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As compras.

Capítulo 2
Júlia

— Oi minha gata. — Taylor diz assim que se aproxima de mim na cafeteria onde marcamos, me levanto e dou o maior abraço de urso em meu amigo. 

— Estava com saudades e morrendo de fome também, só pedi um café por enquanto. — Digo e nos sentamos. Fizemos nossos pedidos e já começamos a pôr as notícias em dia. 

— E a sua cunhadinha como está? — Pergunta se referindo a Mia, Taylor e ela voltaram a ficar naquele chove não molha. 

Eles estavam namorando mas aí brigaram pois a Mia estava se sentindo sufocada com o relacionamento, Taylor ficou putinho e resolveu ficar com Clarice amiga de Mia, aí já viu minha cunhada virou um bicho pois ele não esperou nem uma semana do fim do relacionamento para ficar com outra pessoa, mas sei que meu amigo safado fez isso de propósito adora fazer birra quis mostrar para Mia que se ela não quer tem quem queira. 

— Ela está muito bem, está saindo com um amigo de Conrado. — Ele faz bico e assim que o garçom se aproxima da nossa mesa com os pedidos ele nem espera o homem nos servir já vai pegando as coisas de cima da bandeja. Mas é um sem educação.

— Depois fica falando mal de mim. Eu não digo nem mais nada, agora me conta sobre os meus babys estou com tantas saudades dos meus três pequenos. — Já abro aquele sorriso de mãe coruja e começamos a conversar sobre os meus bebês. 

Comemos todo o café da manhã e depois saímos da cafeteria de braços dados, andamos pela calçada molhada de Roma pois o tempo está frio e chuvoso.

— Vamos comigo em um lugar? 

— Claro. 

— É aqui no centro mesmo, nem precisamos pegar o carro. — Ele concorda e andamos animadamente até a loja que quero ir. 

Assim que entramos na loja Taylor arregala os olhos e aponta para o pênis enorme logo em exposição. 

— Porra eu não sabia que esse negócio existia mesmo. Olha o tamanho disso, parece até uma cópia do meu. — Solto uma gargalhada e dou um tapa em seu braço, esse garoto é uma peste. 

A atendente se aproxima de nós com um sorriso no rosto. 

— Bom dia, estão procurando algo específico para o casal? 

— Não somos um casal, essa peste é meu amigo. — Digo e entramos mais na loja.

Tem vários vibradores em exposição, uns brinquedinhos bem interessantes e coisas que eu não faço nem ideia para o que serve. 

— Eu queria umas algemas e um chicote que não vá me machucar muito. — Digo e Taylor me olha com um meio sorriso e levanta e abaixa as sobrancelhas me fazendo dar risada. 

— Eita que Conrado vai ter surpresa esta noite. 

— Taylor cala a boquinha. — A atendente coloca vários pares de algemas em cima da bancada e nós dois nos aproximamos.

— Essa aqui eu indico mais para quem curte BDSM, por ela beliscar a pele. Agora se você não quer ter marcas nos pulsos e nem se machucar eu indico essa aqui que é mais confortável. E os chicotes, esse é o Chicote Flogger tem vários materias mas eu indico o de seda para você. Tem esse de Montaria que é o mais padrão na prática do BDSM e temos também esse que é o Chicote Rabo de Gato indico para a prática mais séria do sado. 

— Fico com essa algema pois não quero marcar e nem machucar a minha pele e o chicote de seda. 

— Pois eu quero o Rabo de gato e essa algema preta de plumas, vocês tem anel peniano? — Levanto a mão para calar o Taylor. 

— Menino primeiro eu e depois você. Eu quero ver essas jóias anais aqui, acho lindo. — Ela puxa a gaveta da vitrine e tira várias jóias de cores e tamanhos diferentes eu escolho o menor pois sou virgem no botão que só sai coisas ao invés de entrar. 

— Mentira que você vai liberar pro Conrado. — Tay comenta embasbacado.

— Vou tentar, Mia estava me dizendo que é muito prazeroso quero ver se é mesmo. 

— A Mia adora isso eu posso dizer com total certeza. 

— Menos Taylor, menos. Então eu vou levar essas três peças e vou escolher uma fantasia também, agora atenda esse pentelho. 

