Capítulo 20 - Borboleta
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Sou segurada antes de trombar com uma pessoa na minha frente, quem me segurou foi Jukyu que me olha de braços cruzados.
-Por que você esta assim? Parece que viu um fantasma
-O que eu vi exatamente? - Me questiono ignorando o homem em minha frente que me olhava confuso - Mau Deus! - Falo colocando minhas duas mãos em minha boca
-Você ta estranha, conhecia aquele homem?
-Que homem? - Hay chega tomando uma bebida cheia de decorações que eu não fazia a menor ideia de onde veio
-Quando achei Nam ela estava falando com um homem que eu nunca vi na vida, agora ela ta assim estranha parece que viu um fantasma
-Hay, era ele - Falo para minha amiga que fica alguns segundos pensando e logo arregada os olhos
-CALMA! Como ele era? - Ela pergunta para seu noivo que achava aquilo extremamente estranho
-Alto, bonito, tinha cara de ser famoso, acho que ele estava maquiado
-MEU DEUS! - Minha amiga grita chamando a atenção das pessoas que estavam na recepção - Era o Heeseung ? - Ela pergunta agora sussurrando - Eu apenas assinto ainda tentando organizar todos meus pensamentos
-AI MEU DEUS!!
-Quem é Heeseung?
-NAM VOCÊ ENCONTROU COM ELE! AMIGA! VOCÊS SE REENCONTRARAM! - Grita extremamente animada dando alguns pulinhos de alegria
-Eu reencontrei com ele... - A minha ficha caiu agora totalmente - Ai meu Deus! - Me viro e vou correndo voltando para o local que eu estava antes, mas ele não se encontrava mais lá. Dou um suspiro arrependida - Que droga!
-Amigaaaa! Você encontrou com ele! - Hay veio atrás de mim animada e Jukyu permanecia confuso - Como foi?
Esperar essa reação de Hay é o mínimo, após passar meses fora quando finalmente nós vimos contei tudo, ela era a amiga que eu mais confiava é a contei tudo para ela, tanto como meus problemas como sobre minha relação escondida que tive com Heeseung, que ela logo pirou por eu ter namorado um idol mas que também me consolou sobre tudo que havia acontecido, além de ter feio o máximo pra me ajudar, estando nessa lista tentando me fazer superar e arrumar encontros a cegas para mim esquecer dele, o que não adiantou de nada podemos perceber.
-Foi um fiasco! - Arrependimento bateu e forte - Vou embora, vou para a casa do meu pai Haru vai voltar com vocês!
Não dou tempo deles responderem e saio andando, enfrento por alguns segundos as gotas de chuva caírem sobre mim enquanto eu corria até meu carro, assim que eu entro em meu automóvel fecho a porta e me encontro no silêncio, que não durou muito pois foi quebrado com um grito:
-AAAAAAHHHHHH! - Grito passando minhas mãos em meus fios de cabelo os bagunçando - SUA BURRA! - Encosto com tudo meu rosto no volante fazendo com que o carro desse uma breve barulho da buzina -POR QUE???
Arrependimento, ódio, raiva, pânico e tristeza, a compilação de sentimentos após a minha ficha totalmente cair. A verdade é que eu nunca tinha imaginado como finalmente seria quando eu finalmente encontra-se com ele novamente, eu esperava que isso aconteceria um dia, mas nunca pensei como poderia acontecer é nem quando, e quando isso finalmente aconteceu a minha reação foi travar, simples TRAVAR.
CHOI NAM SUK POR QUEE????
Eu nunca travei assim para nada, nem mesmo para apresentar trabalho na faculdade, nem para reuniões com futuros clientes NADA, Mas agora quando eu finalmente encontro com o homem que eu penso a mais de quatro anos, que eu nunca consegui esquecer eu simplesmente travo, não consegui nem mesmo pensar em falar algo para ele, nem tipo um "Nossa que saudade que senti de você, desculpa por ter terminado com você por uma carta graças a minha saúde mental que estava uma merda naquela época" não isso seria bem dramático e seria muita informação de uma vez só "Como senti falta de você, desculpe mesmo por ter terminado com você por carta, te deixando sozinho e sem te dar nenhuma notícia de vida" Ok agora estou agradecendo por ter me mantido quieta.
