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I


(Ligue a música na mídia acima se puder/ou se preferir. Boa leitura)

— Quer que eu entre na banheira, senhora? — perguntei, pensando ter ouvido coisas.

— Sim. Preciso de uma ajudante. — ah... — Estou ferida, lembra? — Me aproximei da banheira, observando a mulher me encarar. — Não quer entrar?

Se alguma irmã, me pegasse ali seria muito ruim...

— Eu posso ajudá-la daqui. — Corrigi. Ela apenas concordou com a cabeça. — Como posso te chamar? Desconhecida? — ela sorriu.

— Me chame de Soojin. Mas não em público. — Ela pediu. — Delicadamente, prendi seus cabelos num coque.


— Não sei se gosto de usar roupas brancas. Estou parecendo uma noiva. — Soojin disse, me fazendo rir.

— São trajes das irmãs da aldeia, precisa usar para se misturar.

Moro perto campo de batalha, na fronteira entre os dois países. A nossa aldeia é bem pequena e muitas vezes invisível para todos. Por piedade somos obrigados a trabalhar para o rei do país da terra, para que a aldeia sobreviva.

Infelizmente, ou felizmente, alguns de nossos aldeãos vão para o país só fogo, onde ouvimos boatos de que lá, todos tem liberdade, mas é bem raro alguém conseguir escapar.

Guiei a mulher para a saída da cabana, seus olhos se arregalaram quando viu.

— As mulheres daqui são muito lindas, mas tem que ver as do reino. — comentei.

— Que pervertida! — eu ri.

— Aprecie se quiser dona.

Soojin

Definitivamente, o lugar mais lindo que eu havia visto. As casas pequenas de madeira, plantações esverdeadas, e flores, muitas flores espalhadas de diferentes cores e formas.

Mulheres e crianças iam de um lado para o outros, com cestas de frutas, outas carregavam tecidos, umas com cabelos enormes e outras extremamente arrumadas.

Shuhua prendeu-se em meu braço, me arrastando para algum lugar.

— Não sei se reparou, mas a aldeia e composta só por mulheres e órfãos. Moramos aqui porque o reino não permite mulheres solteiras e nem crianças órfãs.

— Que horror! — soltei.

— Algumas de nós, somos criadas para nos casamos com homens importantes e outras para serem criadas do reino. Somos tachadas como santas. — Olhei para a garota que sorri maliciosamente, me arrancando uma risada.

— Então, acha que vai se casar ou vai ser criada?

— Olha, vamos ver as estrelas hoje? — a garota perguntou, mudando totalmente de assuntos. A mesma correu até algumas flores.

Desde quando me conheço por gente, meu pai sempre relatou o quanto o reino da Terra era mal e egoísta, mas nunca cheguei a saber o quão severo era até isso — Preciso relatar ao meu pai urgentemente.

— Shuhua. — Chamei a garota, que me olhou atentamente. — O que sabe sobre seu rei?

— Senhora, eu sei de tudo. — respondeu ela, pondo as mãos na cintura. — Mas antes... — ela andou lentamente até mim. — Quem é você?

Eu estava prestes a dizer a garota, mas graças aos céus tive uma ideia melhor.

— Por que precisa saber que eu sou? — questionei.

— Por que estou abrigando uma estranha? — a garota perguntou ironicamente. Revirei os olhos.

Respirei fundo, notando a garota aguardar minha resposta.

— Sou General de fogo. — Confessei me aproximando dela. — Está bom agora? — Ela abriu um enorme sorriso.

Tenho queda por mulheres duronas...tá de brincadeira...

— Preciso voltar para o meu reino o quanto antes, não tenho certeza, mas acho que o meu plano não ocorreu bem. — A garota entrelaçou seus braços ao meu.

— Fiquei sabendo que oficiais tem poderes... É verdade? — seus olhos estavam brilhado de curiosidade.

Eu não deveria revelar o meu pequeno dom, mas quando eu era criança quase matei Yuqi queimada, depois disso jurei a mim mesma nunca mostra isso a ninguém.

— Por favor, Soojin. — Shuhua suplicou. Acho que não faz mal ela ver...

— Tá, mais com uma condição. — Ele assentiu. — Você vai fazer algo por mim.

— Claro! — ela comemorou.

Andamos até um lindo capo cheio de grama alta, A garota olhava para mim toda hora, talvez esperando uma confirmação para continuarmos a andar. A noite caia, e eu finalmente achava o momento certo para mostrar a garota tudo que eu tinha para revelar — o meu poder.

— Vai, me mostre! — Shuhua pediu balançando meu braço, mortal chata.

— Okay, mas fique longe de mim, não quero machucá-la. — Eu disse me afastando dela.

Era complicado fazer aquelas coisas de novo, a última vez que havia usado meu poder foi no campo de batalha — envolvendo minha espada com fogo.

O rosto de Shuhua estava levemente iluminado pela pequena lamparina que segurava.

Segurando meu folego, me forcei a usar mais uma vez aquilo que me assustava, — meu próprio poder. Shuhua estava encantada, observando as bolinhas de fogo flutuarem e girarem, aquele fogo não podia me queimar, então fiz questão de mantê-lo perto de mim, me envolvendo como uma enorme nuvem.

