculo, depois de uma conversa nada amigável com Jorge perguntando o motivo de estarmos sumidos há três dias, Jimin e eu pegamos o elevador do Katsu pra ir pro andar do hotel.

Assim que chegamos no hotel, Pombriana e Pombriela nos recepcionaram, Jimin correu pro elevador do Guardião Gradeado e fez sinal pra eu entrar, depois apertou o botão do andar do próprio quarto.

— Não vou te levar no seu quarto hoje, estou mega cansado. — Ele se escorou na parede do elevador e eu apertei o botão para o meu andar.

— Tudo bem, vamos descer pra boate hoje de novo? — Jimin balançou a cabeça afirmativamente.

— Todas as noites até encontrarmos alguma informação relevante, pensei em aproveitar nossa folga das missões pra adiantar o nosso treino, te encontro às doze? — Pensei um pouco e depois assenti, os treinos faziam bem pra minha mente turbulenta.

— A gente combina o horário da boate depois do treino. — Respondi Jimin e o elevador parou no andar dele, assim que as portas se abriram Jimin se apoiou nelas pra que o elevador ainda não saísse pro meu andar.

— Alguma novidade da sua morte além da conversa com aquele cara? — Neguei com a cabeça.

— Ainda não, vou esperar um pouco antes de procurar ele de novo. — Jimin balançou a cabeça pensativo e depois largou a porta do elevador.

— Me avisa de qualquer novidade. Até daqui a pouco, princesa. — Ele piscou e eu ri.

— Até mais, Jimin. — As portas do elevador se fecharam, bloqueando a minha visão do sorriso enorme que Jimin deu de despedida.

[...]

Desde que nossa missão secreta em Londres começou, já se passaram duas semanas. Eu sei, tempo pra cacete pra ficar sem descrever nada aqui, mas não aconteceu muita coisa relevante. Nossa investigação foi o maior fiasco, as noites na boate se dividiam em tomar vinho branco com Vincent, treinar um pouco com Solar durante as nossas rondas, beijar Hoseok e minhas tretas de amor e ódio com Jimin.

Confirmei mil vezes com Hoseok que estávamos tendo algo casual, ele mesmo me disse que nossos pegas pelos cantos da boate são só uma forma de gastar o tempo perdido da missão com algo prazeroso. Eu estava com medo do cara se apegar, porque depois de Jungkook e com minha vida como guardiã, eu não acho que um relacionamento cai bem agora, mas Hobi tá levando tudo muito na esportiva, então não estou mais tão preocupada.

Cá entre nós, quem nega esse homem? Qualquer tempo perdido embolada com Hoseok por aí é lucro.

Tem momentos que me sinto como uma jovem rebelde, toda minha vida como humana eu passei apenas com um cara chamado Jeon Jungkook. Ele foi o primeiro cara que beijei e o cara com quem perdi minha virgindade, o único que tive qualquer contato íntimo enquanto estava vivendo minha vida na Terra. Agora eu estou me atracando com dois caras diferentes pelos corredores de uma boate no centro de Londres enquanto deveria estar focada no meu trabalho.

Sou uma jovem rebelde.

E sim, apesar de estar me embolando com Hoseok por aí e Jimin ter os casos de sempre com as humanas que caem nos seus encantos, ainda temos nossos momentos sórdidos juntos, momentos esses que sempre terminam com a gente brigando.

Típico.

— Você ainda não me disse porquê veio tão cedo. — Questionei Jimin enquanto calçava meus sapatos.

Me programei pra passar no sexto céu e questionar sobre minha morte de novo pro cara que ficou responsável pela minha investigação antes de descer pra boate com Jimin e Yoongi, mas Jimin apareceu na minha porta duas horas antes do nosso combinado.

— Porque eu queria aproveitar um pouco sua companhia antes de descermos. — Jimin se sentou na poltrona ao lado da minha cama e abriu aquele sorriso de quem com certeza está aprontando.

— Acho que você quer dizer que está afim de aquecer sua libido comigo aqui no quarto antes de descer pra Terra pra comer aquelas humanas que te dão mole. — Ele gargalhou.

— Mandando a real agora, Wilson. Acha mesmo que eu levei aquelas garotas todas pra cama na boate? — Terminei de amarrar os cadarços do tênis e me sentei o braço da poltrona onde Jimin estava.

