Chào các bạn! Vì nhiều lý do từ nay Truyen2U chính thức đổi tên là Truyen247.Pro. Mong các bạn tiếp tục ủng hộ truy cập tên miền mới này nhé! Mãi yêu... ♥

28. I should call my friends (...) I need a vacation from my mind

"Eu deveria ligar para meus amigos (...) Eu preciso de férias da minha mente"

- Shawn Mendes (Call my friends)


sábado, 7h16min

No banco do passageiro do carro do irmão, Sohye fitava as gotinhas de uma chuva calma deslizar no vidro, enquanto a paisagem passava em segundo plano. Tanto ela quanto Seokjin concordavam que Song Request, da Lee So Ra e do SUGA, seria uma ótima trilha sonora para o momento, mas tudo o que saía do som do carro era a versão de mais de uma hora, de Baby Shark.

E, claro, Yuna gritando e sacudindo as perninhas, no banco de trás.

Sohye nunca se arrependeu tanto por, apressada, ter se esquecido dos fones em cima da escrivaninha em seu quarto.

— Papai, por que a mamãe não foi lá na nossa casa para me buscar? — eles ouviram a pergunta vinda do banco de trás.

Jin olhou pelo espelho retrovisor e viu Yuna levantando o coala de pelúcia para cima e para baixo no ritmo da música.

— Ela precisou resolver algo do trabalho e me pediu para te deixar com a sua avó antes de irmos para a cafeteria.

— O quê? — a garotinha gritou, encarou as costas do pai — Mas o que eu fiz de errado?

— Você não fez nada errado, Yuna. Foi só um imprevisto.

— Ah não, papai. Não me deixa lá, eu não gosto de ficar com a vovó...

— Eu também n... — Jin sentiu Sohye lhe cutucar na perna e balançou a cabeça, reformulando a própria fala — Eu combinei com a sua mãe que te deixaria lá, Yuna. Nós precisamos seguir a ordem do juiz. O combinado foi que aos finais de semana, você passaria com a família da sua mãe.

— E quem é esse moço? Eu nem conheço ele, por que ele acha que pode mandar em mim?

Sohye disfarçou o sorriso, virando o rosto na direção da janela. "De onde vem os bebês?", era fichinha quando se convivia com Kim Yuna. Ela ouviu o irmão resmungar, parecendo tentar encontrar uma resposta.

— E a minha mamãe não pode me buscar no seu trabalho? — Yuna já acrescentou outra pergunta, não dando sequer oportunidade do pai encontrar respostas para as duas anteriores.

— Vai ser mais complicado ela sair do trabalho, ir te buscar na cafeteria e voltar para casa, Yuyu. O tempo vai passar bem rápido, você vai ver.

— Mas eu não quero ir. — a vozinha que antes parecia apenas indignada, agora tomava um tom que indicava uma pirraça se aproximando.

— Mas você precisa ir, Kim Yuna. Fim de assunto.

— Ai, eu te od... —, mas ela mesma se interrompeu, antes que pudesse terminar — Eu estou muito chateada com você, papai.

— E você tem todo o direito de estar muito chateada comigo, Yuyu. Eu também não gosto muito quando as coisas não saem como eu quero, e eu gostaria de ter te contado antes sobre isso, mas foi um imprevisto. Eu sei que isso é chato, mas a vida é chata às vezes, mesmo. Fazer o quê? — Jin explicou, o olhar focado no trânsito.

Sohye ao seu lado, sorriu fraquinho, vendo o quanto o irmão parecia mais tranquilo em lidar com os questionamentos da filha. Há algumas semanas Jin, que estaria com as orelhas vermelhas e olhos arregalados, pedindo socorro para ela,  agora só balançava a cabeça e repetia baixinho "Dad shark, doo doo doo".

— Eu já entendi, papai — Yuna resmungou, cruzando os bracinhos e emburrando o rostinho. — É só que a mamãe da minha mamãe não é boazinha igual a vovó Haydée. Ela fica dizendo toda hora que eu sou boba igual você.

— E o que você acha disso?

— Eu gosto de ser igual você. A minha mamãe disse que não tem nada de errado em gostar de fazer as outras pessoas rirem e que isso não é ser bobo. Ela disse que eu só sou bem iluminada. — Jin, parado no sinal vermelho, franziu as sobrancelhas confuso, e encarou a irmã ao seu lado.

— Não seria, bem humorada? — Sohye perguntou, se virando para a sobrinha. A garotinha sorriu, envergonhada.

— É... eu acho que era isso mesmo...

A risada de Seokjin tomou conta do interior do veículo, e Sohye acabou gargalhando com ele e Yuna.

— De qualquer jeito, você realmente ilumina nossas vidas, Yuyu. Você deixa tudo isso aqui muito mais bonito, desde que você nasceu. — a mais velha disse carinhosa, a fitando pelo retrovisor.

— Eu sei, tia Soso. É que eu sou bonita igual o papai.

Sohye rolou os olhos, fitando o irmão prestes a rir.

— Aham, e modesta também.