— Ok, as fantasias ficam na parte superior. — Concordo e subo as escadas para o andar de cima 

Tem várias fantasias sexuais, de padre, freira, enfermeira, médica, professora, policial, coelho… tem de tudo e mais um pouco, fico louca procurando algo que me agrade. 

Acabo encontrando um macacão curto de couro, fantasia mais safada do que já é da mulher gato. O macacão é totalmente aberto na barriga com uma saia bem curtinha e é tomara que caia, tem uma cinta liga, máscara de gata e olha só vem até as unhas e o rabinho longo de gato amei e achei sexy na manequim. Quando viro pra descer, Taylor está atrás de mim com uma cueca estendida na altura dos olhos, aquelas cuecas tromba de elefante e eu não aguento e caio na gargalhada. Chego a me sentar em uma poltrona em formato de boca. 

— Tá brincando né? 

— Não, gata. Certeza que vou deixar todas essas italianas morrendo de tesão, imagina só um negão como eu com uma cueca tromba de elefante branca e olhinhos azuis, vão até querer fotografar para tocarem uma pensando em mim. — Eu olho para a atendente e não aguento a boca fechada. 

— Desculpe a pergunta mas tenho que fazer, você iria querer uma foto dele para se masturbar com ela ou iria rir bem na cara dele quando aparecesse com essa cuequinha na sua frente? 

— Me desculpe, mas eu escolho a segunda opção. — Nós duas começamos a dar risada e Taylor murcha na hora, mas a atendente retoma a posição de vendedora. 

— Mas leve a cueca, sai bastante algumas mulheres adoram e acabam levando para o marido. Eu acho que deixa o clima mais leve na hora da transa, é sempre bom da uma descontraída não precisamos ser robôs perfeitos e reis do sexo. — Taylor aponta para ela concordando 

— Gostei de você, vou levar essa e essa também. — De tigre, ele ia levar uma de elefante e outra de TIGRE! 

Ele me olha esperando minha reação e já era nós dois caímos na risada, eu rio tanto que minha barriga chega a doer e tenho certeza que meu rosto tá parecendo um pimentão…

Bom, depois das compras e das risadas eu saio da loja com um chicote de seda, venda para os olhos, algemas e um plug anal. Taylor comprou as cuecas, o anel peniano, as algemas uma mordaça e venda. Nós estávamos os verdadeiros Christian Grey Espanhóis. 

Eu tinha pensando no Conrado me chicotear, mas agora eu estou com vontade de ser a Dominatrix. Depois de passear mais um pouco nós fomos almoçar e logo em seguida buscar meus pequenos, eu me despedi deles que foram sair com Taylor e meu próximo endereço foi o escritório de Conrado. Eu precisava falar com ele.  

Deixei meu carro no estacionamento e subi até o último andar do edifício. Assim que entrei no andar de Conrado e ia direto para seu escritório fui interrompida por uma morena baixinha e bunduda. 

— Senhora por favor, não pode entrar sem autorização. — Percebi que ela é funcionária nova então abri um sorriso de desculpas, ela não me conhecia é claro. 

— Desculpe é o costume, eu vim para ver o Conrado sou a esposa dele. — Ela arregala os olhos e concorda. 

— Ai desculpas, pode entrar. — Ela diz e eu sigo em direção ao escritório de Conrado. Quando entro ele está falando ao telefone.

Eu deixei as coisas do sexshop no carro pois é uma surpresinha para ele. 

— Ok, me mande por e-mail os documentos – ele diz e desliga — Para que devo a honra da sua visita? Se aproxime de mim senhora Ferraz. 

Ele diz com a voz grave e eu me aproximo dele e fico entre suas pernas, as persianas da sala estão fechadas nos protegendo dos olhares de curiosos. 

— Vim falar com você. 

— Onde estão as crianças? 

— Com o Taylor que chegou ontem de viagem, aí os levou para dar uma volta enquanto eu vinha aqui. — Ele concorda e me puxa para seu colo me dando um beijão de língua. 

Chupo seu lábio inferior e me afasto para não perder a concentração. 

— Conrado é sério. 

— Ok, diga. — Me levanto e volto para a cadeira que está do outro lado da mesa, preciso de espaço. 

