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Capítulo 42


Mas essas paredes, elas não foram suficientes

Agora eu sou mais alto que todas

Essas paredes nunca destruíram a minha alma

E eu, eu vi todas caírem

Eu assisti todas elas desabarem por você

Por você



...você não tem direito de ir trás dele, agora que sabe que ele está bem, se nunca o procurou quando sabia que ele precisava...

A frase ecoou na minha cabeça, porque eu nunca tinha parado para pensar que era real.

Mark proibia minha mães e minhas irmãs de manter qualquer tipo de contato comigo. Calvin tinha morado longe, porém ajudou minha família como pode. Mas e o resto da minha família e amigos?

Nenhum dos meus tios, parentes, amigos de escola, professores, vizinhos. . nem mesmo Stan, que cresceu comigo, tinha se importado com o que me aconteceu. Ninguém socorreu minha mãe todas as vezes que ela apanhou ou quando minha irmã teve que abandonar a escola. Eu, com dezessete anos, fui arrastado até um cartório e obrigar a casar, convulsionando de tanto chorar e, ainda sim, ninguém fez nada.

Quem vira a cara para o sofrimento do outro?

Como você pode saber que alguém você dizia gostar está sofrendo e não fazer nada?

Mas Harry tinha entendido muito antes de mim, era por isso que tinha investigado a cidade, mandado Dan verificar minha família antes que viéssemos, ele queria saber em que poderia confiar.

- Lou? - meu alfa me chamou. Assim que chegamos no hotel, eu quis vir direto para o quarto, eu precisava descansar, por isso ele tinha ido encher a banheira para que tomássemos banho.

- Eu sempre me sentia sozinho, depois que me mudei para Londres, mas eu nunca tinha entendido como eu tinha sido abandonado – eu murmurei – Stan e todos os outros dessa cidade, simplesmente viraram as costas para mim.

- Eu sinto muito – ele falou me abraçando.

- Eu nasci aqui, cresci aqui, estudei com vários deles, frequentei os mesmos lugares, jogávamos bola juntos, íamos para a igreja. . . mesmo assim ninguém se importou, não é?

- Lou, não vou tentar mentir para suavizar a situação. Muitos deles podem ter pensando em você e nas dificuldades que você estaria passando, mas não fizeram nada, o que dá na mesma que não se importar – senti meus olhos umedecerem, mas eu não ia chorar por quem não se importava comigo – Muitas pessoas ainda dizem que não é para se intrometer quando veem algo errado acontecendo, usam isso para se isentarem da culpa, caso algo ruim aconteça, mas é isso que os faz tão culpados quanto quem pratica os atos errados.

Eu fiquei parado, sentindo seus braços em volta de mim e ouvindo seu coração batendo. Era um daqueles momentos que se acontecesse meses atrás, me faria me trancar no banheiro e chorar por muito tempo. Agora, por mais me deixasse muito triste, me fazia pensar.

- Louis, eu sei que deve ser difícil, mas você não pode deixar o seu passado te afetar, ele não pode mais te alcançar – Harry falou, fazendo carinho nos meus cabelos.

- Eu sei, acho que eu não tinha parado para pensar nisso. Sinto como se as pessoas que me viram nascer e crescer, simplesmente me apagaram da vida delas. Porém – eu o interrompi antes que ele falasse algo - isso vai passar, eles não significam mais nada para mim. Nós temos a nossa família em Londres, isso que é importante.

Ele sorriu abertamente e suas covinhas apareceram, meu tempo de ser aquele ômega frágil e indefeso tinha ficado para trás. Agora eu só queria viver da melhor maneira possível e deixar tudo de ruim que me aconteceu no passado.

- Vamos tomar banho! - Harry me puxou até o banheiro, eu o segui rindo, porque sabia o que viria depois – Precisamos nos livrar dessas roupas.

- Claro, porque eu vou tomar banho – eu o provoquei e ele concordou com a cabeça enquanto me ajudava a tirar minha camiseta.

- Sim, só por isso. Obvio que é só um banho calmo e inocente – Harry começou a abrir o botão o da minha calça – Quem pensaria o contrario?

- Ninguém, tenho certeza disso – eu ria dele.

- Não vai acontecer nada! - ele sorriu malicioso.

Dois minutos depois, eu estava sentado na borda da banheira, enquanto ele me chupava.

