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Positive I've died tonight, no fucking doubt

— Quem ajudou Kim Jennie a fugir? Im Nayeon não fez tudo sozinha — perguntei com a voz firme, encarando a janela da sala de reuniões.

Eu estava de pé, de costas para eles, mas podia sentir os olhares fixos em mim, provavelmente temerosos de uma punição.

— Se ninguém confessar quem ajudou Im Nayeon, todos serão punidos igualmente. E lembrem-se, se mentirem pra mim, será muito pior — coloquei as mãos nos bolsos da calça, observando algumas folhas sendo levadas pelo vento do lado de fora.

— Todos nós ajudamos, senhorita Manobal — Changbin disse, me fazendo olhar para eles por cima do ombro. — Pedimos perdão pela nossa falta de respeito. A senhora nos deu uma ordem, e nós não a cumprimos.

Me virei lentamente para encará-los. Todos estavam de pé, curvados, e em seguida, me encararam diretamente. Seus olhares não demonstravam medo, nem culpa. Estavam sendo os mentirosos que eu ensinei a ser.

— Estou decepcionada. Principalmente com você, Seo Changbin — aproximei-me deles. — Mas devo admitir que estou orgulhosa de não conseguir decifrar o que vocês sentem. Agora, só me respondam: vocês se arrependem?

— Sim — afirmaram em uníssono.

— Vocês sabem que quebrar as regras tem consequências, certo?

— Sim!

— Pois bem... — antes que eu pudesse terminar, a porta se abriu com força, revelando Jennie. Logo em seguida, Nayeon entrou, ofegante, como se tivesse corrido pela casa inteira atrás dela.

— Você não vai punir eles! — Jennie avançou até mim, ficando cara a cara comigo.

— Era pra você estar no seu quarto.

— Era pra você estar morta! Não vê que eles fizeram de tudo pra não atirarem em você? Ontem, todos se uniram pra que você saísse ilesa daquele lugar.

— Não. Todos se uniram pra que você saísse ilesa daquele lugar — respondi calmamente, enfatizando a palavra "você", sem desviar o olhar dos olhos dela.

Jennie me encarou com aqueles olhos felinos e raivosos faiscando de ódio. Um dia esse olhar vai mudar, e ela ainda vai me agradecer por mantê-la viva.

— Você não entende, não é? — Jennie sussurrou, quase com desprezo. — Eles arriscaram tudo, não por mim, mas porque estão cansados. Cansados de viver sob o seu controle, de sofrer por cada pequeno erro. Não é sobre mim, Lalisa. É sobre você. Lá no fundo, você tem medo, e graças a isso, desconta tudo neles.

Mantive minha expressão inalterada, mas as palavras de Jennie martelavam na minha cabeça. Eu sabia que ela estava tentando me abalar, me fazer questionar meu controle sobre tudo, mas não podia demonstrar fraqueza. Me aproximei lentamente dela.

— Você acha que sabe o que tá acontecendo aqui, Jennie? — falei, minha voz baixa e fria. — Acha que entende o que é preciso pra manter todos na linha? Isso não é sobre o que eles querem, é sobre o que eles precisam. E o que eles precisam é de disciplina, de regras. E se você continuar insistindo em desafiá-las, vai acabar se machucando. Ou melhor, você já se machucou — olhei para os machucados que ela fizera na noite anterior.

Jennie não recuou. Pelo contrário, deu um passo à frente, ficando ainda mais próxima de mim. Nossas respirações se misturavam no ar tenso da sala.

— Eu não estou com medo de você, Manobal. Não mais. — Ela olhou diretamente nos meus olhos, desafiadora. — E eu não vou deixar você continuar machucando pessoas que não merecem. Se alguém aqui merece pagar, sou eu.

Eu não disse nada, apenas a encarei, cada músculo no meu corpo pronto para reagir. Por um breve momento, o silêncio entre nós era quase ensurdecedor. A tensão era palpável, e por um segundo, pensei que Jennie fosse me atacar. Em vez disso, ela deu mais um passo, nossos rostos agora a poucos centímetros de distância.

O clima estava carregado de algo perigoso, uma mistura de ódio e algo que eu me recusava a nomear. Jennie estava tão próxima que eu podia sentir o calor de seu corpo, sua respiração batendo contra meu rosto. Por um instante, tudo ao nosso redor parecia se apagar.

Mas antes que qualquer coisa acontecesse, Nayeon finalmente encontrou coragem para intervir.

— Jennie! — gritou, quase desesperada, colocando-se entre nós duas, empurrando Jennie levemente para trás. — Por favor, não faça isso. Não vale a pena!

Só então percebi que seus punhos estavam cerrados, como se fosse me dar um soco.

