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Ps: Quem é ele?"

Carta 2:11: " Ps: Quem é ele?"

- Jeon Jungkook, pare já!- Minseok usou sua voz de comando de ômega para tentar chamar a atenção do lobo, não que conseguisse se impor perante aquele gama, mas queria ao menos que aquela maluco descontrolado lhe ouvisse.

- Nao me peça para parar!- Jungkook rosnou, tendo um pingo singelo de consciência que o fazia não utilizar sua voz de comando.

- É daqui direto pro hospicio.- Jongdae bateu contra sua testa com a palma da mão, frustrado.

Ambos os alterados estavam na sala do trono, junto com demais pessoas. O motivo de tal reunião foi Jimin ter sido atacado, o que não deixou Jungkook muito feliz.

Sendo Jungkook, um gama sem controle na sua pior face, este tentava de todo modo se rebelar, deixava Minseok louquinho da silva.

Não que ele já não fosse.

Este ser era muitíssimo irritante quando queria, tenha dó.- Foi o que Minseok pensou. Seu sobrinho já podia se considerar Deus por suportar esse gama estressado.

- Ervilha! Vamos conversar e resolver como adultos, Jeon Jungkook?- Minseok esbravejou finalmente tendo a atenção que queria do gama.

- Certo!- Jeon bufou contrariado.- Não aceito que me neguem. Quero Jimin aqui, nesta terra, neste reino, neste castelo e ao meu lado o mais rápido possível.- Foi firme.

- Jungkook...- Jisang tentou falar, porém sua fala fora cortada.

- Não percebem que não tem como ele ficar naquele reino por mais tempo? Tem noção que lá é totalmente diferente daqui? Ele foi atacado! E eu estou quase ao ponto de atacar também, quero meu soulmate de volta em casa.- Jungkook não falava, ordenada, até mesmo os alfas lúpus que estavam na sala, mesmo sem Jeon ter usado a voz de comando, sentiam vontade de obedecer-lo. De beijar seus pés.

- Jimin não quer voltar.- Foi Yixing que disse. O ômega mais velho parecia mais triste e acabado desde que o filho fora levado para um lugar a qual não teria segurança. Estava acuado nos braços de Suho, que fazia carinhos tentando transmitir algum consolo, mesmo que fosse impossível.

- Como?- Mesmo irritado, Jungkook baixou a voz e falou com cuidado ao ômega mais velho, o pai do seu lupino.

- Jihoon enviou uma nota a uma hora atrás. Fora Jimin que escreveu. Confio em Jihoon para saber que ele não fingiu escrever por Jimin.- Jisang falou.

- E o que ele disse?

- Leia a nota, Jongdae-ssi.

Jongdae assentiu curvando-se, indo em seguida até o pequeno púlpito bem decorado, que ficava um pouco atrás do trono no seu lado esquerdo. Nele havia o eletrônico mais bem protegido do reino.

" Coréia do Norte, Palácio central.

Olá, é Park Jimin quem escreve.
Mesmo abalado com a situação, que não tem sido fácil e com os recentes acontecimentos que marcaram meu ser.

Não desejo que me tirem daqui ainda, preciso ajudar o povo, e tenho idéia que o tempo que passei aqui, não foi o suficiente para pôr em ordem as coisas no nosso reino.

Tenho também alguns assuntos para resolver por aqui, descobri algumas coisas e me sentiria muito mal se não continuasse a fundo. Quem tem ciência que algo maldoso acontece com alguém inocente, e não faz nada para ajudar, se torna cúmplice da maldade e tem tanto sangue nas mãos quantos os assassinos.

Quero estar com vocês, minha verdadeira família, logo.
Mas não é chegada a hora.

Desculpa, Jungkookie, não posso voltar agora.
Obrigado por me proteger, meu lobo também te agradece.
Tente não surtar muito, por favor, fico apreensivo.
Aguente por nós, eu amo você. O seu filhote também.

Ps: Jihoon falando, seu ômega amadureceu, Jungkook."

