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VI

(Ligue a música na mídia acima se puder/ou se preferir. Boa leitura)


Soojin

Três meses antes...

A despedida com Shuhua foi uma das coisas mais dolorosas e fofas, ela se certificou de me levar até a fronteira calmamente, com aquele papo de curtir o momento, e eu lógico que amei. Fomos de mãos dadas até lá, e foi lindo.

E quando ultrapassei a fronteira rapidamente, não a vi mais, e foi como sentir um vazio enorme e dolorido.

Quando cheguei na cidade, foi como voltar para casa, e como eu esperava, todos estavam surpresos com a minha volta, e diziam mentalmente "Ela voltou dos mortos?" "A rebelde voltou?"o amor do meu povo é assim.

Eles não são afetivos comigo, assim por dizer. Eles iriam adorar qualquer uma das minhas irmãs a mim, claro que é por causa de um boato totalmente vazio e sem fundamento, — tudo isso por causa da minha adolescência.

Eu não era uma das adolescentes mais calminhas, eu sempre fui "calma", mas criei um hábito ruim durante a adolescência — roubar. Eu fugia do palácio todas as manhãs para roubar, e muitas vezes me metia em confusões com os comerciantes, e assim foi até os 17 anos, mas me dei conta de outras coisas. Minhas responsabilidades, e minha família.

As pessoas começaram a cogitar que eu não seria filha do rei, por causa dos meus costumes infantis, da época. Confesso que fiquei bastante chateada, porém aquilo era uma distração, até ali minha irmã não havia negado o reinado, e então quando negou, era eu — a próxima a reinar.

Ninguém gostou disso e pessoas chegaram a suplicar ao rei que mudassem para a próxima herdeira, em proteção ao reino. Fiquei bem abalada, e a partir dali, treinei, treinei para ser a melhor para o meu povo, mesmo sabendo que me odiavam.

Me tornei a melhor guerreira, participando de várias batalhas e ganhando em algumas delas, mesmo assim, eles ainda me odiavam.

— Princesa! — uma menininha loira correu até mim. — A senhora é um anjo?

Eu ri, agachando para falar com ela.

— Não exatamente. — Ela arregalou seus olhinhos brilhantes e abriu um lindo sorriso.

— Acho que seja um anjo, princesa. Mas... porque morreu, e porque... agora está aqui?

— Eu não morri. Veja. — Ela tocou meu rosto.

— O povo vai ficar muito feliz em saber.

— Vão mesmo? — lógico que não.

— Vão, rainha. — A pequenina fez uma reverencia, beijou minha testa e correu para sua mãe.

Minha mãe teria orgulho de mim?

Depois de sua morte quando mais nova, mamãe me incentivou bastante a ser como ela. Uma guerreira forte, corajosa, gentil e amável, ela me inspirava e ainda me inspira.

Eu e Soyeon éramos muito próximas dela, tudo que ela falava para nós duas era como uma instrução, e foi o que nos ensinou a ser mulheres fortes e autossuficientes.

Caminhei até a escadaria, logo as duas guardas me reconheceram.

— Princesa? É... — Uma delas me analisou, boquiaberta. — prince...

— Sim sou eu. Agora me deixem entrar...

Adentrei a sala de jantar, aquela era justamente o horário de almoço, onde minha linda família nada normal estava.

— E aí, família? — falei.

Soyeon se levantou rapidamente, pasmada ao me ver lá.

— Soojin? Você... — me sentei na cadeira vazia ao lado de Minnie, que me olhou com desgosto.

— Estou viva, irmã.

— Lógico, que estava, essa é a guerreira do fogo, não é? maninha? — Yuqi questionou aos risos.

— Parece que está bem agora... — eu disse séria, mas Yuqi manteve um sorriso mínimo no rosto.

— Achávamos que tinham te levado, ou morrido, faz um mês depois daquele confronto, Soojin. — Retrucou Soyeon, com um tom de raiva. — Da próxima vez, eu...

— Cala a boca! — Minnie sempre bem... carinhosa. — Essa selvagem sempre vai fazer merda, é do feitio dela. — Sorriu de canto.