Yuna fez careta, não entendendo a palavra utilizada pela tia, que para ela, era completamente nova. Jin riu mais uma vez, ao mesmo instante que o sinal abria para que eles continuassem a viagem.





Era por volta de 8h20min quando os irmãos Kim conseguiram vencer o engarrafamento, graças a chuva pesada, e chegaram até a cafeteria. Enquanto Sohye seguiu até a mesa mais afastada do ambiente, Seokjin seguiu em direção ao balcão, agradecendo a ajudante por ser pontual e ter cuidado sozinha do estabelecimento.

Diferente do resto da semana, o movimento aos sábados e domingos de manhã cedo não eram dos mais caóticos. Naqueles dias, o horário de rush costumava ser por volta das 9h ou 10h e Jin correu em direção a cozinha para cuidar do forno, antes que os clientes começassem a passar pela porta em busca de pães e bolinhos, e não encontrassem nada.

Sohye acenou educada para a menina atrás do caixa, que a correspondeu da mesma maneira, e então a Kim se sentou no canto alemão. Colocou a bolsa com os materiais ao seu lado no banco acolchoado, e fitou e ouviu a chuva caindo pesadamente do lado de fora. Os dias estavam começando a ficar mais cinzentos, as árvores já perderam quase todas as suas folhas e as pessoas nas ruas começavam a se vestir com roupas mais quentinhas.

Sohye suspirou porque pensar que mais uma estação estava se findando, a fazia se lembrar que seu último semestre da faculdade, estava cada vez mais próximo. Ela tinha que fazer as provas e trabalhos finais, mas também tinha as provas de inglês e conhecimento gerais para tentar a bolsa de intercâmbio. Intercâmbio esse que, após tanto tempo gastando seus pensamentos e esforços, não parecia mais tão atrativo quanto antes. Era um sonho de adolescência que a acompanhou por todos aqueles anos e que se deu início no meio de todo o caos que ela viveu. Na época, Sohye chegou a conclusão que a melhor maneira de sair do meio do furacão, era indo morar do outro lado do mundo, sozinha, mas diante do status atual de sua vida, a Sohye de agora não via mais tanto sentido em largar a vida na Coreia para passar um tempo vivendo longe de todos na Inglaterra.

Era uma experiência e tanto, ela sabia, mas não parecia ser mais uma de suas prioridades.

Kim Sohye pensou sobre todos os anos de estudos, sobre os investimentos, dela e do irmão, das aulas extras de inglês com o melhor amigo, em todo o seu esforço de manter seu CR da faculdade alto e chegou a conclusão que já depositou muitas coisas naquele sonho, e que soava péssimo e quase ingrato desistir dele, na hora H.

Em respeito a Sohye de 15 anos, ela deveria prestar aquelas provas e fazer todo o esforço não ter sido em vão.

Mas também tinha Taehyung.

Claro que ela não cogitava abdicar do sonho de uma boa parte de sua vida devido ao namoro, e conhecia o rapaz o suficiente para saber que ele nunca pediria nada do tipo a ela, mas ainda assim, Sohye não queria interromper o que eles estavam construindo até ali e muito menos fazia ideia de como trazer o assunto à tona.

"Oi Tae, é que eu sou meio distraída e acabei aceitando namorar você já sabendo que em alguns meses eu vou precisar fazer uma prova para um intercâmbio. Isso. Se passar, vou ficar fora por um tempo. Talvez eles queiram que eu estenda o tempo lá. Costuma ir de 1 ano à 3. Mas eu nem sei se vou passar, na verdade."

Sohye deixou o ar sair pelo nariz, no mesmo momento em que fazia uma careta esquisita. Aquilo era tão sem noção, que ela sequer conseguia se imaginar proferindo aquelas frases para o namorado.

Ela se viu em um impasse: se sentiu péssima por ter se permitido se envolver com ele em meio àquela situação, mas também não poderia afirmar que se arrependia do que viveu com o Kim. Era claro para ela e para todo mundo o quanto um acrescentava a vida do outro e a última coisa que Sohye queria era se afastar de Taehyung. Na verdade, mesmo, aquilo nem estava sendo cogitado por ela.   

Foram tantos problemas, que um lado seu achou que seria aceitável empurrar aquele até onde fosse possível, que ele magicamente iria se resolver. Mas seu lado racional tinha consciência que uma hora ou outra ela precisaria resolver aquela questão com Taehyung, e aquele parecia ser o momento certo.

Porém, ela não queria que aquele fosse o momento ainda.

Sohye pegou o celular na bolsa e, apesar de preocupada, acabou rindo ao encontrar as mensagens de Jungkook cobrando os doces prometidos da festa planejada por Kim Yuna e logo após reclamando por ter que dar prova naquele sábado de manhã, quando tudo o que ele mais queria era estar enrolado no meio das cobertas dormindo.

Claro que no seu papel de melhor amiga, não deixou de o provocar, dizendo que dinheiro não cairia do céu e que ele teria que trabalhar caso quisesse completar a coleção com os bonequinhos de super-herói que ele deixava nas prateleiras de seu quarto.

