Ps: Não me deixe,Jeon Jungkook...
Leiam as notas finais!
Carta 26: " Ps: Não me deixe,Jeon Jungkook..."
Segundo o ditado equivocado,o amor é cego e pela crença de algumas pessoas,o amor é cego,surdo,mudo e paralítico. Na verdade,esses fatos estão simultaneamente errados. Pois é certo que é a paixão que é cheia de deficiências,por que quando estamos apaixonados,enxergarmos pessoas perfeitas com o intuito de agradar nossas preferências carnais e nada além disso,mas o amor vê muito mais do que só perfeição,o amor vê em conjunto e entende que o destinatário do sentimento é cheio de imperfeições e com isso aprende a compreender as particularidades e os defeitos.
O amor não tem data de validade e não se esvai de qualquer maneira. É algo intenso para se pôr em palavras e nos faz alternar entre muita e pouca racionalidade. É como o calor do dia,que aquece nossos corpos e nos dropa vitamina D. É como o luar,que emana toda a sua beleza. Por mais que não pareça necessário,o amor é tão necessário quanto.
Seres humanos assim como devem se alimentar para sobreviver,devem sentir-se amados e cuidados,seja por quem for. Pela família,pelo amigos... ou por uma paixão.
Entretanto,as vezes o amor não vem sozinho,como deveria. Problemas quase sempre o acompanham.
Jimin nunca teve medo de médicos, nem de agulhas ou o que quer que fosse relacionado a medicina. Porém aquela sala branca da enfermaria do castelo parecia pra si,a sala do seu pior pesadelo.
Havia se passado um semana desde a marca que recebeu de Jungkook e juntamente com ela,uma semana desde que descobriu que um brotinho crescia em seu ventre. A informação veio com várias sensações prazerosas pra si. Jimin já sentia o filhote,e já o amava com todo o coração.
Mas agora,estando marcado eternamente pelo Jeon,também tinha obrigações perante o reino. E com isso,teve de ser tornar principe as pressas,com uma cerimônia de coroação rápida e exclusiva para embaixadores. Seu relacionamento com o príncipe Jeon Jungkook ainda continuava as escondidas e a sua mudança para a Coréia do Norte estava muito próxima.
Não se podia ficar em repouso por muito tempo,depois de uma semana que havia se passado rápido,a mala e a passagem para Coréia do Norte já esperava por Park Jimin.
E por isso estava na enfermaria nesse exato momento,afundado nas confusões de sua mente. Hoje era o dia em que teria de se despedir de seu gama e hoje era dia de tomar os supressores.
Hoje era dia que teria que dizer adeus ao seu lar... mesmo que temporariamente.
- Jimin? Jimin?- Minseok estralava os dedos em frente a face rubra de um certo acastanhado bochechudo, buscando chamar a atenção deste,que parecia alheio as vozes externas, parecia preso em seus pensamentos.- Park Jimin!- Exclamou sacudindo o ômega lúpus,que piscou repetidas vezes desnorteado.
- Oh... Me desculpe... Eu...- Jimin murmurou.
- Tudo bem,querido... Entendo que hoje seja um dia difícil para você.- Minseok abraçou o sobrinho,que retribuiu ao mesmo tempo.
- Cadê o Jungkookie...?- Jimin murmurou saindo o abraço.
- Pedi para ele esperar lá fora... Ele me obedeceu depois de muita perturbação.- Minseok coçou a nuca. Jimin o encarou,esperando uma explicação.- Você vai querer que ele esteja lá fora quando o supressor for injetado,confie em mim.- Minseok indagou.
- Por que?- Jimin perguntou.
- Vai demorar uns minutos até que supressor comece a agir de fato,só que seu organismo começa a se adaptar antes... Seu cheiro vai ficar muito afrodisíaco e inebriante para Jungkook-ah,já que ele te marcou. Com ele aqui dentro,seria como se ativasse o cio mais brutal dele e seria perigoso. Além disso,você vai se sentir bem impuro e vai piorar se ele ficar perto- Minseok explica.
