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Verano cruel | 26

Ela disse: Cuidado, ou você vai enlouquecer
Mas, garota, sou apenas um humano
E eu sei que há uma lâmina onde seu coração está
E você sabe como usá-la
E você pode pegar minha carne se quiser, garota
Mas, amor, não abuse
Estas vozes na minha cabeça ficam gritando: Corra, agora
Estou rezando para que eles sejam humanas

─ Consume, Chase Atlantic

🎨

C a p í t u l o  v i n t e  e  s e i s

“Verano cruel”

Tudo havia começado com uma simples troca de olhares.

Olhares supérfluos.

Olhares ambíguos.

Contudo, a intensidade das íris castanhas levaram ao toque proibido.

Com todo ardor de seus pulmões, ela desejou que aquele momento fosse duradouro até que não restasse mais ar.

Poderia vir de uma euforia veloz. Uma epifania dos sentidos provocados por ele, mas Eleanor queria ir além.

Com ele ao seu lado.

Aquela noite era a definição de caos.

Havia começado com ela sendo um pouco louca – talvez muito. A ida ao bar com uma única intenção, vê-lo pela última vez. Eleanor pensou que seria apenas um beijo ou alguns toques íntimos, ela pensou que iria passar dos limites?

Não sabia. Parcialmente sim, contudo imaginou que resistiria ao ar sombrio de Taehyung.

Doce engano.

Era difícil acreditar que ela deu o primeiro passo, subiu em cima dele e gozou em seus dedos, ainda mais que os tremores estavam presentes em seu corpo, mesmo que estivesse sentada no banco como uma moça recatada, agindo normalmente.

Seus lábios formigavam do beijo punitivo, do jeito que Kim a devorou inteiro e não deu espaço para respirar.

Jesus, quando ela havia se tornado uma maldita masoquista?

Puta merda, ela não tinha noção que tinha se inscrito para isso.

Kim nunca havia escondido sobre sua obscuridade e suas tendências duvidosas, ele a avisou, precisamente alertou o que viria.

Mas o que a morena fez? Ignorou todos os alertas e seguiu em frente.

Porque a perda de controle era sua liberdade.

Apreciava a sensação do proibido, daquilo escondido nas sombras, preso em trevas perigosas.

O carro desacelerou até parar em frente a um edifício simplório, a arquitetura antiga em conjunto com a atualidade. Cores claras entram em contraste com um visual gótico.

─ Sair. ─ a voz de Taehyung é inexpressiva, quase sem emoção, fazendo sua pele se arrepiar.

Assim que o rapaz saiu do automóvel, Eleanor soltou seu cinto de segurança e tropeçou para fora. A ventania gélida soprou em seus cabelos, tornando aquela noite ainda mais singular.

─ Me siga. ─ Taehyung instruiu, com tom mais caloroso.

A morena apertou os lábios e andou ao lado dele, braços cruzados, corpo rígido e nervosismo borbulhando em suas veias em vez de sangue.

Ao pisar no local, sentiu a diferença que os distanciava, Eleanor estava acostumada a lugares brilhantes, chamativos, semelhantes aos palácios de séculos passados. O lugar onde Kim vivia era monótono, vazio e sem vida, as paredes cinzas até a iluminação inexistente, era como se a atmosfera combinasse com o morador.

Após alguns minutos silenciosos no elevador obsoleto, focou sua atenção quando Kim chegou ao seu apartamento, o interior era mais intimidante que o exterior, considerando o papel de parede sem cor, móveis clássicos e ambiente nostálgico. Um sofá espaçoso, mesa de centro repleta de DVDs antigos, uma estante de livros no canto.

Eleanor entrou com cuidado, reparando o gesto de Kim ao tirar seus coturnos e colocar um sapatos simples e confortável.

Taehyung se retirou por um momento antes de voltar com outro par de calçados macios e oferecê-los a mais nova. Cuidadosamente a morena apreciou o gesto, ainda insistente seus olhos percorriam pelo local como se fosse tentar descobrir algum segredo do rapaz, mas além dos discos antigos e livros, não havia fotos ou qualquer identidade que ligavam o espaço à personalidade do cantor.

Eleanor não pode evitar se sentir ainda mais curiosa sobre ele.

