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V

(Ligue a música na mídia acima se puder/ou se preferir. Boa leitura)

Shuhua

     Era diferente a sensação de não ter mais Soojin por perto, vê-la partir foi muito difícil, porém, necessário. Seria complicado, não me pegar pensando na noite passada, de a ver tão entregue a mim, e que talvez, fosse nossa última noite.

Peguei aquele vestido vergonhoso, e caminhei até o palácio. Não parecia nada calmo, ouvi algumas gritarias, e lógico que aquela voz era de Lyu, nervoso.

Com toda aquela guerra para acontecer, o sentimento orgulhoso de Lyu poderia estar em desespero, isso porque, mesmo que seja forte, Lyu é um péssimo estrategista. E acho que é por isso que tem seu pai sempre ao lado, o rei, ao contrário dele, é muito bom em estratégia, mas velho do jeito que está, ficara vendo a guerra da torre de Miguel. Torre essa que era para dividir os reinos, e não servir de camarote para o rei velho.

— O que faz aqui? — era Haru, parecia tão casando que suas olheiras estavam escuras, e ele não era de ter olheiras.

— A irmã pediu que viesse ficar aqui durante a guerra.

Menti, descaradamente.

— Não, as mulheres da realeza viajaram ontem para o norte. O que faz aqui, Shuhua? Quer morrer? — ele me puxou para o canto do corredor. — Aqui só tem homens selvagens suicidas. Nunca vi homens procurarem tanto a morte como vejo agora.

— Que ironia, não? — ri olhando para ele.

— O que? Não tenho escolha, sou o "tal" filho do rei. — Imitou a voz da irmã santa. Gargalhei, porque a imitação era realmente idêntica.

— Mesmo assim, Haru, por que não foge? — ele me encarou cruzando os braços.

— Por que não fugiu?

— O que você...

— Acha que eu não sei que foi você que — abaixou o tom de voz, quando dois guardas passaram—, que levou a prisioneira para a fronteira.

Forcei um sorriso.

— Fazer o quê, né? — ele revirou os olhos.

— Você e essa cisma em salvar pessoas. Essa foi qual... espera... a decima quinta pessoa que leva para a fronteira?

— Foi o meu dever salvá-la. Todos eles mereciam uma vida boa, Haru. O que esperava que eu fizesse?

— Que fosse? Puta merda, Shua! Desencadeou uma guerra e nem para fugir, se descobrirem o que fez, você morre.

Respirei fundo.

— A guerra iria acontecer de qualquer jeito, isso é fato. E não, eles nunca vão saber que fui eu.

Por um instante, senti medo, eu nunca sentia medo...

— Mas ainda me disse por que não fugiu? Sei bem que conhece esse país como a palma da sua mão.

Desde bem nova, eu roubava alguns livros da sala real, como não sabia muito de mim, eu gostava de aprender sobre a origem de tudo. Quando descobri que havia liberdade no reino vizinho.

O país da terra virou um sonho que eu queria realizar, e para isso eu precisava estudar cada floresta, tocas e estradas que me levassem até lá.

Eu fui encontrada por uma irmã bem gentil, ela disse que eu estava num arbusto de flores. Eu chorava muito, disse ela, nenhum resquício de mancha na pele, eu era linda, e o que mais a intrigava era, "tive muito medo, você estava tão perto da fronteira, que a trouxe para cá".

Foi uma salvação que até hoje de trás dúvidas do meu passado. Estudei muito até saber de co, os horários de troca de turno, por onde andavam, onde saiam, e onde tinha brecha de fuga. Alias eles nunca atacariam uma fera, com armas tão furrecas.

Descobri a cinco anos atrás que tinha algo diferente em mim, na verdade, quem descobriu foi Haru. Ele era meu amigo de infância, e como não fazia nada no palácio, vivia comigo na vila.

Foi numa noite que Haru viu, um leão, abrindo a porta da casa que dormíamos. Ela não disse exatamente como ele me viu, só disse que quando abriu os olhos eu estava em pé, e quando piscou, já não era mais eu, e sim um leão.

Sempre acontecia quando eu dormia, mas comecei a notar meus sonhos, e em todos eu tinha uma sensação, liberdade. E o que era enquanto eu dormia, passou a ser quando estava muito bem consciente.

Aos dezessete, quando a segunda guerra entre Fogo e terra começou, eu me senti na obrigação de salvar algumas pessoas. Não sabia dizer se eram pessoas da terra ou do fogo, mas quanto mais a guerra aumentava, mais o campo guerra ocupava tudo a volta, isso incluiu metade da minha vila. Até as mulheres que serviam de ajuda médica e cozinheiras, morreram quando o fogo foi lançado.

Eu mal dormia na época.

Haru sempre quis saber por que eu ainda não havia fugido, e bom, eu já fiz isso.

Me lembro como se fosse ontem, atravessei aquela floresta, e vi uma cidadezinha, colorida, muitos sons, música e mulheres entre homens, umas jovens e outras velhas; crianças correndo com seus pais, e uma estatua de uma mulher, no meio. Tudo era tão bonito, que senti que ali não era para mim, mas jurei a mim mesma, que só atravessaria quando tivesse um motivo maior para isso, além de mim.

— Não interessa porque não fugi. Mas você, você precisa sair daqui Haru. Imediatamente. — falei

Esse era o meu segredo, meu poder era um segredo, que até então, Soojin ainda não sabia. Eu me infiltraria e encontraria um jeito de salvar meu povo.

Demorou um pouco — três meses — para descobrir que Lyu ocuparia a linha de frente, seu pai, o rei, estava bem preocupado com o físico de Lyu, e o pôs para treinas, até se seus músculos saltassem.