Jungkook abaixou a cabeça ao ouvir as palavras de Jongdae, atordoado com tudo que fora dito. Seu ômega ainda queria estar lá, enfrentando perigos, somente para ajudar as pessoas. Se sentia orgulhoso pelo ômega viciado em Crepúsculo. Jungkook sentia o amor que Jimin tinha por si, apenas ouvindo as palavras. Sentiu vontade de chorar quando seu amado mencionou o seu filhote.

Se sentia como um bebê, como um perdido, um mero peregrino.
Amava tanto Jimin, odiava o fato de ele estar longe.

- Ele escolheu, Jungkook.- Jisang falou.

- Se não tivesse escolhido, vocês o fariam por ele.- Mesmo emocionado, não ia deixar de retrucar.

- Por livre espontânea vontade barra livre espontânea pressão.- Chanyeol resmungou audível.

Eles davam um ótima dupla, dois surtados juntos.- Pensou Baekhyun.

- Sabe, a minha única preocupação, senhoras e senhores, foi você ter sentido mais do que deveria sentir em relação ao meu sobrinho, gaminha estressado.- Minseok falou.

- Como assim, Minseok-ssi?- Hyorin perguntou.

- Não digo que não era pra ter ignorado o pedido de socorro do seu ômega. Pelos céus! Eu agradeço você com todo o meu ser por ter feito. Entretanto, não era pra ter sido tão intenso, não deveria ter funcionado assim, quer queira ou não, a ligação de vocês deveria estar fraca, não era pra você ter conseguido se comunicar verbalmente, nem mostrado um ameaça visível ao agressor. Somente o afetar por meio da marca, o fazer sentir repulsa. Repelir ele.- Minseok falava.

- Mas qual é ponto disso tudo?- Taehyung indagou.

- Os supressores devem estar enfraquecendo.- Minseok falou baixo, aflito.

- Isso é muito ruim?

- Claro que não, somente vai fazer a marca de Jimin reaparecer e a gestação vai voltar a se desenvolver normalmente, como se nada tivesse acontecido, enquanto ele estiver lá e provavelmente, vai ser jogado numa fogueira por traição, pouca coisa, tsc.- Minseok ironizou.

- Podia ter dormido sem essa, Tae.- Baekhyun falou.

- Outro motivo para tirar Jimin de lá, imediatamente.- Jungkook falou.- Se meu ômega começar a ter sintomas estando naquele reino, não vai acontecer boa coisa.

- O que faremos, Minseok-ssi?- Jisang perguntou preocupado com a situação do genro.

- Vamos tirar Jimin da Coréia do Norte e ponto final.- Hyorin falou.- Não vamos arriscar a vida do meu genro e do meu neto ou neta.

- Temos que calcular a situação, quando tirarmos Jimin de lá, obviamente vai haver guerra, graças a quebra de aliança. Já estamos fracos, não suportaremos uma guerra, principalmente contra aquela nação. Estaremos assinando um de decreto de morte para toda a população sul-coreana e a nós também.- Hoseok falou, calmo, aparentemente, porém aflito em seu interior.

- Meu alfa tem razão, temos que pensar com cuidado sobre nosso próximo passo.- Yoongi opinou.

- Mesmo com toda essa confusão, ainda concordo com Hyorin-ssi. Vossa alteza tem razão. Não vamos arriscar a vida de Jimin, simples.- Chanyeol parecia tão irredutível quanto Jungkook.

- Não tem nada de simples nisso, Chany. Pense com a cabeça, alfa burro.- Baekhyun falou fulo da vida.

- Com todo respeito, conquanto calem a ervilha da boca de vocês! Parem de ter pensamentos egoístas e principalmente, parem de pensar com o coração. Coração serve pra bombear sangue, usa a ervilha do cérebro!- Minseok praticamente gritou, calando a todos.- Obrigado pelo silêncio. Não se trata só sobre Jimin, nem sobre nós, se trata de várias vidas que não estão aqui! Que sequer podem decidir algo, ou opinar. Não podemos ser irredutíveis! Jimin não pode sair de lá ainda, não estamos bem pra suportar uma guerra, Jihoon-ssi nos disse que agora ele terá um servo que até mesmo dormirá no mesmo quarto que ele, o servo é de confiança e vai ajudar em alguma questão de proteção. Soyeon-ssi, a princesa, disse que daria a vida por Jimin. Então já temos pessoas de confiança lá. O problema é o desconhecido.