- Harreh. . . - eu meio que gemi, meio que choraminguei. Sabe, eu o amava, mas quando ele queria ser mau, ele conseguia – Por favor. . .

- Lou, aqui não é como em casa, as paredes são finas – ele debochou de mim enquanto me masturbava lentamente – não pode fazer barulho.

- Mas. . . mas. . .

- Sem "mas"! - ele voltou a me chupar e precisei morder minha mão para não gritar.

- Acho que posso te ajudar – Harry tinha aquele sorriso que dizia ele faria tudo, menos me ajudar.

Meu alfa me virou, me deixando com a barriga apoiada na borda da banheira. O contraste era engraçado, meus joelhos estavam dentro da banheira cheia de água quente, mas meu abdômen estava em contato com o frio azulejo. Harry se posicionou atrás de mim, suas mãos brincavam com a minha pele, separavam minhas nádegas e rodeavam minha entrada.

- Tem que ficar bem quietinho, não podemos fazer nenhum barulho – ele sussurrou – o que é uma pena, porque eu queria tanto dar uns tapas nessa bunda linda.

- Harry, pare de brincar comigo!

- Ok, meu ômega bravo – ele riu e senti seu pau na minha entrada, pressionando, mas sem penetrar de fato – lembre-se. . .

- Sem barulho, tá, vai logo! - esbravejei e ele riu.

Eu estava tentando não fazer barulho nenhum, eu realmente estava, mas aquilo era impossível! Não dá pra transar com Harry Styles e ficar quieto!

Mas acho que Harry sabia que eu não ia conseguir, porque ele tampou minha boca com sua mão e abafou todos os meus gemidos.

- Assim mesmo meu gatinho – ele beijava minhas costas – Você não tem noção do quanto eu amo estar dentro de você – ele estocava lentamente e eu choramingava – você quer mais rápido? - eu confirmei com minha cabeça e ele ria do meu desespero – Você que pediu!

- Eu gosto disso – praticamente miei enquanto Harry fazia carinho nos meus cabelos. Estávamos deitados na banheira, a água já estava praticamente fria, mas dois orgasmos tinham acabado comigo e eu não fazia questão de levantar.

- Eu sei que você gosta – ele beijou meu rosto. A banheira era tão pequena que mal cabia eu, imagina Harry... mas demos um jeito, mesmo que ele ficasse com as penas de fora, o que me fazia rir – Sinto muito pelo show hoje, não quis te constranger,

- Eu não fiquei constrangido, foi engraçado na verdade – então me virei para encará-lo – mas agora eu entendi porque você tinha raiva do Stan.

- Eu não "tinha", ainda tenho. Sei que não é justo julgar as outras pessoas pelo o que aprendemos no código, mas nunca, em hipótese nenhuma é aceitável virar as costas para um ômega inocente que precisa de ajuda, ainda mais se for alguém próximo.

- Agora eu entendi, mas nunca tinha parado para pensar nisso, só fiquei tentando sobreviver, acho que bloquei o resto. Quando eu percebi que estava sozinho e que tinha que cuidar da Liv, eu desisti de pensar que alguém poderia me ajudar e foquei em nos manter vivos.

- Me dói pensar por tudo o que você passou – ele beijou o meu rosto – é por isso que fico com mais raiva de pessoas que não te ajudaram.

- Eu sei – eu ri – mas não precisa mais ficar com raiva, já passou. Liv e eu estamos bem.

- Acho que fiquei com mais raiva de mim do que dele – ele falou a contra gosto - eu sabia quem ele era, mas eu não o reconheci. Isso quer dizer que você podia ter corrido perigo e eu não percebi, e se tivesse acontecido algo com você? E se ele te fizesse algum mal?

- Você se cobra demais e duvido que Stan faria alguma coisa.

- Eu sei, eu o mataria antes – ele deu de ombros e eu ri.



- E Isso! - Niall disse colocando mais um item no carrinho.

- Niall, nós apenas vamos passar algumas horas no carro, não precisa comprar tanta coisa! - eu insisti, mas quando que Niall Horan escuta alguém?

- Posso levar chocolates? - Daisy perguntou para o ômega loiro.

- Claro – ele sorriu, me ignorando.

- Qual? - Phoebe perguntou em dúvida entre os quatro que segurava.

- Todos! - Niall respondeu feliz e elas colocaram os chocolates no carrinho.

- Por Zeus! - eu bufei.