Jungkook, em resposta, devolveu com no mínimo umas 6 mensagens, retrucando ser uma afronta ela chamar seus bonecos de figura e ação, edição de colecionador, importados dos Estados Unidos, de bonequinhos de super-herói.

Por favor, né, Sohye?

Ela se permitiu dar algumas gargalhadas, imaginando a cara de indignado que ele deveria estar fazendo enquanto digitava aquelas respostas.

Passou mais algum tempo trocando mensagens com o Jeon, e pelo menos aqueles minutos de conversa com o melhor amigo, melhorou um pouco o seu estado de espírito, misto de preocupação com trabalho da faculdade, provas finais, o que aconteceria com ela e o namorado e, claro, seu mau-humor normal de toda manhã.

Jungkook se despediu, avisando que passaria a prestar atenção nas crianças que já deveriam ter colado horrores enquanto ele conversava com ela e Sohye depositou o celular sob a mesa, percebendo que, além de ter esquecido os fones, também não pegou o livro que estava lendo e perdeu preciosos minutos que poderia estar dedicando a sua leitura.

Para Gaeul ela nem arriscou enviar mensagem. Taehyung muito menos.

Tanto um, quanto o outro, deviam estar dormindo.

Ela também estaria, se pudesse.

Mesmo Kim Sohye, que já sabemos não gostar de desperdiçar um segundo sequer com algo que ela não considerasse importante, agora se permitia dormir um pouquinho a mais nos fins de semana, e só acordou cedo naquele sábado para não perder a carona do irmão e, porque os outros integrantes do grupo, informaram só poder se reunir às 10h daquele dia.

Myung foi a primeira a chegar, sendo a única pontual no horário marcado, mas tanto ela, quanto Sohye, já estavam com suas partes prontas e apenas conversaram sobre o tema do trabalho, enquanto aguardavam a chegada dos outros rapazes.

Baek apareceu, com mais de uma hora de atraso, e apesar de ter passado 2/3 do tempo mexendo no celular, sem dar muita atenção para as duas meninas, pelo menos tinha se dado ao trabalho de comparecer, diferente do 4º elemento do grupo, que sequer deu as caras.

Sohye tentou não permitir que o pensamento de que estava sendo feita de idiota, tomasse conta de sua mente, mas desistiu no momento em que percebeu que estava falando sozinha e que o rapaz nem sequer sabia sobre qual era o tema deles, no seminário que eles deveriam apresentar na próxima semana.

A Kim encarou a outra garota, e esta parecia tão cansada e desorientada quanto ela, sem saber o que fazer com aquela falta de responsabilidade alheia, vinda de um homem adulto e não de uma criança no jardim de infância.

Sohye sentiu falta de Gaeul ali, porque com toda certeza elas já estariam com aquele trabalho pronto, há no mínimo, uma semana, e mesmo se ela estivesse naquele grupo, a Park já teria resolvido aquilo em dois tempos.

Definitivamente, Sohye não sabia lidar com adultos, e Yuna continuava cheia de razão: eles conseguiam complicar tudo!

Sohye enviou mensagem para Suk, só por desencargo de consciência, e ela nem sequer chegava para o destinatário, quem dirá, ser lida por ele.

Para começo de conversa, Sohye mesma nem queria ter marcado aquela reunião para um sábado de manhã. Foi ideia deles. Por ela, estaria dormindo, e de preferência, abraçada ao namorado. Naquele momento ela até se arrependeu de não ter aceitado o pedido dele para continuarem deitados e ter decidido se levantar mais cedo da cama no último final de semana que passaram juntos.

Kim Sohye, junto a Myung, ainda tentavam resumir todos os artigos lidos, as visitas às escolas, entrevistas com professores da área, pesquisas em livros, vídeos assistidos no Youtube, em poucos minutos para Baek, no mínimo, entender do que se tratava o trabalho — porque convenhamos, naquela altura do campeonato nenhuma das duas estavam mais com forças para discutir o fato dele não ter feito nada —, mas Myung precisou pedir desculpas a Sohye porque, como já havia avisado, precisava ir embora por ter questões pessoais para resolver.

Sohye então decidiu dar a reunião por encerrada, porque entendeu que não conseguiria resumir mais de dois meses de pesquisas em apenas 10 minutos, principalmente a alguém que não se dava nem ao trabalho de disfarçar a cara de desinteresse direcionada a ela.

Após ver os colegas de turma saírem pela porta da cafeteria, Sohye juntou seus materiais com uma lentidão quase exagerada, e os guardou dentro da ecobag. Se ajeitou na cadeira, e pela janela retangular, encarou a cidade lá fora vendo que a chuva já cessou, mas que o tempo continuava nublado. Ela inspirou fundo e soltou o ar pelo nariz, de uma vez, cogitando a ideia de fingir que o que aconteceu naquela manhã não passou de um surto coletivo, e que ela deveria pegar o próximo metrô rumo ao apartamento de Taehyung e passar o resto do sábado assistindo filmes ou ouvindo os discos de vinil dele, enquanto o namorado cozinhava algo com um gosto muito bom, para que eles comessem.