- Como assim desconhecido?- Jungkook arqueou as sombrancelhas.

- Eu nunca tive problemas com essas plantas. Não sei se terá efeito negativo em Jimin. Não era pra funcionar assim.- Minseok falou.- Eu estudei elas por vários meses, Luney me ensinou. Como que pode ter simplesmente enfraquecido? Ele nunca mencionou isso.- Ponderava, falando para si mesmo.

- Nada me tira da cabeça, eu vou tirar meu ômega daquele reino.- Jungkook falou.

- Deixe de ser irredutível, Jungkook! Usa a porcaria do teu cérebro, vai trazer ele pra cá pra formar uma guerra e matar a ele e a nós de uma vez! Ou coisa pior.- Baekhyun falou rude, já impaciente.

Jungkook deu um passo a mais em direção ao ômega, Chanyeol logo posicionou-se ao lado de seu ômega, encarando o gama.- Não fale assim comigo!- Mesmo sem usar a voz de comando, era o lobo que falava através de Jungkook. Mas Baekhyun continuava firme como um bom linguarudo que era.

- Pois tome alguma espécie de chá de inteligência e pense mais no coletivo, não na sua satisfação pessoal!- Baekhyun crispou os lábios. Ao que Jungkook ia retrucar, Minseok finalmente interrompeu a confusão que havia começado.

- Já sei.- Minseok disse.

- Você já sabe o que?- Jungkook arqueou as sombrancelhas.

- Irei chamar Luney, mesmo distante, ele sempre vem quando chamo.- Minseok disse.

- Quem é Luney?- Jongdae perguntou, um tanto duvidoso. Sempre ouvia o marido reclamar dele e logo depois chorar de saudade, porém quando perguntava, seu ômega somente o enrolava com informações sem sentido.

O que seu Minseok estaria escondendo de si?

- Ele é tipo um pai pra mim, mas não biológico. Cuidou de mim antes e depois dos meus pais morrerem.- Minseok respondeu curto. Mesmo que fosse a primeira vez que o ômega respondesse essa pergunta, Jongdae ainda estava confuso.

Sabia sim que seu ômega havia perdido os pais e uma pessoa cuidava dele, mas nunca o viu, ele só lhe mandava recados exigindo que cuidasse bem do ômega.

- Seu pai?- Jongdae indagou.- Isso é tão frustrante, me explique melhor, sou seu marido a tempos e você continua a me esconder parte da sua vida, eu não casei com um desconhecido, Minseok-ssi!- Fora a primeira vez em muito tempo que Jongdae pronunciava seu nome como pronunciava o nome das outras pessoas.

- Eu sei, meu alfa. Sei que parece que não confio em você, mas confio sim, minha vida eu confio em suas mãos, entenda que para todos os sentidos, eu vou lhe contar o que você deve saber e que pode entender. Você não casou com um desconhecido. Sempre fui seu Min.- Minseok disse se aproximando do alfa.

- Não posso saber seu passado?

- Você sabe meu passado, porém essa parte, ainda não é o momento pra você saber. Você irá saber quando for o tempo.- Minseok abraçou o marido, que retribuiu sem nem hesitar, abraçando a cintura do ômega que tinha seu coração.

- Então você vai me contar o que devo saber?

- Sim, isso.

- Eu não devo saber disso, então?

- Não nesse momento.

- Chame quem tiver que chamar, só deixe Jimin-ssi seguro. Tanto para caso ele continuar lá, tanto para caso ele voltar.- Jisang interrompeu, fazendo todos suspirarem e entrarem em um só consenso.

[...]

- Acho que estava precisando dessa saída.- Soyeon suspirou quando se jogou na cama de Jimin.- Acredite, ficar neste castelo por muito tempo é irritante.

- Sim, porém você ficou irritada quando aquele alfa chegou.- Soyeon bufou quando Jimin disse tal coisa.

- Aquele alfa sempre enche o saco de Yuqi, eu sempre quero arrancar a cabeça dele quando ele faz menção em tocar em Yuqi.- Soyeon disse.