Estávamos no mercado local com Zayn, porque Niall PRECISAVA comprar algumas coisas para viagem. Liam, Harry e Felicité tinham ido ao hospital para buscar a minha mãe. Eu já estava desesperado para ir embora daquela cidade e encontrar com a minha filha.

- Olhe por onde anda – uma voz arrogante soou atrás de nós, depois de quase esbarrar em Niall.

- Olhe você – o ômega retrucou.

- Seu. . .

- Collin? - eu perguntei e o alfa se virou assustado para mim.

- Louis? O que faz aqui? Styles está aqui? - ele olhava em volta preocupado – Da ultima vez que alguém da minha família esteve perto de você, foram ameaçados.

- Você é irmão do Ronan? - Niall perguntou rindo – Bem vi que tinha cara de alfa arrogante, mas covarde e desprezivel. Ah, é por isso que você está com medo de encontrar o alfa do Louis.

- E quem é você? - ele perguntou irritado e Niall apenas riu.

- O que está acontecendo aqui? - Zayn perguntou se aproximando, como sempre ele parecia não se importar com nada a volta. Mas já sabemos que isso não queria dizer que ele não puxaria uma faca do bolso e esfaquearia alguém. Ou colocaria foco, não sei.

- Nada – o alfa falou recuando – Adeus Louis – então ele deixou suas compras e, praticamente, fugiu correndo dali.

- Não gostei dele – Zayn resmungou.

- Então devia tê-lo matado – Niall deu de ombros – Ele era o irmão do Ronan.

- Sério? Harry vai ficar puto – Zayn disse fazendo careta.

- Vamos embora logo – eu resmunguei – Daisy, Phoebe, já chega de biscoitos.

Quando chegamos ao hospital, mamãe, Fizzy, Harry e Liam estavam saindo. Dan estava empurrado a cadeira de rodas onde minha mãe estava sentada.

- É só procedimento do hospital – meu alfa me falou – só até o carro.

- Dan quis empurrar a cadeira da mamãe, porque ficou revoltado de não poder levá-la até Londres no carro dele- Fizzy provocou, Dan ficou resmungando e os outros riram.

- Mamãe! - as gêmeas correram até ela e a abraçaram.

- Vamos sair logo desse lugar – Liam falou – cada segundo que eu passo aqui eu tenho a impressão que vocês vão arrumar mais alguma confusão.

- Sua desconfiança me deixa chateado – Niall disse – Mas vamos logo, to doido para conversar com Camila e Jade.

- Vocês aprontaram com o Nick, não é? - perguntei desconfiado.

- Eu? Nunca faria isso! - ele respondeu sorrindo "inocente".



- Você está confortável, mãe? - perguntei de novo.

- Continuo do mesmo jeito que estava há dez minutos atrás, quando você perguntou da ultima vez – ela sorriu.

- Lou, relaxa, já estamos chegando em casa – Harry falou, ele e Fizzy riram da minha preocupação.

Já estávamos em Londres, finalmente, depois de horas de viagem. Harry teve que dirigir com muito mais cuidado de quando nós fomos, porque o estado da minha mãe ainda era delicado. Isso fez com que Liam e Dan fizessem o mesmo. As gêmeas tinham ido no carro com Niall e só Zeus sabe o quanto de doces esses três já tinham ingerido nesse meio tempo.

- Pronto – Harry disse manobrando carro para a entrada da nossa casa – eu avisei que estávamos chegando, então não se assustem se todos estiverem aí para uma "festa surpresa".

- Seus amigos são animados assim? - Fizzy perguntou.

- Você não tem ideia – respondi.

Ajudamos a minha mãe a sair do carro, Dan estacionou o carro e já tinha corrido para ajudar minha mãe. Nisso a porta da frente abriu e ouvi Charlotte e Liv gritarem.

- Mamãe!

- Papais! - e então elas correram até nós. Liv se jogou no meu colo e ficou me abraçando – Eu estava com saudades!

Já Charlotte estava abraçada na minha mãe e as duas choravam,

- Melhor entramos – Harry falou por cima de todo aquele barulho.

- Sim – Mike gritou – trouxemos bebidas!

- Legal! - Fizzy respondeu.

- Ela é alfa, mas só tem quinze, já sabem – Harry gritou por cima da confusão que a entrada da minha casa tinha virado.

- Então sem bebidas para você – Asthon falou para minha irmã que ficou emburrada na hora – Sinto muito, mas eu ainda sinto dores da surra que Luke e eu tomamos, quando aqueles dois roubaram bebidas do bar e encheram a cara – ele apontou para Calum e Mike, que riam.