Kim andou até a cozinha, vasculhando até os armários à procura de algo, retirou duas taças de vidro, em seguida se dirigiu até outro armário, encarando o que estivesse ali dentro com dúvida, balançou a cabeça frustrado até voltar sua atenção para a mais nova.

─ Prefere vinho tinto ou branco?

A garota piscou confusa.

─ Tinto, por favor.

Kim assentiu brevemente, preenchendo as taças com o líquido alcoólico.

A garota sentia suas mãos suando, seus batimentos acelerados e incontroláveis, não que ela esperasse logo um sexo sem compromisso, todavia, aquela tensão crescente criava um peso em seus ombros, o que ele estava planejando? Por que toda essa enrolação? Era algum tipo de jogo sádico dele?

Sentindo o nervosismo evidente da garota, Taehyung não conseguiu evitar sorrir, presas normalmente fogem de predadores, indefesas e corajosas, lutam até o último suspiro pela sobrevivência. Todavia, a curiosa morena com rosto ingênua e mente pecaminosa havia cometido o erro em subestimar o que viria a seguir, ele marcaria a pele macia e repleta de sardas, destruiria o que ela pensava ser somente uma noite. Kim gostava da destruição, do caos iminente nas mentes humanas e ela seria sua diversão, um deleito de luz preenchendo a escuridão.

Segurando a bainha da blusa, ele retirou a peça, deixando seu peitoral exposto caminhou até Eleanor.

A jovem arfou.

O moreno tinha algumas tatuagens na pele, desde citações de filósofos e romancistas, até o modelo de seu carro e a pintura “noite estrelada” de Van Gogh, nessa última em específico ela não evitou a atenção. A garota já havia visto alguns garotos sem camisa, especificamente alguns colegas antigos em festas na piscina, não naquela situação, porém as linhas poderosas e fortemente musculosas do torso dele excederam qualquer coisa da sua imaginação.

Ombros largos e musculosos e peitoral forte e definido afunilavam uma cintura magra, com cada músculo abdominal nitidamente delineado.

Seus músculos abdominais ondularam quanto ele deu uma risada curta e áspera.

─ Gosta do que ver?

Kim puxou o corpo da menor mais próximo, seus dedos traçaram um caminho pelo pescoço pálido da mulher, ignorando os arrepios de seu corpo, forçou seu olhar para o rosto dele.

─ Algumas dessas tatuagens tem algum significado?

A expressão em suas feições duras fez a  respiração da mulher travar.

─ Sim, querida. Esses desenhos possuem histórias que nem sua mente inocente conseguiria ouvir, elas são cruéis e violentas, dolorosas e sangrentas demais para esse momento.

Eleanor engoliu em seco, recuando instintivamente, e ele veio atrás dela, cada passo soando como um predador. Seu pulso saltou mais alto quando suas costas bateram na parede e ele pairou sobre ela.

Taehyung agarrou suas bochechas, fazendo beicinho em seus lábios, e se inclinou, íris âmbar queimando nela.

─ Agora não existe mais escapatória ─ sua voz saiu áspera e sombria ─ Debaixo dessas tatuagens possuem histórias assustadoras, uma pele espancada tantas vezes que você nunca conseguiria olhar, mesmo que estivesse preparada.

Ele enrolou outra mão no cabelo da mais nova, seu olhar a queimava viva enquanto continuava densamente.

─ São as minhas regras, eu tenho você agora e não vou deixar você ir. Então, lembre-se que foi sua escolha, ángel.

De alguma forma, Eleanor encontrou um pingo de sarcasmo.

─ Você fala muito Kim.

Seu rosto se contraiu, abrindo novamente um sorriso cruel e perigoso.

─ Que assim seja. Pelo resto da noite, porém você não vai conseguir dizer nada.

E movendo sua mão para envolver sua garganta, ele esmagou seus lábios no dela.

• • •

Kim explorou sua boca com a mesma crueldade que aplicou para aprisionar a garota em suas promessas. Sua língua varreu profundamente, e a garota pegou um leve toque de vinho em seu hálito, saboreou a vitória dele sobre ela enquanto seu corpo inflamou com o fogo familiar. Instintivamente, levantou suas mãos para agarrar os músculos duros de seus ombros. A pele do rapaz era quente e suave sobre suas palmas, e ela se viu correndo as mãos pelos braços poderosos, seus lados, suas costas, procurando mais enquanto ela imponente retribuiu o beijo.

