Chào các bạn! Vì nhiều lý do từ nay Truyen2U chính thức đổi tên là Truyen247.Pro. Mong các bạn tiếp tục ủng hộ truy cập tên miền mới này nhé! Mãi yêu... ♥

Prólogo

| Jihyo

Eu não conseguia sossegar na cama. As meninas estavam descansando e esperando Nayeon chegar com os novos casos, já que conseguimos encerrar todos os possíveis. Tínhamos uma pasta com apenas quatro casos que não conseguimos resolver, já outras cinco pastas com todos os casos que resolvemos.

Abri a gaveta onde eu guardava fotos de vários dias. Algumas eu estava sozinha, outras eu tinha a companhia de Nayeon e Jeongyeon. Atrás delas tinham descrições que contavam o que aconteceu naquele dia, peguei uma do dia em que começamos nosso primeiro caso.

Sempre, de uma forma ou de outra, vamos ficar um pouco nostálgicos com alguma foto. Isso não é diferente para mim, então uma onda grande de memórias chega sem que eu pudesse conter.

"Eu e Nayeon estávamos voltando para o nosso apartamento em um prédio pequeno, conversando sobre como foi o dia de hoje, o meu na faculdade e o de Nayeon no trabalho, entre outras coisas do tipo. Ela contava, com muita raiva, sobre os casos que ela leu que foram encerrados de forma que parecia feita de qualquer jeito, que eles poderiam ter se esforçado mais para dar as penas corretas. Eu ouvia tudo com muita atenção e de certa forma, compartilhava da indignação dela.

- Você não poderia fazer nada? -Pergunto abrindo a porta.

Nosso apartamento não era tão grande. Claro, uma secretária de uma delegacia de polícia e uma universitária de música não ganhavam o suficiente para um grande, afinal. Tinha 4 cômodos pequenos e nós dividiamos o quarto.

- O que eu poderia fazer? Mesmo que você me chame de secretária eu sou uma escrivã, eu só trabalho com os documentos do caso, vou chegar para o delegado e dizer que, na minha visão, eles não realizaram um bom trabalho? - Ela pergunta cruzando os braços. - Claro que eu gostaria de fazer isso, mas depois onde eu arranjo um outro emprego? Temos contas para pagar.

- Poderíamos resolver esse caso melhor que eles... - Eu reviro os olhos.

Nayeon ficou na minha frente com os olhos arregalados e completamente séria.

- O que você está insinuando, Jihyo? -Nayeon diz séria.

- Nada, só que poderíamos tentar resolver esse caso. Ou esses casos.

Ela passou as mãos no cabelo castanho, que estava solto e muito longo, e começou a andar pela sala.

- A gente não pode fazer nada! O vídeo já foi apagado das redes e o homem está solto! Me diz, Jihyo, o que você ia fazer?

- Que vídeo? - Perguntei finalmente largando a chave na mesa que ficava do lado da porta.

- Esqueci de contar o caso. - Ela bateu na própria testa. - Um homem gravou uma relação sexual junto de uma mulher, sem autorização dela, e divulgou esse vídeo. A mulher fez uma denúncia e logo descobriram que esse mesmo homem já tinha passagem por assédios na polícia, mas mesmo assim mandaram uma multa e deixaram ele solto, isso foi claramente muito errado.

- Eles não ouviram as vítimas? - Nayeon balançou a cabeça que não. - Esse caso era tão simples! Isso me dá vontade de resolver eu mesma esse crime...

- É só virar policial... - Ela diz abrindo a porta do banheiro. - Quer ir tomar banho primeiro?

Disse que não e que queria apenas lavar as mãos. Saindo de lá, tive uma ideia. Eu poderia resolver aquele e outros crimes se eu fosse policial...Ou se eu montasse um grupo que topasse punir criminosos que saíssem ilesos.

Fiz um lanche para mim e Nayeon, torcendo para que a comida a comprasse. Pouco tempo depois ela saiu enrolada na toalha, correu para o quarto e fechou a porta, gritando que eu podia tomar banho agora.

Depois do banho, também de brigar com Nayeon por ter comido todo o lanche que eu fiz e obrigá-la a fazer um para mim, rezei para todos os deuses que eu conhecia e torci para que ela não quisesse me matar ou me expulsasse da casa dela.

