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Capítulo 2: Mobius?

《 Narradora 》

Em um total de 10 dias todos os sequestros aconteceram. Hyunjin, a que estava lá a mais tempo, já começava a sentir as consequências de estar em um quarto escuro e sem janelas. Todas sentiam desconforto na situação em que foram colocadas, mas saber da presença das outras parecia ser um bom conforto.

Haseul foi a que mais ficou atordoada, trocou de personalidade tantas vezes que Yeojin, Vivi e Yerim  começaram ficarem preocupadas, principalmente quando ela precisou tomar calmantes por estar tão nervosa. Infelizmente, muitas das vezes elas não conseguiam adormecer, não apenas as amigas da menina, todas tinham suas preocupações e motivos da insônia frequente.

Quando Chae Won despertou, um pouco mais de ansiedade surgiu nas onze, queriam saber se mais alguma chegaria, mas torciam para que não. Logo após uma refeição fraca e não muito nutritiva, um homem que aparentava ser bem mais velho, usando roupas casuais e tênis entrou, como se soubesse exatamente que ela acordou.

— Vocês devem estar se perguntando o motivo de estarem aqui. — Ele circulava pelo quarto, observando as meninas. — Devem estar desesperadas, assim como a polícia que está atrás de vocês firmemente.

As mais novas, Yeojin, Chae Won, Yerim e Hyejoo, estavam tremendo, enquanto Haseul estava numa guerra contra a outra personalidade que queria entrar, Hyunjin, Heejin, JinSoul, Vivi e Ji Woo estavam tentando manter a calma, embora estivessem próximas a um esgotamento nervoso, Soo Young e Jung Eun estavam prestes a socarem a cara do sujeito na frente delas por fazerem as outras, embora algumas desconhecidas, estarem sofrendo tanto.

— Vocês entenderão, mas agora me vão me achar completamente louco. Mas acreditem, eu não sou o louco da história e sim vocês.

— Eu quero sair. — Haseul diz com a voz firme após quase perder a guerra que tomara seu coração. — Não aguento mais oscilar tanto entre personalidades, nem depender de remédios.

— Você irá sair. — Ele diz se abaixando na frente dela. — Irei explicar nosso jogo.

Ele levantou e observou com um sorriso os olhares aterrorizados e cansados delas. Apenas 1 refeição por dia, poucas horas de sono, era exatamente o que ele esperava.

— Já ouviram falar de algo chamado Mobius? Uma dimensão exatamente igual, mas completamente diferente.

—Está zoando? — Haseul começava a perder e sua personalidade masculina começava a aparecer, embora lutasse bravamente contra. Batia os pés contra o chão, em um ritmo rápido e ansioso, até parar bruscamente, fazendo o silêncio reinar por poucos minutos.

— Em algumas horas estarão nesse Mobius por 1 mês e para saírem, terão que encontrar umas as outras.

— Mas já estamos juntas aqui nesse lugar. — Soo Young disse em um tom confuso.

— Mas não estarão em breve. Vocês estarão em Seul, irão ver todos, mas não verão vocês, ou ouvirão, ou sentirão. Vocês serão menos que fantasmas, porém mais do que são agora no final.

Ele dá uma pausa, não esperava as meninas compreendessem seu raciocínio, mas ficou imensamente surpreso quando Jungeun e Haseul começaram a gargalhar, enquanto as outras o olhavam como se ele tivesse dito a maior asneira do mundo. Ele ignorou as risadas e voltou a explicar, tinha a certeza de que elas não ririam no final.

— Vocês terão 1 mês para se encontrarem, seja todas, ou em duplas, trios, quartetos, tanto faz. Vocês terão até dia dezenove de fevereiro. Estaremos observando vocês, saberemos caso se encontrem ou não até a meia-noite do dia dezenove, nesse dia quem estiver sozinha morre.

Todas ouviam aquilo pensando que era um completo absurdo. Como que ele as colocaria em uma outra dimensão? Mas a simples citação da palavra "morre" foi suficiente para colocar medo. Mesmo que a maioria ali não vivesse como tinha vontade, não queriam morrer

— Acho que quem vai gostar muito do Mobius é a Haseul. — Ele diz, logo recebendo olhares chocados.

— Como assim eu? — Com a surpresa, a personalidade masculina foi se enfraquecendo, agora quem queria tomar conta era a feminina.