- Isso parece ciúme para mim.- Jimin riu.- Jungkook ficava desse jeito em relação ao ministro de Daegu.- Era a primeira vez que Jimin via a alfa com vergonha.

- Não me deixe constrangida, senhor Park Jimin!- Soyeon esbravejou sentando na cama e Jimin riu.

- Bom, você e Yuqi... bem, são irmãs e... Porém vocês tem um proximidade... Err... Desculpa, não queria ofender.- Jimin se desculpou nervoso, não sabia como perguntar sobre aquilo.

- Não se desculpe.- Soyeon riu.- Você não sabe do que aconteceu no passado e do que somos uma pra outra agora. Já estou feliz o bastante por você não nos condenar, Yuqi adora você, acho que seria decepcionante para ela.- Soyeon sorriu e Jimin fez o mesmo.- Quer ouvir a nossa história? Vai dar uma excelente história de ninar e você precisa descansar mesmo.

- Eu aceito a proposta.- Jimin animou-se.

- Pois bem.- Soyeon se levantou e se assentou novamente na cama, escorada na cabeceira, tendo os travesseiros como um apoio para não se machucar.- Sente aqui no meu lado e se aconchegue, mamãe fazia isso comigo.- Jimin então pulou na cama, deitando a cabeça no colo de Soyeon em seguida, que colocou suas mãos macias, mas firmes em seu couro cabeludo começando uma carícia familiar. Lembrava Yixing, seu pai

- Pode começar.- Jimin sorriu fechando os olhos, aproveitando-se do carinho que lhe era dado. Havia ficado um viciado em ocitocina, era a falta de Jungkook que lhe causava essa carência. Culpa também da marca.

- Mamãe antes de ter filhos, era apaixonada aos montes pelo rei, o amava com todo o seu ser, mas ele sempre fora uma droga de ser humano, logo ele usava do amor dela para fazer-la virar um fantoche. Usava a quando queria e a descartava depois. Batia nela e a envergonhava na frente de todos. Porém, ela o amava e acreditava que ela merecia aquilo, que ele era perfeito demais e que ela tinha que se tornar tão perfeita quanto. Tantos cios ele a deixou sofrer sozinha e tudo que ela mais queria era ser amada por ele.- Soyeon falou.

- O rei não se sentia mal com isso?- Indagou, inocente.

- Ao contrário, ele ficava feliz. Entretanto, um dia ela acordou, viu que ele era um imprestável, e não era ela que era de menos, era ele que era quase nada. Então, ela passou a fazer o mesmo com ele. Debochava dele na frente de todos, não se submetia, não deixa ele levantar uma mão sequer para bater-la. O ignorava e se negava a passar cios com ele, alegava até gripes ou outras doenças.- Soyeon disse.- Foi uma ótima vingança, mas no fundo, ela ainda tinha esperança.

- Deve ser decepcionante.

- Ele começou a trair ela na frente dela, na cara dura. Antes, ele traía, mas era reservado, pelo menos.- Soyeon disse.- Ela se magoou de vez, ficou com raiva de si mesma por ficar triste.

- Deve ser triste amar uma pessoa que não se satisfaz só com você, faz você se sentir insuficiente.- Jimin disse.

- Sim, é horrível. Então, ela se valorizou, parou de ir atrás dele e passou a gostar só dela. Ficava com uns e outros, mas só era isso. Ficas nada importantes. Mas em um desses "ficas", eu vim. Mamãe me disse que teve que se prestar ao papel de embebedar o rei e fingir dormir com ele para poder alegar a paternidade dele. Por que se o rei descobrisse minha mãe e eu seríamos mortas.- Soyeon suspirou.- Mamãe foi a primeira ômega nobre a não se submeter a esses maltratos.

- Você sente orgulhosa dela, não é?

- Óbvio, ela não era capacho de ninguém, ninguém pisava nela e saía inteiro. Ela era corajosa por enfrentar esse sistema de hierarquia nojenta daqui.- Soyeon sorriu.- O rei caiu que nem patinho manso e ficou feliz com a notícia da gravidez, porém quando eu nasci e ele viu que nasci mulher. Ele me rejeitou, ele não queria filha, queria um homem alfa.

- O rei é estúpido por negar sua família.