- Impuro?- Jimin indagou confuso.
- Você vai se sentir um pouco rejeitado e repudiado por Jungkook, mas vai ser só por uns minutos. Vai ser rápido.- Minseok tentou suavizar a feição preocupada do sobrinho.
- Não sei se você lembra de mim,mas sou...- Choi foi interrompido.
- Me lembro do senhor,doutor Choi- Jimin sorriu.
- Muito prazer em conhecê-lo, alteza. Apartir de hoje,sou o médico responsável por você e pelo seu filhote... Minseok-ssi, mesmo sem ser formado na área,vai me ajudar.- Choi sorriu.
- Antes que pergunte... Não se preocupe,meu pequeno. Os supressores que você vai receber são totalmente viáveis e seguros para você e para o meu sobrinho-neto. São composto naturais criados obviamente pela natureza,antes mesmo dos híbridos se espalharem pela terra.- Minseok falou.- São uma espécie de leite retirado de duas raízes extintas... Harga e Sargah. Partindo pro lado histórico,essas raízes ganharam esses nomes por causa dos reis da Rússia naquela época... Nunca entendi o porquê.- Minseok deu de ombros.
- Também nunca entendi...- Choi concordou.
- Essas raízes meio que estão proibidas para a população,só monges tem a permissão e ainda sim,é muito difícil de conseguir. Eu disse na sala do trono que só vendia no Alaska,mas nem vende lá... Os monges não vendem essas raízes. A ninguém!- Minseok falou.
- Conta mais...- Choi comia salgadinho observando o ômega mais novo- Eu sei que viemos aqui pra um único fim... Mas você já começou,então termina- finalizou.
- Aish...- Minseok bufou- Luney e os seguidores dele protegem as raízes com a própria vida até. Eles as cultivam e as guardam em lugares que pertencem legalmente aos monges,em algumas montanhas do Alaska como exemplo. As paredes que protegem aonde guardam as raízes,juntamente com outras que jamais foram descobertas pelos híbridos,estão talhadas com pedras hiji. E se um lobo gama como o de Jungkook,já se sente enfraquecido ao entrar em contato com a pedra, imagine em lobos comuns... As pedras os matariam. Cheguei a aguentar ficar três minutos alí,sem tocar em nada é claro,Luney me explicou de forma rápida a diferenciar as raízes e a entende-las. Somente Luney consegue ficar lá,como se aquela aura de infecção não o atingisse- Minseok falou calmamente- As raízes Harga e Sargah tem três tipos,que servem para a mesma finalidade. Só alternam entre ter um efeito maior,um efeito menor e um efeito mediano. Luney tem três salas dessas nas montanhas do Alaska,uma sala na Índia e uma no Brasil. No dia que comprei estas raízes,foi quando viajei com Jongdae para curtir nosso aniversário de casados. Quando vi,as raizes alí,numa banca qualquer,podendo chegar as mãos de qualquer pessoa,me abismei. Por isso comprei. Só os monges tem passe para elas,e esse passe ainda é restrito. Ninguém consegue pegar raízes,sejam elas quais forem,naquela sala. Imediatamente,fui até o vendedor da barraca e comprei,sorte minha que vendedor disse que só tinha uma de cada uma das raízes,que ele não sabia pra que servia. Ele disse que um monge com vestes rasgadas o deu as pressas,dizendo que aquilo era uma relíquia. Ainda bem que o vendedor não acreditou,ele realmente estava tocando em algo que podia fazer ele enriquecer em um piscar de olhos. Penso que deve ter sido um monge chamado Tan,na época que achei as raízes no comércio,ele havia sido exonerado da comunidade dos monges e estava sendo caçado por Luney nos quatros cantos da terra. Ele estava sendo acusado de traição aos seus e desonra as escrituras sagradas,esse tipo de delito na lei dos monges,levava a morte por enforcamento- Minseok falou.
- Como você sabe de tudo isso?- Choi perguntou.
