Bônus EMMA
Assim como a maioria dos bônus, esse é só para mostrar como ficou a vida da Emma. Ele não faz parte, necessariamente, da linha do tempo que a história está acontecendo nesse momento. Então vocês podem imaginar quando ele aconteceu.
**Os avatares das personagens usados aqui são só para referencia, você pode imaginar quem quiser e não tem problema nenhum!!!
(Emma)
- Bom dia - Emma disse quando Ashley entrou sonolenta na cozinha, a policial estava lendo o jornal e verificava as atualizações do trabalho no seu celular.
- Muito cedo para o dia ser bom - Ashley sentou do lado da esposa e pegou um pouco de café - alguma novidade?
- O plantão noturno conseguiu prender aquele alfa que estávamos procurando.
- Qual? Você precisa ser mais especifica, principalmente quando eu acabei de acordar - a ômega resmungou e a alfa riu, beijando o rosto da esposa.
- Ele tem passagem por agressão, assalto e assédio. Temos um mandato contra ele por fazer parte de um grupo que gerencia casas ilegais de prostituição - Emma explicou.
- Isso é coisa do bando ou da policia?
- Ainda não sei, depende de como for o interrogatório - a policial deu de ombros - eu tenho que ir trabalhar, quando sair você quer que eu venha direto para casa ou te encontre em outro lugar?
- Louis chamou para jantarmos na casa deles, mas como as coisas nesse bando mudam muito rápido, eu nunca sei como se vamos ter que mudar os planos. Então vem para casa para irmos juntas.
- Você fala como se não gostasse, você aproveita mais do que eu - Emma falou com falsa censura e Ashley riu.
- Gosto mesmo e aproveito tudo o que posso. Qual é vantagem de minha alfa ser do bando, meu melhor amigo ser o chefe de tudo e minha filhote ser soulmate da futura dona de tudo, se não é aproveitar a situação?
- Nem me fale sobre serem soulmates, me dói o coração pensar na minha bebê crescendo- Emma fez careta.
- Sua bebê já decidiu os nomes dos filhotes que ela quer ter no futuro, ontem ela me disse que quer três filhotes Paige, Amelia e Ava.
- Pode parar, eu não consigo lidar com isso - Emma cortou o assunto e a esposa ficou rindo.
Emma foi até o quarto pegar suas coisas, passou pelo quarto de Lilly que dormia tranquilamente, beijou seu rostinho e foi se despedir da esposa. Ashley não precisava acordar tão cedo, ela só fazia para poder ficar um pouco com Emma, depois voltava para a cama e dormia mais um pouco.
A alfa dirigiu tranquilamente para a delegacia, desde que entrou no bando sua vida tinha se tornado uma loucura. Certo, ser policial era um trabalho de alto risco e ela escolheu ser parte da Divisão de Proteção aos Ômegas , ou DPO, para fazer a diferença e isso queria dizer que houveram alguns momentos tensos, confronto com agressores e até casos que a fizeram voltar para casa e ficar agarrada com a esposa e filha, jurando que sempre as protegeria.
Seus pais moravam em Reading, uma cidade próxima a Londres. Se seu pai, um ex sargento da policia soubesse que ela tinha se tornado parte de um bando de lúpus mafiosos, talvez ele surtasse. Já sua mãe, do jeito que era, era capaz de perguntar se podia fazer parte também. Ela e Ashley sempre se deram muito bem.
- Bom dia Emma - um dos policiais a cumprimentou quando ela entrou, ela cumprimentou a todos educadamente e foi para o vestiário. Como ela não trabalhava mais nas patrulhas, não precisava usar o uniforme azul escuro, só quando iam fazer uma operação grande, porque precisava estar totalmente identificada. Mas no dia a dia, ela usava roupas formais e o distintivo na carteira mesmo.
- Tem um tempo? - Henderson, uma dos policiais que trabalhavam com Emma, a chamou.
- Claro, o que foi? - ela respondeu batendo o ponto e indo para sua mesa.
- Prendemos o Gallo ontem a noite, mas não conseguimos tirar nada dele até agora. O interrogatório durou a noite toda, ele não deu nenhuma informação, só zomba, disse que não importa quanto tempo fique na prisão.
- Ele não aceitou acordo nenhum?
- Nada e estamos suspeitando que ele está metido em coisas piores que só casas de prostituição ilegais - a oficial contou preocupada.