- Porque você apanharam, se foram eles que beberam? - Felicité perguntou.

- Até completar dezesseis anos, não importa se é ômega ou alfa, tem que ser protegido. Eles moravam com a gente, então... - Luke deu de ombros.

- Ainda acho que foi o psicopatinha que orquestrou tudo isso, para se vingar do lerdo do Luke – Ashton disse enquanto entravamos na minha casa, Charlotte e Dan ajudavam minha mãe a subir os degraus - Meu único erro foi ser amigo dessa lesma.

- E ter dançado com aquela ômega – Calum cantarolou – Mas isso já faz anos, quem ainda se lembra disso? Vamos mudar de assunto.

- Sim – Jade gritou – nós marcamos a data, será depois do Natal!

- Porque demorar tanto? – Harry bufou se sentando em uma poltrona (a que sobrou) e me puxando para seu colo, Liv correu e pulou em nós.

- Por que a pressa? - Jesy perguntou servindo as bebidas, Perrie dava suco para as crianças, Fizzy revirou os olhos, mas bebeu seu suco.

- Harry e Louis só vão se casar depois de vocês, quanto mais tempo demorarem, mais tempo eles demoram – Liam respondeu.

- Sério? - Jesy sorriu má – Sabe, acho que talvez devíamos adiar um pouco, talvez em janeiro.

- Valentine's Day seria romântico – Leigh-Anne opinou.

- Vão nessa – Harry bufou – já ignoro vocês e pulo fila.

- Harry! - Jade falou com as mão na cintura – primeiro a gente, depois vocês!

- É só não me irritarem – meu alfa respondeu.

- Chegamos com as pizzas! - Lauren entrou gritando e carregando várias caixas de pizza.

- Ah, eles já chegaram, a gente se atrasou – Camila cruzou os braços e fez biquinho.

- Teríamos chegado a tempo, se a Ally não parasse a cada cinco minutos para ir ao banheiro – a alfa falou beijando rapidamente sua ômega e deixando as pizzas em cima da mesa.

- Desculpem, mas tem DOIS bebes dentro da minha barriga e que estão usando minha bexiga como bola! - Ally falou alto.

- Deixe ela, ficar agitada faz para as bebês – Normani beijou a esposa.

- É, todo mundo sabe que a Lolo é só uma idiota – Dinah as abraçou.

- Hey! - Lauren protestou.

- Ok, eu até me divirto com isso, mas quero as pizzas – Zayn cortou o assunto.

- Seus amigos são divertidos – minha mãe riu.

- Vamos comer – Niall se levantou e começou a servir minhas irmãs e minha mãe – Tia Jay, me conte tudo, quero saber cada história sórdida do nosso querido Lou.

- Niall! - minha vez de protestar.

Estávamos todos na minha sala, comendo e bebendo (uns era suco, outros era bebidas alcoólicas). Liv estava no meu colo, Lilly, Lux e Drew sentados perto de nós, até achei estranho o pequeno alfa não estar com Mike e Luke. Minha família estava comigo e eu estava feliz.

- Lou – Daisy me chamou no meio daquela confusão toda – você ainda não disse como foi o pedido de casamento.

- Que? - eu engasguei – Que pedido?

- O pedido que o Harry fez quando te pediu em casamento – Jesy riu.

- Sim, esse pedido. . . bem. . . - eu comecei a suar frio e tive que engolir em seco algumas vezes – o pedido foi. . .hmm. . . pessoal. . .

- Pessoal? - Niall perguntou confuso – Como assim pessoal?

- Pessoal, sabe, intimo. . . hmm. . . uma coisa nossa. . .sabe?

- Sim, uma coisa nossa – Harry riu atrás de mim.

- Já entendemos isso, mas como foi? - Lauren revirou os olhos.

- Só foi – eu respondi pateticamente.

- Você não está usando a aliança ainda, porque eu sei que o Harry ainda não buscou – Liam falou.

- Eu sempre imaginei o Harry pedindo a mão do Lou em uma situação dramática ou em um jantar super elaborado – Camz sorriu.

- Ele tinha planejado um jantar, mas aquela quenga dos infernos apareceu e atrapalhou tudo – Mike respondeu.

- Mãe, o que é "quenga dos infernos"? - Phoebe perguntou para minha mãe.