Mas estamos falando de Kim Sohye, e ela até pode ter aprendido que descansar é importante, mas nunca conseguiria ignorar o fato de ter metade de um trabalho incompleto, com menos de 3 dias para ele ser apresentado.

Ela se sentiu péssima ao perceber o que estava prestes a fazer, mas se despediu do irmão e da outra funcionária, e seguiu rumo ao ponto de ônibus. Após alguns minutos esperando, subiu no transporte que iria em direção a parte leste da cidade, onde ficava sua própria casa.

Jungkook e Gaeul falariam aos montes no ouvido dela quando soubessem, mas ali estava Sohye, mais uma vez, tomando a responsabilidade de fazer todo o trabalho, sozinha.


13h14min

A panela com o molho começava a borbulhar e fazer o cheiro delicioso de temperos e tomates, tomar conta da cozinha. Taehyung, parado em frente ao fogão, encarava a tela do celular em sua mão, lendo o próximo passo da receita, quando ouviu o som da fechadura digital ser destrancada e o outro morador da casa, passar por ela.

Deixando o celular de lado, o moreno pegou a panela com o macarrão, e despejou seu conteúdo no escorredor dentro da pia. Aquele foi o tempo de Jimin, aparecer atrás do passa pratos, cantarolando alguma música que Taehyung, por influência direta da namorada, logo reconheceu ser alguma música da tal boyband que os dois gostavam tanto.

... baby let me be your, let me be your last first kiss — ele ouviu Jimin cantar junto a música em seus fones. O loiro largou a bolsa de lona azul escura próxima à parede e se sentou em uma das banquetas.

Taehyung parou o que estava fazendo e observou o amigo. Tinha parte do cabelo amarrado para trás e trajava calças jogger preta e blusa de mangas compridas, cinza. Jimin descansou os braços sobre a bancada escura e pareceu fitar algum ponto não físico. Suspirou logo depois fazendo bico com os lábios. Depois de alguns segundos, percebeu o olhar fixo do Kim e tirou os fones, deixando claro não ter escutado uma palavra do que o amigo disse.

— Eu perguntei "Que cara de quem tomou um pé na bunda, é essa?" — Taehyung repetiu, falando um pouco mais devagar.

— To com essa cara, é? — Jimin riu fraco, tentando disfarçar. — Eu queria mesmo ter tomado um chute na bunda, porque já seria alguma coisa.

— Putz, deu ruim com o Jungkook? Achei que ia almoçar com ele hoje.

— Ia, do verbo, não vou mais. Na real, acho mesmo que fiz merda, Taetae — Jimin explicou, na verdade, deixou Taehyung mais confuso ainda. — Eu queria ir devagar com ele e achei estar agindo certo. Você sabe, eu sempre me ferro quando me jogo de vez, mas...

Mas? — Taehyung se afastou por poucos segundos e desligou a boca do fogão, vendo que a panela com molho corria o risco de ser esquecida e queimada.

Mas, ontem o pessoal depois da aula, durante o almoço, comentou sobre nós estarmos juntos. Eu e o JK.

— Ué... mas vocês estão, não estão?

— Não, Taetae. Aff... Eu achava que não.  Mas sei lá, se estávamos, com toda certeza não estamos mais. — Jimin choramingou confuso, tampando o rosto. Taehyung fez careta, ainda sem entender. — Depois do almoço, eu falei para o JK desconsiderar o que o Hobi hyung falou, porque ele entendeu tudo errado.

— E o que o Hobi hyung entendeu errado, Jiminie? — Taehyung levantou um pouquinho a sobrancelha.

— Que eu e o JK temos algo. — o Park respondeu devagar, como quem tentava entender o que ele mesmo estava falando.

— Mas vocês não têm algo? — Taehyung levou alguns segundos para, enfim, entender — Espera... você falou para ele que vocês não tinham nada, Jimin? Você falou isso para o Jungkook? — Jimin o encarou, quase paralisado, absorvendo como aquilo poderia ser visto do outro ponto de vista que não o seu. Taehyung apoiou uma das mãos na cintura e passou a outra nervosamente pelo rosto.

— Ah não, não me deixa mais nervoso. Eu fiz merda, não fiz? Não foi desse jeito que você 'tá falando. Eu não quis dizer como se não quisesse ter algo com ele, porque, porra, você sabe que eu quero! Mas foi porque eu achei que ele não quisesse nada comigo, Taetae. Nós ficamos no dia do cinema, e só, ele não tocou mais no assunto. Eu pensei ser para eu agir como se nada tivesse acontecido.

— Ele não deve ter falado nada, porque é tímido, Jiminie. Não porque não gosta de você.

— Ai que merda... — o Park resmungou, batendo os pés no chão. — Não era nada disso, Tae. Eu gosto dele, real.

— Então você deveria falar isso para ele, não para mim — foi a resposta do Kim.