- Ele é isso e muito mais.- Jimin assentiu, concordando.- Hoje não me importo se ele gosta de mim ou não, mas na época, eu era criança, era horrível pra mim saber que meu "pai" não me amava e me tratava como um bicho estranho. Só quando cresci um pouco mais, mamãe me contou que ele não era meu pai e que eu não devia chorar por ele. Ela me levou pra conhecer meu pai biológico e ele adorou me conhecer. Cuidava de mim sempre que mamãe não podia e não me deixa ficar no castelo quando mamãe não estava. Ele até se tornou servo negando sua liberdade pra poder cuidar de mim. E você sabe que servos alfas são castrados para não atacar ninguém. Ele se submeteu a tudo pra ficar perto de mim.- Soyeon disse.

- Eu não sabia, lá em na Coréia do Sul, os servos são pagos para trabalhar e são todos de máxima confiança.- Jimin disse.

- O seu reino parece um mundinho cor de rosa.- Soyeon falou.

- Mas ele não é. Tem tantas coisas para serem ajustadas.- Jimin falou convicto.

- Bom, meu pai acabou morrendo de câncer, mas até no último minuto, ele me amou.- Soyeon disse.- Mamãe também teve outros namorados nada importantes e de um deles, ela teve Yuqi, então se repetiu o mesmo processo de embebedar o rei.- Yuqi também foi rejeitada assim que nasceu. Minha mãe nos disse que preferia assim, que não queria que os filhos dela, fossem dele também. O pai de Yuqi também ficou próximo a nós e até me trata como filha, ele é um ótimo pai para a gente, por isso que quando eu um dia sair desse fim de mundo junto com Yuqi, eu levarei ele e farei ele ter uma vida boa e tranquila, longe daqui.

- Sinto muito pelo seu pai.

- Eu também.- Soyeon falou.- Quando mamãe ficou grávida de Yuqi, eu fiquei com ciúmes, achei que todos me trocariam pelo filhote. Eu não gostava da sensação, porém quando ela nasceu, eu amei ela, foi uma explosão de sentimentos e eu jurei proteger ela. Então, quando mamãe ficou um pouco distante, eu cuidei dela. Odiava vê-la chorar. Eu sentia que minha vida teria sido infeliz, se ela não estivesse comigo, sinto que de alguma maneira ela me salvou.

- Argh, estou quase chorando.- Jimin fungou.

- O rei ficou desconfiado da mamãe, porque ele não se lembrava de se deitar com ela. Então, ele conseguiu ter algo com ela por um noite, quando o cio dela adiantou e ela não conseguiu ir para o lugar aonde ela fica nesse período. Disso, mamãe ficou grávida de Sungwoon, quando o rei viu que havia nascido um homem, ele ficou extremamente feliz. Ele me retirou da linha de sucessão e tirou Yuqi também, Sungwoon era o regente. Sungwoon era o único filho da relação do reis, nós éramos apenas frutos de casos extra conjugais.- Soyeon deu de ombros.

- Você não ficou triste?

- Não, eu já entendia, eu só precisava de Yuqi e mamãe ao meu lado, Yuqi pareceu triste por mim, mas quando viu que eu havia engolido bem, ela ficou normal. Ela nunca foi apegada nem a mamãe, nem muito ao pai dela, somente a mim, as vezes parecia que ela não considerava eles como pais dela.- Soyeon disse.

- Pode ter sido por causa de tudo que aconteceu quando eram crianças, esse lugar não parece muito solicito para filhotes.- Jimin disse, mas sentia seu coração apertar como se concordasse que aqueles não eram os pais de Yuqi.

- Também penso isso.- Concordou.- Sungwoon escolheu o rei e se distanciou de nós, quando me descobri alfa, fui caracterizada com defeituosa, já que pra eles não deveria existir alfas fêmeas. Então, continuei sem acesso ao trono que é meu por direito, sou primogênita. Yuqi, não pôde nem pensar em ter o trono, se descobriu ômega. Sungwoon que era o alfa supremo do rei. O rei viu minha mãe beijando outro alfa e a condenou a morte, foi amarrada a fogueira e acenderam com tudo. Sungwoon gritava junto com todos "morte a traidora!" E foi aí que passei a odiar-lo. Mesmo morrendo daquela forma dolorosa, ela não gritou, ficou olhando pra mim, e eu chorava vendo ela morrer.

