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Coisas de ômega- CAMREN

Chegamos ao final da ladeira...

Camz, preciso de uma ajuda, vem aqui nas cabines, por favor

Aconteceu algo? Vocês estão bem?

Estamos, é só uma coisa boba

Estou indo

Camila desceu do palco e passou pela pequena plateia, alguns até a aplaudiram, o que fez com que ela risse. A ômega deu a volta pelo bar e estava se perguntando como acharia Ally, já que o ambiente estava bem escuro. Mas o segurança que fica no corredor das cabines a viu e fez sinal com a mão, para que ela o seguisse.

A ômega foi sem se preocupar, afinal ela conhecia muito bem o clube e as pessoas que trabalhavam ali. Mas, o mais importante, é que todos a conheciam e sabiam do temperamento de Lauren, as poucas pessoas que eram loucas o suficiente para desafiar a alfa, nunca acabaram bem.

Anos atrás, quando Harry decidiu expandir os negócios e montar algumas filiais de seus clubes nos EUA, ele estava procurando alguém de confiança para deixar controlando as coisas naquele país. Por isso, foi uma surpresa muito grande quando ele anunciou que era uma alfa muito nova que assumiria como sua representante americana. Ele foi muito questionado e até fizeram piadas, teve gente que achou que seria fácil enganar aquela garota e tirar vantagem dela.

Na primeira vez que insinuaram isso, Lauren mostrou quem era e que acabaria com qualquer um que tentasse cruzar seu caminho. Ela deu uma surra em um traficante e em dois dos seus capangas na frente de todo mundo. Enquanto a plateia assistia tudo assustada, Harry apenas bebia seu whisky tranquilamente.

A coisa é que Lauren não sabia que ela era uma lúpus, ela foi abandonada pelo pai antes mesmo de nascer e sua mãe também não era alguém muito responsável. Ela passou a infância inteira mudando de casa em casa, cada uma pior que a outra. Até que sua mãe se casou de novo, quando a alfa já era adolescente, e teve mais dois filhos.

O problema era que ela sempre foi meio jogada de lado e sempre soube que tinha algo errado com ela. Ela era diferente dos outros, tinha algo que a arranhava por dentro, que aprecia que queria consumi-la. Isso a fazia ter pesadelos desde sempre, mas sua família religiosa só a dizia que ela "tinha que orar mais, tudo aquilo era falta de fé".

Quando ela se descobriu alfa, as coisas só pioraram. Se tornou mais impulsiva, a chamavam de agressiva, ela também era mais forte que os outros e tinha a sensação que podia destruir tudo a sua volta. Passava horas sozinha, vagando por aí, não entendendo quem era.

Mas o pior foi em um dos seus aniversários, como sempre ela estava sozinha, porque não tinha com quem comemorar, então ela saiu para caminhada logo de manhã. Mas uma coisa inacreditável aconteceu, ela se transformou em um lobo.

Foi muito doloroso e de primeira ela não sabia o que estava acontecendo, achou que iria morrer sozinha e que seu corpo ficaria ali esquecido entre as arvores, sentiriam falta dela? Mas quando percebeu o que tinha lhe acontecido, ela ficou em choque e desesperada, não sabia o que fazer para voltar ao normal.

Essa tortura durou cerca de três dias, ela chorava sem parar, não conseguia se controlar e nem voltar a forma humana. Ela pensou em abandonar Los Angeles, mas não tinha para onde ir e também não podia voltar para casa. A primeira vez que teve que caçar um animal para comer, foi insuportável e não adiantou muito, porque ela ficou com tanto nojo, que vomitou metade do que comeu.

Lauren realmente já estava considerando se jogar em baixo de algum caminhão na rodovia, quando encontrou um rapaz de olhos verdes. Harry, como ele se apresentou, chegou até ela e ele não tinha medo de um enorme lobo preto. Ele tinha sentido seu cheiro e a seguiu até a região montanhosa, que cercava Los Angeles.

Harry a entendia e a mostrou como voltar a forma humana, depois eles conversaram muito e ele lhe explicou que ela era um lúpus e o que aquilo significava. Ele a convidou para ir até Londres com ele e conhecer o resto do bando, o lugar que ela realmente pertencia.

Lauren passou as próximas semanas aprendendo sobre o código, como se controlar, o que deveria fazer e, o mais importante, é que ela era normal. Ela também soube que Harry teve que informar ao conselho sobre o pai biológico de Lauren, porque ele tinha abandonado a família e nunca se preocupou com a própria filha, algo inadmissível para um lúpus. Ela soube que ele foi levado ao conselho, mas não se importou em saber o que tinha acontecido com ele.