- Nayeon, eu tenho que te contar uma coisa...Mas você precisa me prometer que, mesmo se não concordar, não vai se expulsar daqui.

- Não vai me dizer que você matou alguém! - Eu balanço a cabeça que não. Bem, não ainda. - Tá usando droga? Se for isso, não vou te expulsar mas... - Interrompi dizendo que não era isso. - Se envolveu com gente errada na faculdade? Tá grávida? Tá devendo alguém?

- Não, não é isso...

- Pelo amor, Jihyo! Você está me deixando preocupada! - Ela cruza os braços.

Respirei fundo. Não queria mentir para Nayeon, mas eu tinha medo da reação dela.

- Jihyo, colabora por favor. Eu não vou te expulsar do meu apartamento, pode falar.

- Eu tive uma ideia. Uma organização que resolve crimes.

Nayeon me olhou com uma cara de quem não entendeu que eu decidi explicar mais.

- Olha, poderíamos procurar provas que podem mandar pessoas ruins para a cadeia, soltar pessoas presas injustamente e, se isso não der certo, punir elas nós mesmas.

- Como assim punir? Matar?

- Isso. - Ela se levanta e eu me preparo para a bronca.

- Está insinuando que devemos virar assassinas? Jihyo, eu trabalho em uma delegacia de polícia! Se descobrem que eu trai a confiança deles e matei pessoas, nós vamos presas sabe-se lá por quantos anos!

- Identidades falsas, Nayeon! Tem uma mulher na minha faculdade que sabe fazer essas coisas, posso chamar ela.

Nayeon passou a mão no cabelo e começou a andar pela sala.

- E se ela não topar? Ela pode te denunciar, você vai presa e eu terei que testemunhar contra minha melhor amiga ou eu vou pactuar com você. Eu não quero sangue nas minhas mãos, Jihyo.

- Eles não se importam em matar por pura crueldade, em destruir vidas e psicológicos quando realizam os malditos crimes! Nós estaríamos tentando fazer justiça...Eu só queria ajudar, Nayeon. Não quero ser uma mulher ruim, muito menos deixar a injustiça acontecer enquanto eu tive uma ideia para conter.

- Vire policial, é simples. - Nayeon diz se sentando de novo.

Eu respiro fundo, tentando escolher as palavras certas para convencer ela.

- Você conhece minha mãe, sabe como ela é! Nunca deixaria eu pensar em fazer um concurso para ser policial, quase que não permitiu que eu fizesse faculdade de música. Nayeon, você estava tão irritada mais cedo, nós ficamos tão irritadas na verdade. - Eu percebo que a expressão dela ficou menos tensa e eu relaxo a minha também. - Não precisa matar se não quiser, eu prometo, mas pelo menos me dê os casos inacabados e eu resolvo.

Nayeon deita a cabeça no encosto do sofá parecendo cansada. Logo ela levantou a cabeça e respirou fundo.

- Posso pensar?

- Claro.

Ela saiu sem dizer nada e foi para o quarto. Só entrei lá para buscar cobertores e um travesseiro para mim. Iria dormir na sala naquela noite.

Um tempo depois de deitar para tentar dormir eu ouvi o barulho da porta do quarto abrindo. Fingi dormir e ouvi Nayeon se agachar ao lado do sofá.

- Eu não quero seu mal, mas também não quero te ver presa.

- Não vou ser presa, prometo. - Falei com os olhos fechados ainda.

- Que merda, Jihyo! Assim você me faz topar fazer isso contigo!

- Se a gente for pega eu assumo a culpa e você paga minha fiança.- Me sento no sofá indicando o outro lado para ela sentar. - Mas se a gente for cuidadosa não somos pegas.

- Interesseira você, não é? - Ela me dá um tapa fraco no braço. - Descansa, amanhã você tem faculdade.

- Você vai me ajudar?

- Nessa organização doida? Vou. Desde que eu não tenha sangue nas mãos.

No dia seguinte, encontrei Jeongyeon sentada no meio do campus sozinha, como sempre. Respirei fundo e fui até ela.

- E aí, Jeongyeon! - Digo acenando para ela quando eu ainda estava longe, recebendo o mesmo gesto dela.