- Sinto muito.

- Não há nada.- Soyeon fungou.- Quando nossos cios vieram foi impossível não me sentir atraída por Yuqi. Os lobos tendem a repelir seus irmãos e familiares, porém Yuqi não era minha irmã totalmente. Então, me apaixonei e não consegui não me tornar alfa dela. Só não a marquei ainda, por que quero fazer essa lembrança em um lugar melhor, não quero prender essa lembrança aqui.

- Isso é fofo.- Jimin sorriu.

- É, eu sei.- Soyeon sorriu.- Minha ômega costuma dizer uma frase que não entendo, mas concordo "Pros Deuses tudo é diferente, nosso amor não é um pecado."

- Eu acho que entendo. Talvez, ela nem seja sua irmã.- Jimin falou sem pensar, mas ficou confuso com o que disse.

"- Você é tão lerdo."- O lobo interior suspirou negando.

- O rei nunca descobriu que vocês não são são filhas dele?- Jimin indagou.

- Não, mamãe morreu sem contar, não desperdiçaria a vida dela estragando o segredo. Contei a Yuqi quando ela podia entender bem, contei a Jihoon, a James e a você. Jae só sabe do meu romance, mas isso todos sabem, só fingem que não.- Soyeon deu de ombros.

- Entendi.

- O que você achou de tudo isso?- Soyeon perguntou.

- É... Diferente, mas não tenho poder para julgar ninguém.- Disse sincero.

- Inclusive, os filhos de Adão e Eva tiveram que ficar entre si para popular a terra.

"- Pior."- Lobo se meteu, concordando.

[...]

A pequena e "modesta" mansão ficava bem afastada das cidades, em uma região calma e silenciosa. A construção era bela e rústica, feita com detalhes em madeira. O morador deveria amar objetos antigos como decorações, pois em alguns corredores podia-se ver desde vitrolas e rádios, a violinos e flautas dispostas.

Sungwoon andava pela casa com segurança, conhecia o morador e confiava até o último fiapo de cabelo. O residente era o anjo que havia estado ao seu lado, desde os céus, desde as guerras e havia lutado ao seu favor sempre, era um adorador, de fato. End, agora exercendo a identidade de Tan, um monge jovem.

- Meu senhor.- End se curvou.

- End, trago notícias sobre nossos passos.- Foi o que disse.

- Quais são as novas?- Organizou xícaras em cima da mesa e o pegou a chaleira, que dela saía vapor.

- Antes de chegarmos à esse ponto, já sei quem carrega o espírito de minha adorada, inconsequente e insubordinada filha.- Sorriu.

- Como sabes de tal coisa? Sabemos que o espírito de Emma parecia sempre ter se escondido bem.- Tan falou.

- Tive provas sobre isso, Emma é Park Jimin.

- Irônico você ser marido da sua filha, teve seu sonho realizado.- End riu enquanto levava chá até as xícaras, deixando que o ar quente saísse no processo.

- Não, nunca tive Emma por completo.- Sungwoon assentou.- E creio que nunca terei, graças a Adam.

- O que Lua acha disso? Sobre você desejar sua filha mais que a própria esposa?- Tan parecia duvidoso, mas sabia-se que ele desejava somente contrariar.

- Calado!- Sungwoon rosnou, End riu levantando as mãos em rendição.

- Certo, porém como sabes que Jimin, justo seu marido, seria Emma?- Indagou pegando a porcelana e dando um gole generoso no chá.

- Eu não sabia, mas já sabíamos desde o princípio que Jeon Jungkook era Adam, o espírito deste demônio nunca foi discreto e ele mesmo estragou o disfarce do amado. Quando tentei tocar em Jimin, Jungkook foi explícito demais.- Sungwoon disse.

- Sendo assim, os corpos de Jimin e Jungkook já são ligados, Jimin já foi tocado e marcado, poderia facilitar a guerra condenando-o por traição. Se Jimin e Jungkook morrerem o quanto antes, facilita o processo. Chegaremos no propósito mais rápido.- End falava.