Cerca de um ou dois anos depois, com várias casas noturnas funcionando e tendo que dividir seu tempo entre Los Angeles e Miami. Ela precisava cobrar um divida de alfa metido a mafioso, mas que era um idiota. Ele estava morrendo de medo dela, até porque a fama da alfa já tinha corrido por aí, mas enquanto ele dava desculpas e tentava negociar, Lauren a viu.

A ômega que estava dançando sem empolgação nenhuma em dos palcos, servindo de entretenimento para alguns alfas nojentos, era linda. Ela era baixinha, mas usava saltos bem altos e roupa muito curta, mesmo parecendo ser muito nova para aquilo. Seus cabelos eram compridos e castanhos e, mesmo sendo claramente obrigada a usar roupas sensuais, ela usava um laço no cabelo, o que a dava um ar jovial.

- O que acha? – o alfa idiota perguntou e Lauren revirou os olhos, ela queria ficar olhando a ômega. Ela já tinha percebido que a ômega lhe dava olhares furtivos e tentava disfarçar, mas ela não era boa nisso – Você a quer?

- O que? – Lauren perguntou irritada.

- Vamos fazer assim – ele falou empolgado – você leva a Camila, pode fazer o que quiser com ela e prorroga meu prazo para pagar a divida em um mês. Quando você vier devolve-la, eu te dou o dinheiro.

Ela nunca teria aceitado, porém aquele caso era especial. Só teve que explicar tudo isso para Harry e aguentar Zayn a zoando, porque os alfas sabiam quais eram as intenções da lúpus. Ah, também teve que convencer Liam a manter o seu ômega longe dos EUA, porque ela queria conquistar Camila, não a assustar.

Mal sabia ela que, quando Camila entrou de vez para o bando, a ômega seria a maior aliada de Niall para deixar todos loucos.

- Ally, o que acon... – Camila perguntou entrando na cabine que o segurança tinha indicado, mas não era Ally que estava lá, era Lauren.

A alfa estava sentada no pequeno sofá vermelho, suas roupas eram completamente pretas, jaqueta, camiseta, calça rasgada no joelho e botas. Ela bebia um líquido que devia ser dourado, mas iluminação avermelhada da cabine não dava para diferenciar direito.

O segurança atrás de Camila fechou as grossas cortinas, as deixando sozinhas ali. Toda aquela área tinha sido projetada para que o som de fora fosse bem filtrado, sendo mais um ruído de fundo do que outra coisa.

- Roubar o celular da Ally para me mandar mensagem, isso foi muito inteligente – Camila sorriu provocando – Me deixe adivinhar, Normani e Dinah já a pegaram.

Lauren não respondeu, apenas tomou mais um gole da sua bebida e puxou seu celular, procurando algo nele.

- Se você não vai me responder, acho que vou voltar para a festa – Camila debochou e se virou para sair, mas assim que ela encostou na cortina, a voz da alfa soou atrás dela.

- Vermelho – ela ordenou e Camila paralisou.

- O que? – a ômega se virou preocupada.

- Você me ouviu – a alfa sorriu de canto e colocou seu copo em cima da mesa no canto. A bebida tinha acabado, só tinha restado dois cubos de gelo no copo – eu disse Vermelho.

Camila inspirou fundo, aquele era o código de palavras dela nas cenas de BDSM, mas que elas tinham trazido para a vida. Era o sistema de semáforo, Verde quer dizer que estava tudo bem, podia prosseguir, Amarelo era para tomar cuidado e Vermelho era uma proibição imediata, assim que uma dizia, a outra deveria parar tudo o que estava fazendo.

- Você conseguiu – Lauren riu sem humor – você conseguiu, realmente, me tirar do sério, agora fique quieta e me obedeça.

- Lolo...

- Calada! – Lauren vociferou – já que você gostou tanto de se mostrar, relembrando os dias que você se mostrava para os outros, quero que sente no meu colo e faça uma lap dance completa.

- Só... só isso?

- É claro que não, mas por enquanto é isso – Lauren sorriu perigosa e colocou a música para tocar no seu celular, quando os primeiros acordes soaram, a ômega ainda não tinha se mexido – Agora Camila!

A ômega acordou do "transe", ela precisava obedecer a sua alfa. Por isso respirou fundo e começou a mexer o corpo, bem levemente, movimentos sutis, mas que iam aumentando gradualmente. Ela foi andando até sua alfa, cada passo seguindo a batida da música. Então girou o corpo ficando de costas e se abaixando até estar de quatro, seu corpo nunca deixando de se mover sensualmente.