- Tem alguma coisa que posso te ajudar? - Emma perguntou.
- Você pode interrogar ele? - Henderson perguntou - Você, sabe, tem um jeito diferente de resolver esses assunto.
- Você quer dizer que eu posso fazer coisas que você não pode? - Emma perguntou com um sorriso de canto, porque isso já tinha se espalhado por toda a delegacia, alias, por varias delas.
Alguns oficiais torceram o nariz e acharam que era um desonra para a corporação, uma policial ter entrado para o bando dos lúpus. Assim que aconteceu, ela fez questão de ir até o comandante da policia contar o que tinha acontecido e se explicar. Contou toda a história, desde o alfa que ameaçou sua família, como o mataram e o juramento ao bando. Obviamente que ela não detalhou como é esse juramente, apenas contou que o fez.
Ela estava pronta para ser exonerada e quando o comandante perguntou ao o que ela seria leal, a policia ou o tal bando, ela respondeu:
- Sinceramente? A policia me possibilita fazer a diferença na vida de muitas pessoas, foi o que eu sempre quis fazer e gosto muito do meu trabalho. Mas o bando me deu a possibilidade de manter a minha família em segurança. Sei que se precisar, meus colegas policiais farão todo o possível para me ajudar, mas o bando fará o impossível e quando não houver mais o que fazer, eles criarão novas possibilidades, mesmo que a força.
- Se eu te pedir para escolher entre eles e ser uma policial, você os escolheria? - o comandante a perguntou sério.
- Seria muito triste se me fizesse essa pergunta, mas eu escolheria a minha família sem hesitar, o bando é minha família - ela respondeu tranquilamente.
- Você acha que estar com eles a atrapalhará nos seus deveres como oficial da lei?
- Tive uma longa conversa com Harry e Liam sobre isso, eles não acham que uma coisa irá interferir na outra. Na verdade, Liam até disse que pode ajudar.
- Como?
- Quando os casos que eles lidarem foram mais leves, eles estão dispostos a me entregar o alfa que fez mal para ômegas, para que possamos fichar e seguir os tramites legais. Se estivermos em uma operação muito arriscada e algo der errado, eu posso chama-los como reforço, por eu ser do bando, eles podem interferir quando eu precisar - ela não ia contar o resto da conversa sobre como ela pode ficar de olho nas coisas e usar recursos da policia para ajudar o bando a resolver certos problemas.
- Eu vou ser sincero, oficial Foster, eu já conheci lúpus e sei do que são capazes, também sei que eles seguem o Código fielmente. Eu admiro o Código e acho que se todos seguimos o mundo seria melhor. Tenho minha preocupação sobre seus companheiros, muitos não irão aceitar essa sua decisão de viver dos dois lados, me admira até que os lúpus tenha aceitado.
- Foi ideia deles - ela deu de ombros - eles não veem o mundo com esse separação que nós vemos e acham que todos podem coexistir sem problemas, desde que um não tente ferir o outro.
- Por mim, está tudo bem sua decisão, não iriei fazer nada a respeito disso. Mas quero que saiba que muitos não concordarão com isso e, provavelmente, haverá quem faça investigações sobre você, irão revisar seus casos. Você terá que se manter muito bem.
- Com todo o respeito comandante, mas eu farei o meu trabalho da melhor forma possível, como eu sempre fiz. Se isso não for suficiente, tudo bem, eu saio da corporação sabendo que a minha saída não foi pela minha falta de capacidade no meu trabalho, foi pela perseguição que eu posso sofrer aqui dentro. Mesmo assim, eu não me importo, eu quero ficar na policia porque cresci vendo meu pai sendo policial, foi algo que eu sempre quis, mas não vou mudar quem sou, quem eu me tornei ou negar aqueles que sempre estarão do meu lado. Ser policial é minha profissão e eu sou boa nisso, mas ser do bando é quem eu sou e isso eu não posso mudar.
Os dois ficaram em silêncio por um tempo, Emma poderia parecer tranquila e confiante no que falava, até porque era verdade. Ela já tinha visto do que o bando era capaz pelos seus e nunca mudaria, já tinha sido uma sorte Harry a aceitar com eles, não desperdiçaria essa oportunidade. Até porque, já tinha jurado mesmo, não tinha mais o que fazer. Mas estava um pouco nervosa por dentro, cresceu querendo ser policial, por causa do exemplo do pai, agora poderia perder isso.
