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⚜️ 4×02

Todos estavam surpresos, cada um com uma expressão diferente. Depois de alguns minutos de silêncio apenas o som de uma cadeira sendo movida era ouvido.

—Bem-vinda de volta, meu bem!—Klaus veio em velocidade vampírica me abraçando apertado.

—Também tava com saudade, pai.—Falei saindo de seus braços e me deparei com Elijah já ao meu lado.

—Olá, Hellen.—Ele me abraçou abrindo um sorriso e depois de alguns segundos me soltou.

—Boa noite, Lijah.—Sorri pra ele e desviei meu olhar para o último Mikaelson que não havia cumprimentado ainda.

Kol estava ao lado de Davina, o que fez algo queimar em mim. Meu olhar se fixou nos dois e apertei minhas unhas contra a palma da minha mão para tentar aliviar minha raiva.

1, 2, 3...respira, se acalma.

Lembre-se do que Rebekah disse, os dois são apenas amigos...

Respirei fundo me acalmando e abri um sorriso em sua direção.

—Olá, meu amor.—Murmurei.

—Eu tive tanta saudade, querida!—Kol exclamou vindo em minha direção tomando meus lábios com um beijo cheio de vontade e ternura.

Cessamos o beijo ainda olhando nos olhos um do outro e sorri mordendo meu lábio inferior.

—Eu não via a hora de voltar pra casa, amor.—Falei colocando o rosto de Kol entre minhas mãos e senti o olhar enciumado de Davina queimar em nós.

—Esses três meses foram torturantes sem você.—Ele colocou uma mecha do meu cabelo atrás da orelha e acariciou minha bochecha.

—Fique tranquilo, vou compensar todo o tempo que passamos longe.—Murmurei com um sorrisinho sapeca e Kol me olhou surpreso, mas logo um sorriso malicioso surgiu em seus lábios.

—Hã-ham...—Meu pai pigarreou e nos separamos sem graça.

—Vamos, sentem-se...ou a comida vai começar a esfriar, pombinhos!—Bekah soltou divertida e rimos nos sentando na mesa.

Depois de jantar nos divertirmos contando coisas que aconteceram durante o tempo que ficamos distantes e agora Elijah, Kol, Klaus, Davina e eu estávamos na sala conversando banalidades.

—Eu realmente não sei onde quer chegar, irmão.—Elijah disse contrariado após ser acusado de estar interessado em Hayley por meu pai.

—Não minta, irmão, todos sabemos que a lobinha tem seu charme.—Ele riu arrancando um olhar quase mortal do irmão mais nobre e rimos.

—Eu não quero estragar a diversão, mas se Marcel perceber que não estou no sótão vai surtar!—Davina se levantou do sofá, onde estava sentada do outro lado de Kol, chamando nossa atenção.

—Tá cedo, Dav.—Kol disse e o fuzilei com o olhar.

—Nos vemos amanhã, Kol.—Ela riu provocativa e, ignorando minha presença, deu um beijo na bochecha dele e foi em direção à porta.—Foi um prazer te conhecer, Hellen!

Para qualquer um poderia soar como um tom inocente, mas em seu rosto estava estampado o sarcasmo.

Vadia.

—Digo o mesmo, Claire.—Sorri falsa e a bruxa finalmente foi embora.

—Acho que vou seguir a decisão da Davina e ir para meu quarto.—Elijah anunciou se aproximando da porta com um sorriso.—Tenham uma boa noite!

—Boa noite.—Kol e eu respondemos uníssono.

—Boa noite, irmão.—Meu pai disse se levantando da poltrona com um sorriso maldoso.—Sonhe com Hayley e todos os mini Elijahzinhos de vocês correndo pela casa!

Klaus provocou fazendo Kol e eu segurarmos uma gargalhada e Elijah apenas negar com cara de poucos amigos, indo em direção ao pátio.

—Eu...—Bocejei encostando minha cabeça no ombro de Kol.—Acho melhor irmos dormir também.

—Claro, baby.—Ele depositou um beijo no topo da minha cabeça acariciando meu ombro com uma das mãos.

—Boa noite vocês dois, até amanhã.—Meu pai disse se virando e saindo em velocidade vampírica.

Kol e eu ficamos por alguns minutos em silêncio, apenas aproveitando a companhia um do outro.

—Eu senti tanto falta disso.—Disse erguendo meu olhar para ele com um sorriso e recebi um selinho.

—Nunca mais vamos nos afastar, querida.—Kol murmurou ainda com o rosto perto do meu e nos afundamos em mais um beijo, só que dessa vez muito mais intenso.

O dia havia sido cansativo, mas na companhia de Kol todo o sono e o cansaço sumiam. Ele me faz sentir viva, como se todos os problemas desaparecessem quando estou ao seu lado.

—Eu te amo.—Sussurrou ele após fazermos uma pausa em nosso beijo desesperado, mas ainda mantendo nossas testas juntas.

—Eu te amo.—Sussurrei de volta levando minhas mãos para seu cabelo e o beijei novamente enquanto brincava com alguns fios em sua nuca.

Deus, como fazia falta ouvir pessoalmente um "eu te amo" sair da boca dele!

—Melhor irmos deitar, já tá tarde e eu quero aproveitar o dia amanhã.—Disse interrompendo momentaneamente o beijo e me levantei do sofá sendo seguida por Kol.