— Muito difícil acreditar que não. — Olhei dentro de seus olhos, Jimin colocou as mãos na minha cintura e me puxou pro colo dele.

— Pois eu te garanto que desde aquele dia em Vegas eu não transei com nenhuma garota. Melhor dizendo, desde que recebi você como aluna eu só estive com umas quatro ou cinco humanas, e já tem um bom tempo. — Franzi a testa com sua confissão, ignorando propositalmente as carícias deliciosas que ele fazia em minha cintura.

— E por que não? — Jimin curvou a cabeça um pouco para o lado quando ouviu minha pergunta.

— Sei que todo mudo fala que eu trepo com as humanas como se fosse um coelho, em parte a culpa é minha porque eu deixo que acreditem, mas na real eu sou bem seletivo com quem vou transar. Antes de Vegas eu simplesmente não fui com a cara de muitas garotas o suficiente pra ir pra cama com elas, depois de Vegas eu fiquei tão perturbado em ter você que nenhuma outra me pareceu boa o bastante. — Eu ri com a sua confissão.

— Isso é você discretamente pedindo pra transar comigo? — Jimin deu um meio sorriso malicioso.

— Está funcionando?

— Jimin! — Dei um tapa estalado em seu ombro, mas não pude segurar a risada, Jimin gargalhou alto enquanto envolvia os braços ao meu redor e me puxava pra mais perto.

— Ainda não ganhei meu beijo hoje. — Ele enterrou o rosto em meu pescoço, me fazendo arrepiar instantaneamente.

— Não vou te beijar hoje, é como se fosse o primeiro da noite, começar comigo pra depois sair pegando umas trinta diferentes na boate. Não sou criança, Jimin. Pode não estar transando com nenhuma delas, mas tenho certeza que já fez o escambau dentro de quatro paredes com todas. — Ele revirou os olhos, mas a expressão divertida permanecia em seu rosto.

— Você não pode falar nada, acha que eu não te vejo pelos becos da boate com Hoseok? — Jimin beija meu pescoço.

— Pelo menos desde que começamos a missão na boate eu só estive com ele. — Me segurei com toda a força de vontade pra não virar o rosto e encontrar a boca de Jimin com a minha, o que ele estava fazendo no meu pescoço é surreal.

— Então vamos fazer um trato, hoje à noite eu sou só seu se você concordar em deixar Hoseok um pouco de lado. — Ele parou de acariciar meu pescoço com a boca e deixou o rosto a milímetros de distância do meu. — O que acha?

Eu não respondi, não agora, apenas grudei minha boca na de Jimin e instantaneamente ele levou uma mão para a minha nuca e entrelaçou os dedos no meu cabelo.

Foi assim durante as duas semanas, nós flertamos, nos agarramos, brigamos e depois vamos pra boate cada um pegar uma pessoa diferente. Ou melhor, eu pegar Hoseok e Jimin pegar a primeira humana que aparecer na frente dele.

Parei de beijar Jimin e ele buscou a minha boca com a dele ainda de olhos fechados, só quando coloquei o indicador em seus lábios que ele abriu os olhos e me encarou.

— Vou pensar no seu caso, mas agora preciso resolver meus problemas no sexto céu. ­— E com esse assunto Jimin deixou de ser um conquistadorzinho atraente e voltou a ser meu melhor amigo.

­— Quer que eu vá com você, querida? — Neguei com a cabeça e saí de seu colo, Jimin logo ficou de pé.

— Consigo resolver sozinha, pode ir pro seu quarto, eu passo lá antes de irmos pra boate e te dou sua resposta. — Um resquício daquele sorriso malicioso voltou pra boca de Jimin e ele me deu mais um beijo de tirar o fôlego antes de sair.

Saí do hotel e peguei o elevador para o sexto céu pra falar com Marco outra vez e ver se ele tinha novidades sobre a minha investigação, eu só não esperava escutar o que escutei quando chegasse lá.

— Como assim ele não voltou? — Perguntei estupefata para a moça que me atendeu nos imensos portões de ouro.

— Marco saiu pra uma missão secreta há três dias e ainda não voltou, olhamos o registro dele no Círculo e sua alma continua acesa, então ele não foi devorado pelos demônios, mas não conseguimos contato com ele até agora. — Então ela baixou a voz. — Você está na investigação com Yoongi e Jimin, não é? — Eu assenti. — Alguns guardiões da divisão acham que ele foi sequestrado pelos demônios, Rapers e pelo guardião rebelde, Marco tem informações valiosas sobre o Círculo e todos aqui dentro sabem disso, estamos com medo de ele estar sendo usado como refém, pode investigar isso, por favor?