Só que, ao contrario do que tinha pensado, não a assustava mais. Ela tinha outro planos e se a escolha de ser policial veio do seu desejo de fazer a diferença, ser do bando realizava isso. Era só olhar a mudança que tinha acontecido na vida de Louis, por exemplo. Ou, até mesmo, na de sua família, que agora eram mais livres para fazerem o quisessem e estavam mais seguras também.
No final ficou tudo bem e agora já fazia um tempo disso. Realmente houveram pessoas que queria abrir investigação contra ela, mas acontece que os casos bem sucedidos dela começaram a crescer e ela acabou se tornando uma das pessoas com maior número de prisões efetivas. O que fez que alguns que viraram a cara para ela no inicio, agora queriam se aproximar, afinal, queriam ter seu pedaço de glória também.
O único problema agora era explicar para o bando que eles não precisavam ficar dando "presentes" para ela toda hora, que não era sempre que ela podia sair da delegacia para resolver casos que eles a chamavam e quando eles pegavam alguém em outra jurisdição, eles não podiam levar para ela. Eles se recusavam a respeitar jurisdições, pra eles só tinha a Emma e pronto.
- Você pode tentar falar com ele? - Henderson pediu, chamando a atenção de Emma que estava olhando a papelada em cima da sua mesa, se o bando não parasse, ela ia passar metade da sua vida preenchendo relatórios de prisões que eles faziam. E Liam teve que intervir, porque ele queriam contratar alguém para fazer isso por ela, sendo que isso é contra lei.
- Claro - Emma respondeu - quer que seja agora?
- Por favor - a outra suspirou aliviada - eu passei a noite inteira nisso, não aguento mais.
- Vamos lá - Emma disse pegando seu blazer e seguindo a outra oficial para a sala de interrogatório.
- O que ela está fazendo aqui? - o oficial parceiro de Henderson perguntou com raiva. Oficial Alonso era um dos que não concordava com o "estilo de vida" de Emma e deixava claro isso.
- Ela vai conversar com Gallo - Henderson explicou cansada, ela sabia que seu parceiro iria brigar.
- Não mesmo! Ela usa métodos inaceitáveis, ela nem deveria mais ser chamada de policial!
- Vai começar com isso de novo? - Emma revirou os olhos, estava cansada de lidar com isso, não porque a machucava ou qualquer coisa assim, nem atrapalhava seu trabalho, só enchia o saco mesmo.
- Alonso, nós ficamos a noite inteira nisso e não conseguimos nada, se Gallo está mesmo metido com algo maior, os chefes dele já sabem. Cada minuto que perdemos aqui, é um minuto a mais para eles se safarem - Henderson justificou.
- Vamos fazer assim, me deem meia hora, se eu não conseguir nada, eu me afasto. E, mesmo que eu consiga, não vou me meter na prisão, é toda de vocês.
- Mas se você o torturar ou fizer o que seja que vocês fazem, Gallo pode sair livre.
- Você realmente não conhece o código para dizer essas merdas, né? - Emma esticou seu pescoço - Me traga dois cafés, vou tentar ser educada com Gallo no inicio.
- Ser educada, é isso? - Alonso bufou enquanto Henderson corria buscar os cafés.
- Você não quer que eu seja educada, não quer que eu bata nele - Emma comentou casualmente - acho que você tem tanto medo que eu consiga algo, que prefere que eu falhe, do que ajude essa investigação.
- Aqui - Henderson entregou os café para Emma, que sorriu para o outro oficial e entrou na sala.
Gallo estava sentado e uma das suas mãos algemas na mesa, ele tinha um sorriso debochado na cara, estava um pouco cansado, mas sua postura indicava ele não se importava com nada que pudesse acontecer. Ele tinha uma longa ficha, por isso sabia como a lei funcionava e como poderia escapar dela.
- Mandaram outra? Cadê os outros? Não deram conta? - ele riu.
- Hora do café - Emma disse sem se abalar - trouxe um para você - ela esticou o copo para ele, que nem o tocou, ela se sentou na sua frente e bebeu um gole do próprio café - Não vai tomar o seu?
- Claro... pendeja - ele murmurou
- Puedo entenderte, entoces, no me venga com tus mierdas - Emma respondeu e o Gallo se assustou - a família da minha esposa é hispânica - ela deu de ombros.