- Minha mãe.... Err...- Minseok pigarreou.
- Por que não falou essas coisas aos soberanos?- Choi indagou.
- Tem coisas que eu preciso manter em sigilo total...- Minseok murmurou.- Vamos começar...- Suspirou,dando um ponto final naquele assunto.
- Deite-se na maca,Jimin-ssi... Nós iremos começar.- Choi falou.
- Não se preocupe,querido... Eu estou aqui do seu lado,vê?- Minseok perguntou. Jimin assentiu,mesmo temeroso. Deitou-se na maca e fechou os olhos,esperando por uma dor alucinante.
E tudo que sentiu foi duas picadas. Mas ao longo do minutos,seu corpo parecia receber uma espécie de descarga elétrica,que fazia Jimin,se remexer por completo,desesperado pelo ardor violento que corria por suas veias. A dor não era comparado a nada que já havia sentido. Quando parou de se remexer,permaneceu imóvel,mas dentro de si,o ardor só piorava. Era como se tivesse tomado morfina... Aparentemente tranquilo por fora,mas por dentro,seu subconsciente gritava,implorando por misericórdia e por socorro. Era como se todos os ossos de seu corpo quebrassem,ao mesmo tempo que seu corpo era carbonizado.
Quando a dor cessou,sentiu a marca querer ejetar-se de seu corpo. Jimin choramingou imóvel. Logo imagens prencheram a mente do Park,que submergiu perante as imagens. Já não estava mais na sala branca da enfermaria real,localizava-se em um praia deserta a noite. Somente um casal estava alí. As imagens bombardearam Jimin,que o fizeram crer em um universo aonde Jeon Jungkook separava-se de si, deixando-o sucumbir sem sua presença,aonde o filhote que carregava,já não estava mais protegido em seu ventre e já não era seu. Aonde Jeon Jungkook mantia uma família feliz com outro ômega,que parecia contente em aninhar a si,um filhote muito parecido com Jimin. Era seu filhote. Por um instante,a respiração do acastanhado cessou,os olhos marejaram imediatamente. Jimin sentiu-se fraco,em sua mente,sua estrutura caiu ao chão,de joelhos, enquanto chorava e soluçava,mas o barulho do sofrimento do ômega lúpus não parecia chegar aos ouvidos do casal feliz a frente.
Jungkook apontava para um estrela cadente que iluminava o céu rapidamente,e a risada do ômega que acompanhava Jungkook,fez o coração do ômega lúpus quebrar. Seus olhos fitaram a cena sem reação,sua mente já não tentava mais convencer a si mesmo,que aquilo era alucinação. Aquela imagem havia o quebrado, sentia que agora sua vida não tinha mais sentido e a marca já começara a desaparecer de sua pele. Foi aí que Jimin se desesperou,tocando o pescoço exasperado,enquanto lágrimas banhavam seu rosto. A marca já não estava ali,muito menos seu filhote. Jimin já não sentia nenhum dos dois. Sua alma parecia ter sido dividida uma nova vez,e agora não teria uma cola capaz de concertar a separação.
E já fraco demais,acumulou todas as suas forças e falou em som cortante.
- Não me deixe,Jeon Jungkook...
Entretanto,Jungkook sequer virou.
E em seguida,foi tomado por uma sonolência imbatível,que o arrastou para um sono profundo as forças.
[...]
- Jimin... Jimin... Acorde! Está na hora...- Para Jimin,a voz de Minseok parecia distante demais.- Jimin! Acorde... Todos estão esperando para se despedir de você... O carro já chegou...- Jimin mesmo relutante, sabia que devia abrir os olhos e encarar o mundo real. O brilho de seu olhar estava apagado,sentia seu interior doer. Algo faltava. Porém, permaneceu calado.
Ao abrir os olhos,demorou um pouco para acostumar-se com a luminosidade. Percebeu que estava em seu quarto,deitado sobre seu leito. Seu cenho franziu-se duvidoso. Não lembrava de ter ido parar lá.