— Vou avisar Jimin, mande uma mensagem pro meu Espelho Celestial se tiver novidades, tudo bem? ­— A guardiã concordou.

— Boa missão, Ava. — Eu curvei a cabeça em cumprimento.

— Pra você também.

Busquei Jimin no quarto dele e nos descemos em silêncio pra Terra, com a nossa convivência próxima Jimin aprendeu a me ler como ninguém, apesar de eu o ter prometido dar uma resposta antes de descermos, ele viu na minha cara que algo estava errado, então não me cobrou, apenas me deixou ter meu espaço pessoal esperando o momento certo para que eu puxasse o assunto e dividisse o problema com ele.

Eu amo esse respeito que Jimin tem por mim.

Quando já estávamos em Londres eu decidi abrir o jogo.

— O cara que ficou responsável pela minha missão não voltou pro Círculo. — Jimin me deu toda a atenção do mundo quando eu comecei a falar.

— Ele morreu? — Eu neguei com a cabeça.

— O pessoal da Divisão acha que ele foi sequestrado, me pediram pra investigar. — Jimin assentiu com a cabeça pensativo.

— Nós vamos investigar, tudo bem? — Ele segurou minha mão e me deu um sorriso confortante.

Chegamos na boate e Yoongi já tinha saído pra fazer a ronda dele, dei um abraço de cumprimento em Vincent, Hoseok e Solar e depois me sentei em um dos bancos do bar. Jimin se sentou ao meu lado.

— Novidades? — Ele perguntou pra Hoseok.

— Sim, hoje a boate vai estar mais lotada do que o normal porque algumas celebridades de Los Angeles estão vindo passar o fim de semana aqui em Londres, é provável que um deles apareça. Minha boate é famosa, papai! — Hoseok terminou a frase mega empolgado, nós todos rimos. — Preciso daquela sua performance pra deixar essa noite mais perfeita do que ela já vai ser. — Jimin piscou para o Axial.

— Pode contar comigo.

Eu já tinha uma ideia do que Hoseok quis dizer com "sua performance", mas confirmei logo que a boate ficou lotada e a ronda de Jimin e Vincent terminou. Solar foi pro bar e Hoseok seguiu Yoongi pra fora da boate pra segunda ronda, mas não antes de dar dois tapinhas nas costas de Jimin e soltar um "é com você".

Jimin levantou do banco onde ele passou boa parte da noite, se mantendo fiel ao que disse que hoje que ele estava disposto a não ter ninguém mais além de mim, e saiu andando rumo ao palco no canto mais distante da boate, Vincent me cutucou de leve e caminhou comigo até o equipamento de som do lugar.

— Tente não babar no chão, é só isso que eu te digo, Ava. — Vincent riu e trocou a música, depois sentou no sofá ali perto e bateu no lugar ao seu lado. — Senta aqui, a vista é privilegiada.

Me sentei ao lado de Vincent enquanto a musica Take it down começava a tocar e Jimin se posicionava no palco, a cada pequena batida do começo da música eu sentia o meu queixo caindo cada vez mais enquanto Jimin dançava, cada movimento dele foi praticamente perfeito, Jimin se entregou tanto pra dança que eu não conseguia desviar o olhar de cada ondulação surreal que seu corpo fazia.

Mas a pobre iludida aqui nem tinha ideia do que a aguardava. Quando o refrão tocou Vincent começou a rir da minha cara, Jimin deu uma sarrada generosa no chão que o resto da música todinha eu só conseguia repetir aquela cena e pensar no quanto o chão daquele palco é sortudo. Não fui a única a pensar nisso já que a boate toda passou a gritar.

Jimin continuava dançando com a alma dele e todo aquele corpo delicioso e imagens diversas não paravam de passar na minha cabeça à medida que ele dançava, enxerguei minhas memórias de Jimin lutando com as suas duas espadas na arena do segundo céu e tentei relacionar com esse Jimin na minha frente que ama dança. Todas as facetas diferentes de Jimin que ele me permitia conhecer só me atraiam ainda mais pra ele, o que pra mim é algo totalmente novo, esse magnetismo todo.