A verdade é que mesmo se eu tivesse processado toda a situação eu acho que seria impossível saber o que exatamente fazer, a minha vontade era de abraçar ele, é nunca mais soltar, mas será que ele gostaria de um abraço? Afinal não temos nenhum contato possível a mais de quatro anos, isso provavelmente seria bem estranho né, e se não sei ele já me esqueceu? Bem isso não aconteceu porque acabamos de nos falar.
Mas e se ele já estiver seguido em frente? E apenas falou comigo por ter se encontrado comigo por pura conhecidencia, isso é uma grande possibilidade! Afinal não acho que ele deve ter ficado esse tempo todo sem ninguém, duvido que nenhuma mulher tenha chamado a atenção dele por todo esse tempo, sabe são quase cinco anos.
Acho que eu estou prestes a surtar, esses pensamentos estão acabando comigo, bateu um medo, será que isso aconteceu? Será que ele está com outra pessoa? Será que de fato ele me esqueceu? Ele já deve estar bem sem mim, a muito tempo na verdade, é por que estou tão preocupada com isso? Falei na carta que se ele estivesse bem com outra pessoa que o importante pra mim é que ele estivesse feliz, para de ser hipócrita garota, está lamentando pela possível felicidade dele.
MAS EU AINDA AMO ELE!
-AAAAHHHHHH! - Dou mais um grito dentro do carro já sentindo meus olhos encherem de lágrimas - EU DEVIA TER FEITO ALGO! EU PERDI A MINHA CHANCE! - levanto minha cabeça olhando para a chuva lá fora
Dias chuvosos felizes, realmente mesmo depois de todo esse meu surto, por estar tecnicamente brigando comigo mesma por não ter feito algo que eu nem sei bem o que, mas mesmo depois disso, de estar arrepende ainda de ter deixado de ter dito algo para ele, eu estou feliz, eu finalmente reencontrei com ele, foi meu desejo durante nesses anos é agora que aconteceu foi um fiasco, mas eu pude ficar cara a cara com ele, olhar em seus olhos e sentir novamente como é ter ele perto de mim.
Respiro contando até dez tentando me acalmar, pensando que agora já era tarde e que não adianta chorar pelo leite derramado pois já sujou tudo mesmo, mas não deixo de ficar pensativa sobre ele. Logo dou partida com o carro começando o caminho até a casa de meu pai.
Ligo o rádio para que tocasse uma música com a finalidade de me acalmar, mas nos primeiros minutos com o rádio ou ouço "Agora vamos escutar o hit do grupo Enhypen"Olhei para o rádio ainda não acreditando que aquilo era sério, o que me deixo mais frustrada por lembrar do que havia acabado de passar raiva e ainda desligar o rádio.
Dirigi todo o caminho pensando nele, e em possíveis coisas que eu devia ter feito, e digo, quando chego na casa de meu pai a chuva já havia parado e estava de noite, pego minha bolsa e vou em direção a porta, a porta da casa em que vivi boa parte de minha vida, aonde passou praticamente a minha infância toda, assim que abro a porta já sou recebida pelo pequeno cachorrinho que parece mais uma bola de algodãoo pequeno cachorrinho de Youra.
-Oi pequeno - Digo me abaixando e passando a mão sobre seu pelo macio
-Filha! - Ouço a voz alta é animada do meu pai, me levanto indo ao seu encontro e recebendo um abraço
-Oi, pai, estava com saudades - Ele me abraça forte e me aconchego em seus braços
-Também estava querida, estou feliz que você veio nos visitar
-Cadê Youra? - Pergunto depois de me afastar ele
-Está na cozinha, ela fez sua torta preferida
-Então vou indo lá - A caminho da cozinha deixo minha mochila em um canto da sala, vou até a cozinha encontrando a mulher de cabelos escuros longos, pele pálida e que está sempre bem arrumada
-Oi, estou entrando - Aviso e ela se vida para mim
-Oi querida, quanto tempo, dessa vez você demorou para nós visitar - Ela vem até mim me dando um abraço
-Não queria demorar tanto, mas ultimamente estou cheia de trabalho
-Infelizmente eu e seu pai também estamos muito ocupados, você tinha que ver como está a clínica esses últimos dias, está lotada! Mas estou muito feliz que está tudo indo bem, e você como está?