- Eu pedi pra Jungkook-ah trazer você pro quarto... Depois que você tomou as injeções,você apagou por completo... Nem se mecheu...- Minseok murmurou. Um sorriso incontrolável delineou a boca carnuda ao ouvir o nome do príncipe gama e Jimin suspirou aliviado. Aquelas cenas havia sido somente efeito dos supressores fortes que tomou.
- E-eu me mexi...- Jimin murmurou confuso,lembrava-se muito bem de ter se contorcido desesperadamente sobre a maca. Sua voz estava suave, mas seu humor não estava radiante como sempre.
- Você deve ter sentido um efeito chamado efeito morfina... Você dorme externamente,mas continua sentido tudo internamente,sem poder aplacar a dor e sem poder gritar... É como você ficar preso dentro de si mesmo... Dá uma sensação de claustrofobia...- Minseok explicou- Levante-se da cama,pequeno... E se prepare... Vou sair do quarto pra te deixar a sós- Minseok levantou-se da beira da cama,aonde estava sentado.
- Por quanto tempo dormi?- Jimin perguntou.
- Você apagou por um dia inteiro. Não consegui te acordar,até pensei que você tinha morrido, mas seus sinais vitais continuavam normais... Você me deu um susto. Tivemos que remarcar sua viagem para a Coréia do Norte... Para hoje.- Minseok engoliu em seco.- Eu não e-estou p-preparado pra ver meu sobrinho ir...- Minseok deixou lágrimas caírem,Jimin sorriu.
- Eu vou ficar bem,tio...- Jimin murmurou sentando na cama.
- Eu sei que vai... Você é inteligente e sabe se cuidar... Está grandinho... E-eu... Eu acho melhor eu ir agora,nos vemos lá em baixo... Não quero te deixar emocionado agora...- Minseok falou limpando as lágrimas teimosas rápidamente,e tratou de segurar a maçaneta e a girar,abrindo a porta devagar.
- Nos vemos lá em baixo...- Jimin confirmou.
- Lá em baixo.- Minseok sorriu,saindo do quarto em seguida.
Jimin suspirou audível,antes de se levantar da cama,relutante. Mesmo tendo ciência de que tudo que viu,era somente uma peça sendo pregada pela sua própria mente,aquilo havia lhe ferido. Pensar em Jungkook com outro alguém era demais pra si, pensar em seu filhote reconhecendo outro como pai era pior ainda. Tocou em seu pescoço e controlou outro surto ao não sentir a marca ali. O efeito dos supressores com certeza já corria em seu sangue. Andou preguiçosamente até o cubículo grande do banheiro,e tudo que falou foi:
- Por favor,não me deixe,Jeon Jungkook...
[...]
Parecia que existia um peso em suas pernas. O piso de mármore era como um tapete vermelho que o direcionava pra um altar perigoso. Jimin sentia que sua respiração estava falha,cortante. Seu peito subia e descia violentamente. Estava nervoso, mas não de uma forma boa.
Pelo que escutara ao longo de seu percurso até o jardim principal,que ficava em frente a saída principal do castelo,as pessoas que conhecia o aguardavam ali,para se despedirem devidamente.
Jungkook também estava o esperando lá. Jimin sorriu. Conforme os seus conhecimentos sobre o príncipe Jeon, sabia que ele estava impaciente e nervoso. E foi com esse fato que Jimin teve forças para continuar a caminhada até o jardim,que não estava muito longe.
Trajava um roupa social preta delicada,que delineava de forma moderada as curvas. A calça social marcava levemente as nádegas volumosas e as coxas cheias,a cintura da calça deixava sua cintura curvilínea bem amostra. A blusa social branca marcava os poucos músculos que o ômega tinha e sua cintura era escondida pelo blazer preto de mangas longas. Seu sapato social,Salvatore Ferragamo,um mocassim gancini,fazia um som satisfatório ao encontrar-se com o piso de mármore.