É assim que funciona ter um caso com alguém? Se sentir extremamente atraído pelo cara e ter vontade de arrancar suas roupas e lamber seu corpo a todo momento?

Porque assim... Estou falando sobre as imagens de Jimin lutando com espadas e dançando, mas os pensamentos impuros eu estou guardando só pra mim. Posso apenas dizer que são muitos e envolvem bastante a minha língua.

E a dele também.

Assim que Jimin terminou a dança e trocentas mulheres se aglomeraram perto do palco pra tentar interceptar meu mentor, eu tomei minha decisão.

Jimin hoje é meu.

Apenas fiz um sinalzinho pra ele com a cabeça apontando para os quartos privativos do segundo andar, Jimin deu um sorriso aberto e confirmou com a cabeça, pela cara de convencido eu tenho certeza que ele vai encher meu saco dizendo que ele sempre consegue o que quer, ele mal sabe que eu não estou nem aí pro que ele pensa porque quem vai sair ganhando nessa bagaça toda hoje à noite sou eu.

Entrei no quarto primeiro, tomando cuidado pra ninguém ver. Hoseok estava certo, a boate está lotada por causa das celebridades, todo o cuidado é pouco com a presença dos inúmeros guardiões que vieram se divertir, ninguém pode nem desconfiar do meu envolvimento com Park Jimin.

Assim que Jimin entrou ele trancou a porta, depois sorriu pra mim enquanto andava em minha direção.

— Quer dizer que me ver dançar te fez aceitar a proposta de mais cedo? Se eu soubesse poderia ter dançado pra você antes, ter feito até um show particular. — Coloquei meus braços ao redor de seu pescoço.

— Eu topo o show particular em uma próxima vez. — Ele encostou a boca na minha.

— Então vai ter uma próxima vez? — Senti seus lábios roçarem os meus a medida que ele falava.

— Foi o que combinamos, não? Algo casual até um dos dois cansar?

— Tenho a leve impressão de que não vou cansar de você nunca. — Jimin cortou a conversa e me beijou com força, me empurrando em direção a cama e nos jogando em cima dos lençóis.

Sua língua envolveu a minha em uma carícia sensual enquanto seus dedos ágeis se moviam pra dentro de minha camisa já soltando o fecho do sutiã, assim que Jimin envolveu meus seios livres do tecido com as mãos, ele parou de me beijar.

— Esses quartos privativos são a prova de som, então pode gritar à vontade. — eu ri e Jimin puxou a própria camisa pela cabeça, evidenciando parte do corpo que eu adoro.

Suguei seus lábios carnudos entre meus dentes quanto Jimin acariciava meus mamilos com os dedos, cada movimento era uma fisgada de desejo dentro de mim, ele se libertou de minha boca e tirou minha camisa, deixando nós dois vestidos apenas com as calças.

Girei Jimin pra que eu ficasse por cima dele e levei a mão até o botão de sua calça, assim que o abri e baixei o zíper Jimin a chutou pra longe, me puxando mais pra cima dele pra me livrar de minhas roupas, assim que minha calça foi parar no chão ele puxou meu quadril e me sentou bem em cima de sua ereção, arfei forte com o contato.

— Jimin... — Eu não conseguia mais articular nenhuma palavra, apenas joguei toda a insegurança e vergonha no fundo do poço e comecei a me esfregar naquele homem maravilhoso em busca do meu próprio prazer.

Jimin colocou as duas mãos na minha bunda e ajudou com meus movimentos pra frente e pra trás, com certeza adorando a visão que ele estava tendo de mim sentada em cima de seu pau e me esfregando nele.

— Nós podemos prolongar ou ir direto ao ponto, você escolhe, ir direto ao ponto com certeza é muito bom, mas se decidir prolongar eu posso fazer com que a espera seja deliciosa. — Jimin empurrou o quadril pra cima pra provar o seu ponto. O movimento me deixou ainda mais sedenta.

— Você pode brincar o quanto quiser, mas depois, agora eu só quero acabar logo com esse suspense. — Jimin me puxou pra baixo enquanto levava os dedos pro elástico da minha calcinha.

— Seu desejo é uma ordem, my lady. — Ele me beijou e tirou minha calcinha ao mesmo tempo, quebramos o beijo apenas para que eu pudesse passar a peça íntima pelas pernas enquanto Jimin tirava a própria cueca.