- Está precisando de anotações? - Ela pergunta quando eu me sentei do lado dela.

- Não, quero te fazer uma proposta. Mas antes, você deve me prometer que, mesmo se você não topar, em hipótese alguma vai me denunciar.

Ela me encarou séria e, talvez, descofiada.

- Se você estiver pensando em me vender drogas, não quero de forma alguma e vou sim te denunciar. - Ela diz ameaçando levantar, mas eu peguei na mão dela.

- Não é isso! - Ela se senta. - Eu queria saber se você não quer entrar para a minha futura organização, vamos resolver crimes inacabados, entregar criminosos para a polícia, soltar pessoas inocentes utilizando provas, ou na pior das alternativas, punindo eles nós mesmas. - Falo um pouco mais baixo. Aquela área estava vazia, mas mesmo assim alguém poderia escutar e eu está ferrada antes mesmo de tentar fazer alguma coisa.

Ela me olhou com uma expressão menos irritada e confusa do que Nayeon. Jeongyeon foi mais fácil de convencer. Eu a conhecia bem, ela nunca gostou de injustiça.

- Me explique melhor isso. Quem faz parte dessa organização?

- Apenas eu e...Bem, Nayeon, acho que você não a conhece. Nem é uma organização ainda, só pensei nisso ontem, na verdade.

- Espera, o quê? Foi você que pensou nisso? - Ela arregalou os olhos e ficou com a boca entreaberta. - Olha...Nunca que eu imaginaria isso, você parece ser tão certinha...Qual caso será o primeiro?

Eu não tinha pensado nisso e sabia detalhadamente apenas de um, provavelmente seria esse que Nayeon gostaria de iniciar. Expliquei o crime o mais rápido que pude e Jeongyeon pareceu conseguir entender, já que balançava positivamente a cabeça.

- Eu conheço essa menina, é minha vizinha. Soube disso mas não comentei nada com ela, posso ajudar vocês.

- Sério? - Perguntei espantada, porém de certa forma, sempre achei que ela seria mais fácil de convencer do que Nayeon.

- Sério, nunca estive satisfeita com a forma que encerram alguns casos. Posso colaborar com vocês.

O primeiro sinal tocou, indicando que já era a hora de ir para as salas. Jeongyeon se despediu de mim e foi para sua aula, de forma que eu fui para a minha."

Nós conseguimos resolver o caso do vídeo facilmente e colocaram o culpado na cadeia. Resolvemos alguns outros antes da chegada de Sana no grupo.

Eu, Nayeon e Jeongyeon estávamos resolvendo o caso mais tenso que tivemos que enfrentar até aquele momento: Um assassinato. O problema foi que, quando eu fui procurar a família da vítima, fiquei cara a cara com o culpado.

Ele ficou irritado comigo e tentou me matar, lembro daquele dia como se tivesse sido ontem. Quem me ajudou foi Sana, com sua mira impecável conseguiu jogar um dos seus saltos na cabeça do culpado, ele não resistiu por ter batido a cabeça muito forte no chão e pelo impacto do salto, precisamos da ajuda de Jeongyeon para esconder o corpo e os saltos altos de Sana.

"- Não acredito que eu matei alguém. - Ela diz passando a mão no cabelo, me lembrando Nayeon. - O que meus pais vão dizer? Certo que eu não moro com eles mas... - Ela fala tão rápido que eu tive medo dela se desesperar mais.

- Ei, calma! - Coloco a mão no ombro dela. - Ele era um assassino. Estava tentando me matar. - Ela arregalou os olhos. - Tenho que te agradecer. Espere apenas alguns minutos que preciso fazer uma ligação."

Como pensei que seria bom ter uma pessoa com uma ótima mira no grupo, quando Jeongyeon chegou nós explicamos para ela o que fazíamos e dissemos que se ela quisesse poderia fazer isso com a gente. Sana aceitou de cara, não precisei insistir nem um pouco, levamos ela para onde nós ficávamos. Demorou um pouco para ela se acostumar, mas decidiu que ficaria conosco.