Havia decidido mudar a aparência em última hora. Agradeceu ao deus que fosse que estivesse o escutando,por ter achado um descolorante e um pouco de tinta loira. Pesquisou rápido e depois de algumas respirações fundas,já estava feito. Havia demorado somente vinte minutos e pronto. Seu cabelo estava loiro. Jimin marcou em sua mente que devia hidratar os fios depois,já que sabia que não deveria ter feito o procedimento sozinho. Entretanto já estava feito.
Magicamente,seus cabelos,outrora acastanhados,estavam macios e hidratados,como se a química não houvesse entrado em contato com o cabelo. Seus cabelos loiros estavam partidos ao meio,jogados em cada lado. Jimin exalava elegância. O loiro sentiu seu coração saltar pela boca,ao perceber que estava em frente a grande porta principal do castelo.
Sua mente retrocedeu a tempos atrás e lembrou-se de quando entrava pela aquela mesma porta,a procura de salvar sua alma gêmea. E agora estava saindo pela mesma porta,para salvar seu povo. Decidiu que era melhor parar de pensar e andou até a aglomeração de pessoas que o encararam com surpresa.
Jungkook que estava ao fundo trajando o seu estilo preto tradicional, também o fitava boquiaberto.
- Filho... O seu cabelo...- Yixing se aproximou tocando os ombros de Jimin,que corou instantaneamente.- Você está muito lindo.- Yixing sorriu levando a palma de uma de suas mãos para acariciar a bochecha de seu filho.
- Você está como eu,meu filho... Lindo como Park Junmyeon... Acho que vou pintar o meu de loiro também- Suho sorriu orgulhoso.
- Myeon... Não fale balelas.- Yixing murmurou emocionado.- Não vou te tomar muito tempo,muita gente quer se despedir de você.... E-eu vou morrer de saudades, pequeno... Não se esqueça de se cobrir a noite e cante aquela musiquinha,quando não conseguir dormir... Não tome chuva... Não corra... Se você sentir dor,conte carneirinhos,como fazíamos,se lembra? Durma cedo e passe hidratante... Se cuide muito bem e se comporte lá... Cuide do meu netinho, coma muito bem...- Yixing falou.
- Papai...- Jimin murmurou tomando seu pai em um abraço apertado.- O senhor também tem que ser cuidar...- Falou.
- Tome cuidado,meu filhote... Logo nos voltaremos a poder tomar milkshake de morango.- Suho abraçou Jimin,assim que Yixing soltou-se do aperto.
- Eu vou tomar,papai...- Jimin sorriu.
- Agora vá... Baekhyun está se coçando pra falar com você.- Yixing limpou as lágrimas que caíram sem permissão.
- Já vou...- Jimin sorriu,tomando distância de seus progenitores.
- 'Tá gatão,em...- Baekhyun tentou parecer engraçado,mas o seu soluço de choro e os olhos avermelhados, denunciavam que aquilo estava sendo difícil.
Dizer adeus aos seus amigos...
- Você vai voltar pra gente maratonar crepúsculo de novo,ok? Até a gente decorar os créditos finais- Sehun falou abraçando Jimin.
- Eu já decorei os créditos,Sehun-ah...- Jimin sorriu,saindo do abraço.
- Jimin-ah agora é mais fã do que eu... Não posso permitir que isso aconteça.- Sehun fingiu indignação.
- Jimin-ah,eu vou sentir falta de você...- Luhan foi curto. Não sabia expressar sentimentos em um todo, mas aquela era a frase que sentia que deveria falar. Porque era a verdade.
- Eu também vou sentir a falta das suas palhaçadas,Tubafante.- Jimin
falou.
- Aish...- Luhan bufou.
- Irmãozinho,por favor,se cuida muito bem... Você viveu me chutando,então se alguém mecher com você,você já sabe... Treinou a infância inteira comigo... Eu te amo,maninho... Vou sentir muito sua falta- Chanyeol falou.
- Eu também te amo,Chany-ah...- Jimin falou.