Jimin me girou na cama e voltou a ficar por cima, tirei alguns segundos pra apreciar a perfeição de seu corpo enquanto o guardião me olhava com um sorriso no rosto, esperando a minha permissão.

­— Jimin? — Eu chamei ainda passando os olhos por seu corpo todo em cima de mim.

— Sim? — Jimin riu com a curiosidade e devoção de meu olhar nele.

— Você é delicioso, e trate de guardar esse momento na memória porque não vou falar isso outra vez. — Ele soltou uma gargalhada gostosa e me beijou por alguns segundos enquanto se alinhava.

— Eu vou te falar dois fatos, minha princesa. O primeiro é que, até o final da noite, meus ouvidos estarão abastecidos de elogios que você vai me dar por livre e espontânea vontade, e antes que fale algo, eu não estou sendo convencido, estou sendo realista. O segundo fato é que se você acha que me conhece, vou te provar que você está completamente enganada. — Jimin deu uma pausa para se empurrar lentamente pra dentro de mim, nossos lábios ainda se encostavam e ele sorriu ao sentir a minha respiração pesada com a nossa união. — Eu sou muito diferente quando estou na cama com alguém, principalmente quando eu sou tão louco por essa pessoa quanto eu sou por você. — Ele encostou a língua de leve em meu lábio inferior, depois olhou dentro dos meus olhos e sorriu lentamente enquanto terminava de entrar totalmente em mim. — Vou começar devagar, amor.

Jimin enterrou o rosto em meu pescoço e deu beijos longos e excitantes em cada parte de pele exposta em que ele encostava os lábios, enquanto isso seus quadris faziam um movimento preguiçoso pra frente e pra trás, eu mal conseguia manter meus olhos abertos, aquilo parecia mais uma tortura.

Eu não sabia se prestava atenção nas suas investidas lentas ou nos beijos quentes que Jimin me dava, estava tudo muito bom, mas eu só conseguia pensar em tudo que eu poderia sentir se Jimin aumentasse um pouquinho a velocidade.

Eu queria mais dele, eu queria mais de tudo.

— Jimin, acelera isso, por favor. — Ele tirou o rosto do meu pescoço e olhou dentro de meus olhos, senti o constrangimento tomar conta de mim.

— Enrola as pernas no meu quadril. — Fiz exatamente o que ele disse, Jimin se apoiou melhor no colchão e continuou me olhando fixamente. — Wilson, querida. Não desvie os olhos de mim.

Quando eu assenti concordando, meu corpo balançou com o primeiro impacto dos movimentos de Jimin, ofeguei audivelmente e meus olhos se arregalaram, ele sorriu como uma criança que acabou de ganhar um doce e voltou a empurrar forte.

Eu moro no céu, mas nada parece tanto com o paraíso quanto a sensação exata de prazer que Jimin está me proporcionando agora.

Agarrei os lençóis ao meu lado enquanto meu corpo sacudia com cada enfiada deliciosa de Park Jimin, ele não parou de olhar dentro de meus olhos e isso parecia tão fodidamente íntimo que eu me vi hipnotizada por aquelas íris violetas. Eu era capaz de fazer tudo o que ele me pedisse.

Jimin passou a língua sedutoramente pelos próprios lábios e acelerou ainda mais o movimento do quadril, a cabeceira da cama bateu na parede e eu não consegui mais segurar nem os gemidos e nem os gritos de prazer

— Ah, Jimin... — Gritei enquanto a cama em que estávamos sacudia com os nossos movimentos. — Jimin!

Ele tomou minha boca na dele pra abafar meus gemidos enquanto metia em mim sem dó.

— Eu disse que você ia gritar o meu nome sem parar quando estivéssemos sozinhos. — Jimin sugou minha língua pra dentro da boca dele e a circundou com a própria língua enquanto a prendia com os dentes. Eu gemi com o quão erótico aquilo parecia e minhas pernas deslizaram de seu quadril de volta pro colchão.

Jimin parou com as investidas assassinas e levou a boca carnuda até o meu ouvido, sua respiração estava tão pesada quanto a minha.

— Ava, querida... Quero que você olhe pra baixo pra assistir com detalhes o que vou fazer com você. — Jimin me deu um beijo profundo, fechou os olhos e apoiou as duas mãos no colchão pra erguer o tronco, como se fosse fazer flexões.