Jimin fez careta, tendo certeza que não só fez merda, como fez muita merda. Aparentemente ele começou com o pé esquerdo no assunto Jeon Jungkook.

— Não é assim que funciona, Taehyung. E se ele não quiser mais olhar na minha cara? E com razão, porque pode parecer que eu estou sendo um babaca com ele. Até porque, eu realmente fui um babaca. Ai, puta que pariu, Park Jimin! Seu babaca! — Ele segurou os fios loiros entre os dedos, fortemente. — Eu acabei de perceber que fiz com o JK o que um monte de caras idiotas fizeram comigo.

— Opa. Não, Jiminie. Não se compara a essas pessoas. O que aconteceu entre você e o Jungkook foi apenas falha de comunicação. Você não brincou com os sentimentos dele, e nem ele com os seus. Vocês só precisam conversar e entender o que 'tá rolando. — Taehyung falou por fim, sabendo que não tinha muito o que ele pudesse falar para ajudar o amigo.

O Kim se ocupou de voltar para perto das panelas e terminar o almoço que agora teria que dividir com Jimin. Enquanto o amigo resmungava sozinho atrás dele, o moreno agradeceu mentalmente por errar na quantidade, para mais, pensando em guardar para a janta.

— Eu vou tentar pensar em algo. Eu preciso, não é? Não tenho escolha mesmo — Jimin resmungou, após alguns minutos, meio rindo de nervoso. — E se eu cantar alguma música? Funcionou para você com a Sohye. Ah, mas esquece. Eu não sei tocar violão, aí ferra...

— Você é mais criativo que isso, Jiminie. Não acredito que vai roubar minha tática de flerte — ele fez careta, fazendo o amigo rir.

— O que o amor não faz, não é? De um dia para o outro, o cara do jazz se permitiu ouvir boybands. Acho incrível que a Soso fez em meses, o que eu não consegui fazer esse tempo todo. 5 anos do nosso bromance, e você nunca ligou para as músicas que eu te indicava...

— E depois eu que faço drama. Isso é tudo ciúmes, Park Jimin? — ele arqueou uma sobrancelha, colocando um prato a frente do amigo, e outro onde ele mesmo se sentaria.

— Talvez seja mesmo, você não liga mais para mim — Jimin apertou os lábios, em uma careta engraçada. Taehyung enrugou o nariz e fez bico, apertando as bochechas de Jimin. Ele riu e o empurrou — Você já tem um favorito no grupo? Tem, né? Já deu tempo de você ter um.

— Ainda não tenho certeza, mas acho que sim. Provavelmente aquele da música da melancia."Watermelon sugar, high... watermelon sugar, high..." — cantarolou baixo, adicionando na bancada o descanso de panela e os jeotgarak.

Jimin fez uma careta digna de quem comeu algo com um gosto muito ruim, balançou negativamente a cabeça e encarou o amigo, completamente incrédulo com aquele absurdo que acabou de ouvir Taehyung proferir.

— Eu não acredito, que você acabou de resumir Harry Styles, em "aquele da música da melancia", Kim Taehyung. Meu Deus, é o Harry Styles! O Harry Styles!!! — segurou o moreno pelos ombros o sacudindo e o fazendo encara-lo.

— Isso, Harry. Esqueci o nome dele. A Soso me mandou umas músicas solo também, gostei muito. — ele explicou, se soltando das mãos do amigo e seguindo até as panelas.

— "Aquele da música da melancia"? — Jimin resmungou mais uma vez, indignado.

— E agora? Você está com ciúmes do Harry ou de mim, Jiminie?

— Cala a boca, Taehyung — o loiro ralhou, fazendo o amigo gargalhar.


20h05min

Sohye jogou mais uma jujuba dentro da boca, e com a outra mão sobre o mouse, arrastou o vetor com o gráfico colorido mais para o canto da tela. Após aquela última edição, subiu as páginas e leu todos os slides, um por um, do começo ao fim, para ver se não havia se esquecido de revisar nada.

Ela salvou a apresentação e juntou com as lâminas, feitas por Myung, que seriam impressas para serem entregues aos professores, colocou os arquivos no pen drive com os documentos da faculdade, enviou por email para os outros integrantes e, mais uma vez, por desencargo de consciência, avisou no grupo do kakao aos dois rapazes que elas terminaram tudo para a apresentação.

Myung, como já era o esperado, foi a única que a respondeu, dizendo que ela fez um ótimo trabalho e que agora poderia descansar. Sohye agradeceu a menina e deixou o celular de lado. Respirou fundo, e esticou as pernas, as cruzando sobre a mesa, decidida a voltar a comer suas jujubas em paz.

Mas, a paz não durou mais do que 2 minutos, já que a campainha da casa tocou.

Sohye tocou os pés novamente no chão e escorregou as costas no encosto da cadeira. Se levantou, sem vontade, seguindo para fora do quarto.