Seu aperto na garganta não era forte o suficiente para restringir a respiração, mas sua cabeça ainda girou por falta de oxigênio enquanto Kim se acomodou mais firmemente sobre ela, o peso duro e pesado dele impedindo seus pulmões de puxar ar suficiente. Ou talvez era apenas sua mente rotulando o controle magnético dele em suas entranhas, ele era como uma espécie de demônio, aprisionando-a em um pesadelo erótico, um sonho sombrio.

Eleanor deveria estar lutando, arranhando e chutando para fugir, o feitiço traiçoeiro que ele havia lançando mexia com seus pensamentos, mas ao invés disso, a morena arqueou febrilmente contra ele, suas coxas se separando para embalar a protuberância dura no jeans dele contra a parte que pulsava com uma necessidade desesperada por ele.

Um grunhido baixo soou de sua garganta, e Kim arrancou os lábios, respirando profundamente. Olhando para a mulher, o marrom escuro transmitia um olhar ardente. As testas encostadas seguravam o fio de ar suficiente para preencher os pulmões.

Eleanor traçou seu dedo pela costela do moreno onde havia a tatuagem de Van Gogh, sentindo seu coração emitir uma frequência absoluta de batimentos.

─ Você... ─ a voz saiu baixa e rouca.

─ O que acha de uma bebida?

Sem dar chance da garota de responder, ele se afastou rapidamente, deixando-a atordoada com a mudança repentina.

Taehyung voltou novamente para o balcão, sem deixar explicações para a garota confusa com sua atitude. Temerosa, o seguiu lentamente.

─ Beba, Eleanor. ─ ordenou direto, com olhos famintos acompanhando os passos da morena.

Antes que a jovem pudesse segurar a taça, Kim de repente agarrou sua cintura e colocou seu corpo encima do balcão. Com um sorriso obscuro em sua face ofereceu a bebida.

Hipnotizada pela fome sombria nas íris misteriosas, engoliu o líquido agridoce rapidamente.

─ Isso mesmo, agora me mostre como você é uma boa menina e tire seu vestido.

Eleanor piscou, sentindo sua pele formigar.

─ Eu...

─ Agora, ángel. ─ seus olhos brilhavam no interior denso do apartamento e quanto sua voz ficou perigosamente sedosa.

Sentindo o sangue correr em uma velocidades alucinante pelas veias, as mãos trêmulas seguraram o tecido vermelho puxando a peça do corpo, sentindo-se exposta demais, segurou o vestido entre os seios sem o sutiã. Somente ela estava naquele estado vulnerável e ansioso, conquanto ele permanecia quase intocável.

─ Você não vai beber também? ─ agarrando toda coragem que tinha, segurou o desejo doentio refletido na face do mais velho.

Taehyung a ignorou. Inspecionando cada pedaço exposto da garota, ele queria deixa-la no estado mais trêmulo e bagunçado possível.

Afastando os poucos centímetros de distância, seus dedos quentes roçaram na cintura da morena, enviando arrepios por seu corpo. O rapaz segurou com firmeza o pano que a cobria, jogando-o no chão.

Um rubor desconhecido tomou conta das bochechas da mais nova, a respiração era densa e ansiosa.

─ Eu vou, querida, só que de uma forma diferente.

Antes que ela pudesse raciocinar, Taehyung segurou a taça com o vinho e derramou sobre os seios eriçados, a bebida fria desceu pela pele sedosa, gotas tocaram suas coxas e escorriam abaixo.

Sem dar a chance de responder, Kim inclinou a cabeça e fechou os lábios ao redor do mamilo esquerdo de Eleanor. Sua boca era macia e molhada, a respiração escaldante enquanto suas bochechas ficaram vazias pela sucção, a mulher sentiu um puxão profundo em seu núcleo. Suspirando com a força disso, com a súbita atenção erótica, ele repetiu a ação no outro mamilo.

Porra. Porra.