Eu podia ver perfeitamente os braços fortes dele dos dois lados da minha cabeça e seu tronco musculoso em cima de meu corpo, mas nada era mais delicioso do que olhar o exato ponto em que estávamos unidos.

E quando Jimin começou a rebolar, de cima pra baixo, ondulando o quadril exatamente da mesma forma em que ele sarrou o chão da boate, e eu vi e senti o seu pau entrando e saindo devagar a cada ondulação...

Puta que pariu...

Desviei o olhar apenas por um segundo, só pra olhar pro rosto de Jimin, e morri. MORRI! Porque Jimin estava com uma cara tão sexy, gemendo tão entregue tal como eu, que minha sanidade só deu tchau e foi embora alegre e satisfeita.

Ele de alguma forma sentiu que eu o estava observando, porque quando abriu os olhos e deu de encontro com os meus, ele sorriu aquele sorriso safado e mordeu os lábios logo antes de rebolar com muito mais vigor.

Joguei a cabeça pra trás e parei de prender meus gemidos, apenas deixando ele me foder da forma que queria.

— Eu vou morrer de nov... ahh... — Jimin enfiou tudo de uma vez com força e desceu o corpo pra me beijar.

— Está gostoso, querida? — Ele tirou o pau em uma lentidão torturante e depois enfiou de novo. Forte. Eu gemi.

— Você tem que parar d... porra!... — Jimin voltou a meter sem dó e nem me deixou falar.

Ele deitou o corpo todo em cima de mim, tomando cuidado pra não me esmagar, e me deixou sentir todo o trabalho que ele estava fazendo com o quadril pra me levar ao delírio com o seu pau enquanto gemia de forma deliciosa no meu ouvido.

Não era o mete e tira do sexo comum, Jimin é flexível pra um caralho e cada metida era uma rebolada assassina que fazia o pau dele cutucar cada canto de prazer que existe no meu corpo.

Juntei todo o fôlego que eu já não tinha apenas pra falar uma palavra com força o suficiente pra ele parar.

— Jimin!! — Ele riu e parou de meter, mas ainda assim continuou rebolando, o vagabundo.

— Sim, meu amor? — Ele sorria aberto em cima de mim, como se todo o meu descontrole fosse o combustível que ele precisava pra ficar nas nuvens pelo resto do dia.

Fechei os olhos involuntariamente enquanto me concentrava nos círculos deliciosos que Jimin fazia dentro de mim.

— Eu ia dizer que você precisa parar de falar... — Eu disse com a voz manhosa enquanto me esfregava em Jimin. — Mas agora eu só quero dizer que estou apaixonada pelo seu pau, ele é tão gostoso...

— Ele é? — Jimin perguntou rindo e voltou com os movimentos de vai e vem. — É gostoso, Wilson?

— Huhumm — Respondi gemendo, Jimin me beijou com carinho.

— Então ele precisa se esforçar mais, sabe por quê? — Jimin mordiscou minha orelha até que eu arrepiasse e depois falou com sua voz rouca e sensual em meu ouvido. — Porque você é deliciosa, e ele ainda não conseguiu fazer com você o que você faz comigo.

Jimin saiu de dentro de mim e me virou de lado, eu já estava pra xingar ele de tudo quanto era nome quando Jimin abriu minhas pernas e se acomodou no meio delas, colocando uma apoiada em seu ombro enquanto sentava em cima da outra.

— Jimin... — Falei com a voz sofrida, ele esfregou o pau na minha entrada.

— Que garota apressada! Eu estava só me ajeitando. — Então eu o senti entrando de novo, mil vezes mais fundo do que antes, arquejei em surpresa e Jimin sorriu, firmando os joelhos no colchão e metendo com força enquanto se apoiava na perna que estava em seu ombro.

A cabeceira da cama voltou a bater na parede e o barulho se misturava aos meus gemidos e aos gemidos de Jimin, eu estava tão acostumada a ouvi-lo gemer no meu ouvido que senti falta do calor dele em cima de mim.

Eu poderia reclamar, mas aquela posição estava boa demais pra eu me dar o trabalho.