-Estou bem... - Ela me olha com uma de suas sobrancelha arqueada
-Aconteceu algo?
-Não... - Ela suspira e então da um sorriso
-Então tá bom! O jantar está pronto chama seu pai por favor!
Eu chamo meu pai para jantar, nós três nos sentamos e começamos a comer, eles conversavam sobre um assunto e diversas vezes me perguntavam algo sobre mas eu a maioria das vezes estava pensando em outra coisa, mesmo que eu tentasse me manter focada no assunto que eles conversavam era difícil meus pensamentos sempre corriam para outra coisa.
Após o jantar que estava perfeito, a torta que Youra faz sem duvidas é a minha preferida, vou para meu antigo quarto, que sofreu uma pequena reforma graças a um tempo que eu me mantive mais presente aqui na casa de meu pai, por estar mais perto daqui. Mas praticamente tudo mudou, foi comprado novos moveis, paredes pintadas tudo isso para tirar o esquilo de quarto de adolescente que tinha antes, o que faz um pouco de falta pois eram memorias boas.
Tomo um banho e troco de roupa colocando um pijama, guardo minha roupa na mochila e já separo a roupa que usaria amanhã para voltar para casa, assim que estou me preparando para ir dormir ouço duas batidas vindo da porta eu múrmuro um "Entre" em seguida a porta sendo aberta, mostrando então Youra que estava agora com um pijama de cor bege.
-Posso entrar?
-Pode - Ela entra em seguida fechando a porta e se aproximando, se sentando ao meu lado na cama
-Como estão as coisas? Na sua casa tudo bem? Queria tanto ir te visitar mas está tudo tão corrido
-Está todo bem por lá, a mudança ocorreu bem o apartamento é bom, a vizinhança é muito boa
-Nenhum vizinho inconveniente?
-Só uma idosa meio estranha mas tirando isso é tudo muito bom, não tenho do que reclamar!
-Que bom! Mas e com você está tudo bem?
-Sim, mas por que a pergunta?
-Você ta meio estranha, geralmente sempre apresta atenção em tudo que está acontecendo, nas conversas, gosta de conversar, mas hoje percebi você tão distante, dispersa, parecia estar no mundo da lua, tem algo que está te incomodando? - Eu dou um suspiro pensando se devia falar ou não
Youra é uma pessoa bem acolhedora, sempre está atenta a tudo e todos, além de saber muito sobre a pessoa apenas ao observar, e assim como acabou de acontecer ela consegue perceber com facilidade se algo está incomodando ou se tem algo de errado com a pessoa.
-Sim, aconteceu uma coisa hoje, e isso me deixou triste, sabe eu não soube reagir e eu fico pensando nisso desde que aconteceu, eu poderia ter feito mais, mas não consegui, na hora não consegui fazer nada
-Mas deve existir um motivo para isso, talvez encontrando o motivo você consiga evitar uma situação igual a essa, pensa um pouco sobre a situação e se precisar de ajuda procure, você sabe que não deve guardar essas coisas apenas para você
-Eu sei! Não vou guardar as coisas para mim, vou atrás sempre ajuda!
-Isso mesmo! - Ela sorri se levantando e passando mão em meus cabelos - Vou ir dormir, boa noite - Ela deixa um selar em minha cabeça
-Boa noite!
Não sei se adotar seria a palavra certa, talvez acolher, desde que meu pai e Youra se casaram eu recebi uma coisa que apenas uma pessoa me dava de verdade, essa pessoa era minha avó, aquele amor que eu recebia dela permaneceu em meu coração, mas não era dado por outra pessoa até Youra chegar, pode parecer meio estranho por eu já ser uma adulta, mas eu sempre precisei de alguém que me desse aquilo que não era dado pela minha mãe, e eu recebi isso vindo dela. Ela foi uma pessoa incirvel que conseguiu mudar a vida do meu pai e com isso mudar a minha também e de minha irmã também, mesmo que não faça tanto tempo mas ela faz parte da família e é alguém que eu gosto de passar meu tempo junto, sempre se importando comigo com minha irmã e principalmente com meu pai, e por isso eu a amo demais.
Apago a luz do quarto e me deito, pensando sobre tudo que aconteceu, tentando achar o motivo por eu ter agido daquela maneira, cheguei a conclusão que iria atrás de saber o por que amanha, já iria fazer uma visita muito importante então já vou aproveitar a oportunidade.