Nosso grupo foi aumentando. Logo conhecemos Momo, que Jeongyeon ajudou. Momo estava correndo pelas ruas com as roupas sujas de vermelho quando esbarrou com Jeongyeon, logo acolheu a menina e trouxe para nossa casa, que agora era realmente uma casa e não um apartamento pequeno. A dançarina havia matado um funcionário que estuprou sua colega de trabalho. Ela começou a nos ajudar nos casos em que uma assassina era necessário.

"Recebi uma ligação de Jeongyeon enquanto eu organizava alguns casos, ela havia saído para comprar comida. Eu atendi e logo ouvi a voz dela.

- Estou levando a comida e uma nova integrante para a organização.

- Quem é? - Nayeon perguntou e eu respondi que era Jeongyeon apenas com os lábios. - Ela já está chegando?

- Já esta chegando? - Perguntei para Jeongyeon colocando a chamada no viva-voz.

- Sim. Me esperem na entrada.

Ficamos do lado de fora da casa e logo Jeongyeon chegou junto com uma mulher que vestia roupas meio curtas para o clima que estava e com saltos bem altos. Conforme elas viam e ficavam mais perto pudera ver que a menina tinha manchas vermelhas na blusa.

- Essa é a Momo. - Jeongyeon diz quando já estamos dentro de casa. -Eu vou mostrar o banheiro para ela tomar um banho e já volto.

Logo ouvimos o barulho do chuveiro e Jeongyeon voltou.

- O que aconteceu com ela? - Nayeon perguntou enquanto organizava as compras.

- Matou um funcionário. - Eu arregalei os olhos. - Ele estuprou uma colega de trabalho dela. Momo era dançarina em uma boate."

Momo se adaptou rapidamente a nossa forma de viver e logo se apegou a nós tanto quanto a gente se acostumou com ela.

Nunca quis que alguém que estivesse naquele grupo se sentisse mal, minha intenção não era ser má, claro que não, então sempre deixei bem explícito que quem quisessem parar com tudo aquilo tudo bem. Poderiam desde que não me denunciassem, já que eu nunca faria algum mal para elas simplesmente por saírem. Não foi o caso, pois elas pareciam felizes com aquilo, afinal não era sempre que nós matamos alguém, já que em questão de assassinato a polícia sabia punir bem quem merecia.

Nós também apresentamos provas, anonimamente claro, de forma que pessoas foram soltas da prisão e isso era bom. Logo em nosso grupo entrou Mina e Chaeyoung, na mesma época, ambas eram ótimas estrategistas e conseguiam distinguir bem quem precisariam matar ou não. Ótimas meninas, mas viraram rivais logo de início.

Peguei uma foto em que Chaeyoung estava fazendo um chifre com os dedos em Mina e ela estava séria, ao contrário da mais nova que ria como uma criança.

Eu tinha ótimas memórias, afinal.

Dahyun foi a chegada mais curiosa que tivemos. Ela denunciou seu chefe, dono de uma grande escola de dança, por maus-tratos aos alunos. O estranho foi seu desaparecimento dias depois, sendo que o chefe já estava preso pelas inúmeras provas que tinham contra ele.

Nós ajudamos naquele caso indiretamente mesmo que ele não tenha sido dado como encerrado. Ela havia sido sequestrada pelo irmão do homem que estava preso, como vingança. Ajudamos um pouco ela quando o sequestrador saia, logo o denunciamos, quando a resgataram o cara foi preso. Ela gostou tanto de nós que pediu para fazer parte da organização, mesmo que disséssemos que ela não precisava fazer isso.

Agora Dahyun que julgava os casos, ela é incrivelmente compreensiva. Logo se enturmou conosco e Sana a colocou embaixo da asa.

Nós trabalhávamos em outras coisas, obviamente. Eu era compositora em uma empresa, Jeongyeon trabalhava em uma imobiliária, Nayeon seguia com seu trabalho na delegacia, Dahyun ainda trabalhava na escola de dança mas agora junto de Chaeyoung e Mina era psicóloga. Conseguiamos um bom dinheiro com aqueles trabalhos, já que nós não recebíamos nada com o grupo.

Nós encontramos Tzuyu em uma viagem para Taiwan quando nossas férias bateram. Depois de tantos casos resolvidos precisávamos tirar uma folga, mesmo que estivéssemos bem com o que fazíamos era um pouco incômodo saber que matamos alguém. Conhecemos a menina durante uma balada, criamos amizade e quando ela contou que a mudaria em breve para Seul, encontramos uma oportunidade de ter mais uma na organização.

