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Passeio a cavalo.

Capítulo 17
Júlia

Cada minutos em Nápoles acompanhada de Conrado estava sendo um sonho, parecia até começo de namoro e sem contar que essa casa fazia tudo ficar ainda melhor. Nós fomos tomar café em um restaurante a beira mar, um lugar lindo de morrer.  Espeto um morango e o levo a boca enquanto Conrado me observa atentamente, ele está uma delicia com o rosto corado por causa do sol, seus olhos estão bem mais azuis que o normal. Espeto um outro morango e levo até a boca dele que o mastiga e logo depois deposita um beijo em minha boca.

— O que você acha de acabarmos aqui e irmos embora? Estou louco para adiantar a sobremesa e me saborear nela. — Abro um sorriso sacana e mordo o lábio louca para ser saboreada. Então termino de comer e me levanto estendendo a mão para que ele a pegue, nos levantamos e depois de pagar a conta vamos caminhando pela praia.

Tiramos várias fotos juntos e nos beijamos apaixonadamente, era disso que nosso relacionamento estava precisando, dias de paz longe do trabalho e do caos que nos cerca com a vida de adultos, pais e responsáveis.  Como a nossa casa era próxima a praia nós fomos caminhando de volta para ela e assim que entramos no local longe dos olhos do público e longe de sermos presos por atentado ao pudor, Conrado me joga sobre o seu ombro e sube a escadinha que dava acesso ao quintal de casa me deitando em uma espreguiçadeira a beira da piscina.

— Não via a hora de me lambuzar de Júlia. — Conrado diz e desamarra meu biquíni e começa a beijar meus seios com os mamilos já animados e entre minhas pernas querendo muita atenção.

Agarro seu cabelo e o puxo para que beije minha boca. Conrado muda nossas posições me colocando por cima dele, o faço se livrar de seu blusão listrado branco e azul de praia e toco seus músculos enquanto me esfrego em sua ereção. Agora só estou com minha saída de praia pois meu biquíni estava boiando dentro da piscina quando Conrado se livrou dele.

— Preciso que acabe comigo, Conrado. — Digo contra seu ouvido e ele me obedece abaixando seu short curto e me penetrando logo em seguida, jogo a cabeça para trás enquanto monto em meu marido como meu verdadeiro cavalinho particular.

Conrado me abraça pela cintura e me fode de baixo para cima me levando a loucura enquanto reviro os olhos e puxo seu cabelo gemendo altamente.
Ele muda novamente nossa posição me colocando deitada enquanto se apoia na espreguiçadeira e volta a me penetrar fortemente, o sol se faz presente entre nós o que nos deixa suando bastante mas a sensação é boa demais eu vibro a cada penetração profunda e me agarro a ele quando o orgasmo vem e arranho suas costas enquanto ele me pressiona contra seu corpo e chega ao orgasmo soltando um gemido rouco e um tanto sexy.  Me deito na espreguiçadeira e respiro fundo toda satisfeita.

— Misericórdia estou morrendo de calor. — Digo e Conrado fica de pé na minha frente e devo dizer que essa visão é melhor do que qualquer visão do mundo. Todo vermelhinho do sol, do jeito que veio ao mundo  e todo molhado de suor, ai papai eu sou uma vagabunda sortuda.

— Então vamos nos refrescar  — Ele me pega no colo e pula na piscina a água em contato com meu corpo febril é relaxante e muito prazerosa e nadar nua é uma delícia.

— Acho que quero ficar nessa casa para sempre. — Digo assim que ele se aproxima de mim dentro da água e me beija na testa.

— Pois vamos agilizar a mudança pra cá, Benjamin e Ester vão amar tudo aqui e acho que Giordana também. — Dou risada pois para Conrado é tudo tão prático.

— Você é louco, pra você é só largar tudo e se mudar né?

— E não seria assim?

— Claro que não seu bobinho.

— Então vamos aproveitar nossas últimas horas aqui, e nas férias das crianças nós viemos para cá. — Concordo e saímos da piscina. Andamos nus pela casa sem nos preocupar pois estamos sozinhos nesse paraíso.
Enquanto Conrado foi tomar banho eu dei uma ligada para a casa dos pais dele para poder falar com meus bebês.

— Oi Madalena como você está? — Pergunto assim que minha sogra atende o telefone.

— Morrendo de felicidade com meus netinhos aqui e ansiosa para começar a fazer as compras para o meu quarto netinho. Acredita que já consigo ver a barriguinha da Mia?

— Ela será uma grávida tão linda. E eu estou ansiosa para ver o resultado da junção de Mia e Taylor.

— Eu também Julinha, meu Deus vocês me trazem tanta felicidade. — Diz emocionada me fazendo abrir um super sorriso.

Ficamos conversando por mais um tempão até que ela passa o celular para as minhas crianças e falo com os dois  enquanto gritam e falam tudo ao mesmo, eu não consigo entender nada mas fico só rindo igual uma idiota. Estou há pouco tempo longe deles mas já estou morrendo de saudades.