Tive que aguentar firme as brincadeiras de Lyu sobre meus gostos, mas ele sabia tanto quando eu, o seu desejo incessante de me ter. controlar Lyu foi o mais fácil, quando não se tem medo as coisas são mais fáceis, eu não tinha medo dele, muito menos de morrer.

Sabia que três mil homens atacariam a esquerda e a direita da fronteira, e no centro dez mil homens, Lyu e Haru.

Mas hoje, despois de três meses, mesmo sabendo da guerra, eles prepararam meu noivado. E era esperado que eu usasse um lindo vestido azul brilhante, mas optei por outro.

— Shua! — a irmã santa quase saltou da cadeira ao me ver.

Todos da mesa estava me olhando, mais como julgamento do que admiração.

— Veja meu pai! Minha nova está tão linda! — Lyu levantou-se vindo ate min com um sorriso de me dá repulsa. — Sabia que vermelho combinava com você, meu bem. — Me puxou para a cadeia ao seu lado.

O vestido era longo de veludo, justo na cintura, e de alças finas, sem nenhum decote ou abertura, todo vermelho.

Eu havia descoberto o terror da família, vermelho. O jeito que me olhavam me dava vontade de gargalhar, eu sentia minha cara esquenta de vontade de rir. Era uma mistura de tudo, eu sentia um aperto em meu coração, medo, confusão, e nojo, e não sabia por que queria tanto rir.

— O casamento acontecera semana que vem. — falou o rei.

— Perto da guerra, papai? — Haru perguntou, e eu só conseguia manter a cabeça baixa, por conta da minha cara.

— Sim. Ele tem que ir a guerra casado, e com um neto meu garantido.

Gargalhei. Gargalhei tão alto, a confusão nos olhares deles era tão... engraçado.

— Neto?... — minha barriga doía de tanto ri. — NETO?!

Me levantei da cadeira caminhando até a porta.

— Onde vai, princesa? — foi a rainha quem perguntou dessa vez, calmamente.

Não respondi, só fechei a porta com força, dando lugar a lágrimas, lágrimas de dor, que por tanto tempo segurei. E eu não sentia liberdade quando encontrei a floresta, e sentia raiva e tristeza, não conseguia correr e nem sequer parar de chorar.

Cai no chão, bati forte na terra úmida, chorando. Já fazia três meses que não a via, e aquilo estava me matando. Parei de bater no chão quando minhas mãos ficaram vermelhas. Eu nunca quis tanto na minha vida, reencontrá-la.

Me levantei, criando forças para correr, senti o tecido do vestido se abrir em uma fenda no lado direito, me dando mais liberdade para correr mais rápido por tudo.

Parei quando vi o castelo com detalhes a ouro, e um símbolo lindo de um leão bordado em bandeiras vermelhas, duas mulheres usando armaduras estava na entrada do castelo, enquanto outras seis ficavam um pouco distante.

— Com licença! — me aproximei de uma. — Preciso falar com Soojin...

— COMO OUSA! — a mulher se aproximou, violentamente. — COMO OUSA FALAR ASSIM DA PRINCESA, SUA... — ela me olhou de cima a baixo, mas não completou a frase, não me chamaria de plebeia julgando minha vestimenta.

Mesmo assim, as duas que estava na porta se aproximaram de mim, e só me veio uma ideia.

— SOOJIN! — gritei, sendo segurada a força. Juntei toda a minha força. — SOOJIN!

Mais guardas apareceram e sério, ali parecia o meu fim, quando a porta se abriu.

Duas mulheres saíram, vestidas para dormir.

— O que é isso? — uma de cabelos curtos, loira perguntou a guarda, mas antes que respondessem eu gritei.

— CHAMEM A SOOJIN, POR FAVOR! — elas se encararam, e não tinha outra escolha. — SOOJIN! SOOJIN! POR FAVOR!

— Por que ela está chamando a princesa pelo nome? — uma das guardas que me segurava disse, para a outra. E eu continuarei a gritar.

— O QUE ESTÁ ACONTECENDO AQUI! — alguém gritou de dentro do castelo, o que fez as duas moças olharem para trás. — QUE MERDA! EU SÓ QUERIA DORMIR...

Quando vi os cabelos negros de Soojin, foi como ver a luz novamente, eu experimentei mais uma vez as lágrimas caindo. Olhar em seus olhos de novo era tão reconfortante.

— Shuhua? — Soojin desceu as escadas confusa. — Você... — parou me encarando.

— Soojin quem é ela? — a loira de antes, questionou mais uma vez.

As mulheres me soltaram aos poucos, depois do sinal que Soojin fez. Caminhei até ela, sem acreditar que estava tão perto novamente. Quando a abracei, meu como poderia ter facilmente caído, eu jurava que iria desmaiar, mas quando Soojin me segurou, ali estava o meu mundo, ela.

— Eu senti tanto a sua falta... — sussurrou ela, acariciando meu rosto, ela chorava, e eu nunca tinha visto fazer isso. — Eu senti tanto...

— Tudo bem... — passei meu polegar por seus lábios, mais uma vez depois de tempos, aquela pele, aqueles lábios, eu sentia tanta saudade... — eu disse que te acharia, Soo.


Nota da autora:

Olá queridas...

Então, vim aqui para dizer que estou focando em LION no momento kkkkk SIM, TOMEI VERGONHA NA CARA KKKKKKKKK

Esperem pelos outros que estão por vim... UAU!

Não se esqueça de votar em....

AMO VOCÊS 

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