Chapter 2- Family
Se-yeon
Hoje é domingo, dia de almoço na casa de alguém da família.
Sempre foi assim, desde que eu era bem pequena.
A maioria das vezes o almoço era na casa de meus avós, e quase todos da família iam. E claramente, hoje não é diferente.
Minhas tias sempre vêm mais cedo para ajudar a preparar a comida, e eu também ajudo quando é possível.
Eu não moro mais com meus pais, saí de casa pouco depois de ter conseguido o emprego de detetive.
Meu irmão mais velho, Namjoon, também não mora mais com eles, tendo em conta que já é casado.
Ele sempre foi um ótimo irmão, sempre foi atencioso e sempre me apoiou. Claro, como todos os irmãos, nós também brigávamos de vez em quando, mas eram poucas vezes.
Por falar nele, eu estou realmente ansiosa para vê-lo, sinto muito a sua falta, já que não nos vemos com frequência.
E também, quero ver meu sobrinho que nasceu a poucos dias, só o vi uma ou duas vezes.
- Nam! - eu chamei, assim que o vi passando pelas portas da casa.
Ele estava elegante, juntamente de sua esposa, que vestia um vestido muito lindo que ia até o joelho, da cor vermelha.
Namjoon estava usando uma calça jeans e uma camiseta polo de cor preta, seus cabelos cinzas realçavam sua beleza.
Meu irmão estava segurando seu filho, que aparentemente estava dormindo.
- Ah, que lindo! Eu nunca me canso de olhar para ele - eu disse, quando Namjoon e sua esposa se aproximaram. - E também nunca me canso de dizer que ele é a sua cara, olha, é a sua cara.
- É mesmo, até as covinhas ele tem - minha cunhada disse, sorrindo.
- Como vocês estão? Tudo bem? - eu perguntei aos dois, ao mesmo tempo que tentava pegar meu sobrinho descaradamente, sem nem pedir. Obviamente, meu irmão cedeu.
- Nós estamos bem sim, e você, como está? Ainda trabalhando naquele caso? - ele perguntou, tão curioso quanto a esposa, que prestava atenção na conversa. Eu havia contado para Nam sobre o hacker, e desde então ele sempre me pergunta sobre.
- Eu estou bem, e o caso ainda está na mesma, sem muitos avanços.
Sobre o caso, eu apenas consegui um número de rastreio, que não deu em muita coisa. Ele me levou até um local, que parecia pouco provável que fosse de algum hacker experiente.
Eu evito contar sobre o andamento dos casos, mas como esse não era do departamento de polícia, eu pensei que talvez não fosse problema contar para os mais próximos.
- Que pen... - ele começou dizendo, mas foi interrompido por uma pessoa gritando.
Mas especificamente, meu primo gritando ao ver o bebê em meus braços.
- Aí que coisa mais linda, eu também quero pegar - ele chegou dizendo.
- Fala baixo, Yoongi, ele está dormindo - eu disse, super protetora como sempre sou com meu sobrinho.
- Okay - ele simplesmente disse, baixando o volume da voz e ficando mais sério. - Você tá bonita - ele disse para mim, observando minha roupas.
Eu estava vestindo um vestido simples preto, que era um de meus favoritos, eu sempre o uso em momentos especiais.
Então, notei em meu primo também, que havia pintado os cabelos de vermelho a pouco tempo. Ele também estava muito bonito.
Nós quatro continuamos conversando, até que Namjoon precisou ir cumprimentar o restante da família com sua esposa, que levou o bebê para lhe dar de mamar, já que ele havia acordado.
- Que caso está trabalhando agora? - Yoongi perguntou, me pegando de surpresa. - O que você e Nam estavam falando quando cheguei - ele esclareceu, vendo minha feição de surpresa e confusão.
- Ah, é um caso a parte, não é nada importante.
Nós continuamos conversando animadamente, assim como sempre fazemos. Aproveitei esse tempo para explicar sobre o caso para ele.
Yoongi sempre foi um dos meus melhores primos, e sempre foi bem presente em minha vida.
Bom, havia Mi-Ha também, que era uma prima tão próxima quanto ele próprio. Nós sempre fomos o trio de primos na infância, mas hoje em dia, com tantos afazeres, fica mais difícil ficarmos tão juntos quanto antes.
Mas nós sempre podemos aproveitar os almoços de domingo na casa da vovó, e é exatamente isso que fizemos quando, enfim, Mi-Ha chegou, completando nosso triozinho.
Aquele foi um dos melhores domingos, mesmo que todos sejam muito bons. Mas todos tem algo de especial, então me atrevo a dizer que aquele não foi o melhor, porque não existia um melhor, todos eram bons e especiais, todos sem exceção.
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