— No Mobius é impossível trocar de personalidade, você vai ficar com apenas uma delas durante 1 mês.

Haseul arregalou os olhos, o emocional dela dizia "isso é bom", o racional dela insistia em achar que era tudo enganação.

— Não sentirão sono, fome, dor, sede, não engordarão ou emagrecerão, também não se assustem se não sentirem seus corações baterem, não vão morrer por enquanto. Podem bagunçar a casa inteira, mas ela continuará o mesmo para os outros que verem.

Yeojin sentiu uma preocupação já que morava com o irmão, como seria poder falar com ele mas não ser ouvida, ou ao menos sentida?

Elas estavam começando a acreditar naquilo, Yeojin foi a primeira pelo espírito infantil nela, pela fantasia de que tudo era possível.

— Vocês duvidam agora, mas não vão quando gritarem e ninguém ouvir. Não vão quando não sentirem o batimento cardíaco de vocês e nem a respiração.

Em resposta a essa fala, Chaewon começou a chorar, desolada de preocupação. Sentia seu corpo inteiro tremer e o medo crescia cada vez mais. Ela não queria acreditar, mas também não queria correr o risco de morrer.

— Algumas de vocês já se conhecem, não é? Haseul e Yeojin, vocês conhecem Yerim e Vivi. Vivi, você conhece Sooyoung e Jiwoo. Heejin, você conhece Yeojin e Hyejoo. Mas vocês não são completamente desconhecidas, vocês se conhecem de outras vidas, se conhecem mais do que imaginam.

Ele andou novamente pela sala, como se conhecesse cada pensamento das garotas na sua frente. Quase todas haviam mudado de ideia, mas Jungeun e Haseul ainda não.

Hyunjin ligeiramente pensou nele. Agora ela realmente apenas o observaria e iria embora, talvez não tivesse mais a chance nem de ser tocada por ele outra vez.

— Vamos começar o jogo logo, exatamente na meia-noite vocês sairão daqui.

— Como? — Haseul disse, ainda se negando a acreditar.

— Voltando ao lugar onde foram pegas. Nisso, podem voltar pra casa, irem na polícia, procurarem ajuda, mas as duas últimas ações que eu citei vão ser inúteis.

Ao reparar o silêncio, o homem resolveu sair do quarto, dando alguns passos até a porta, quando foi interrompido pela voz de Jinsoul:

— Espera! Você é o "chefe"? — Perguntou fazendo as aspas com os dedos indicadores e do meio.

— Não, cumpro apenas ordens. — Abriu a porta e saiu da sala

Jiwoo se aproximou da loira de vestido roxo que estava chorando. Sentia uma enorme vontade de consolar a menina. Chaewon sentiu a menina se aproximar e olhou para ela.

— Perdão, esqueci seu nome. — Jiwoo diz olhando pro chão.

— Chaewon, me esqueci do seu também, não se preocupe...

— Jiwoo. — Ela diz se sentando. — Quer... um abraço? — A menina perguntou timidamente, com medo de como seria recebida, mas foi acolhida com um abraço caloroso por parte de Chaewon e se sentiram muito bem nos braços uma da outra.

Soo Young levantou do chão e foi em direção a Vivi, se sentando do lado dela e a abraçando. Embora as palavras nunca tenham sido ditas, ambas sabiam que se amavam desde que começaram a serem "amigas" — porque sabiam que queriam ser muito mais que amigas.

Heejin se aproximou de Hyunjin ao ver os olhos dela se lotarem de lágrimas. Com o objetivo de ajudá-la, se sentou ao lado dela e começou a cantarolar. E Hyunjin, se concentrando na linda música, se acalmou.

— Qual é o nome dessa música?— Hyunjin pergunta encarando a garota. Logo começaram uma conversa sobre composições de músicas.

Jungeun batucava os dedos na perna. Ver quase todas as garotas ali acreditando que aquela loucura era real a fazia considerar a ideia de que realmente era. Olhou para um ponto específico do local, logo depois se levantando e seguindo até Jinsoul, que estava balançando frenéticamente as pernas. Com um abraço ela confortou aquela garota, que era uma "desconhecida" muito mais conhecida do que ela imaginava.

Yeojin estava ao lado de Haseul o tempo inteiro, se recordando da promessa que fizeram ainda como crianças.

