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1- Busca Incessante

Jimin

Minha busca incessante por emprego não esta sendo das melhores. Eu já passei por diversos lugares e entreguei centenas de currículos, e em todo lugar eles sempre dizem as mesmas coisas, é sempre o tão famoso "nós ligaremos em breve", mas nunca ligam.

Já passam da hora do almoço, eu não comi nada além do café da manhã, que fiz antes de sair de casa lá pelas sete da manhã, e confesso não estar com fome. O que eu mais preciso no momento é procurar um emprego, eu não terei onde morar, e eu com certeza não quero voltar para a casa de meus pais em Busan.

Eu estou morando em Seul à quatro anos, saí de casa quando tinha dezenove anos, e agora com vinte e três anos não posso dizer que sou muito bem sucedido, porque não sou.

E o motivo pelo qual não quero voltar para Busan é simples: quando saí de casa, meus pais disseram que eu não iria conseguir me sustentar sozinho, e claro, fiquei chateado por eles não terem confiado em meu potencial. Dessa forma, devo dizer que prefiro ficar devendo e morar em algum barraco, ou até mesmo sob uma ponte, do que voltar e dar oportunidade de eles jogarem meu fracasso na minha cara.

Eu sigo pensando sobre isso durante todo o caminho percorrido, lembrar da forma que meus pais duvidaram de mim só me dá mais forças para continuar. Então, o que me tira de meus devaneios é meu celular tocando, esse que eu atendo antes que pare de tocar.

— Alô? — eu digo assim que atendo, me lembrando de que não vi quem era.

— Oi, Ji. Liguei para saber se está ocupado agora — a pessoa do outro lado disse, reconheci sua voz de imediato.

— Na verdade eu estava entregando uns currículos, mas já está na hora de parar um pouco mesmo. Quer me encontrar na cafeteria que tem perto do meu apartamento - eu sugeri, engolindo em seco ao lembrar que em breve aquele pode deixar de ser meu apartamento.

Combinado, te encontro lá. Até daqui a pouco, Ji.

— Até, Nam hyung — eu disse, desligando em seguida.

Visto que eu estou um tanto longe de meu — até então — prédio, eu teria que correr para não chegar atrasado, e foi o que eu fiz.

Com passos largos e apressados, eu fui em direção ao ponto de ônibus. Com isso, eu me lembrei que não teria dinheiro suficiente para pagar alguma coisa naquela lanchonete, já que as coisas lá eram um tanto caras, e eu precisava economizar se ainda quisesse ter comida em casa. Com a ideia de propor a Namjoon que nos encontremos em meu apartamento, eu peguei meu celular do bolso e já fui discando seu número. Suspirei aliviado quando ele atendeu.

— Oi Nam, eu só queria ver com você um coisinha; não é melhor nos encontrarmos em meu apartamento mesmo? Como você sabe, eu estou desempregado e não posso ficar gastando.

 Claro, bebê, não se preocupe, vou para lá então.

— Okay, espera só um pouquinho que eu já chego. Até... — eu não pude terminar minha frase de despedida. O motivo? Simples. Eu estava tão absorto na conversa e tão ocupado em manter as passadas rápidas que acabei esquecendo de olhar para frente, o que acabou resultando em eu esbarrando em um poste.

Mas o pior foi que não era realmente um poste (quem me dera se fosse). Na realidade, eu esbarrei em um homem deveras alto, e devo dizer que bem forte também. Perdi o fôlego por alguns instantes.

— Meu Deus! Senhor, me desculpe, por favor! — eu pedi, desesperado e morrendo de vergonha, me curvando diversas vezes em sinal de respeito e desculpas.

— Tudo bem, só olhe para frente enquanto anda, pode acabar se envolvendo em um acidente realmente sério — ele diz, não sei se me alertando ou me dando uma bronca. Nesse momento eu já tinha esquecido totalmente da ligação com Namjoon.

Depois de pedir ainda mais desculpas, eu segui meu caminho, ainda morrendo de vergonha por ter esbarrado em alguém na rua. Acho que nunca mais ando sem olhar para frente.

Então, eu continuei meu caminho até o ponto de ônibus, explicando para Namjoon hyung — que ainda estava na chamada — o que tinha acontecido, me desculpando por tê-lo deixado preocupado.

_§_

— É sério, hyung, foi um total fiasco, muito vergonhoso — eu disse, colocando as mãos nas bochechas, sentindo elas quentes.

— Ji, você só esbarrou no cara, é normal — ele disse, tomando o café que eu havia preparado.

— Eu quase caí no chão, juro, e sabe o que mais? Ele nem bambeou, ficou intacto, igualzinho um poste. Que vergonha — eu disse, indignado, resmungando em seguida. — Mas enfim, por que queria falar comigo?

— Ah, sim. Então, você estava sumido então resolvi ligar para saber mais do que está acontecendo, Jin e eu estamos preocupados.

— Não se preocupe, eu estou me virando, só preciso de um emprego para tudo poder voltar ao normal.

Sendo assim, nós conversamos pelo resto da tarde, sobre diversas coisa aleatórias. Nós só paramos de conversar quando ele disse que precisava voltar para casa. Então, depois que ele saiu, eu enviei uma mensagem para Taemin, dizendo que queria falar com ele no dia seguinte e perguntando se ele teria tempo.

Depois de alguns minutos, meu sindico me respondeu que poderia se encontrar antes do almoço, e eu lhe respondi dizendo que o encontraria na cafeteria aqui perto.

Sim, a cafeteria cara, mas eu não pretendo comprar nada, e é perto o bastante para que eu possa ir andando, então meu bolso não vai sofrer com minha ida ao estabelecimento. Eu só espero ter uma conversa amigável e tranquila amanhã.

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Bom, esse foi o capítulo, espero que não esteja ruim.

Desculpem a demora, eu estou bastante enrolada esses dias, ainda mais com a viagem que eu fiz e o Enem, que ainda estou fazendo porque falta mais um dia de prova, infelizmente.

Mas eu espero que vocês estejam gostando da história e que não desistam dela.

Por favor, não esqueçam de comentar e curtir, é realmente muito importante.

É isso, até o próximo capítulo ♥️

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