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✥| Capítulo 7 | ✥

[Escute a música lá em cima para entrar na vibe do capítulo]

Opa, opa, depois da última fala do Taehyung, como será que tá a cabeça de vocês...? Hehe, calma aí porque ainda não acabou.

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#FilhosDeMorpheus

|VII|

Quando a música parou, todos os pares se cumprimentaram com sorrisos e reverências eloquentes. Todos, exceto aquele que era envolvido por grandes asas negras.

Seokjin estava em choque, sua mente via-se presa num turbilhão de pensamentos, buscando significados para o que foi dito por Taehyung.

Prisioneiro. Preço. Imortalidade.

Não importava qual a combinação, essas três palavras juntas simplesmente não ofereciam nada de bom.

— Venha — disse o imortal, segurando a mão dele e retraindo as asas. Sua fala seguinte soou mais alta do que o necessário: — Eu ainda não lhe mostrei o meu quarto, certo? Farei isso agora.

Sem o muro de plumas negras, Seokjin voltou a ver os terríveis olhos espalhados pelo salão. Circunferências brancas e negras que piscavam para ele e que giravam como em espasmos. O rapaz estava tão amedrontado e nauseado que apenas se deixou ser levado por Taehyung para longe dali.

Assim que chegaram ao primeiro corredor externo, ele foi segurado pelos braços do filho de Morpheus e carregado num voo veloz até as torres traseiras do castelo de vidro, lado oposto ao daquelas onde os humanos dormiam.

Seokjin logo descobriu que, assim como o seu quarto, o de Taehyung também ficava localizado na parte mais alta da estrutura.

— Espere um minuto. — O imortal não afrouxou o abraço mesmo após pousar na varanda. Seus olhos encaravam algo na escuridão do quarto.

Depois de um instante de respiração presa e silêncio nervoso, eles puderam se separar, pois aquilo que os assistia já tinha ido embora.

Seokjin caiu de joelhos no chão, seu corpo tremia.

— Diga-me exatamente quantas mentiras nos contaram sobre o Reino dos Sonhos até agora.

— Todas são reais... e falsas.

— Pare de brincar comigo! Fale de uma vez!

Taehyung sentou-se no chão diante dele e o encarou.

— Morpheus. Reino dos Sonhos. Sonhos... Sonhos são reais até o momento em que despertamos. Eu não estou brincando com você agora. É tudo real e falso.

Seokjin estalou a língua.

— Então o que acontece quando despertamos desse sonho? Os humanos vão... nós vamos morrer?

— Não. Seria redundante.

— O-o quê? — O coração do jovem Kim estava acelerado, ou pelo menos ele tinha essa impressão.

— Seria redundante porque mortos todos nós já estamos.

✥✥✥✥

Jimin ajudou Jungkook a chegar a uma saleta anexa ao salão de festas, na qual o silêncio e o vazio vigoravam. A pouca iluminação e o calor morno oferecidos por uma lareira vermelha no canto do pequeno recinto sugeriam um clima de aconchego e até de romance, o que não entrava em harmonia com a expressão ansiosa na face do imortal.

Assim que o humano se sentou numa poltrona e respirou fundo, Jimin se ajoelhou no chão e deitou a cabeça nas pernas dele.

— Você está bem? — perguntou a Jungkook, encarando-o profundamente.

— Claro que sim. Isso não é nada, fiquei cansado porque dançamos um pouco. — A resposta foi proferida com um sorriso gentil. Com uma mão, Jungkook acariciou as mechas de cabelo rosa do filho de Morpheus.

— Eu sei que está mentindo para eu não me sentir culpado.

— Jimin... — O humano segurou o rosto do outro e se inclinou na direção dele. — Dê-me um beijo.

Jimin piscou, cheio de tristeza, e desviou o olhar para o chão.

— Você não iria querer me beijar se visse... Hm.

— Se eu visse o quê?

Os lábios carnudos do imortal se fecharam e tremeram.