Os joelhos deslizavam pelo chão, fazendo seu corpo subir e descer. Então suas mãos se arrastaram para frente o máximo que pode, deixando sua bunda empinada, mas logo ela voltou a posição normal. Ela colocou os pés no chão esticou as pernas, como se fosse se levantar, até que estivessem retas, mas suas mãos ainda tocava o piso, isso fazia a sua bunda estar quase frente com sua alfa, mas ela rapidamente terminou de se levantar e se virou para Lauren.

Camila andou até estar de pé entre os joelhos da alfa, então foi descendo e rebolando, quase até o chão. Ela usou as coxas de Lauren para se apoiar, sempre sorrindo provocativamente. Quando ela de levantou de novo e se virou para provocar mais, a alfa a puxou até que estivesse no seu colo.

- Você...você não pode... me tocar – Camila balbuciou, sua alfa puxava seus quadris e a fazia se esfregar na excitação de Lauren.

- Eu posso fazer o que quiser – a alfa rosnou no seu ouvido – é você que tem que me obedecer!

A ômega tentou continuar a dança, mas sua alfa tinha levado a sério o fato que podia fazer o que quisesse com ela. Lauren a tocava, a apertava, a mordia, a arranhava... uma de suas mãos invadiu o cropped de Camila e ela apertava os seios da ômega, principalmente os bicos, porque sabia que esse era um dos pontos fracos dela.

- Me chupa! – Lauren ordenou e Camila, meio tonta com tudo que estava acontecendo, apenas podia obedecer.

A ômega ajoelhou no chão, enquanto a alfa abria sua calça e colocava seu membro para fora. Primeiro Camila passou os lábios por todo o comprimento, depois esfregou a língua, dando atenção especial a glande e a fenda. Só então ela colocou na boca, não foi tão profundo, mas masturbou o que restava com a mão.

Lauren fechou os olhos e jogou a cabeça, mas mantinha uma mão enrolada nos cabelos da ômega. Camila sabia fazer do jeito que sua alfa, gostava, indo devagar, cedendo aos poucos, deixando que sua boca fosse recebendo cada vez mais do pau da alfa.

A alfa gemeu quando Camila tinha engolido praticamente tudo. A ômega chupava com força, afinal o gosto da alfa era uma das melhores coisas do mundo. Ela usava sua língua e seus dentes, quase a ponto da dor, mas aquilo fazia Lauren gemer.

O ritmo de Camila era rápido, mas não estava mais sendo o suficiente para Lauren. A alfa segurou a outra pelos cabelos e começou a ditar o próprio ritmo, muito mais frenético, ela estava indo atrás do próprio prazer. Camila colocou as mãos nas pernas da alfa para se apoiar, ela não conseguia respirar e estava engasgando, o que fez a alfa sorrir maldosa.

- Você gosta disso, não é? – ela perguntou convencida, tirando seu pau da boca da ômega. Seus lábios estavam vermelhos e muito inchados, havia lágrimas nos olhos delas e seu rosto estava corado, mas a ômega concordou com a cabeça – Dessa vez eu não vou parar – de novo a ômega concordou. Ela abriu a boca, deixando a língua para fora, um convite para sua alfa.

Lauren invadiu a boca de Camila, não perdeu tempo indo com calma ou cuidado, ela sabia o que queria e estava usando a ômega para isso. Camila gemeu e as vibrações da sua garganta atingiram a alfa, deixando mais prazeroso. Lauren não sabia dizer se ela gostava mais de quando Camila engasgava com o seu tamanho, ou quando gemia pela brutalidade.

Camila vivia a poucos anos com Lauren, mas eles valeram muito mais do que todos os outros que passou sem alfa. Uma das muitas coisas que tinha aprendido sobre si mesmo, era que ela é uma SAM. Uma bottom do BDSM que gostava de provocar para ser punida fisicamente e era isso que Lauren estava fazendo.

- Eu vou gozar e você vai engolir tudo – Lauren ordenou e Camila concordou na mesma hora.

A alfa puxava a ômega pelos cabelos, fazendo que ela movimentasse tão rápido, que ela provavelmente sentiria dor mais tarde. Lauren também puxava os cabelos de Camila nesse processo, fora a mandíbula da ômega que doía um pouco, mas ela amava. Camila estava muito excitada, ela precisava ser preenchida, precisava da alfa entrando nela com força, a puxando pelos quadris e a fazendo perder todas as energias.

Lauren rosnou quando gozou, mas não libertou Camila por alguns segundos. A alfa jogou seu corpo contra o encosto do sofá, ela ainda estava ofegante, tentando voltar a ter controle sobre sua respiração. Quando ela abriu os olhos, viu sua ômega, ainda ajoelhada entre suas pernas, lábios muito inchados e com olhos que brilhavam expectativa.