Já pela manha acordo sem me preocupar com o horário nem mesmo se iria malhar hoje, pois estaria disposta a tirar o dia de folga até voltar para casa, quando me levanto os dois já haviam saído para trabalhar mas Youra deixou café da manha separado para mim, depois de comer troco de roupa colocando um short jeans, uma camiseta branca, o dia estava mais ensolarado e aonde eu vou provavelmente vai estar mais calor, por fim um tênis também branco, pego minhas coisas, deixo uma mensagem para meu pai e Youra agradecendo pela hospitalidade e então saio, indo para meu carro e guardando tudo.
Então assim dirijo com a trilha sonora de minha playlist de musicar internacionais, que me deu direto até de cantarolar enquanto dirigia, assim que começo ver a linda vista do mar me sinto até mesmo mais animada, quando chego frente a construção de cor branca com detalhes amarelados e azuis, estaciono o carro no estacionamento e logo adentro no local, já sentindo o perfume familiar de pinho.
Ando até a recepção, assim que a atendente que estava ocupada olha para mim ela dá um sorriso.
-Nam! - Diz animada se levantando - O que está fazendo aqui? Não me diga que aconteceu algo - Ela me interrompe antes que eu pudesse responder
-Não, não aconteceu nada assim, apenas vim visitar, estava com saudades!
-Só você mesma para sentir saudades daqui, geralmente os pacientes desejam nunca mais voltar!
-Quando eu estava aqui também desejava sair logo, mas é algo muito bom voltar aqui não sendo o paciente dessa vez
-É bom te ver de novo, está linda adorei o corte de cabelo
-Obrigado! Mas como estão as coisas por aqui? A madame Sora teve alta?
-Está no quarto treze, nem todos conseguem ter uma recuperação rápida igual a sua! Além deque cada caso é um caso, alguns levam mais tempo, como a Jang-mi está? Você é o mais próximo que conseguimos de noticias dela, ela nunca mais apareceu aqui, ela odiava esse lugar
-Ela não odiava, só não gosta de estar presa, ela está bem, não encosta uma gota de álcool na boca, nem precisa pra ser doidinha já é naturalmente
-Convenhamos - Nós rimos e ela começa a pegar algumas pranchetas
-O doutor Kim está ai?
-Claro, ele deve estar se preparando para o almoço, ele está na sala dele agora
-Vou conversar com ele, nos vemos depois - Aceno para ela e então ando pelos corredores
Vejo diversos pacientes, alguns novos e outros que eu já conheço, que então aqui a um bom tempo. Quando chego em frente a porta de sua sala deposito duas batidinhas, quando ouço um "entre" abro a porta tendo a imagem do doutor em sua mesa, concentrado olhando para alguns papeis, quando seu olhar é direcionado a mim os papeis são postos na mesa e um sorriso se forma na boca do doutor.
-Nam! - Ele se levanta - Venha se senta aqui - Ele aponta para mesa que tinha no centro de sua sala, eu faço aquilo que ele pede - Quanto tempo, o que veio fazer aqui?- Ele pergunta e se senta de frente para mim - Aconteceu algo?
-Não! Eu só quis vir fazer uma visita, estava com saudades desse lugar, eu gosto muito daqui, do senhor
-Me sinto lisonjeado, fico feliz de você gostar tanto assim desse lugar ao ponto de voltar, geralmente eu sempre desejo nunca mais ver meus pacientes mas ver você bem, aqui na minha frente é muito bom
-Também estou feliz de estar aqui não como uma paciente, tenho uma admiração muito grande por esse lugar, esse lugar me mudou
-Não, quem te mudou foi você mesma, com sua força de vontade e ainda ajudou Jang-mi a ter essa vontade também, você foi uma das pacientes que menos passou tempo aqui, e sem duvidas uma das que deixou historia por chegar já com vontade de se recuperar
-Vocês todos me ajudaram com isso, me incentivaram, me mostraram o melhor lado da vida, e eu comecei a ver tudo aquilo que eu não via antes
-Mas tudo isso porque você quis, você teve vontade e a iniciativa primeiro, o querer é o principal para uma recuperação
Me sinto muito feliz ao ouvir isso vindo de alguem que foi meu medico por um tempo, que conversava comigo, que foi aquele que dizia se eu podia ou não sair, se eu podia ou não ter alta.