Caminhamos até o quarto dele em silêncio, em todo o trajeto as mãos de Kol ficaram em minha cintura e só me soltou quando chegamos dentro do quarto.

—Não vou fugir, amor, pode relaxar.—Brinquei enquanto tirava minha camiseta.

—Não vou arriscar.—Kol piscou se jogando na cama com um sorriso sarcástico.

—Não demoro, preciso de um banho.—Disse dasabotoando minha calça jeans e indo em direção ao banheiro.

Abri o chuveiro deixando a água cair enquanto tirava as peças de roupa que me restavam.

Entrei no chuveiro sentindo a água morna cair sobre minha pele relaxando meus músculos. Passei bons minutos tomando banho e conforme o tempo passava meu sono se esvaía de mim.

Saí do chuveiro enrolando uma toalha envolta do meu corpo e caminhei para fora do banheiro. Kol, que mexia distraído em seu celular, desviou seu olhar automaticamente para mim.

—Com licença...—Disse abrindo o guarda-roupas dele e comecei a procurar por uma camiseta qualquer.

No fim, acabei vestindo uma camiseta azul clara e uma cueca de Kol.

Me joguei ao seu lado e foi a vez dele se levantar, deixando o celular jogado em cima da cama.

—Volto em um segundo, amor.—Ele me deu um selinho e seguiu para o banheiro me deixando sozinha no quarto.

Depois de alguns minutos ouvi o chuveiro ser ligado e desviei meu olhar para o telefone ao meu lado.

Sentia uma vontade enorme de matar minha curiosidade e olhar o que havia em seu celular, mas me mantive firme.

Não posso fazer isso, é invasão de privacidade.

Estava tentando me conter, quando a tela do aparelho se acendeu e uma mensagem apareceu na barra de notificações.

"Boa noite, tenha bons sonhos❤️"

Davina.

Uma onda de fúria queimava em meu corpo, mas me contive e não olhei o celular dele novamente.

Kol Mikaelson


Saí do banheiro com a toalha envolta na cintura e bagunçando meu cabelo com a mão para tirar o excesso de água, quando me deparei com uma Hellen em cara fechada e braços cruzados.

—O que foi?—Questionei franzindo o cenho e indo até o armário pegar uma cueca para me vestir.

—Recebeu uma mensagem.—Hellen disse seca e com cara de poucos amigos.

—Qual o problema?—Indaguei enquanto me vestia e ela bufou.

—Nenhum.

A encarei como quem diz "é sério isso?" e me aproximei me sentando ao seu lado na cama.

—Ei, fala comigo.—Pedi e virei delicadamente o rosto dela, que evitava me olhar, em minha direção.—O que aconteceu? O que foi que eu fiz?

—Não sei, Kol!—Ela soltou irritada e pude ver lágrimas se formarem no canto de seus olhos.—Por que não pergunta pra Davina?

—Espera aí, o quê?—Ri desacreditado.—Não acredito que está com ciúmes dela!

—E não deveria?—Hellen proferiu com raiva e virou meu celular em minha direção.—"Boa noite, tenha bons sonhos!"—Ela imitou a voz de Davina e empurrou o telefone contra meu peito virando novamente o rosto na direção contrária.

Que merda, ela é apenas minha amiga! Por que Hellen tem que ser tão ciumenta???

—Amor...—A chamei, mas fui ignorado.—Hellen, por favor.

Ela virou a cabeça em minha direção bruscamente e segurei sua mão a beijando.

—Querida, entenda, Davina e eu somos amigos.—Falei calmo e segurei seu rosto entre minhas mãos carinhosamente.—Eu te amo e nunca trocaria você por nada, nem ninguém.

—Hunf...—Ela resmungou desfazendo um pouco sua feição de raiva, mas ainda séria.

—Eu tenho a mulher mais importante da minha vida bem na minha frente, mas ela fica se preocupando em sentir ciúmes de uma garota que não chega nem aos pés dela.—Falei encarando as orbes castanhas dela e a vi ganhar uma expressão culpada aos poucos.—Não pense que eu seria capaz de estar com alguém que não seja você, minha querida.

Suspirei pesadamente e os olhos de Hellen se encheram de lágrimas.

—Me magoa muito saber que você não confia em mim.—Abaixei meu olhar decepcionado.

—Kol...—Ela resmungou chorosa e se abraçou em mim.—Me desculpa.

Droga, ela tá chorando!

—Calma, amor.—Afaguei seus cabelos sentindo a culpa me invadir.—Juro que nunca houve nada além de amizade entre Davina e eu.

Hellen Mikaelson

Afastei meu rosto do peito de Kol e ele enxugou minhas lágrimas depositando um beijo em minha testa logo depois.

—Fique tranquila, vamos descansar.—Ele disse enquanto nos enfiávamos debaixo do cobertor e me puxou para deitar em seu peito.

—Boa noite, amor.—Murmurei fechando os olhos.—Eu te amo tanto.

—Eu te amo, não duvide nunca disso.—Kol sussurrou em meu ouvido e acariciou minha cabeça.—Boa noite, querida.

Depois de ouvir as palavras de Kol senti meus olhos pesarem e ouvindo sua respiração tranquila me deixei levar pelo sono.

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