Então eu olhei pra Jimin, seus olhos fixos no meio de minhas pernas enquanto mordia os lábios em concentração e arquejava a cada investida. Meus olhos lutavam pra ficar abertos tamanho prazer que eu estava sentindo, agarrei os lençóis com força sem conseguir pensar em nada além da súplica de sempre.

— Mais!... Jimin eu quero mais... — Ele agarrou a minha bunda e acelerou.

— Mais forte? — Balancei a cabeça pra cima e pra baixo em meio a gemidos. — Mais rápido? — Fiz que sim, eu queria mais.

Eu queria tudo.

Ele meteu três vezes com força e saiu, enrolou minhas pernas em seu quadril e me puxou pelos braços. Eu parecia uma boneca de tão mole.

— O que está fazendo? — Perguntei enquanto envolvia meus braços no pescoço de Jimin pra não cair, ele me tirou da cama.

— Estou te devendo uma foda contra a parede. — Gemi em antecipação e só consegui pensar em Jimin dançando, e toda aquela energia focada unicamente pra me dar prazer.

— Jimin... — Eu o beijei com paixão, toda a paixão que eu sentia por ele que estava guardada a sete chaves dentro do meu coração. Jimin me segurou com um dos braços e enroscou a outra mão em meus cabelos, me beijando com a mesma adoração que eu lhe beijava.

Desgrudei nossos lábios apenas para lhe fazer um pedido.

— Não se controle, seja o que for que exista nessa sua imaginação fértil, eu quero acordar roxa de vergonha pelo que fizemos contra essa parede. — Jimin me beijou de novo e caminhou comigo até apoiar minhas costas contra a bendita parede.

— Como desejar, minha querida. Se segure. — Ele baixou a mão para se alinhar e impulsionou pra dentro, devagar. Bufei indignada. Jimin me fodia lentamente, aproveitando cada contato de sua pele na minha.

Fechei os olhos e apreciei a sensação dele me preenchendo pouco a pouco, quando já estava totalmente acomodado dentro de mim, ele saiu.

E mergulhou fundo.

E saiu de novo.

E mergulhou.

Abri os olhos e olhei pra baixo, pra visão de seu pau me adorando.

— Você gosta de assistir? Hein? — Jimin perguntou ofegante em meu ouvido e espalmou a mão na minha bunda, acelerando as enfiadas. Eu não conseguia parar de olhar. — Gosta de assistir eu me movendo dentro de você?

Jimin enfiou com mais força e meu quadril bateu na parede, a dorzinha do contato com a superfície dura era só mais um tempero pra transa gostosa que estávamos tendo. Jimin tomou a minha boca com a sua e nós iniciamos um beijo desajeitado enquanto ele continuava investindo contra mim, rápido e com força.

Chegou um momento que não conseguíamos nem nos beijar, Jimin agarrou meus cabelos e eu atraquei minhas unhas em seus ombros, fechei meus olhos e encostei minha testa na de Jimin enquanto nós dois sentíamos os arquejos ofegantes um do outro. Sua mão direita estava firme em meu quadril apenas ajudando meus movimentos frenéticos enquanto eu cavalgava seu pau escorada na parede.

Quando sentiu que eu estava perto do clímax, ele nos tirou da parede e se sentou na cama comigo por cima, me dando total liberdade de terminar aquilo totalmente no controle. Apoiei meus joelhos no colchão e olhei dentro dos olhos de Jimin, cavalgando em cima dele com força enquanto sentia meu prazer se expandir dentro de mim.

— Isso, amor. Cavalga mais rápido, vai. — Ele colocou as duas mãos em meu quadril e me empurrou pra baixo repetidas vezes, gemendo como nunca, quando meu orgasmo finalmente veio, Jimin me jogou de costas no colchão e voltou pra cima de mim, enfiando seu pau em mim de novo com força e voltando pra posição que começamos.

Não demorou quase nada pra Jimin gozar também, era como se ele estivesse se privando apenas pra que eu viesse primeiro. Jimin fechou os olhos e sua boca abriu levemente enquanto ele sentia o próprio orgasmo e eu o sentia contrair dentro de mim, passei a mão em seus cabelos enquanto me recuperava de meu clímax.

Jimin abriu os olhos ainda ofegante e sorriu quando me viu o encarando, depois saiu de dentro de mim e se soltou no colchão ao meu lado.

— Isso foi... Uau... — Foi a única coisa que consegui falar em meio a minha respiração pesada, Jimin virou de lado pra me olhar com um sorriso enorme.