Tinha me esquecido de como era bom não me preocupar com o que saia de mim, até...

— Senhora... — Shuhua chamou minha atenção, dando um passo.

— FIQUE AI! — pedi parecendo uma ordem.

Aquele fogo, — meu fogo — era diferente dos normais, queimava mais, ardia mais, e não se apagava, não sem a minha ordem.

— Ele é tão lindo... Parecem estrelas... — ela deu mais um passo. Com medo dei um passo para trás. — Como controla ele? O fogo?

Tá aí uma coisa que eu não sei.

— Não sei eu só faço. — Respondi, vendo-a dar mais um passo. — Shuhua, não se aproxime... — Vi a garotas mergulhar nas minhas gotículas de fogo, as que eu tentava segurar.

Teimosa!

Abaixei minhas mãos esperando que as pequenas bolinhas de fogo apagassem, mas por algum motivo, elas não me obedeceram...

A garota girava entre elas, como se não a queimasse, — e não a queimava. O vestido de Shuhua dançava com os pequenos brilhos, eu podia ouvir uma música, — uma música que não estava ali, mas que provavelmente Shuhua podia ouvir.

— Venha dançar comigo! — ela chamou sorridente. — Está ouvindo, Soojin? Elas estão cantando para nós duas!

Eu estava ouvindo, meu poder nunca tinha feito aquilo, ele sempre queimou as pessoas, posso dizer que me queimava mais do que as outras pessoas. Por que ele está cantando agora?

— Sai daí, Shuhua! — pedi, sentindo um medo familiar se aproximar do meu coração. — Por favor! Saia daí!

A garota me encarou fechando o sorriso, a música havia sumido com o sorriso de Shuhua, — como se a obedecessem.

— Você está com medo, Soojin? — ela perguntou, e eu adoraria dizer que não estava com medo. — Eu não tenho medo, Soojin.

Senti meu corpo estremecer ao ouvir aquilo, pareceu tão sincero que meu coração errou a batida. Shuhua pegou minha mão, me puxando para as minhas luzes, a música voltou a tocar quando a mesma passou suas mãos por meu pescoço.

— Vamos lá, Soojin! Dance comigo! — ela pediu colando seu corpo contra o meu.

Séria até estranho dizer que aquele cheiro doce e cítrico que vinha dela, era familiar.

Mexi meu corpo lentamente, ainda sentindo um pouco de dor. Uma sensação de alívio invadiu meu corpo, quando vi o sorriso da garota.

— Por que está me olhando assim?

— Ué? Qual é o problema? — retrucou ela.

— Está parecendo uma doida.

Doida por você... — eu ri.

— Como ousa falar assim com uma mulher da realeza — brinquei, ainda com as mãos na cintura da garota.

Como ousa chegar tão perto de mim... — ela sussurrou, perto do meu ouvido.

Como ela ousa...

— Garota, me respeita! — me afastei dela. — Como pode ser tão pervertida! — a garota gargalhou.

— Me dá um beijinho! — ela pediu, fazendo um biquinho. — Só um...

— Misericórdia! — Caminhei até a faixa de terra, a caminho da vila.

Ah! Soojin...

Shuhua

Entrei no casarão, e lá estava, a Irmã santa — Líder da aldeia — Com a sua cara de sei lá o que...

Arrumei o vestido, naquela manhã, algumas irmãs haviam me forçado a usar um vertido tão justo que me preocupava em perder o ar e desmaiar. Era sempre a mesma coisa, aos finais de semana.

— Está magnifica, Shu! — Kate me elogio, com um sorriso.

Kate é minha melhor amiga e companheira na cidade, por mais que eu passe a maior parte da minha vida na vila, quando venho para a cidade, Kate fica comigo.

— Não olhe muito para o rosto dela, Shu. Ela está com raiva.

— Novidade, né Katerine? — soltei, me aproximando da velha.

— Olha ela! Ainda está viva, não é? — A mais velha ironizou, cruzando os braços. — Me acompanhe, Shuhua.

E lá estava eu, mais uma vez, prestes a receber mais um sermão.

— Como está o seu treinamento, Shu? — a irmã perguntou fechando a porta do quarto, ela estava mais feia naquela manhã.

— Está indo bem, irmã.

— Não. — Ela chamou minha atenção. — Ontem você não foi ao castelo, por quê?

— Não estava.... — Afim. Era isso que eu queria dizer. — ...bem. eu não estava bem... — A rabugenta me olhou de cima a baixo.

— Shuhua, você tem pouco tempo....

Aquilo era uma tortura de ouvir.

— Eu não estou pronta, irmã. — Supliquei, caindo de joelhos aos seu pés. — Eu não posso...

— Shuhua, Não a nada que possa fazer. — ela inspirou fundo — Você está fadada a se casar com o nosso futuro rei.

— Irmã...

Levantasse princesa...



Nota da autora:

Oi amadas.

  Me desculpe a demora, estava ocupada com outras coisas. Espero que vocês tenham gostado desse capítulo, Ele foi um pouco maior que o anterior, mas o tamanho dos capítulos é algo que quero aumentar.

  Então se estão gostando, ou querem mais capítulos, comentem e deixem as suas estrelinhas do amor.

Com todo amor do mundo

PAM 

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