Camila aguardou pacientemente que sua alfa lhe ordenasse o que fazer agora, ela já se sentia muito molhada, estava tão excitada que sua intimidade pulsava. A visão que ela tinha também não ajudava, Lauren jogada naquele sofá, com cabelos despenteados, respirando ofegante, olhando fixamente para ela.

- Vem aqui – Lauren falou batendo na sua coxa e Camila prontamente subiu no colo de sua alfa.

A ômega jogou os braços em volta do pescoço da sua alfa e ficou olhando com expectativa, esperando pelo o que a outra faria, ela até mordia o lábio nervosamente. Lauren colocou suas mãos na cintura de Camila, apertando a pele nua de sua ômega, que ofegou um pouco.

Ele subiu suas mãos lentamente, passando as pontas de suas unhas pela pele, que se arrepiava. Chegou até a barra do cropped e o puxou devagar, livrando sua ômega dele. Camila não usava nenhum tipo de sutiã, por isso seus mamilos estavam desprotegidos, a sua vontade.

- Lau... – Camila gemeu quando a alfa ficou brincando com os bicos de ambos os seios, primeiro era só com os dedos, os rodeando e apertando. Depois ela passou a ponta da língua em um deles.

Camila inspirou fundo quando Lauren sugou um dos seus mamilos, o prendendo com os lábios e o provocando com a língua. A ômega rebolava no seu colo, ela estava ficando cada vez mais excitada, ela estava desesperada por sua alfa, ela queria que Lauren a preenchesse naquele momento.

- Você quer isso, não quer? – Lauren rosnou no ouvido de sua ômega, ainda usando seus dedos para provoca-la – Você já está molhada para mim?

- Sim – Camila gemeu, rebolando mais no colo da alfa, a procura de algum alivio.

- Vamos ver – Lauren usou sua força para estourar a costura da calça de Camila, o som do tecido rasgando foi alto e arrepiou a ômega.

- Você podia ter pedido para eu tirar – Camila provocou, mas Lauren sorriu maldosamente.

- É melhor você ficar quieta e não me provocar mais – o sorriso zombeteiro da Camila vacilou, ela conhecia o brilho no olhar de sua alfa – Você passou a semana inteira me provocando, não achou que sairia daqui sem ser punida, não é? - Camila gritou quando Lauren a deitou em seu colo, deixando sua bunda para cima, bem no colo da alfa.

- Lolo, por favor...

- Uma semana de merda! – Lauren rosnou, ela passava a mão pelas nádegas descoberta de Camila – De sete dias, você saiu em quatro, por isso eu vou te bater cinco vezes por cada uma dessas saídas. Você vai contar cada um dos tapas, se tentar se esquivar ou errar a contagem, eu recomeço, entendeu?

- Lauren, nós podemos resolver de outro jeito, nós... – mas as palavras da ômega foram cortadas por um tapa e Camila deu outro grito.

- Você não contou, vamos recomeçar – Lauren riu e deu outro tapa, ainda mais forte.

- UM! – Camila gritou desesperada.

- Isso mesmo, meu amor – Lauren falou afagando a bunda de Camila, principalmente a parte que tinha ficado um pouco vermelha.

Lauren deu mais três tapas, mas ao mesmo tempo ela acariciava os seios de Camila. Ela estava se aproveitando que sua ômega era muito sensível ali, porque, por mais que a pele de Camila já estivesse vermelha, ela estava muito excitada. A alfa deu outro tapa e apertou o bico do peito da ômega ao mesmo tempo, fazendo que ela gemesse alto.

- Você se esqueceu de contar de novo.

- O que? Isso não foi justo – ela choramingou.

- Eu prometi te punir, não que eu seria justa – Lauren respondeu e bateu de novo.

- Um – Camila gemeu.

Lauren ficou mais criativa, já que Camila tentava a todo custo se concentrar para não errar. Quando alfa percebeu isso lá pelo décimo tapa, ela começou a mexer com a entrada da ômega, principalmente com o clitóris dela.

- Lauren... – Camila choramingou e gemeu alto.

- Só mais sete tapas, se você não errar mais. Então eu entrarei em você com força, assim como você quer. Vamos lá.

- Catorze – Camila falou gemendo – quinze... Lolo, não faz isso... Dezesseis!

- Quase – a alfa riu do desespero da ômega.

- Dezessete... dezoito... dezenove... – Camila fechou os olhos apertados e segurou a respiração, sua bunda ardia e doía, sua pele queimava muito, mas ela sabia que o último tapa era o mais forte.