- Então sua esposa deve ser muy guapa - ele disse de modo malicioso.
- Não deveria falar da minha família assim - ela o avisou - sou a agente Emma Foster, eu preciso que você me conte sobre o seu negócio de prostibulos ilegais, sobre as precárias condições em que ômegas que trabalhavam nesses locais estavam e sobre suas possível ligação com grandes traficantes.
- Eu não sei de nada - ele deu de ombros e se encostou na cadeira.
- Sei que você já passou a noite toda nisso, quer ficar mais tempo? - Emma perguntou bebendo mais um gole do seu café.
- Esse café está quente, não? - Gallo perguntou sorrindo malicioso.
- Muito, então cuidado, se cair na sua pele pode te queimar.
- E se eu, acidentalmente, derrubar em você?- ele a provocou.
- Do jeito que está, eu iria me queimar, talvez até queimadura de segundo grau. Eu teria que ir ao médico para tratar das queimaduras - ela deu de ombros - e você sabe o que aconteceria com você.
- Eu iria preso por agredir uma oficial - ele desdenhou, mas Emma sorriu e negou com a cabeça.
- Você desejaria ser preso, mas se fizer algo contra mim, nem chegará a isso.
- Está me ameaçando? - ele perguntou se fingindo de confuso.
- Não, estou apensa sendo sincera - ela se espreguiçou e se levantou da cadeira - estou calor.
Ela se virou de costas e tirou seu blazer de modo bem cuidadoso. Sua blusa por baixo era de alças sem decote nenhum, mas na parte de trás, principalmente por seu cabelo estar preso em um rabo de cavalo alto, o inicio de sua tatuagem de lobo ficava a mostra. Ela colocou seu blazer no encosto da cadeira e se virou para o alfa, que estava com os olhos arregalados.
- Você está bem? - ela perguntou cinicamente, se sentando de volta na cadeira.
- A tatuagem... você... não pode ser... você é um deles... como...
- Eu te disse que se você me agredisse iria deseja ser preso, digamos que a minha família não é conhecida pela sua paciência - ela piscou para ele que engoliu em seco.
- Você não é pode ser do bando do Styles, você é policial!
- Acho que ninguém seria idiota o suficiente para andar por aí com esse símbolo tatuado se não fosse jurado do código, né? - ela brincou e puxou o celular - Mas se quiser, eu chamo o Hazz aqui e você fala isso na cara dele, que ele não podia me chamar para fazer parte do bando porque sou policial.
- Não! - ele exclamou, ela deu de ombros e guardou o celular. Na verdade ela não ia ligar, era muito cedo e se ela ligasse esse horário para Harry e atrapalhasse sua manhã com Louis e Liv, ele ia ficar muito bravo. Mas o alfa a sua frente não tinha como saber disso.
- Então você vai me contar tudo o que preciso saber? - ela perguntou para Gallo que engoliu em seco - Tudo mesmo?
- Você tem que entender, tem coisa que se eu contar, vão me matar!
- E você tem que entender que ou faz esse acordo que vão te propor, ou eu vou contar para Louis, o noivo do Harry, tudo o que acontecia naquele bordel. Se você tem medo do Harry, é porque não viu do que o Louis é capaz.
- Eu já ouvi histórias sobre ele... - o outro murmurou assustado.
- Por coincidência, eu vou jantar com eles hoje, talvez eu leve alguns arquivos para o Louis ler. Se bem que só de eu contar, eles vão ficar muito interessados em você - o alfa foi ficando cada vez mais pálido - Mike Clifford também vai estar lá, você já ouviu falar dele? - o alfa concordou parecendo que ia chorar a qualquer momento.
- Tudo bem, eu falo o que vocês quiserem - ele exclamou preocupado.
- Então temos um acordo? - ela perguntou de novo e o alfa concordou com a cabeça - ótimo, vou chamar meus colegas aqui e você conversa com eles.
Emma saiu da sala, dando de cara com vários colegas que a esperavam, ficou claro que eles tinham assistido a "conversa". Alguns deram joinha a parabenizando pelo bom trabalho Henderson a abraçou e Alonso teve que agradecer. Ela riu e foi para sua mesa, tinha muito trabalho ainda.
- Oie - uma voz animada a chamou e Emma levantou a cabeça dando de cara com um Mike sorrindo.