- Então, como foi o pedido? - minha mãe virou pra mim.

-Bem...

- Eu sei! - Liv gritou de repente e eu quase tive um ataque cardíaco – Papai Harry me chamou e pediu pra mim, permissão para casar com o Papai Louis, eu perguntei pro Papai Louis se ele queria, ele disse que sim, eu dei permissão – ela sorriu feliz.

- Foi exatamente assim – eu sorri amarelo.

- Que fofo! - alguém disse e todos começaram a falar, sobre como era legal o Harry ter incluído a Liv no pedido, como eramos uma família linda e coisas assim.

Respirei aliviado e Harry riu do meu alivio, olhei feio pra ele, que apenas me beijou, mas continuou rindo depois. Dei um tapa nele, mas o importante era que o assunto "pedido de casamento" estava encerrado, já que todos tinham acreditado que o pedido tinha sido como a Liv contou. Bem, todos menos Niall, que me olhava desconfiado e depois deu um sorriso malicioso.



- Qualquer coisa me chama – eu devo ter repetido pele vigésima vez e minha mãe riu.

- Eu sei, mas Lou, pela quantidade de remédios que eu estou tomando, vai ser um milagre eu acordar antes do almoço.

O pessoal tinha ficado na minha casa até bem tarde, como de costume, as crianças tinham dormido há horas e todas estavam no quarto da Liv (Liv, Lilly e Lux na cama da minha filhote e Drew dormindo no colchão no chão). Fizzy estava dormindo no quarto com Lottie, as gêmeas em um quarto e minha mãe no quarto que tinha sido meu, quando vim para essa casa.

No momento eu estava confortavelmente deitado com minha mãe.

- Seu alfa falou que amanhã vamos para um apartamento, ele disse que é perto daqui.

- Sim – eu ri com a lembrança- ele comprou esse apartamento para mim, mas depois falou que era fachada, porque nunca teve a intenção de me deixar morar lá.

- Ele cuida muito de você – ela falou sorrindo.

- Até demais, as vezes – eu sorri de volta para ela - Mas eu entendo ele, a vida que eles levam é um pouco diferente das outras pessoas e ele já perdeu algo muito importante.

- "Um pouco diferente"? Lou, Por Zeus! - ela disse revoltada e eu ri – Dan me contou só um pouco de "diferente" e eu quase enlouqueci de preocupação.

- Mas isso não impediu a senhora de pegar intimidade com ele, não é? - a provoquei.

- Não tenho a menor ideia do que você está falando.

- Não se faça de desentendida Dona Jay, Dan? Mal se conhecem e já estão de apelidos!

- Apenas amigos, nada mais.

- Claro, todo mundo percebeu o "nível de amizade", quando o Dan foi embora, o Mike me perguntou se eu me despedi do meu novo pai.

- O que? - minha mãe colocou a mão no peito dramaticamente, se fingindo de ultrajada – Qual a imagem que essas pessoas tem de mim? Sou uma pobre beta, machucada, ainda se recuperando.

- E que acabou de ficar solteira – eu ri – Mãe, aqui entre nós, você pode confessar que está morrendo de vontade de...

- Me respeita moleque – ela falou me batendo com o braço bom.

- Você nem sabe o que eu ia falar! - reclamei, fingindo que o tapa tinha doido.

- Eu te conheço muito bem Louis Tomlinson, fui que eu te criei! Agora sai do meu quarto que eu preciso descansar.

- Tudo isso para fugir do assunto? - eu ri, mas me levantei, minha mãe realmente precisava dormir.

- Não sei do que você está falando.

Me despedi dela ainda rindo, fui no quarto da Liv verificar as crianças, mas eles ainda dormiam, por isso fui para o meu. Eu estava muito feliz pela minha família estar comigo, eu já tinha ficado tempo demais longe delas. Como eu poderia ter pensado que conseguiria viver o resto da minha vida sem s abraços da minha mãe?

- Oi – eu disse quando entrei no quarto, Harry tinha acabado de sair do banho, estava só de boxer e enxugando os cabelos com uma toalha – por que não me esperou para ir tomar banho?

- Porque eu não sabia quanto tempo você ia ficar com sua mãe – ele me puxou para o seu colo e mordeu de leve meus lábios, desfazendo o biquinho que eu tinha feito – eu sei o quanto você queria um tempo a sós com ela, só não quis atrapalhar.