- Vá logo até os reis,Jimin-ah... Se não,eu vou te amarrar e te sequestrar,e então você não vai sair daqui- Baekhyun falou.
- Eu apoio e ajudo- Sehun falou.
- Estou indo então... Se cuidem.- Jimin se despediu,sentindo seu coração apertar.
- Você está lindo,Jimin-ssi... Vamos morrer de saudades de você... Se lembre,não confie em ninguém lá,só nas pessoas que falarmos.- Hyorin falou.
- Olá.- Yoongi cumprimentou sorrindo.
- Você voltou...- Jimin murmurou.
- É bem provável que depois que você vá,Jungkook fique um insuportável... Vim junto do Hobe pra aturar aquele moleque... Taehyung também está aqui...- Yoongi falou.
- Exatamente.- Taehyung mostrou seu sorriso quadrado cativante.- Oi,mãe... Pai...- Sorriu.
- Você... Mãe? Eu....- Hyorin gaguejou enchendo seus olhos de lágrimas.
- Eu a perdoei,mamãe... Você errou na minha infância,mas se redimiu bastante na minha adolescência. Você é minha terceira mãe... Neri mandou beijos a você- Taehyung falou- Jimin-ssi,perdoe-me pelo que provoquei,eu fui um idiota... Mas vim aqui para redimir meus erros... Jungkook-hyung sempre esteve ao meu lado e chegou o momento de eu o retribuir...- continuou.
- Eu passei pano com desinfetante de qualidade... Meu paninho tinha estampa de patinhos...- Yoongi e seu humor alterável. Ora doce,ora seco. Taehyung riu.
- Eu perdoo você,Taehyung-ssi... Você tinha seus motivos... Que bom que você está bem...- Jimin sorriu.
- Jimin-ssi,eu tenho um irmão ômega casado com um alfa norte coreano... ele será sua ponte de comunicação... Ele será seu fiel companheiro lá... Ele não mora no castelo,mas o frequenta... Pode confiar nele,meu irmão daria a vida pelo o reino- Yoongi informa.
- Vamos nos comunicar por ele... Os membros da realeza da Coréia do Norte são proibidos de usar quaisquer meios de tecnologia,com exceção do príncipe regente e do rei,então esse é o meio mais seguro que temos... O irmão de Yoongi é de extrema confiança- Jisang falou.
- Acho melhor você ir se despedir de Jungkook agora... Estou vendo a hora de ele ficar careca de tanto puxar os cabelos.- Hyorin riu pesadamente.
- Estou indo... Se cuidem.- Jimin falou.
- Você ficou lindo assim... Você fica lindo de qualquer forma,na verdade...- Jungkook sorriu.
- Você também não fica atrás.- Jimin falou.
- Eu... Eu já sinto meu coração doer...- Jungkook confessou.
- Eu também.- Jimin sorriu,mas ao mesmo tempo que o sorriso triste se fazia presente,uma lágrima solitária escorria. Jungkook aproximou-se, tocando a bochecha rosada com o polegar,limpando aquela lágrima.
- Vamos nos ver logo... Você vai voltar pra mim,nem que seja preciso,eu ir te buscar lá.- Jungkook murmurou encostando as testas.
- Eu vou sentir sua falta,Jungkookie... Nós vamos sentir sua falta...- Jimin falou- Eu ainda não acredito como o destino consegue ser tão ruim conosco- Xiou.
- Mesmo que estejamos preso a essa história,quando vi você pela primeira vez,no fundo de meu coração,eu sabia que iamos conta-la bem... Nossos sussuros acalmarão nossas tempestades violentas,amor... Seus beijos vão permanecer comigo,seus toques inocentes e envergonhados vão estar comigo,suas palavras doces iram ficar aqui,me fazendo companhia,enquanto irei te aguardar com toda ansiedade... Vou sentir falta das suas bochechas que coram a cada um minuto. Vou sentir saudade do seu calor... Eu esperei você desde antes de nascer... Desde minha primeira encarnação nessa terra... Irei esperar por você,quanto tempo for preciso... É um privilégio ser seu,Park Jimin... Cuide de nosso filhote,e se cuide também- Jungkook finalizou sorrindo.