Após descer as escadas, seguiu ao hall de entrada e pegou o primeiro casaco que a mão alcançou no cabideiro ao lado da porta — vulgo um dos casacos do irmão que ficavam imensos nela —, e calçou as botas de qualquer jeito, sem se dar ao trabalho de amarrar os cadarços.

O som da campainha tocando mais uma vez, fez a garota passar pela porta principal rapidamente e correr em direção ao portão da casa.

Sohye arqueou uma das sobrancelhas, ao encontrar Jungkook e Gaeul parados ali.

— Um trator amarelo passou por cima de você, Arthur? — Gaeul brincou com o estado da amiga, citando um trecho d'O Guia do Mochileiro das Galáxias.

Sohye riu, porque realmente, não estava com seu melhor figurino.

Enquanto Jungkook vestia calças xadrez, tênis esportivos, moletom branco com capuz, e tinha parte do cabelo amarrado em um coque improvisado atrás da cabeça, Gaeul usava um blusão que terminava sobre suas coxas, visivelmente personalizado por ela, com botas over the knee, pretas. Os cabelos longos estavam soltos e cheios, com apenas um arco fininho no alto da cabeça.

E bem, do lado oposto, Sohye estava com sua clássica muda de roupa de ficar em casa: calças xadrez de flanela, camiseta dos Beatles, que de tanto usar, agora estava gasta e não servia nem para ir à esquina e voltar. Tinha as botas mal calçadas e os cabelos amarrados de qualquer jeito, o que resultava em fios soltos e caindo por seu rosto.

Ah! De brinde o moletom cor de rosa do irmão, jogado por cima daquele look digno de passar o fim de semana inteirinho vendo animações da Disney, enchendo a cara de pipoca.

— Quem é Arthur? — Jungkook perguntou e Gaeul rolou os olhos.

— Talvez, se você lesse mais, soubesse.

— Talvez, se resolverem lançar uma HQ sobre a história, eu leia — ele lhe devolveu um sorriso fechado e forçado.

— Estou falando de livros de verdade, não de revistinhas, Jungkook.

— Como é?

— Sério, que vocês vieram até o meu portão a esta hora da noite, para fazer barraco? — Sohye inclinou a cabeça para o lado e fez uma leve careta cansada.

— Ela eu não sei, eu vim pegar meus doces. Inclusive, por que vocês tiraram a chave reserva de dentro do tijolo falso? O Jin hyung perdeu a dele de novo? — Jungkook passou pela amiga, entrando sem cerimônias. Não era como se ele não tivesse intimidade o suficiente para fazer aquilo.

— Eu não sei porque você anda com ele — Gaeul reclamou, também passando pela amiga e indo atrás do Jeon.

— Eu não sei porque eu ando com vocês dois, isso sim — Sohye falou mais alto, fechando o portão, seguindo para dentro de casa também.

Encontrou os dois já na cozinha. Gaeul sentada em uma das cadeiras, os cotovelos sobre a mesa com as mãos segurando o celular à frente do rosto, e Jungkook abrindo os armários superiores, já sabendo onde Seokjin colocava os doces para manter longe do acesso da filha.

— Vai trocar de roupa, Soso, nós não vamos sair com você parecendo que foi digerida e cuspida por um dinossauro — Gaeul falou. Jungkook, enquanto mastigava os marshmallows encontrados, riu vendo a cara de indignação da amiga. Sohye os olhou de cara feia.

— Acontece que, eu não vou sair para lugar nenhum, Gaeul. Eu só quero ficar o resto da noite enfiada embaixo do meu cobertor vendo filme.

— Ah, mas nós vamos sair sim, eu nem jantei pensando em deixar espaço para o lanche que vou pedir. — Gaeul retrucou a amiga.

— Também não comi, Soso. Ela disse que íamos sair para lanchar e eu só vim. — Jungkook completou, e voltou a mastigar os doces.

— Hm... por que nós não pedimos algo para comer aqui? Pizza que tal? — Sohye propôs.

— Amiga, tem séculos que nós três não saímos juntos, só a gente. — Gaeul fez bico, se levantando e parando a frente da Kim. Sohye sentiu o coração apertar no peito. — Eu te ajudo a escolher uma roupinha bem bonita, que tal?

— Não precisa, Ga.

— Você não quer que nós subamos para o seu quarto, é? Tem alguém lá... ai meu Deus, o Taehyung 'tá lá? — Gaeul sussurrou, olhando da escada para amiga. Sohye riu e balançou a cabeça de um lado para o outro.

— Não, o Tae não está lá em cima. E não tem nada a ver isso de não querer que vocês subam. — Sohye suspirou. — Qual a probabilidade de vocês conseguirem ficar aqui embaixo por 10 minutos, sem se xingarem?

— Acho que zero — Jungkook respondeu e Gaeul fez cara feia. — Viu?

— Você... — ela parou e respirou fundo, sorrindo —, não vou cair nessa, Kookie.

— Ok. Onde nós vamos? — Sohye desistiu.