— Se continuar assim, você vai ficar sem ninguém. Para de matar pessoas sem motivos, sua psicopata do caralho.

— Creio que já não estamos falando sobre punir os meus capangas, né? — perguntei, cínica, sorrindo de canto.

— Ora, sua...

— Leve-a de volta pro quarto, Nayeon — ordenei, sem tirar os olhos de Jennie. — E garanta que ela não saia novamente.

Nayeon assentiu rapidamente, pegando Jennie pelo braço e puxando-a em direção à porta.

— Bom, continuando...

— Senhorita, desculpe interromper. Mas acabaram de me avisar que encontraram Lee Minho — Changbin falou, guardando seu celular.

Meu olhar tranquilo rapidamente mudou, e minha expressão se transformou em raiva. Lee Minho trabalhou para o meu pai e o traiu. Ele abriu as portas para que a máfia italiana entrasse na máfia coreana. A casa onde meus pais moravam foi destruída graças a Lee Minho, que por acaso era o braço direito do meu pai.

Apesar de confiar muito em Changbin, tenho um pé atrás com ele e todos os meus capangas. Nunca confio em ninguém de olhos fechados. Não confio nem em mim mesma, quem dirá nos outros.

Desde então, prometi caçá-lo e matá-lo, pois, graças a ele, minha mãe morreu.

— Onde ele está? Onde o encontraram? — aproximei-me de Changbin.

— Encontraram ele em uma loja de aluguel de ternos. Pelo visto, ele vai se casar semana que vem — afirmou, com as mãos atrás do corpo, sem desviar o olhar.

— Ótimo. Então, no casamento dele, ele vai morrer no altar — falei, caminhando até minha cadeira e me sentando.

Minho traiu meu pai, destruiu minha família, e por isso ele merecia sentir a dor e a humilhação até seu último suspiro.

Começamos a conversar sobre o que faríamos e como mataríamos o Lee Minho.

— Preciso que descubram onde eles vão se casar. Precisamos de um plano pra que tudo ocorra como o planejado — afirmei, pegando uma caneta e rodando-a em meus dedos.

— Dependendo do lugar, precisamos ser cuidadosos com as câmeras — Changbin falou, sentando junto com os outros.

— Nós sempre tomamos cuidado, o lugar tendo câmeras ou não — Jeongyeon falou.

— Então ouvimos os votos, e criamos uma distração? — perguntou Bangchan e eu assenti. — Mas precisamos garantir que a confusão seja grande o suficiente pra desviar a atenção de Minho.

— Bangchan, quero que você e Changbin estejam entre os convidados, infiltrados. Criem caos quando eu der o sinal. Explosões, tiros, gritos, isso não me importa. Quero que todos fiquem ocupados demais pra perceber o que vai acontecer com Minho no altar. E quando a confusão estiver no auge... Jeongyeon, Jimin e Jungkook, vocês ficaram no carro e qualquer movimento suspeito, nos avisem urgentemente.

— Entendido — eles responderam em uníssono.

Cada um deles tinha seu papel definido. Jungkook, nosso especialista em tecnologia, cuidaria das câmeras. Eu confiava nele para desativá-las no momento certo. Bangchan e Changbin criariam a distração, e os outros ficariam de vigia. Tudo parecia estar sob o meu controle.

Mas então, a imagem de Jennie invadiu meus pensamentos. Aqueles olhos selvagens me desafiando mais cedo. Sabia que ela tentaria fugir se descobrisse que eu não estaria em casa.

— E eu? — Nayeon perguntou de repente.

— Você irá junto comigo no carro e nós duas iremos enfrentar o Minho juntas. Receio que não vou precisar de ajuda, mas caso ele esteja armado ou tenha pessoas da máfia Italiana, precisarei de reforços. Pensando por esse lado. Jimin, é melhor você vir comigo também.

— E quanto a Jennie? — Nayeon perguntou.

— Deixem Jennie comigo — minha voz saiu mais baixa, quase um sussurro afiado. — Ela não será um problema. Vou lidar com ela pessoalmente.

Eu podia sentir os olhares trocados entre os capangas. Sabiam o quanto Jennie era imprevisível, mas nenhum deles ousou questionar. Meu controle sobre ela era algo que eu mesma ainda estava tentando entender. Por mais que quisesse afastá-la, cada confronto parecia nos aproximar mais. E quanto mais próxima ela estava, mais difícil era ignorar o impacto que tinha sobre mim.

Foquei novamente no plano. Tínhamos tudo pronto, os detalhes calculados, as rotas de fuga definidas. Mas no fundo, sabia que o verdadeiro desafio não seria Minho ou a execução do plano. O verdadeiro desafio seria lidar com Jennie. Aquela garota me dá mais dor de cabeça do que o Jongin.

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