— Bom, você sabe que desde que a Ester nasceu eu não venho fazendo muita coisa além de ser mãe e dona de casa e eu tenho quase certeza de que você sabe o quanto eu odeio esse título e esse papel. Só vim comunicar que a partir da semana que vem eu estarei trabalhando e voltando a minha rotina de sempre. — Ele levanta uma sobrancelha e não esboça nenhuma reação.

— Júlia, você sabe que não precisa trabalhar. Eu dou tudo o que você precisa, nossos filhos precisam da sua presença em casa. 

— Conrado nem começa. Eu sou uma pessoa independente há muito tempo, eu gosto de trabalhar e não ficar só em casa cuidando dos filhos e ditando um cardápio para o cozinheiro. E os nossos filhos também precisam de você, mas atualmente está sendo difícil. — Digo sarcasticamente a frase final o fazendo bufar e começar a balançar a perna de nervoso. 

— E com o que você vai trabalhar? 

— Um escritório de advocacia que ajuda mulheres vítimas de violência doméstica. Eles fazem um trabalho gratuito para essas mulheres e a advoga que é dona do escritório está precisando de uma secretária e palestrante, ela leu meu livro e entrou em contato. — Eu podia ver que ele estava super irritado com minha decisão, mas não podia fazer nada quanto a isso então só respirou fundo e balançou a cabeça em concordância. 

— Tudo bem se é isso que você quer, eu te apoio. 

— Eu só vim lhe informar sobre isso meu amor, mas agradeço o apoio. Te amo. — Estico minha mão o chamando para se aproximar e assim que ele está de pé na frente com todo o seu poder eu pulo em seu pescoço enlaçando minhas pernas em sua cintura e beijando sua boca com muita vontade, ele agarra meu rabo de cavalo e o aperta. 

Aiiii quero logo que chegue a noite para vendar esse gostosão e depois sentar nele como se fosse minha cadeirinha particular. 

— Era só isso, agora vou ir para casa tomar um banho por um pijama e me enfiar nas cobertas e dormir até o Taylor chegar com os furacões.  

— Faça isso pois pretendo fazer você ficar acordada a noite toda. — Ele diz e dá um tapa em minha bunda me fazendo dar um pulinho. 

— Humm.. não vejo a hora dessa cena acontecer logo. Eu só não arranco essa sua roupa sexy agora mesmo pois sei que tem uma reunião daqui a pouco. 

— E eu só não cancelo a reunião para você poder fazer isso, pois é algo muito importante que vai nos trazer milhões de dólares minha gostosa. — Pois é ele sempre diz isso, pois nós casamos com Comunhão parcial de bens. Ele disse que jamais iríamos nos separar e que se por algum motivo isso viesse a acontecer mesmo ele ficando muito chateado com isso, gostaria que eu ficasse com metade de tudo. 

No começo fui relutante pois estava com medo que os familiares dele pensassem que eu era uma aproveitadora, mas Madalena – minha sogra – e Mia disseram para eu aceitar sem pestanejar pois Conrado iria ficar me enchendo o saco até eu aceitar a proposta. Então para evitar a fadiga eu aceitei e nos casamos e hoje eu não me imagino sem esse homem quanto mais "herdando" metade de tudo que vamos conseguir durante a nossa união. 

Me despeço do meu pedaço de mau caminho com mais um beijo de tirar o fôlego e saio de seu escritório cumprimentando a nova secretaria. 

Vou para o carro e dirijo rapidamente para a casa. 

Assim que chego vou direto para meu quarto tomo um banho rapidinho, coloco aquele pijama de calça e casaco fecho as cortinas deixando o quarto escurinho e me enfio embaixo das cobertas.

Pego meu celular logo depois dele ter apitado anunciando uma nova mensagem que é da Mia. 

Cadê tu cunhadinha? Vamos malhar, te espero na academia hein. 

Ai, bem que eu queria mas estou muito ocupada dando uma limpeza geral nessa casa. 

Jura? Então te vejo amanhã, não quero vc fugindo de mim. 

Okkk pode contar comigo amanhã, bjs. 

Dito isso desligo meu celular e me aconchego mais na cama. 

Academia que nada, eu quero é dormir. Uma mentirinha para o bem não faz mal né?! 

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