— Eu poderia fazer piada agora e comentar sobre eu satisfazer todas as suas vontades na cama, mas você me surpreendeu, Wilson. Tem décadas que ninguém me cavalga tão bem quanto você fez hoje. — E em menos de um segundo o constrangimento voltou com força.

— Você sempre tem que estragar, não é, Jimin? — Eu ri, não estava chateada de verdade, só um pouco envergonhada.

— Eu não estraguei, só estou falando a verdade. — Jimin colocou a mão na minha cintura e me puxou pra um beijo. — Transar com você é viciante, estarei pronto pra outra em menos de quatro minutos.

Eu poderia negar? Sim. Eu queria negar? Claro que não. A ideia de passar o resto da madrugada transando com Jimin é tentadora, depois a gente passa no terceiro céu pra comer a frutinha e curar os músculos lascados da foda.

— Eu já estou pronta agora. — Falei passando a mão pelos músculos abdominais do guardião, ele deu um sorriso malicioso.

— Está, é? — Jimin levou a mão para o meio de minhas pernas e eu as abri levemente, autorizando qualquer coisa que ele tenha vontade de fazer, arquejei baixo ao sentir seus dedos curiosos estimulando meu ponto sensível.

Balancei a cabeça afirmativamente enquanto fechava os olhos pra sentir melhor o trabalho maravilhoso de Jimin entre minhas pernas.

— Então eu posso brincar um pouquinho enquanto me recupero. — Ele desceu os dois dedos até minha entrada e os enfiou com força, arrancando mais um gemido meu, então recomeçou os movimentos fortes e rápidos. — Temos a madrugada inteira pra foder bastante, amor.

E Jimin cumpriu deliciosamente o que havia dito.

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Voltei bem mais rápido que antes, amores. Eu não estou passando as férias na minha casa e aqui eu tenho três crianças extremamente elétricas pra ajudar a cuidar, quando paro na frente do computador pra escrever elas vem pra cima de mim e começam a atacar o teclado pra querer escrever também. Já é difícil ter criatividade em um lugar com barulho, imagina com três crianças em cima de você tendo que afastar elas do computador a toda hora?

Juro que as inúmeras vezes que parei pra escrever com elas na sala eu não sabia nem que letra estava apertando, quanto mais conseguir fazer um diálogo decente.

Mas o capítulo está entregue. Tomei um cafezinho e aproveitei que a criançada dormiu pra terminar o capítulo e postar pra vocês, minha previsão é postar o outro no domingo também, mas não sei se as crianças vão deixar. O que posso prometer é que ele vai sair o mais breve possível, okay?

Beijinhos e até a próxima postagem.

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𝕃𝕖𝕚𝕥𝕠𝕣 𝕗𝕒𝕟𝕥𝕒𝕤𝕞𝕒, 𝕖𝕦 𝕤𝕠𝕦 𝕠 𝕞𝕖𝕝𝕙𝕠𝕣 𝕘𝕦𝕒𝕣𝕕𝕚𝕒𝕠 𝕕𝕠 ℂ𝕚𝕣𝕔𝕦𝕝𝕠, 𝕔𝕠𝕟𝕤𝕚𝕘𝕠 𝕧𝕖𝕣 𝕧𝕠𝕔𝕖 𝕡𝕠𝕣 𝕒𝕢𝕦𝕚. 𝔸𝕡𝕒𝕣𝕖𝕔𝕒 𝕡𝕒𝕣𝕒 𝕠𝕤 𝕠𝕦𝕥𝕣𝕠𝕤, 𝕤𝕖 𝕕𝕖𝕚𝕩𝕒𝕣 𝕤𝕖𝕣 𝕧𝕚𝕤𝕥𝕠 𝕖 𝕚𝕞𝕡𝕠𝕣𝕥𝕒𝕟𝕥𝕖 𝕡𝕒𝕣𝕒 𝕠 𝕖𝕟𝕘𝕒𝕛𝕒𝕞𝕖𝕟𝕥𝕠 𝕕𝕒 𝕞𝕚𝕟𝕙𝕒 𝕙𝕚𝕤𝕥𝕠𝕣𝕚𝕒. ⭐

𝔹𝕖𝕚𝕛𝕠𝕤 𝕕𝕠 𝕁𝕚𝕞𝕚𝕟!

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