Lauren sorriu com a apreensão da ômega, ela esperou alguns segundos, apenas aproveitando o momento. A bunda de Camila estava completamente vermelha, quase roxa. A alfa admirava sua obra, sua ômega passaria dias sem conseguir sentar sem se lembrar daquela noite.

- Vinte! – Camila ofegou com a dor e a excitação.

A ômega soltou todo o ar dos pulmões, respirando forte. Lauren massageou o lugar que tinha batido, aquilo ardia, mas também era bom. A alfa puxou Camila, fazendo a ômega se sentar no seu colo, de frente para ela.

- Sua sorte é que aqui em Londres, Harry não tem um clube de BDSM, porque se estivéssemos em casa... – ela deixou a ameaça no ar e Camila se arrepiou com aquilo.

A alfa puxou Camila pela coleira, Lauren tinha feito questão de deixar o acessório intacto. Ela atacou os seios da ômega, mas dessa vez Camila tinha dificuldade para mexer os quadris, porque cada vez que a pele da sua bunda tocava na calça da alfa, tudo queimava.

- Tira sua roupa – Camila pediu para Lauren.

- Não – a alfa recusou, puxando as mãos da sua ômega da sua blusa.

Camila até reclamaria, mas não era uma boa noite para exigir nada. E também porque não teve tempo, Lauren começou a penetra-la com força, do jeito que a ômega gosta.

A ômega já estava tão excitada, que não iria durar muito. Lauren a segurava pelos quadris, a ajudando a ter mais impulso e ela acertava nos lugares certos. Elas gemeram a vontade, mas Camila gritou quando Lauren começou a morder seus seios, não no ponto de quase sangrar, sem rasgar a pele, apenas para que ela sentisse a dor da mordida.

- Você está tão quente... – a alfa rosnava contra a pele da ômega – está me apertando tanto...

- Lauren... eu não estou com forças... – Camila choramingou.

- Eu iria te colocar quatro aqui mesmo e pegar você por trás, para poder ver essa bunda vermelha cada vez que entro em você – Lauren rosnou e deu mais um tapa nas nádegas de Camila, que gritou mais uma vez – Mas eu quero enxergar o seu rosto enquanto você goza!

Essas palavras, junto com o fato da alfa ter aumentado o ritmo, fizeram a ômega passar do limite e gozar muito rápido. Ela gritou e arranhou o pescoço da esposa.

A ômega caiu para frente, abraçando a alfa e respirando forte. Ela não tinha forças para nada, não conseguia pensar, estava muito sensível, mas a sua alfa não parou com o ritmo ou diminui, ela acelerou.

- Tão quente e tão molhada – Lauren sussurrou no ouvido de Camila – Que tal gozar mais uma vez?

- Lolo, não.. eu não...

Lauren a calou com um beijo, mas suas mãos foram provocando a ômega, principalmente nos seios e clitóris. Camila tentou se defender, empurrar, ela estava muito sensível, não ia conseguir, aquilo era quase insuportável. Mas Lauren tinha um abraço de ferro.

- Lauren...

- Quase lá – a alfa respondeu e voltou a beijá-la com força. No final ela estava certa e Camila sentiu mais um orgasmo se formando.

As reclamações da ômega deram lugar a gemidos, que foram ficando cada vez mais altos, acompanhados pelos gemidos da alfa e logo as duas estavam gozando.

O nó as mantinha presas uma a outra, mas elas não teriam se afastado de qualquer jeito. Não havia nenhum outro lugar que a ômega queria estar e a alfa nunca perderia a ômega dos seus braços.

- Me diz que a punição acabou aqui – Camila pediu sonolenta.

- Amor, você me conhece melhor do que isso – Lauren respondeu beijando os cabelos da esposa – peguei leve com você porque a Jesy e Perrie fizeram um discurso enorme sobre ter cuidado, porque o casamento delas é no domingo – a alfa zombou.

- Não sei se me sinto aliviada ou com medo – a ômega bocejou e se ajeitou ainda mais, sentindo o calor da sua alfa.

- Pelo menos até segunda, você está salva – a alfa deu de ombros.

Após qualquer cena ou sessão de BDSM que faziam, Camila tendia a ficar sensível e vulnerável, então Lauren tinha muito cuidado no aftercare, cuidando muito bem dela e a mimando.

- Vamos para casa, vou te dar um banho de banheira e depois passar pomada na sua pele.

- Minha bunda está ardendo – a ômega sorriu travessa.

- Segunda vai ficar pior – a alfa falou calmamente e a ômega sabia que aquela não era uma promessa vã.

Camila mal podia esperar.  

E aí?? O que acharam dos bônus e de cada casal??

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