Jungkook puxou um pouco o rosto dele para que voltassem a cruzar os olhares e diminuiu ainda mais a distância que os separava ao abaixar a cabeça.

— Dê-me um beijo — pediu, desta vez num sussurro tímido.

Hesitante, Jimin ergueu o corpo e uniu sua boca com a dele, usando um movimento suave e molhado que aqueceu o peito do rapaz.

— Suas asas são mais bonitas do que eu imaginava. Não deveria escondê-las de novo. — A voz do humano soou sobre o crepitar que vinha da lareira. Com uma mão, ele buscou pelas membranas aladas nas costas do imortal, encontrando apenas um vazio em seguida. — Posso vê-las outra vez?

— Jungkook... — murmurou Jimin, receoso, mas logo depois ele se rendeu ao doce pedido e revelou o par de asas de mariposa. Lindas e exóticas, como o dono.

Jungkook contemplou aquela imagem quase boquiaberto. Se ele fosse um pintor, provavelmente estaria buscando algum meio de retratar o que via em alguma superfície. Se fosse um escritor, talvez iniciaria uma prosa poética dedicada àquele filho de Morpheus naquele mesmo instante.

Mas seus suspiros de admiração cessaram quando percebeu algo na ponta de uma das asas.

— O que... isso está se fragmentando? — Ele triscou na membrana e viu alguns pedaços miúdos se desprendendo, como rasgos de papel delicado.

Voltou a encarar Jimin, aturdido.

— O que fizemos antes não funcionou?

— Funcionou. Funcionou sim.

— Então, por quê? — Jungkook tentou buscar respostas na face melancólica do outro. — Não foi suficiente, é isso?

O imortal manteve-se calado, em agonia.

— Jimin, diga-me... Você precisa de mais?

— Pare com isso. Pare com isso. Nem pense em sugerir que continuemos...

— E se não continuarmos, o que vai acontecer com você?

Silêncio se instaurou, pois a resposta já era conhecida.

E então Jimin murmurou:

— Se continuarmos, eu não sei se irei parar.

Jungkook não percebeu, mas um chiado agonizante soou ao redor deles. Em seus ouvidos havia apenas os sons das chamas brilhantes da lareira queimando, e os soluços baixos da garganta do imortal que lhe cortavam o coração.

O humano se recordou da conversa que teve mais cedo com Seokjin, quando o amigo lhe disparou alertas absurdos sobre Jimin ser um monstro. Aquilo enfureceu Jungkook a um nível que o sabor amargo da raiva ainda podia ser sentido no fundo da boca.

Poucos foram aqueles que trataram o rapaz com dignidade em sua vida, tão poucos que cabiam nos dedos de uma mão. Jimin definitivamente ocupava um lugar entre esses dedos, então como no mundo ele seria algo ruim? Ainda que algumas coisas sobre o imortal fossem estranhas, aos olhos de Jungkook nada parecia insuperável. Sendo assim, ele tinha um único desejo: continuar vivendo daquela forma com aquele filho de Morpheus, num pequeno e pessoal conto de fadas.

— Está tudo bem. Você não vai me machucar, Jimin — assegurou com tanta certeza que deixou o imortal atordoado. — Não quero vê-lo desaparecer.

E assim se entregou mais uma vez, mergulhando nos lábios e no corpo do outro, nas ondas rosadas que eram seus cabelos, e no cheiro doce e viciante que ele exalava.

Entregou-se com um sorriso, recheado por uma paixão tão ingênua quanto ele mesmo, e tão cega quanto seus sentidos dopados pela magia obscura do Reino dos Sonhos.

✥✥✥✥

— Que tipo de piada você está fazendo agora? — ralhou Seokjin. Ele tinha certeza de que vomitaria a qualquer minuto. — Mortos? Quem está morto!?

As sobrancelhas de Taehyung se contraíram num lamento silencioso antes de ele decidir abrir a boca para responder:

— Você, eu, seu amiguinho, ... todos nós. Todos aqueles que colocaram os pés em Morpheus já não vivem mais. Ao menos não no plano mundano.