"— Mas você quer mesmo? — Haseul diz enquanto se equilibra do meio-fio.

— Eu quero. — Yeojin estava observando Haseul como se fosse o ser humano mais incrível do mundo simplesmente por se equilibrar no meio-fio.

— Você vai ficar comigo? Mesmo? — Haseul diz com os olhinhos brilhando e com o mais honesto dos sorrisos no rosto.

— Uhum, porque eu você é muito legal! — Yeojin diz abrançando Haseul.

— Promete? — Diz levantando o dedinho mindinho.

— Prometo. — Yeojin diz passando o dedinho mindinho pelo de Haseul"

— Você vai ficar comigo? Mesmo? — Yeojin repete a fala de Haseul de tantos anos antes.

— Vou, porque você é muito legal. —Haseul sabia do que ela estava falando, inúmeras trocas de personalidade não a faria esquecer da entrada definitiva da melhor pessoa que passou pela sua vida.

— Promete?

— pPrometo.

Mesmo se distrando com quem se aproximou, com Hyejoo e Yerim, a noite chegou, mesmo que elas não soubessem, e receberam uma refeição pequena e Haseul estranhou não ter recebido o calmante naquela noite.

No lado de fora o tempo era frio e ventava um pouco, ao contrário da sala que estava quente como um forno, foi essa diferença que as fez perceber, quando estavam quase adormecidas, que não continuaram no mesmo lugar de antes.

Heejin conseguiu reconhecer onde apareceu, sendo em frente da porta da casa de sua patroa. Hyunjin também ficou em frente de uma porta, mas de sua própria casa. Haseul estava na esquina que levava até o seu terreno. Yeojin estava na mesma rua que usava para voltar do teatro. Jungeun pouco reconheceu do local, mas percebeu que estava na mesma construção circular de antes. Jinsoul estava na frente do pet shop onde trabalhava. Yerim não conseguiu descobrir onde estava por estar escuro, não conseguindo enxergar muito mais a frente. Sooyoung reconheceu que estava na rua próxima da balada que foi junto de seus amigos após o sequestro de Vivi. Jiwoo estava na frente de um prédio, aquele mesmo que ela trabalhava. Chaewon estava na sala de sua casa, logo indo até o interruptor para acender as luzes. Hyejoo estava no terraço do prédio onde morava com sua madrasta antes de ser expulsa.

Todas queriam saber o que de fato aconteceu, elas sabiam que o que passaram no quarto não fora um sonho ou um delírio coletivo então qual era a explicação para o que acabou de acontecer? A resposta é: o Mobius é real, tão real quanto a certeza de que o sol sempre volta. Dessa forma, Haseul e Jungeun, as únicas que ainda tinham suas dúvidas sobre a veracidade do assunto, perceberam o equívoco assim que conseguiram raciocinar de forma clara.

Sooyoung via as pessoas passando, assim como Hyejoo via o movimento na rua, se sentindo deslocadas. Um sentimento estranho tomou conta de Chaewon e Jiwoo ao notarem a falta de batimentos embaixo do peito. Haseul se sentia diferente e notou que não havia mais a guerra no coração, como uma faísca de uma vela, a felicidade surgiu para a garota enquanto o desespero predominava em Yeojin, que corria desesperadamente para casa, precisava ter certeza de que aquilo era real, mas abrindo a porta viu seu irmão deitado no sofá, adormecido.

— Irmão! — Ela diz gritando e indo em direção a ele. Ao contrário do que imaginou durante o caminho, ele não acordou falando "Me deixa dormir, pirralha" ou algo do tipo como sempre fazia, ele permaneceu adormecido e Yeojin caiu em lágrimas.

Yerim ouvia os barulhos das cigarras, tendo apenas a iluminação fraca das estrelas por ser noite de lua nova, ao contrário de Hyunjin e Heejin, que tinham a luz artificial das lâmpadas, mas assim como JinSoul, apenas continuava a andar, sentindo-se estranha, quase não se reconhecendo.

Percebendo que não tinha solução, decidiram seguir o caminho, mesmo que no completo escuro, procurando suas casas ou entrando, já que a maioria tinha em mente que começariam a procurar no outro dia, porque mesmo não correndo nenhum perigo seria melhor e mais fácil de procurar na luz do dia.

TO BE CONTINUED

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