— Pode ser na lanchonete na rua de baixo? — Gaeul perguntou, e os outros dois assentiram. — Ok. Não demora, Soso. Aff, será que eu aguento comer dois, sanduíches? — ela voltou para perto da cadeira, se direcionando a Jungkook, agora apoiado de lado na ilha da cozinha. Ele levantou os ombros e ela fez bico, olhando o cardápio do local no site deles.

Sohye sorriu fraquinho, seguindo em direção ao seu quarto.


— Eu não acredito que isso acontece mesmo — Jungkook gargalhou, bateu palmas, e jogou o corpo para trás ainda rindo.

— É sério, eu juro — Gaeul devolveu, rindo também.

— Não dá confiança, ela vai acabar te dando spoilers pesadíssimos, Kookie — Sohye riu também tirando um pedacinho do pão de seu hambúrguer, e levando a boca. Ela o mastigou devagar, prestando atenção nos dois amigos.

Gaeul e Jungkook, que há algumas horas estavam se xingando, agora estavam rindo como se nada tivesse acontecido. Sohye estaria mentindo se dissesse que não estava acostumada com aquela amizade deles. No começo ela pode ter estranhado, mas quase 4 anos depois, já não era tão esquisito assim.

— Aqui 'tá falando que tem um filme. Parece ser bem legal — o garoto falou, virando o celular para as duas. Gaeul assentiu, apontando para ele com uma batata frita.

— Aham, mas eu nunca vi — Jungkook arqueou as sobrancelhas, arregalando os olhos. — O que foi? Eu não curto muito adaptações de livros para cinema.

— Putz Ga, como assim? É super maneiro ver acontecer na tela o que 'tá escrito — ela deu de ombros — Se eu ler o livro, você vê o filme? — Jungkook propôs, esticando a mão sobre a mesa, em cima dos lanches.

Gaeul pareceu pensar. Após alguns segundos, enfiou a batata frita na boca, lambeu as pontas dos dedos e antes que Jungkook pudesse pensar ela já apertou sua mão, concordando.

O garoto fez careta, puxando a mão para perto do corpo.

— Meu Deus, Gaeul! Que nojo — ele tirou um papel do porta guardanapos e tentou limpar a mão. Depois se questionou se deveria ir lava-la.

Nhenhenhe — Gaeul debochou dele, balançando a cabeça.

— E pensar que no começo eu shippei vocês. Mas como diria a Yuyu: Credo.

Os dois se viraram para ela, sem acreditar. Sohye riu sozinha, voltando a comer seu lanche.

— O quê? Eu ia ser tipo o Harry e vocês a Hermione e o Rony.

— Esse suco que você pediu tem alguma coisa? Você tá muito louca, Soso.

— Tô louca? — Sohye fitou a amiga, a sobrancelha arqueada. Jungkook fitava as amigas com olhos atentos, mas comendo suas batatas. — Você esqueceu que...

— Kim Sohye... — Gaeul arregalou os olhos. Sohye olhou para Jungkook e depois para amiga e levou a mão à frente da boca, do jeitinho que Yuna fazia quando percebia estar falando demais. Gaeul riu.

— O que foi? — Jungkook olhou de uma para outra, Sohye balançou a cabeça de um lado para o outro. — Vão ficar de segredinho, é?

— Você vai ficar envergonhado se eu falar... — Sohye tentou explicar.

— Porquê? Ah... — ele apertou os lábios, percebendo do que se tratava. Gaeul prendia o riso do lado de Sohye, enquanto percebia as bochechas do amigo, ruborizarem. Jungkook coçou a nuca. — Ga. É. Hm. Você ainda...

— Gosto de você? — Sohye abriu um pouquinho os olhos, olhando para os dois. — Não. Não daquele jeito. E vamos combinar que nós dois não íamos durar 1 semana juntos, JK.

— Ah. Ok. Ufa. — ele soprou o ar pela boca, de maneira pesada, e se encostou na cadeira. As meninas riram quando ele levou a mão a testa. — Meu Deus, credo.

— Credo o que, Jeon? — Gaeul pareceu brava. Sohye se preparou para ter que apaziguar a situação.

— Credo porque você é tipo a Soso, já. Você consegue imaginar nós dois tendo alguma coisa? — Jungkook apontou dele para a Kim, elas fizeram uma careta grande. — Viu, só?

— Entendi, entendi. — Gaeul inclinou o corpo na direção da mesa, pegando das batatas de Sohye, esta que empurrou a amiga. — Chata.

— Pega do seu.

Eles ficaram por poucos minutos em silêncio, entre eles, porque o burburinho no fundo da lanchonete se manteve.

— Kookie... — Gaeul chamou e ele a fitou — Já que nós tocamos nesse assunto, de crushs e tal...

Sohye olhou para o amigo, procurando ver sua reação. Os ombros de Jungkook ficaram tensos.

— Ga... — ela interrompeu.

— Não. Tudo bem. Pode perguntar, Ga.

— Hm. Ok. É que... 'tá tudo bem entre você e o Jimin? Eu sei que eu não devia estar me metendo, mas é que vocês pareciam tão próximos e você nem tocou no nome dele ainda.