-Mas eu também queria conversar sobre algo
-Pode dizer, sou todo ouvidos
-Eu reencontrei uma pessoa, e aquela pessoa pela qual eu falei muito aqui, eu reencontrei com ele, e eu não soube reagir, eu travei simplesmente não consegui fazer nada direito, quando percebi ele já havia ido embora, mas sabe a gente não se via a anos e foi tão de repente eu não consegui reagir!
-Para você ficar assim é por conta de vocês serem próximos, ainda mais pelo fato de já terem tido algo. É por isso! Como você disse foi tão de repente você deve ter ficado nervosa ainda mais se foi alguém que você teve algo é normal esperar uma reação como essa, mas quando você encontrou com ele você teve alguma vontade de repente?
-Tive
-E por que não fez o que teve vontade? - Então eu fico quieta pensando sobre isso - Talvez teve medo? Afinal vocês ficaram muito tempo sem se ver você pode ter ficado com receio por conta disso, o medo fez com que você travasse, não soubesse o que fazer, e meio que você perdeu o controle, e com isso não fez nada
-Realmente eu senti medo, eu não sabia qual seria a reação dele, eu pensei em milhares de possibilidades do que deve ter acontecido com ele, eu queria muito ter abraçado ele, mas na hora eu nem consegui falar direto
-É normal que isso pudesse acontecer, é por conta do medo, mas se você tivesse essa oportunidade de novo o que você faria?
-Eu tentaria enfrentar o medo
-Então faça isso, enfrente ele, mostra que a sua vontade pode ser bem maior que esse sentimento. E se você continuar com medo olhe você tem uma marca da sua vitória em sua pele - Ele diz o que faz eu olhar para meu pulso, que antigamente tinha uma cicatriz mas agora tem uma borboleta, uma borboleta, assim como o desenho de borboleta que tem em um mural aqui do hospital
-Você ta certo, eu vou enfrentar, já fiz muito, conversar com uma pessoa é só mais uma coisa que vou conseguir. Mas eu encontrei ele por conhecidencia, qual a chance de encontrar com ele de novo?
-Bem ai eu não sei, mas se acontecer agora você já sabe o que fazer
Hospital psiquiátrico Papilio, o lugar aonde eu tive a maior mudança da minha vida. Depois da minha última tentativa de suicídio quando aquela enfermeira me falou sobre um tal lugar que me ajudaria eu nunca pensaria que seria esse lugar, quando minha mãe me mandou ser internada aqui eu fiquei com raiva, não queria ser internada a força, ficar presa em um hospital.
Mas depois de um tempo aqui, todas as pessoas que eu conheci se tornaram importantes para a jornada do meu amadurecimento, de me descobrir, e conseguir vencer a luta que me perseguia durante quase minha vida inteira. Fiz uma melhor amiga Jang-mi que tinha problemas extremos com álcool, sua família a internou para combater esse problema, e eu fiz o possível e o impossível para ajudar ela, e nós conseguimos alta no mesmo dia e saímos juntas do hospital.
Tudo aqui se tornou muito especial para mim, o lugar, o médico, os funcionários, os outros pacientes, eu torço até hoje para aqueles que não conseguiram alta ainda consigam logo, por mesmo que esse lugar seja muito bom todos precisam de sua liberdade, e enfrentar seus pesadelos mais sombrios, espero que todos possam vencer suas lutas.
Almoço no hospital juntos do médico e de mais algumas amigos pacientes, passo mais algumas horas lá conversando e passando um tempo com todos, e antes de ir embora dou um passeio na beira da praia, aproveito e tiro algumas fotos.
Quando finalmente o sol está começando a se por eu decidi voltar para casa, tendo algumas horas de viagem de volta para Seul, quando chego busco Sarang na casa de minha irmã e volto para casa.
Passo o resto da minha noite trabalhando adiantando trabalho, quando vou dormir todos meus pensamentos se prendem em uma pessoa só, Heeseung.
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Foi tarde mais saiu, segundo dia da nossa semana de capítulo todo dia.
Prometo que as coisas mais emocionantes começam agora, e amnha postarei em um horário mais cedo, prometo.
Até amanhã ❤
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