- Por que você tem que ser tão perfeito? - eu perguntei e ele riu. Nós começamos a nos beijar, ma só celular dele despertou e tocou um alarme.

- Merda – ele bufou irritado – só um minuto – ele levantou da cama e foi até o armário, lá ele pegou um frasco e tirou dois compridos. Harry tomou os comprimidos junto com água da garrafa que fica na cabeceira da cama – isso não tem um gosto nada bom.

- Love, por que você está tomando remédio? O que houve?

- Não é nada, são supressores – ele fez gesto com a mão como se aquilo não tivesse importância nenhuma e me puxou para seu colo novamente.

- Harry, como assim supressores? Você odeia essas coisas, você me disse. . . o seu rut! Ele estava chegando, não é?

- Acabamos de recuperar sua família, fora tudo o que aconteceu, achei melhor atrasar meu rut, por isso estou tomando os supressores.

- Harry, isso não deve te fazer bem. . . e. . . você tomou dois é muita coisa. . .

- Eu sou um lúpus – ele deu de ombros - Luke falou que um comprimido não ia resolver. Alias, o gosto disso é horrível, não sei como você aguentou tomar por cinco anos.

- O gosto que é o problema aqui? - eu perguntei incrédulo.

- Sim, o que mais seria? - ele ficou confuso e eu não sabia se ria de nervosismo ou chorava com a situação.

- Harry, isso não vai te fazer bem, lembra tudo o que você me falou e os danos a sua saúde. . .

- Louis – ele segurou meu rosto entre suas mãos – eu não vou tomar por muito tempo, só até nos adaptarmos a essa situação e, por Zeus, eu espero que seja rápido – eu ri – e eu acho que aguento, não precisa se preocupar, está bem?

- Mas. .

- Por que você é sempre tão teimoso? - ele bufou, mas depois sorriu para mim – Eu te amo e faria qualquer coisa por você, então se adiar o meu rut é o melhor agora, tudo bem, eu tomo meus supressores pelo tempo que for - eu fiquei o encarando sem falar nada por alguns segundos – Lou, você não precisa ficar assim, não é uma grande coisa.

- Claro que é, Harry você vai adiar o seu rut para que eu passe mais tempo com a minha família!

- Eu sei, mas isso não é uma grande coisa, eu terei centenas de rut durante a minha vida. E eu não quero que o nosso primeiro rut juntos te deixe desconfortável de algum jeito. Então vamos ajeitar as coisas primeiro. Sua família precisa mais de você agora do que eu.

Um dia eu ia me acostumar a ter Harry Styles comigo?

- Quer dizer que você não precisa de mim agora? - eu o provoquei. Era para ser só piada, mas acabou saindo muito mais sexual do que eu queria. Mas, já que saiu assim. . .

- Nem comece – ele colocou suas mãos na minha cintura e me puxou um pouco para frente, fazendo nossos membros se friccionarem – só porque eu estou tomando supressores para adiar meu rut, não quer dizer que não quero e não pretendo transar com você. Então não vem com essas ideias aí não.

- Quer dizer que vamos transar durante esse tempo? - rebolei no colo.

- Muito, sempre que pudermos – ele respondeu eu ri – depois que eu provei essa bunda - e ele apertou minhas nádegas – não fico sem.

- Tão romântico – me inclinei e o beijei.

- Faço o que eu posso – ele me beijou de volta – sabe uma coisa que me lembrei, eu nem estava pensando nisso, apenas acabei de lembrar.

- Não estava pensando, claro que não.

- Sim, é que me lembrei que a gente não pode fazer barulho naquele quarto de hotel, mas no nosso a gente pode. Não tem perigo nenhum de alguém nos escutar.

- Sério? - nós rimos - então porque não aproveitar?

- Eu pensei exatamente o mesmo, que coincidência!




BATEMOS UM MILHÃO!!!!!

EU NEM ACREDITO, UM MILHÃO DE LEITURAS!!!

CACETE!!!! (e eu que achei que essa fic ia floopar!!! kkkkkkkkk)

Muito obrigada a todos vocês, de verdade!!! Obrigada por gostarem tanto, por não me abandonarem (mesmo eu dando motivo, com todos esses sumiços) e por divulgarem a fic por mim.  Vocês são foda pra caramba!!!!!

Estou me organizando para escrever mais e melhor, mas prometo que terá, pelo menos, um cap por semana a partir de hoje e logo vai ter maratona!!!

Amo vocês!!!!!

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