Eleanor apertou os olhos fechados e enterrou seus dedos no cabelo de Taehyung conforme ele arrastava a boca aberta pelo seu corpo, rasgando o que resta de sanidade que havia na vida. Cada célula de seu corpo estava no limite, cada músculo tão tenso que estava tremendo, ondas de calor irradiaram para fora de seu núcleo enquanto o homem circulou seu umbigo com a língua, então ele se moveu para mais baixo e seu hálito quente tocou sua carne macia antes de seus lábios pressionarem seu sexo.

Taehyung se banqueteava com ela em mordidas suaves e gentis, lambendo suas dobras externas, não o centro latejante de nervos dentro, mas a cada lambida, mordida, cada roçar de seus dentes provocaram sua resistência. Prazer doce e afiado pulsava através dela, como se estivesse fazendo diretamente em seu clitóris.

─ Por favor... ─ arqueou os quadris, precisando de mais, buscando mais ─ Por favor, Taehyung.

Mais uma vez ela a ignorou. Prendendo suas coxas tensas com as mãos fortes, ele continuou seu tormento da sua carne, os beijos e as mordidas tão leves que quase a leva a combustão. Eleanor estava ofegante, as unhas cravadas no couro cabelo de Kim, mas ele perseguia sua agenda tortuosa de prazer e a tensão cresceu até que a mulher estava vibrando com ela, até gemidos e pedidos incoerentes escapem de sua garganta. Só então Kim abriu suas dobras com a língua e pressionou a boca sobre seu clitóris dolorido e latejante.

A garota suspirou, se esforçando para cima contra seu aperto enquanto o prazer se colidiu com a dor, espalhando-se tão enlouquecidamente quando ele mantinha um ritmo pecaminoso, sua língua úmida e habilidosa a prendeu em equilíbrio entre o êxtase e agonia. Estava suando, queimando, tremendo, com batimentos frenéticos, preste a explodir, e então, Kim deslizou um dedo dentro dela, empurrando-o profundamente em seu canal encharcado, curvando-o exatamente no ponto do prazer, e com isso feixes de luzes aparecem em sua visão quando ela explodiu.

Eleanor gozou tão forte que suas pálpebras tremeram, e cada parte de seu corpo virou uma bagunça manchada pelo orgasmo alucinante, um onda de êxtase trovejou sobre ela, fazendo seus músculos internos se contrariem e deixando sua mente total e completamente vazia.

Ainda estava a deriva do prazer do prazer quando Taehyung se moveu sobre ela, cobrindo-a mais uma vez com seu corpo. Suas pálpebras pesaram quando o encarou, a mandíbula dele estava tensa e a testa manchada com pequenas gotas de suor enquanto ele se acomodava sobre a garota corada. Sua expressão era implacável, determinada, e uma pontada de inquietação penetrou na névoa sensual que a envolvia enquanto, com clareza notória, lembrou que aquele era seu primeiro contato sexual com alguém. Uma das vantagens que seu pai tanto se gabava por tê-la vendida era ser entregue virgem, por isso ele fez o possível para mantê-la dentro da mansão Davis.

─ Taehyung, eu... ─ molhou os lábios, seus batimentos acelerados com a memória deles mais cedo no camarim, a enorme pressão de seu pau começando a empurrar dentro dela.

Ele a beijou, diferentemente de mais cedo, ela foi enfeitiçada em um beijo doce e terno. A morena podia sentir seu gosto nos lábios dele, e a incrível lembrança do que ele fez e do prazer que a fez sentir reacendeu o calor dentro dela.

─ Serei gentil.

Taehyung garantiu sussurrando, separou-se por um instante para colocar o preservativo em sua ereção.

Seus lábios eram macios no dela, as carícias de sua língua suaves e calmantes, Eleanor se encontrou derretendo contra seu toque apesar do seu medo, mesmo quando sentiu a ponta larga do pau de Kim empurrando em sua entrada.

Começou por uma pressão de alongamento desconhecido, com a lubrificação facilitando o caminho, contudo, o estiramento aumentou e começou a arder enquanto sua carne resistia a penetração. Eleanor ficou tensa, sua respiração travada.

─ Você é virgem, pequeno anjo? ─ o timbre rouco soou sombrio e distorcido em seus ouvidos zumbidos.