— O-o quê? — O humano estava petrificado.

O imortal planou até ficar diante dele, ajoelhado sobre o chão de vidro da varanda.

Com um perceptível nó na garganta e olhos injetados, segurando lágrimas fantasmas, Taehyung murmurou sua mais perturbadora verdade:

— Este lugar é uma bela e imensa armadilha para almas como a sua. Meus irmãos e eu, após um período de tempo determinado por Morpheus, temos o carma de arrastar humanos ingênuos para cá, para serem devorados por este lugar maldito. — As feições etéreas dele de repente borraram, anuviando-se, oferecendo fragmentos do que havia por baixo. Os olhos cinza-arroxeados de repente deram lugar a duas órbitas sombrías e infinitas, e o rosto liso feito porcelana sumiu debaixo de um molde cadavérico.

A visão veio e desapareceu como um sopro trêmulo que tirou completamente o fôlego de Seokjin.

Taehyung prosseguiu:

— As suas almas são o que mantém nossas imortalidades, e seus corpos mortos são o que sustentam este inferno flutuante. As sombras que viu sob meus pés não passam de espíritos que um dia foram como você. Espíritos atados a mim, grilhões que denunciam meus crimes... — Ele arfou, abaixando a cabeça, tendo a decência de se sentir constrangido sob o olhar horrorizado do humano.

Seokjin saltou para trás, o coração parecia estar na boca.

Estremecendo dos pés à cabeça, ele reparou numa daquelas sombras, uma que tinha um molde familiar. Logo percebeu que se tratava da mesma sombra que na última noite o guiou até a biblioteca. Aquele espectro negro parecia cabisbaixo e lamentoso, mas, ao tentar enxugar uma lágrima invisível na lateral do rosto de Taehyung, ele agiu com ternura, como se não guardasse rancor por ter sido uma das vitimas do imortal.

— Você... — O humano sentiu a bile se revirar no estômago. — Você pretende me transformar nisso? — Ele apontou para aquela sombra que ainda acariciava o rosto do filho de Morpheus.

— Não. Não... — Taehyung balançou a cabeça com fervor. — Parei de fazer isso há quase um milênio. Não consigo continuar agindo como um... demônio. Alguns tentaram escapar de suas obrigações igual a mim, mas Mitam não os poupou como fez comigo. Aos poucos eles foram desaparecendo, servindo de alimento para este lugar, já que se recusavam a trazer mais humanos. Jimin está a um passo de sumir igual nossos irmãos perdidos, o desespero o consumiu totalmente...

— E-espere, o quê?

— Somos obrigados a seguir as ordens de Morpheus, nossa maldição não tem fim. E mesmo se decidirmos dar um fim a tudo, este lugar irá escolher novos filhos, novos imortais, num ciclo interminável... Eu suspeito que você é um desses novos escolhidos, pois consegue ver a verdade por trás do véu que cobre a podridão do Reino dos Sonhos.

— Um segundo. Volte um segundo! — Seokjin vociferou, tentando elevar sua voz acima do turbilhão que se instaurou em sua mente. Tantas informações lançadas o atordoaram, mas uma em específico fez o mundo parar para ele. — O que disse sobre aquele imortal? Sobre Jimin? Ele está desesperado? O-onde... Onde está o Jungkook!? Para onde ele levou o Jungkook!? — Agora o medo que o corroía era outro. Os pressentimentos ruins o atravessaram como uma onda gigantesca num mar em tempestade.

A face de Taehyung ficou lívida antes de balbuciar:

— Eu não sei.

Seokjin não hesitou um segundo antes de ficar em pé e girar o corpo para sair correndo. Iria revirar todo aquele lugar atrás do amigo, se fosse preciso.

Mas as asas negras do imortal o impediram de dar mais um passo.

— Se sair deste quarto, os olhos poderão seguí-lo novamente, e aí Mitam verá o medo estampado em seu rosto.