- Sim, entretanto quero uma luta com emoção, matar Jimin tão fácil assim, não causaria diversão.

- E o que planeja, então?- Indagou, deixando sua xícara de lado, já vazia.

- Vamos limpar nossos rastros e esperarmos a poeira abaixar, deixaremos de atacar as cidades da Coréia do Sul, deixarei nosso infiltrado bem informado. Os sul coreanos acharão que estão seguros, daremos falsas esperanças, enquanto aqui, farei Jimin se sentir encurralado.- Foi o que disse, com uma calma desconhecida.

- Temos uma carta na manga, Jungkook te ameaçar para proteger Jimin só confirma, eles não se lembram de nada, não sabem quem somos, são papéis em branco mundanos. Se aquele gama lembrasse, teria protegido Jimin e não revelado a identidade, somente passaria como um lobo normal protegendo um ômega normal.- End disse.- Jungkook só segue instintos e não pensa antes de agir. Estamos na frente, por que nos lembramos e assim será fácil calcular e os abater.- E de fato era verdade, estavam em melhor posição, os sul coreanos tinham a desvantagem sobre si. Além do reino estar enfraquecido

- E eles estão sozinhos neste mundo e meus netos brincando de deuses não podem interferir, só assistir a queda dos céus.

- O que planeja?

- Não quero renascer e repetir de novo, vencerei Jimin e Jungkook, uma única vez, depois invadirei os céus, que é meu por direito, vou pôr a baixo cada bloco e cada traço de vida junto com meus fiéis combatentes, acabarei com o oráculo e aprisionarei aqueles deuses mimizentos, Adam e Emma nunca mais renascerão.

- Lua está bem com seu plano? Ela pode ficar balançeada já que se trata da filha dela e dos netos.

- Minha amada reecarnou sem lembrar que é mãe, então ela não sabe da existência de Emma e se um dia souber, já será tarde demais.- Sungwoon falou.

- Isso é ótimo.

- Nossos passos serão simples. Como já ia dizendo, deixarei sentirem paz e alegria, esperança, sobretudo. Meu pai se sentirá orgulhoso com o a conquista de seus soldados e firmará mais ainda a aliança, o que vai deixar Jisang frustrado, pois ele planeja tirar Jimin daqui e isso vai dificultar.

- Jisang é louco, ele não percebeu que não tem como acabar com a aliança sem formar uma guerra violenta?- End riu.- Bem pensado, permitir ao povo provar o céu, para depois provar o inferno.

- Depois iremos matar alguém próximo, porém não importante. Será como um porco pro abate.- Riu.- Para a nossa diversão.

- Quem? Minseok? Yoongi? Taehyung?- Tan quis saber.

- Todos eles são importantes, tem papéis para cumprir.

- Irei pesquisar, então.- End concluiu percebendo que Sungwoon ainda não havia tido idéia de quem.

- Sendo assim, consequentemente, o rei perceberá que tudo está calmo demais e começaremos atacar novamente. Porém será mais violento, não só saquiaremos, como mataremos sem piedade. Iremos sequestrar o alfa do filho dos embaixadores de Busan, o torturaremos, daremos um recado para ele entregar em forma de vídeo e o mataremos em seguida. Com um tempo depois, irei invadir a Coréia do Sul, porém antes disso, tomarei este reino. Matarei a todos, meu pai, minhas irmãs, os nobre e servos. Farei minha própria ditadura e você vai pôr ela em vigor, já que quando eu terminar, irei tomar meus céus de volta daqueles pirralhos mimados.- Sungwoon rosnou.

- Teremos nosso império de volta, majestade.- Tan afirmou crente.- Só você terá a adoração dos seres celeste e demoníacos.

********
Irru.

O clima esquentando no palácio dos Jeon's, e o Jimin na boa.

Lembrando, que os personagens não são perfeitos, então eles estão fadados a errar, falar besteira e deixar todo mundo fulo da vida. Então não vamos tacar hate nos personagens.

Como já é meia noite, então já é meu aniversário,
Dá aí um favoritinho e comentários de presente pra mim, please.😔😔😔

Espero que tenham gostado.

Até o próximo, já me vou!!!

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