Minnie e eu vivemos em pé de guerra, mas é uma implicância com muito amor envolvido.

Por mais que meu relacionamento com as meninas não fossem um dos mais afetivos, nós tínhamos um laço lindo que nos unia, e uma única coisa que nos separava, o trono — o único objetivo que todas nunca desviariam de mim.

— Acha mesmo que ela deixaria o trono para você, Minnie? Nem a pau! — Miyeon disparou, maldosa. Bem do seu jeitinho malandra.

— Olha a boca! — esse foi o rei, meu pai. Me encarou sério, e quando eu achava que algo de bom sairia de sua boca ele... — Mas fácil seria se Minnie fosse a futura rainha do fogo! — soltou os talheres, fazendo um barulho.

Minnie olhou para mim, com um semblante preocupado, nenhuma de nós gostava de estar em uma discussão com o nosso pai, ainda mais quando estragamos os seus planos perfeitos.

Todos sempre tiveram a visão em que o reino do fogo fosse só alegria e flores, mas não, muitos segredos e muitos sacrifícios os rondam, com o intuito amargo de ter toda a Iryllia, porém, tem o meu sonho — Bom, meu sonho é acabar com toda a guerra sem matar mais ninguém inocente.

— Não está feliz por eu ter sobrevivido? Lembra que sou sua filha?

— E eu sou o rei? Quem realmente importa aqui, Soojin? — perguntou, com o olhar frio e calculista.

— Acho que a futura rainha e herdeira do trono, é quem realmente importa. — Apontei para Minnie, mesmo não querendo meter ela nessa. — Acha que ela está capacitada para isso? Duvido muito que tenha largado o seu vício de fugir para a botânica e mais ainda que tenha treinado sua força física. — Minnie sorriu sem graça, ela sabia que eu estava certa, mais uma vez. — E ela? — apontei para Miyeon. — Coitadinha, não pensa em mais nada a não ser encontrar o tal "Romeu", duvido que em batalha aquentaria o menos o peso da espada. — Ele engoliu em seco. — Quem realmente importa, meu rei? Um homem de 50 anos já vivido, ou uma mulher de 24, forte e capacitada para vencer guerras com sua própria força?

Graças aos treinamentos, só eu Soyeon e Yuqi eramos as mais fortes, e mesmo assim, Yuqi havia sido raptada, imagina só para as outras, sem treino nenhum.

— Soojin? — Soyeon interrompeu, tentou interromper.

— Tem razão. O senhor rei é o que importa. — Joguei o guardanapo na mesa indo para o meu quarto.

Era sempre assim, tudo sempre acabava em uma discussão com ele, de fato, ele me odiava, não por causa do meu passado rebelde, mas por ter a coragem de o enfrentar. Ele odeia o fato de eu ser a única a fazer questionamentos sobre ele, como minha mãe.

Ele não brigava muito com mamãe, muito pelo contrário, ele a amava demais, a ponto de perguntar a ela todos os seus defeitos, para que ele melhorasse a cada dia.

E provavelmente, ele odeia que eu faça isso, por se lembrar dela.

— Você está maluca? Onde esteve por todo esse tempo? — Soyeon me encarou, com os braços cruzados.

— No país da terra. — Ela arregalou os olhos.

— Como foi parar lá, Soojin?

— Uma mulher me encontrou machucada e cuidou de mim até que me curasse. — Só de lembra de Shuhua, meu coração se partiu. — De lá soube algumas coisas, como Yuqi aprisionada. Mas não pude fazer muita coisa já que estava ferida.

Ela se sentou do meu lado na cama.

— Estou muito feliz que tenha voltado, Soo. Eu me senti bem sozinha aqui.

— Você? — gargalhei. — Você nunca fica sozinha, e a Elena, Naumy, hein...? — gargalhou junto comigo.

— Você parece feliz, Soo. Mais leve. — Soltou aos risos. — Mais rebelde.