Jungkook engoliu em seco sem saber o que responder.

— Ai, eu sabia que tinha acontecido alguma coisa — Gaeul fez bico.

— Kookie, olha, eu sei que você não curte ficar falando sobre isso, mas se você quiser conversar, eu e a Ga estamos aqui para isso.

O Jeon mordiscou o canto dos lábios, e virou o rosto para a janela que dava para uma avenida de Incheon. Após alguns segundos, assentiu, voltando a encarar a mesa.

— É só, tá tudo bem. É mais um nome para o caderninho dos crushs que não passaram disso.

— Ah não — Gaeul fez bico de novo — O que rolou? Vocês brigaram?

— Pior que não — Jungkook riu da própria situação, sem pé, nem cabeça. — Ele só me mandou a real. E tudo bem, eu acho que eu que... como vocês dizem? Fanfiquei demais.

— Se você fanficou demais a gente aqui fez o quê? Meu Deus, JK, não tem como isso ser verdade. O Hobi disse que o Jimin deixa claro para todo mundo que gosta de você. Que ele não sabe disfarçar e que só falta mandar um balão gigante em formato de dirigível voando até sua casa.

— O Jimin disse que ele entendeu tudo errado.

— Ele e todo mundo, né? — Gaeul retrucou.

— Kookie, realmente. Tem alguma coisa que não tá se explicando nessa história. — Sohye tentou.

— Ah, tanto faz. Não quero falar disso mais. — ele disse, expirando pesadamente e olhando pela janela. As amigas assentiram em silêncio.

— JK — Gaeul chamou e ele levantou o olhar para ela — Você vai ficar bem. Eu fiquei. E sabe, meu coração virou um milhão de caquinhos quando a Soso disse que você não curtia meninas. Mas eu fiquei bem! No final tudo sempre fica bem! — Gaeul falou exagerada, fazendo o amigo rir.

— E você e a Ga não deu certo, mas vocês são amigos, não é? Mais brigam que outra coisa, mas são amigos — ela riu, quando Gaeul a empurrou — Você pode ser só amigo do Jimin também, essas coisas acontecem mesmo, e...

— Aham, e se tudo der errado a gente sempre vai estar aqui para varrer os caquinhos do seu coração e colar com cola com glitter e...

— Ta, ta. Já entendi. — Jungkook fez careta, fazendo as duas rirem. — Valeu, gente. Mas eu to bem mesmo.

— Tá. Mas eu acho que não tô não. — Gaeul falou do nada, surpreendo os outros dois — Eu acho que você pode se redimir por quebrar meu coraçãozinho, me pagando outro hambúrguer...

— Meu Deus, Ga!

— Ué, eu acho mais do que justo. Você não acha, Kookie?

— Não, não acho. Mas pode pedir o hambúrguer, que eu pago.

Jungkook e Sohye riram, quando Gaeul bateu palminhas, animada.

— Aff, eu acho que nós podíamos namorar, sim Kookie. Isso foi romântico. — ela comentou olhando o cardápio em suas mãos.

— Vou desistir...

— Não, não, cancela. Tem nada de romântico nisso não. Eu que to fanficando aqui de novo. — Gaeul falou sacudindo as mãos abertas para o amigo e Jungkook riu.

Sohye sentiu o coração se aquecer com aquela interação. Ela se sentia pertencente àquele local onde Jungkook e Gaeul estavam e por pouco os olhos não lacrimejarem com o pensamento que, caso ela passasse para o intercâmbio, teria que se afastar daquilo por anos.

O intercâmbio era um grande sonho, mas estar com os amigos ali, era uma realidade boa.

Sohye riu com os amigos quando Jungkook fez piada sobre Gaeul ter que pagar o hambúrguer se ela realmente pegasse o mais caro, como estava ameaçando fazer. Gaeul fez bico e choramingou, acabando por convencer Jungkook a pagar o lanche que ela queria.

A Kim sorriu quando o Jeon e a Park a olharam, devido seu silêncio repentino.

Então ela entendeu, que era melhor aproveitar que ainda estava ali, e deixar o futuro, para quando ele realmente acontecesse.


<#>

Oiiii, como vocês estão? Tudo certinho?

Nossa, que apertinho que deu no coração quando vi a última vez que atualizei aqui :( Eu amo muito essa história e penso nela todos os dias, tava sofrendo já kkkk

Já deu pra sentir que a Learning vai começar a ter umas reviravoltas? Vocês conseguem imaginar o que vai ser? E não, não vai ser só uma coisa não.

Como eu já disse, tá meio complicado por aqui, porque estou na fase mais trabalhosa da minha faculdade, então tá difícil de parar para escrever. Mas saibam que eu não vou sumir não, sempre que der atualizo alguma história e aproveito para dar um oizinho.

Espero que tenham gostado do capítulo, viu?

Fiquem a vontade para deixar um votinho, comentar e me dizer o que estão achando.

Se cuidem,

Abraços cheios de cor e amor,

Polly ♥

Bạn đang đọc truyện trên: Truyen247.Pro