- Oi - ela sorriu, já prevendo o que viria pela frente.
- Oi Emma, trouxemos almoço - Luke mostrou as duas sacolas cheias de comida e que cheiravam muito bem.
A alfa olhou no relógio, realmente já tinha passado da hora do almoço, ela ficou tão presa no trabalho, que nem tinha reparado. Ela saiu com Luke e Mike sob olhares atentos de alguns colegas do trabalho, mas a maioria delas já tinha se acostumado com integrantes do bando por lá e até cumprimentavam. Ashton, Calum, Mike, Luke, Sandy e Josh passavam tanto pela delegacia, que até tinham sido convidados para o churrasco anual dos policiais.
Foram para um parque próximo que tinha mesas, eles comeram e riam um pouco. Falaram sobre rotina, filhotes e Mike, como a mamãe coruja que era, contava muito animado sobre como Drew tinha evoluído, já tinha quase sarado de todos os problemas de saúde e estava evoluindo na escola, coisa que ele teve um pouco de dificuldade no começo já que era a primeira vez que frequentava de verdade as aulas.
- Obrigada por terem vindo, eu nem reparei que já tinha passado da hora de almoço - Emma comentou quando estavam voltando para a delegacia - tenho tido muito trabalho ultimamente.
- Sobre isso - Mike abriu o porta malas e tirou um alfa que estava amarrado e amordaçado lá dentro - trouxemos para você.
- Ele ficou todo esse tempo preso aí? - ela perguntou.
- Desde que o pegamos, depois passamos falar com o Hazz, aí fomos na lanchonete pegar comida, fomos na delegacia, almoçamos - Mike enumerava nos dedos - nem foi tanto tempo assim.
- Claro que não - Emma suspirou e Luke riu enquanto puxava o alfa do porta malas - venham, eu preciso de testemunhas para fichar esse cara. O que ele fez?
- Estava batendo na ex-namorada grávida, falamos com ela e ela falou que se der garantia que ele vai preso, ela vem prestar queixa - Mike assegurou.
- Fomos resolver uma coisa em um prédio, no andar de cima ouvimos gritos, Mike foi ver o que era e voltou com ele - Luke explicou - Liam falou que era para trazer para você.
- Da próxima vez vocês podem me ligar avisando - ela sugeriu.
- NÃO! - Gallo gritou quando estava saindo algemado e viu Mike - Eu contei tudo! Eu juro! Eu dei todos os nomes! - quando Henderson tentou puxa-lo para levar para a cela, Gallo começou a se debater - Espera, eu lembro de mais coisa! Sabe aquela barbearia em Piccadilly? É um ponto de venda de drogas!
Mike olhou confuso para Emma que deu de ombros e continuou a mexer no computador, enquanto Luke estava mexendo no celular jogando.
- Cheguei - Emma falou alto entrando em casa.
- Banho - Ashley gritou e Emma foi se encontrar com a esposa.
- Onde está Lilly? - a alfa perguntou tirando a roupa para se juntar a ômega embaixo do chuveiro.
- Onde você acha? - Ashley zombou - o Louis do Lestat disse que as crianças podiam ajudar a fazer o jantar, agora estão todas lá jurando que também são chefes de cozinha.
- Como foi o trabalho? - Emma perguntou pegando o shampoo e lavando o cabelo da esposa.
- Quando o Louis, o nosso - a ômega riu - trabalhava na escola era mais fácil. Agora que eu estou como coordenadora tenho que revisar o trabalho da secretaria e o meu.
- Não contrataram ninguém ainda?
- Não, eles são muito exigentes. Ashton disse que a mãe do Lou vai trabalhar lá quando Luke a liberar para trabalhar - a ômega comentou - e como foi o seu dia?
- Normal, algumas prisões, interrogatório, relatórios para preencher - a alfa deu de ombros - nada fora do normal
- Sabe, já que você chegou tarde hoje, acho que todo mundo vai entender se chegarmos atrasadas - Ashley sorriu e beijou a esposa.
- Gostei desse ideia - Emma murmurou entre os lábios da ômega - gostei muito.
(Ashley)
Emma e Ashley são personagens originais, ou seja, eu quem criou. Lá no inicio elas não teriam tanta importância na história, mas foram crescendo com tempo
Se quiserem mais bônus de outros casais, incluindo Emma e Ashley, deixem aqui
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