- Está na hora,alteza... O carro já lhe espera.- Um soldado falou.
- Certo...- Jimin murmurou- Tchau,Jungkookie...- Despediu-se,sentindo seu coração apertar ao virar as costas e começar a andar em direção ao carro preto grande.
Sua mente emergiu em turbilhões de pensamentos. Seus passos eram pesados e dolorosos. Jimin esforçava-se ao máximo para não chorar ali. Porém,era isso que seu íntimo queria.
Chorar loucamente.
"Volte,Jimin-ah... Volte..."- O lobo ômega implorou.-"Por favor, volte..."
Jimin cerrou os olhos e os abriu novamente,vendo o carro bem em sua frente. Seu coração estilhaçou-se ao ver o motorista do carro,abrir a porta pra si.
- Por favor,alteza.- O motorista sorriu educadamente.
E quando pôs seus pés para frente em um novo passo e colocou uma das mãos na porta do carro para então entrar,alguém lhe chamou.
- Jimin!- e aquela voz,Jimin conhecia bem. Jimin virou, esquecendo-se por um momento de que todos observavam-o.
- Jimin!- Jungkook se aproximou novamente- Eu não poderia deixar você ir sem... Sem... Sem... Sem dizer o que sinto de verdade- Jungkook respirou fundo tomando coragem.
- O quê?- Jimin indagou confuso.
- Eu te amo,Park Jimin. Como nunca amei alguém antes- Jungkook falou em alto e bom som,permitindo que todos os presentes escutassem a declaração.
E antes que Jimin pudesse responder, Jungkook o beijou. Abraçando a cintura fina,prendendo a estrutura do loiro contra si. Beijou o ômega lúpus como se fosse a última vez. Beijou com todo o carinho e transpareceu todos os seus sentimentos. Os lábios carnudos faziam um belo par com os lábios finos macios,as línguas encontravam-se em uma dança lenta. Os corações batiam descompassados e cada pelo presente no corpo de ambos se eriçou. As borboletas batiam as asas,de forma desesperada,nos estômagos de cada um. E quando o ar se fez ausente,hesitantes,se separaram.
- Eu também te amo,Jeon Jungkook- Jimin afirmou sorrindo. E em seguida adentrou o carro,que logo tomou partida,deixando o castelo que havia se tornado seu lar,para trás.
*****
Yah,'cá estou eu depois de um atraso.
Perdão pelo atraso,eu tenho estado muito ocupada no trabalho e acabei não conseguindo revisar pra atualizar. Mas eu sempre me esforço, então 'tá aí.
4k de palavras,me respeita kkk
Esse capítulo já é o penúltimo da primeira temporada,mas podem considerar o último,já que o próximo é só uma carta curta.
Se preparem,por que Minseok ainda tem muita história e experiência pra contar. O que vocês acham que ele está escondendo? Qual é a relação dele com o Luney? Como que ele sabe de tudo isso? Quem é Luney?
Um aviso rápido: Não irei postar o último capítulo agora,pois irei postar juntamente com a segunda temporada,que só vai sair daqui a duas semanas ou um mês.
Nos vemos por lá.
Agora foca aqui! FOCA AQUI! FOCA AQUI PELO AMOR DA DEUSA.
A Black Friday se estendeu até hoje! Uh lá lá. Temos uma promoção maravilhosa,imperdível saindo do forno agorinha,olha só. Vamos compatriotas,dando o seu votinho e enchendo o capítulo de comentários,além de incentivar a autora,vulgo eu,a continuar e deixar ela bem boiola,você também ganha um beijão e um abraço virtual,por que o corona vírus,né? Então,vualá! Deixe já o seu votinho 🌟🌟🌟
Kkkk Perdão,gente... As vezes eu passo dos limites.
Já me vou... até o próximo.
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