Os meses parecia que nunca passavam, o treinamento se tornava mais árduos, meus músculos cresciam mais a cada dia que passava, e lógico que Soyeon treinava comigo o tempo inteiro. Ela não sabia o nome da mulher que cuidará de mim quando estava fora, mas sabia que eu gostava muito dela. Mencionava Shuhua as vezes durante os jantares, mas ninguém nunca entendia nada, — coisas como "vou contar para ela." "ela vai adorar saber disso, Soo". Isso me deixava bem feliz, mas um pouco triste, ela disse que me encontraria algum dia, e tudo só piorava.

A cada dia que passava, eu pensava mais nela e na possibilidade de nunca mais a ver de novo.

Tinha armaduras novas, espadas estilizadas e novas guerreiras, mas não tinha o que eu realmente queria, — controle de meu poder e dos meus sentimentos.

E foi o que eu mais treinei desde que cheguei, o controle. Pus fogo em muitas coisas até saber controlar exatamente onde, sua quantidade, sua cor. E quanto mais usava, mais claro meu cabelo ia ficando, como uma descarga, usava aquilo que muito tempo contive.

Soyeon e Yuqi ficavam admiradas quando me via fazendo, pondo fogo em coisas, fazendo bolas de fogo. Uma vez fiz um copo de água se tornar lava, o que eu nunca achei possível, isso fez meu cabelo ficasse claro por duas semanas. Ninguém entendeu a mágica que eu fazia no cabelo e era um segredo até que bom, mudar a aparência de vez em quando.

Agora...

— O QUE ESTÁ ACONTECENDO AQUI! — Gritei, vendo de longe, Yuqi e Soyeon sem saber o que fazer. — QUE MERDA! EU SÓ QUERIA DORMIR...

E lá estava ela, depois de três longos meses, Shuhua me olhava calada e paralisada, pensei ser uma ilusão ou um sonho bem realista, mas quando desci as escadas, pareceu bem real para mim.

Meu coração batia forte, chegando a doer, meus olhos ardiam, querendo desabar ali. Ela estava ali... tão perto de mim...

Shuhua? — Murmurei, com a garganta doendo de conter as lágrimas. — Você... — Parei encarando-a, com seus fios negros bagunçados, os olhos brilhantes e sua pele reluzente. Aquele vestido a deixava tão, magnifica.

— Soojin, quem é ela? — Soyeon perguntou, mas não tive como responder, não dava.

Fiz um sinal para que a soltassem, e assim fizeram. Shuhua andou até mim, devagar, eu nunca imaginaria na minha vida que um momento passaria tão devagar, como foi para abraçá-la.

Quando a abracei, foi como segurar uma joia; a minha linda joia. Abracei Shuhua tão forte, que pensei em nunca mais largar ela. Ela estava em meus braços mais uma vez.

Me afastei para olhá-la.

Eu senti tanto a sua falta... — sussurrei, acariciando seu rosto delicadamente. Senti algumas lágrimas descerem por meu rosto, eu esperava tanto por isso...— Eu senti tanto...

Eu queria dizer a ela o quanto eu sentia sua falta e o quanto eu a...

— Tudo bem... — Ela passou seu polegar em meus lábios e em seguida por minhas bochechas, limpando minhas lágrimas, mas eu chorava mais. — Eu disse que te acharia, Soo.

E você veio mesmo Shuhua... veio para os meus braços.



Nota da autora:

Oi, minhas maravilhosas.

Mais uma capitulo para vocês, e hoje eu decidi passa para vocês um ponto de vista mais amplo sobre Soojin, sobre o seu passado e tudo do contrario que Shuhua pensa, mesmo as duas mantendo um só desejo. 

Eu chamaria isso de capitulo bônus, mas não, porque realmente a coisas aqui que são essenciais para a historia. E como algumas de vocês me pediram para estender um pouco a obra, eu serei bem objetiva ela ira até o capitulo dez, e ainda a coisas para acontecer.

Temo que os próximos capítulos sejam mais longos, por conta do enredo, então não posso garantir que postarei rápido como esse capitulo de hoje, mas como já falei, estou focando em escrever LION no momento.

Agora é só aguardar as próximas atualizações... Não esqueçam de votar e deixar qualquer coisa, perguntem, estou sempre aqui para vocês.

Com todo amor do mundo inteirinho...

PAM

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