Tzuyu demorou uns meses para conseguir se estabelecer em Seul, mas logo decidiu entrar para nossa organização, trabalhando como uma investigadora conosco e operando as câmeras na delegacia onde Nayeon trabalhava.

Eu continuo tentando deixá-las o mais confortável possível. Não apenas por medo delas me abandonarem e decidirem me denunciar, elas eram como minha família e tão especiais para mim que eu nem podia explicar. Saber que elas tinham confiança em mim era ótimo.

Não planejo seguir com isso por muito mais tempo. Já temos 5 anos da nossa organização e isso pode ser perigoso, talvez acabe com o grupo em breve. De qualquer forma, até Nayeon, a que mais tempo me conhecia e me acolheu como uma irmã mais nova, seguiu comigo todo esse tempo, me apoiando e ajudando em tudo que eu precisava. Também já saímos muito do país, juntávamos dinheiro ao longo do ano e até adiavámos nossas férias quando possível, não precisamos muito de identidades falsas então saíamos sem preocupação.

- Jihyo? - Nayeon diz entrando no meu quarto. Ainda vestia a roupa que usou no trabalho, um vestido branco. - Está tudo bem? - Fiz que não com a cabeça antes que eu pudesse pensar, não conseguia mentir para ela. - O que aconteceu? Cólicas? Ou está chateada com algo? - Ela diz se sentando na beira da cama.

- Nada disso. Só estou me sentindo um pouco culpada, sabe? - Me sento na cama e abraço as minhas pernas. - Sinto que estou prendendo vocês.

- Claro que não está! Você sempre deixa claro que podemos ir quando quisermos. Não vamos porque gostamos do que fazemos aqui, entende?

- Você chegou há muito tempo? - Perguntei por ter reparado que ela não trocou de roupa.

- Tem uns 8 minutos. Deixei os dois casos de hoje com as meninas, conversei um pouco com elas e vim te ver.

Os casos estavam diminuindo. Diferentemente de cinco anos atrás, que Nayeon chegava com seis ou sete casos por dia, agora ela nos entrega dois ou três, Tzuyu nos dava casos semanais que também não eram muitos. Em breve não teríamos mais casos.

Ouvi uma batida na porta do meu quarto e mandei ela entrar. Era Tzuyu, vestia uma camisa grande e uma calça, os cabelos presos nem um coque e parecia um pouco...Nervosa?

- Aconteceu alguma coisa? - Digo me levantando rápido.

- Um dos novos casos provavelmente fará parte dos mais complexo do que nós já tivemos. Ou ele será o mais difícil.

Nayeon me encarou séria e levantou, seguindo Tzuyu até o nosso porão, onde organizamos documentos, armas e nossos computadores ficavam. Encontrei Mina, Momo e Chaeyoung sentadas no sofá, Sana mexia em um computador e Jeongyeon no outro, provavelmente organizando dados dos casos.

- Precisamos da sua ajuda, Jihyo. Você é a melhor em localização daqui e precisamos de suas habilidades. - Sana diz e continua digitando. - Esse caso aparentemente será tão difícil quanto os outros que não conseguimos terminar.

- Eu e Sana estamos com a suspeita de que os culpados que acreditamos que eram diferentes, na verdade são os mesmos. Nayeon, precisaremos que você nos ajude com as datas dos crimes também. - Jeongyeon diz tomando a mesma atitude de Sana.

Logo eu me sento na frente do outro começando a ler o mais novo caso. Quando eu terminei a leitura do texto e me levantei, ficando escostada na cadeira. Encarei as meninas e dei um sorriso.

- Recarreguem as armas, vocês vão usá-las. Tzuyu, tente investigar o caso. Momo, Mina e Chaeyoung, leiam o caso e vamos decidir quem irá ficar com ele. Dahyun, leia o caso também e escolha a punição adequada. Irei tentar localizar as pessoas que foram citadas aqui.

A narração da Jihyo foi muito importante para vocês saberem como elas se conheceram e formaram o Twice. Nos capítulos teremos maiores detalhes dos casos antigos, do caso que elas vão resolver também.

Bạn đang đọc truyện trên: Truyen247.Pro