Respirando com dificuldade, encontrou seu olhar enquanto um flash ofuscante de luz só lado de fora iluminou o local, seguido por várias buzinas de carro.

─ Termine com o que você começou, seu louco sádico.─ sussurrou em uma expressão trêmula, um brilho desconhecido tomou conta de Taehyung.

Num piscar de olhos, ele a pegou em seus braços e a garota o agarrou enquanto Taehyung tirava as calças e a cueca boxer.

Ainda dentro dela, ele entrou em seu quarto. Kim fez sem esforço, como se a garota não pesasse nada, seus passos poderosos ocupando a distância rapidamente.

Kim empurrou uma porta e a colocou na cama, pairando sobre ela.

Suas mãos envolveram a garganta da mais nova enquanto ele empurrou mais fundo, mas em um ritmo sem pressa. O som do pênis dele manchado com seu sangue e a excitação ecoaram no ar como um afrodisíaco.

Com seus olhos fixos um no outro, Eleanor percebeu o exato momento que o autocontrole do homem se quebrou. Um estremecimento percorreu o corpo poderoso e com um grunhido gutural, ele surgiu nela, penetrando-a todo o caminho em um impulso brutal. Lágrimas que ela estava segurando vazaram dos cantos dos seus olhos enquanto Kim ajustava seu peso sobre ela.

─ Sua boceta me abraça tão bem, àngel– impulso. ─ Você não acha isso?

Suas coxas tremeram e o prazer deu um nó em sua barriga, a lenta dor misturou-se com o prazer. A mulher segurou os braços musculosos, precisando de uma âncora, algo que a puxasse da neblina sensível.

Quanto mais ela a provocava com mordidas em seu pescoço, mais forte era o fluxo de sua excitação. Quanto mais profundo suas estocadas, mais rápidos gemidos incontroláveis saiam dela.

Mais sons ilegíveis soaram no ar quando ele girou os quadris, puxou para fora e bateu de volta. Suas costas se arquearam enquanto sua boca se abriu e fechou silenciosamente.

─ Pegue até o último centímetro, Eleanor, você é uma boa garota, certo?

A morena fechou seus olhos, não querendo que ele enxergasse a derrota em seu olhar.

─ Olhe para mim. ─ o homem ordenou com a voz rouca, e a garota não tinha escolha a não ser obedecer.

Abrindo seus olhos, a mulher sustentou seu olhar até começar ele puxar para fora novamente, apenas a coroa permaneceu dentro, e então empurrou de volta.

─ Sim, Kim.

Eleanor não sabia se estava louca demais para ser curada, mas seus quadris balançaram a cada impulso. Kim a tomou com toda selvageria que ele manteve controlada, cada golpe brutal de seu pau a enchia, estocadas profundas mexiam com seu controle a levando cada vez mais alto até que cada músculo de seu corpo tremeu e liberou enquanto ela gritava seu nome.

Taehyung retirou as mãos de sua garganta e enxugou a lágrima nos cantos dos olhos, depois levou-a aos lábios enquanto murmurou:

─ Vícios destroem, pequeno anjo, e irei adorar fazer isso com você.

Então ele gemeu e empurrou ainda mais fundo antes de estremecer sobre a mulher em sua própria libertação com jatos longos e quentes.

Eleanor poderia aceitar um vício. Afinal, era isso que pensava dele também.

Vícios eram prazerosos na mesma proporção que destruidores.

Algo que a levaria até a ruína... especificamente até ele.

✒️

Continua?

Então minha gente, o que vocês acharam do capítulo?

Valeu a pena esperar os refrescos?

Me desculpem pela demora, eu estava louca com vestibular e Enem, o meu tempo foi corrido demais e não tive oportunidade de sentar e pensar.

Gente, o que vocês acataram desse momento do nosso casal?

Novidade para vocês, todas as quintas ou sexta-feiras vai ter atualização de LIYE, já tenho ideia de quantos capítulo a história vai ter, então se preparem porque no planejamento deu 75 a 80 capítulos, tem muita coisa para acontecer.
O próximo capítulo tá mais fofo, dessa vez é verdade.
Se você que acompanhar spoilers e novidades de LIYE, me siga no Instagram @fanficbts47

Capítulo postado dia: 11/01/2024
Próximo capítulo dia: 18/01/2024

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