Depois de ficar vários minutos na linha com eles eu desligo e vou tomar banho pois Conrado vai me levar para cavalgar e dessa vez é em um cavalo de verdade. Não vou mentir que eu preferia montar é em cima dele pois preciso de mais que uma rapidinha na beira da piscina, mas como eu pedi para ir andar a cavalo podia deixar para montar nele mais tarde até o sol raiar é bom que já vou treinando. 
Saímos de casa pela tarde e vamos até uma fazenda que ficava a poucos minutos de nossa casa. Assim que chegamos tinha um rapaz nos esperando.

— Senhor e Senhora Ferraz, eu sou Marcos o instrutor de vocês e esse é meu ajudante Túlio. — Ele aponta para um garoto ainda mais jovem que estava colocando uma sela no cavalo de pelagem branca que me encantou assim que coloquei os olhos nele.

— Muito prazer Marcos, nos apresente aos animais por favor. — Conrado diz depois de cumprimentar Marcos, mas sem soltar a minha mão.

Nos aproximamos dos cavalos lindos e com a crina mais brilhosa que já vi. Túlio limpou as mãos na calça jeans e nos cumprimentou com um aperto de mão.

— Senhora Ferraz, essa aqui é nossa égua Lua é mansinha e ama companhia se quiser pode toca-la. — Sem hesitar eu fiz carinho na minha companheira e quase passei o rosto sobre seu pelo brilhante e lindo.

— E esse aqui é Potro, eles estão prontos para serem montados, nós vamos acompanhá-los a distância. — Túlio diz e me ajuda a montar em minha amiga, logo depois de eu ter colocado todo o aparato de segurança.
Conrado sobe sem precisar de ajuda e nós começamos a cavalgar, eu vou devagar pois estou com medo de cair.

Lua é uma ótima menina, anda bem devagar e eu sorrio para Conrado que me olha orgulhoso. E quando seu cavalo começa a galopar mais rapidamente eu tenho que parar para observar o meu cavalão em toda a pose no comando de seu cavalo. Minha nossa, eu preciso sentar sobre ele. Tentando acompanha-lo eu faço Lua ir mais rápido, só tem um problema eu não sei como fazer ela ir mais devagar.

— Júlia, vai mais devagar para não cair. — Ouço Conrado gritar.

— Como eu faço isso? — Grito de volta e vejo Túlio vir cavalgando rapidamente até onde estou.

— Puxa as rédeas, Júlia. — Agora é a vez de Marcos gritar e eu tento mas acho que fui bruta demais pois Lua parou abruptamente e eu voei por cima dela indo direto ao chão e caindo por cima do meu braço. Pense na dor que senti instantaneamente e só soube soltar o maior grito.

Marcos foi o primeiro a chegar até onde eu estava.

— Chame a equipe médica, Túlio. — Ele grita a coordenada e o menino volta para o estábulo.

— Não mexa o braço, Júlia.

— Tá doendo muito, que droga. — Marcos se abaixa e se senta atrás de mim colocando minha cabeça em sua perna.

Conrado chega até nós pálido e com os olhos arregalados, ele desce do cavalo e corre até onde estou.

— Pelo amor de Deus, onde está doendo? — Pergunta nervoso me examinando com os olhos.

— O braço, acho que quebrei.

— Túlio foi chamar a equipe médica, fique calmo. — Marcos diz.

— E quando eles vão chegar? Quando ela estiver sem consciência por causa da dor? Eu a levo até eles porra. — Conrado diz sem paciência e me pega no colo e eu o agradeço por isso, é melhor ser levada até eles do que esperar no sol.

Meu braço dói demais e eu só sei morder o lábio para não ficar gritando igual uma louca.

— Aguente firme amor, estamos chegando lá. — Diz super nervoso e quando chegamos até o estábulo onde dois enfermeiros vem correndo carregando aquelas pranchas de socorrista para primeiros socorros, Conrado me bota sobre ela e eles rapidamente me levam para a ambulância.

E quando eles cortam a minha blusa de manga longa eu quase desmaio com o que vejo. A porra do meu braço está totalmente torto de uma forma super estranha e com um lugar saindo sangue como se o osso tivesse furado minha pele.

— Ai meu Deus. — Meu Conrado está pálido, muito pálido e agora eu fico preocupado com ele.

— Olha ele vai desmaiar. — Digo segundos antes de Conrado perder a consciência e mesmo com dor eu caio na risada, será que alguém gravou isso? Eu não acredito que Conrado desmaiou, que decepção meu Deus.

— Tirem ele daqui e depois fale para ele nos encontrar no hospital. — O enfermeiro diz e saímos as presas para o hospital.

Mas depois eu faço o enfermeiro ligar para o Túlio pois preciso saber como Conrado está. E ficamos sabendo que ele já estava a caminho do hospital.

Resultado do meu super tombo foi um braço quase todo engessado e um curativo na perna que machucou e eu nem tinha sentido, e um Conrado ainda assustado com o resultado do nosso passeio. Ah, pelo menos eu ia ter história para contar, depois de velha com um braço engessado. E é óbvio que todos ficariam sabendo que Conrado havia desmaiado.

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