— Já estou morto, certo? O que mais ela pode fazer comigo? De acordo com suas palavras, você é quem será o responsável por sugar minha a alma. — Seokjin tentou não tremer enquanto falava, mas estava tão aterrorizado que lágrimas escorreram de seus olhos.

— Não pretendo fazer isso. — Taehyung o segurou pelo pulso, como se temesse que Seokjin tentasse fugir outra vez. — Estou lhe contando tudo porque preciso de sua ajuda para acabar com esta situação.

— Ajuda!? — questionou o humano, incrédulo.

— Como eu disse antes, ao que tudo indica, você foi eleito por Morpheus. Quando me dei conta deste fato, consegui elaborar uma maneira de nos livrar deste inferno. Só você pode me ajudar.

— Você pretendia...

— O quê?

Num ímpeto de revolta, Seokjin puxou o braço do toque de Taehyung e esbravejou:

— Disse que havia parado de capturar humanos há quase um milênio, mas trouxe-me para cá. Você não sabia que eu iria ser útil em seus planos antes de me arrastar até aqui — cuspiu as palavras. Suas lágrimas agora eram de rancor puro. — Foi uma grande sorte a minha eu ser diferente? — riu, engolindo um nó amargo na garganta. — Enfim, você acabou de assumir que, no início, pretendia sugar a minha alma.

Taehyung emudeceu, seu rosto sendo tomado por um sombra de culpa. Com dentes trincados e raiva camuflando o medo que o fazia tremer, o humano ralhou:

— Antes de qualquer coisa, eu preciso saber para onde o Jungkook pode ter sido levado. Discutir com você me faz perder tempo!

Ele se virou novamente, pronto para correr porta afora, mas a mão de Taehyung repousou em seu ombro.

— Pode ser tarde... Ou pode não ser, mas o que você verá não será uma cena bonita — murmurou ele, a voz arrastando-se com um peso invisível. — Eu o levo até eles.

Antes de pedir permissão, colocou Seokjin nos braços e voltou a flutuar pelos céus de Morpheus numa rapidez urgente que fazia os pontos de luz suspensos na atmosfera se transformarem em borrões estranhos aos olhos do humano. Eles voltaram à ala onde acontecia o baile, mas desviaram para um salão afastado, um caminho deserto e escuro que causava arrepios.

Quando pousaram, Seokjin foi tomado por uma estranha ânsia nas entranhas, e isso se agravou assim que chiados passaram a ecoar ao seu redor. Por algum milagre, os olhos de Morpheus não o seguiram até ali, mas isso não deixou o rapaz menos nervoso.

Ele caminhou se guiando pela origem do barulho esquisito — que curiosamente era idêntico ao grito dos milhares de insetos que surgiram no quarto de Jungkook quando o visitou logo após despertar —, e então cruzou uma esquina que levava a uma saleta privada, iluminada por uma única lareira.

Assim que adentrou aquele espaço pequeno, entendeu o aviso que Taehyung havia lhe dado alguns minutos antes.

Os chiados ensurdecedores simplesmente sumiram quando Seokjin viu Jungkook, estirado no chão e mortalmente pálido, sendo abraçado, ou melhor, enlaçado pelas mãos assustadoramente longas e sombrias de uma criatura humanóide com asas vermelhas de mariposa. Aquilo que um dia foi Jimin, um dos imortais mais belos daquele falso reino, agora tinha feições de morte, com rosto anguloso e olhos fundos, dois buracos negros que engoliam toda a luz do mundo. Que engoliram toda a luz de Jungkook.

E-eu avisei a ele. Eu avisei que não poderia parar! — a criatura gritou, e parecia estar agonizando em dor. Se fosse humana, talvez estivesse chorando um rio de lágrimas.

— O que você fez...? — a voz de Seokjin saiu num sibilo inaudível.

EU AVISEI. Oh, Kookie, eu avisei... — Os braços longos de Jimin puxaram Jungkook para mais perto. — E-eu sinto muito. Sinto muito...

— Tire as mãos dele. Tire as mãos dele, seu demônio! — gritou o humano, tremendo de raiva, tristeza e agonia.

Logo sentiu as mãos de Taehyung em seu encalço, tentando segurá-lo para que não avançasse contra o irmão imortal. Seokjin foi calado por elas, pelos dedos longos lacrando seus lábios carnudos.

— Seus gritos vão atraí-la para cá — avisou Taehyung, referindo-se a Mitam. Mesmo soltando palavras urgentes, seu tom foi de preocupação.

— E-ele o matou. Ele o matou... — Seokjin balbuciou sob as mãos pálidas do outro.

— Jungkook já estava morto. Todos nós já estamos mortos. Seu amigo só tomou uma decisão diferente da sua. — A frieza daquela fala silenciou os últimos gritos do humano.

E como se não bastasse todo o cenário perturbador, o chão começou a se abrir numa fenda, feito raízes se movendo para formar um buraco profundo.

Com o véu de magia retornando ao corpo de Jimin, transformando-o novamente no belo e inocente garoto pelo qual Jeon Jungkook havia se apaixonado, foi possível ver o terror que se formava em seus olhos vermelhos pelo choro.

— Não... Não! Não! Ainda não! AINDA NÃO, POR FAVOR! — Jimin tentou planar com suas novas asas, puxando Jungkook consigo para longe do buraco, mas o chão de Morpheus era como um sanguessuga imparável, ele capturou o corpo do humano sem piedade e o absorveu rapidamente.

Depois disso, num piscar de olhos, a fenda se fechou, levando Jungkook para algum inferno invisível de onde nunca mais sairia.

A quietude mórbida veio em seguida, acompanhada dos soluços engasgados de Jimin. O imortal voltou a se ajoelhar no chão, lamentando e culpando-se enquanto disparava murmúrios inaudíveis para si mesmo.

Em choque, Kim Seokjin viu mais uma sombra surgir entre as que se agarravam às costas daquele filho de Morpheus. Uma sombra com molde familiar e jovial. Ela então se inclinou na direção de Jimin, envolvendo-o, e tentou abraçá-lo mesmo sem poder tocá-lo de fato.

"Aquilo é... o Jungkook?", questionou o humano, em pensamentos. Antes de concluir algo, foi solto pelas mãos de Taehyung e escutou a voz dele sussurrar em alerta:

— Precisamos nos afastar daqui. Mitam logo virá para testemunhar o que Jimin fez. Venha.

Ele ainda esperou por algum movimento de Seokjin, mas o rapaz estava tão perplexo com os últimos acontecimentos que restou apenas puxá-lo para longe da saleta e de todos os perigos iminentes.

Correram até o fim do corredor, e, quando chegaram a um pátio externo, Taehyung o segurou para flutuar com ele até os telhados — Um local temporariamente seguro.

— E-eu quero vomitar. — Seokjin murmurou, fungando.

— Mas não consegue, estou certo?

De fato, o humano não conseguia. De repente todo o seu corpo parecia estranho, com os sentidos confusos, o coração batendo sem ritmo definido. Ele se sentia diferente. Não-vivo, melhor dizendo.

— Agora que já sabe de tudo, não há razão para este lugar continuar lhe enganando com uma falsa sensação de viver. Logo logo não terá mais batimentos cardíacos, nem sentirá calor, ou frio, ou fome...

— Você me amaldiçoou. Vocês nos amaldiçoaram.

— Eu... sinceramente peço perdão, ainda que isso não seja suficiente. Tomei muitas decisões erradas durante os meus milênios de existência. — O imortal comprimiu os lábios e encarou o teto de telhas negras debaixo de si. — Mas você é capaz de acabar com tudo isso, Kim Seokjin.

Segurando-se às telhas com mãos que não paravam de tremer, o humano se virou na direção do outro rapaz devagar.

— O que preciso fazer? — perguntou, e quase não reconheceu a própria voz, que parecia tão quebradiça e glacial quanto gelo.

— Deve atravessar o ritual para se tornar um de nós. Um filho de Morpheus.

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#FilhosDeMorpheus

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